Cultura do Portal Clério José Borges, escritor Capixaba Fotos de Clério José Borges recebendo homenagens, troféus, Diploma em eventos culturais

CULTURA
DEFINIÇÕES DE CULTURA

Pesquisa do Escritor Clério José Borges. Permitimos a livre
reprodução do conteúdo e agradecemos a citação da fonte.

  • O que é cultura?

    É o conjunto de atividades e modos de agir, costumes e tradições de um povo. É o meio pelo qual o homem se adapta às condições de existência transformando a realidade. Cultura é um processo em permanente evolução, diverso e rico. É o desenvolvimento de um grupo social, uma nação, uma comunidade; fruto do esforço coletivo pelo aprimoramento de valores espirituais, materiais e imateriais.



  • LENDA DO PÁSSARO DE FOGO - Os municípios da Serra e de Cariacica, na Grande Vitória, Espírito Santo são cúmplices numa história de amor. Índio Guaraci (Morro do Mestre Álvaro) e a índia Jaciara (Morro do Mochuara), não conseguiram ter uma linda história de amor e assim, foram transformados em Pedras por um Pajé, personagem que entre os Índios exercia as funções de conselheiro, médico, sacerdote e feiticeiro. A lenda conta a história de um pássaro de fogo, que no dia de São João, troca juras de amor dos jovens apaixonados que foram transformados nas Montanhas de Cariacica e da Serra. As lendas são bens imateriais de Cultura, bem como são Bens Imateriais de Cultura, os festejos populares, (Festa de São Benedito e Carnaval), as comidas, o linguajar de um povo, as cantigas, as Trovas...

    Folclore
    Lendas, Folia de Reis e Cantorias


    Paneleiras
    As panelas de Barro para cozinhar
    Congo
    Bandas de Congo e o instrumento do reco-reco, a casaca


    CARNAVAL
    Festa do povo. Muita alegria e diversão
    Linguajar
    Fala, frases e gírias do nosso povo


    TROVA
    Trova é poesia com 4 versos

    São Benedito
    Devoção pelo Santo Negro, protetor dos fracos e oprimidos

    Moqueca
    Peixe cozido no tempero, sem água


  • O que é bem cultural?

    É o produto do processo cultural, que proporciona ao ser humano o conhecimento e a consciência de si mesmo e do ambiente que o cerca.

  • O que é patrimônio cultural?

    O patrimônio cultural de um povo lhe confere identidade e orientação, pressupostos básicos para que se reconheça como comunidade, inspirando valores ligados à pátria, à ética e à solidariedade e estimulando o exercício da cidadania, através de um profundo senso de lugar e de continuidade histórica. Os sentimentos que o patrimônio evoca são transcendentes, ao mesmo tempo em que sua materialidade povoa o cotidiano e referencia fortemente a vida das pessoas. Patrimônio cultural é, portanto, a soma dos bens culturais de um povo. O patrimônio cultural dos mineiros é o conjunto dos bens culturais de Minas Gerais, portadores de valores que podem ser legados às gerações futuras.

  • Quais são os principais elementos que compõem o patrimônio cultural?

    O patrimônio cultural apresenta-se sob diversas formas. Sob a forma de bens imateriais, compreende toda a produção cultural de um povo, desde sua expressão musical, até sua memória oral, passando por elementos caracterizadores de sua civilização. Sob a forma de bens materiais, o patrimônio divide-se em dois grupos básicos: bens móveis - grupo que compreende a produção pictórica, escultórica, material ritual, mobiliário e objetos utilitários e bens imóveis - que não se restringem ao edifício isoladamente, mas compreendem, também, seu entorno, garantindo sua visibilidade e fruição. No acervo de bens imóveis que constituem o patrimônio de um povo e de um lugar, incluem-se os núcleos históricos e os conjuntos urbanos e paisagísticos, importantes referências para as noções étnicas e cívicas da comunidade.

  • No que consiste o valor cultural de um bem?

    Reside em sua capacidade de estimular a memória das pessoas historicamente vinculadas à comunidade, contribuindo para garantir sua identidade cultural e melhorar sua qualidade de vida.

  • Agricultura

    - É sinônimo de cultivo

    Ciências sociais

    (Latu senso) é o aspecto da vida social que se relaciona com a produção do saber, arte, folclore, mitologia, costumes, etc., bem como à sua perpetuação pela transmissão de uma geração à outra.

    Filosofia

    Cultura é o conjunto de manifestações humanas que contrastam com a natureza ou comportamento natural. Por seu turno, em biologia uma cultura é normalmente uma criação especial de organismos (em geral microscópicos) para fins determinados (por exemplo: estudo de modos de vida bacterianos, estudos microecológicos, etc). No dia-a-dia das sociedades civilizadas (especialmente a sociedade ocidental) e no vulgo costuma ser associada à aquisição de conhecimentos e práticas de vida reconhecidas como melhores, superiores, ou seja, erudição; este sentido normalmente se associa ao que é também descrito como “alta cultura”, e é empregado apenas no singular (não existem culturas, apenas uma cultura ideal, à qual os homens indistintamente devem se enquadrar).

  • Cultura Brasileira

    A cultura brasileira é um grande conjunto de culturas, que sintetizam as diversas etnias que formam o povo brasileiro. Por essa razão, não existe uma cultura brasileira homogênea, e sim um mosaico de diferentes vertentes culturais que formam, juntas, a cultura do Brasil.

    A cultura brasileira reflecte os vários povos que constituem a demografia deste país sul-americano: indígenas, europeus, africanos, asiáticos, árabes etc. Como resultado da intensa miscigenação de povos, surgiu uma realidade cultural peculiar, que sintetiza as várias culturas.

    Cultura é, portanto, tudo aquilo que não é natureza, ou seja, tudo o que é produzido pelo ser humano. Por exemplo: a terra é natureza e o plantio é cultura. Uma das características da nossa sociedade é a grande diversificação interna. A diferenciação básica decorre do fato de que a população se posiciona de modos diferentes no processo de produção. Há diferenças de renda, de estilos de vida, de acesso às instituições públicas tais como escola, hospital, centros de lazer. Da mesma forma, a diversificação acompanha a variedade de paisagens regionais do país. Assim, ao estudarmos cultura no Brasil, podemos nos preocupar em saber o que seria a cultura nacional, ou qual seria a importância dos meios de comunicação de massa na vida do país, ou indagarmos sobre a cultura das classes sociais ou sobre a cultura popular. A partir de uma idéia de refinamento pessoal, cultura se transformou na descrição das formas de conhecimento dominantes nos Estados nacionais que se formavam na Europa a partir do fim da Idade Média. Esse aspecto das preocupações com a cultura nasce assim voltado para o conhecimento erudito ao qual só tinham acesso setores das classes dominantes desses países. Esse conhecimento erudito se contrapunha ao conhecimento havido pela maior parte da população, um conhecimento que se supunha inferior, atrasado, superado, e que aos poucos passou também a ser entendido como uma forma de cultura, a cultura popular.

    A Capoeira; As manifestações culturais do Bumba meu Boi, Folia de Reis; as Igrejas; A Trova (Poesia); As Paneleiras, etc..., são Bens Culturais.

    O registro da capoeira como patrimônio cultural do Brasil é o reconhecimento daquela que é uma das mais representativas heranças do povo negro para a formação da cultura brasileira.

  • Exemplo de um Bem Cultural: As Paneleiras (que Fabricam a Panela de Barro).

    Na primeira página do "Livro de Registro de Saberes de Patrimônio Imaterial de Bens Culturais do Brasil": "Registro número hum; bem cultural: ofício das paneleiras de Goiabeiras. Descrição: é a prática artesanal de fabricação de panelas de barro, atividade econômica culturalmente enraizada na localidade de Goiabeiras, bairro de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo."
    Tombadas em novembro de 2002 pelo Iphan -o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional- como patrimônio imaterial brasileiro, essas panelas de barro são mais do que um utensílio para o preparo da moqueca e da torta capixabas. Elas têm status de ingrediente: sem a panela, a receita fica diferente.
    As panelas são produzidas com barro do Vale de Mulembá, em Vitória e de acordo com técnicas indígenas, inicialmente dos Tupininquins e depois dos Temiminós e dos demais Índios que habitavam o Litoral do Espírito Santo. Nada de europeu ou africano foi incorporado à prática, autenticamente indígena.

  • Diversidade Cultural

    A diversidade cultural refere-se aos diferentes costumes de uma sociedade, entre os quais podemos citar: vestimenta, culinária, manifestações religiosas, tradições, entre outros aspectos. O Brasil, por conter um extenso território, apresenta diferenças climáticas, econômicas, sociais e culturais entre as suas regiões.

    Os principais disseminadores da cultura brasileira são os colonizadores europeus, a população indígena e os escravos africanos. Posteriormente, os imigrantes italianos, japoneses, alemães, poloneses, árabes, entre outros, contribuíram para a pluralidade cultural do Brasil.

    Nesse contexto, alguns aspectos culturais das regiões brasileiras serão abordados.

    Região Nordeste

    Entre as manifestações culturais da região estão danças e festas como o bumba meu boi, maracatu, caboclinhos, carnaval, ciranda, coco, terno de zabumba, marujada, reisado, frevo, cavalhada e capoeira. Algumas manifestações religiosas são a festa de Iemanjá e a lavagem das escadarias do Bonfim. A literatura de Cordel é outro elemento forte da cultura nordestina. O artesanato é representado pelos trabalhos de rendas. Os pratos típicos são: carne de sol, peixes, frutos do mar, buchada de bode, sarapatel, acarajé, vatapá, cururu, feijão-verde, canjica, arroz-doce, bolo de fubá cozido, bolo de massa de mandioca, broa de milho verde, pamonha, cocada, tapioca, pé de moleque, entre tantos outros.

    Região Norte

    A quantidade de eventos culturais do Norte é imensa. As duas maiores festas populares do Norte são o Círio de Nazaré, em Belém (PA); e o Festival de Parintins, a mais conhecida festa do boi-bumbá do país, que ocorre em junho, no Amazonas. Outros elementos culturais da região Norte são: o carimbó, o congo ou congada, a folia de reis e a festa do divino.

    A influência indígena é fortíssima na culinária do Norte, baseada na mandioca e em peixes. Outros alimentos típicos do povo nortista são: carne de sol, tucupi (caldo da mandioca cozida), tacacá (espécie de sopa quente feita com tucupi), jambu (um tipo de erva), camarão seco e pimenta-de-cheiro.

    Região Centro-Oeste

    A cultura do Centro-Oeste brasileiro é bem diversificada, recebendo contribuições principalmente dos indígenas, paulistas, mineiros, gaúchos, bolivianos e paraguaios. São manifestações culturais típicas da região: a cavalhada e o fogaréu, no estado de Goiás; e o cururu, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A culinária regional é composta por arroz com pequi, sopa paraguaia, arroz carreteiro, arroz boliviano, maria-isabel, empadão goiano, pamonha, angu, cural, os peixes do Pantanal - como o pintado, pacu, dourado, entre outros.

    Região Sudeste

    Os principais elementos da cultura regional são: festa do divino, festejos da páscoa e dos santos padroeiros, congada, cavalhadas, bumba meu boi, carnaval, peão de boiadeiro, dança de velhos, batuque, samba de lenço, festa de Iemanjá, folia de reis, caiapó.

    A culinária do Sudeste é bem diversificada e apresenta forte influência do índio, do escravo e dos diversos imigrantes europeus e asiáticos. Entre os pratos típicos se destacam a moqueca capixaba, pão de queijo, feijão-tropeiro, carne de porco, feijoada, aipim frito, bolinho de bacalhau, picadinho, virado à paulista, cuscuz paulista, farofa, pizza, etc.

    Região Sul

    O Sul apresenta aspectos culturais dos imigrantes portugueses, espanhóis e, principalmente, alemães e italianos. As festas típicas são: a Festa da Uva (italiana) e a Oktoberfest (alemã). Também integram a cultura sulista: o fandango de influência portuguesa, a tirana e o anuo de origem espanhola, a festa de Nossa Senhora dos Navegantes, a congada, o boi-de-mamão, a dança de fitas, boi na vara. Na culinária estão presentes: churrasco, chimarrão, camarão, pirão de peixe, marreco assado, barreado (cozido de carne em uma panela de barro), vinho.


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    Borges, Clério José - Livro História da Serra, 1a. 2a. e 3a Edição - 1998, 2003 e 2009 - Editora Canela Verde - À Venda pelo Tel.: 27 - 9 97 87 03 06 / 27 - 33 38 39 05

    Borges, Clério José - Livro Dicionário Regional de Gírias e Jargões - 2010 - Editora Canela Verde - À Venda na À Venda pelo Tel.: 27 - 9 97 87 03 06 / 27 - 33 38 39 05

  • "ENTRE OS VULTOS DE VITÓRIA,
    SEM MEDO DE DESPAUTÉRIO,
    QUEM TERÁ LUGAR NA HISTÓRIA
    É O AMIGO POETA CLÉRIO."
    TROVA DO PROFESSOR FRANCISCO FILIPACK, CURITIBA/PR



    BIOGRAFIA - Historiador, Poeta e Trovador Capixaba, o Escritor Clério José Borges de Sant Anna nasceu em 15/09/1950, no bairro de ARIBIRI, Município de Vila Velha, ES. Filho do Estivador Manoel Cândido de Sant Anna e da Costureira Lyra Borges de Sant Anna. Estudou os atuais Cursos Fundamental e médio, no Colégio dos Irmãos Maristas em Vila Velha, ES, onde chegou a ser Diretor do Jornal "O Pioneiro", do Grêmio Estudantil Padre Champagnat. Ainda estudante colaborou como Contista Infantil, com Contos publicados no Jornal A GAZETINHA, suplemento Infantil do Jornal A GAZETA, de Vitória – ES, de 1966 a 1968, sob a Direção da Jornalista Glecy Coutinho. Formou-se como Técnico em Contabilidade no Colégio Comercial do Espírito Santo (Colégio com autorização de funcionamento, Portaria 129, de 11/03/1957), em Vila Velha, diploma datado de 15 de Dezembro de 1968, assinado pelo Diretor João de Almeida e Silva e pelo Secretário Ailton de Almeida e registrado na Inspetoria Regional da Diretoria do Ensino Comercial dos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo sob o número 8614, assinado pelo Inspetor José Smith.

    JORNALISTA - Fundou com os amigos Zedânove Tavares Sucupira e Emanuel do Espírito Santo Barcellos, o "Jornal de Vila Velha", que no ano de 1969 circulou em quatro ocasiões. (Quatro edições de mil exemplares cada). Clério José Borges trabalhou profissionalmente, como Jornalista do Jornal "A Tribuna", de Vitória, ES. Foi Repórter Iniciante (Foca), de Janeiro a Março de 1969 e promovido, em seguida, a Repórter e depois a Redator, com Carteira Assinada, trabalhando até 1972. Clério, em A Tribuna, além de Reporter e Redator foi comentarista de Cinema e chegou a Chefe de Reportagem, trabalhando com os consagrados Jornalistas Marien Calixte, Plínio Marchini, Rubinho Gomes, Paulo Bonates, Sérgio Egito, Nelson Serra e Gurgel, Paulo Maia, Pedro Maia, Vinicius Paulo Seixas e Cláudio Bueno Rocha. Depois teve uma lingeira passagem pelo Jornal O Diário, (Já extinto), também de Vitória, ES.

    CASO TONY TORNADO - Clério José Borges foi JORNALISTA CORRESPONDENTE no Espírito Santo da Revista INTERVALO, da Editora Abril, de São Paulo. Escreveu várias reportagens Especiais do caso TONY TORNADO no 1º Festival de Verão de Guarapari – ES, em 1969 – 1970. Durante o seu Show, o Cantor Tony Tornado, (que já atuou em Novelas na Rede Globo de Televisão), Atirou –se sobre o público, machucando gravemente uma Jovem que assistia o Espetáculo. COLUNISTA – Em 1980/1981 manteve uma coluna de Trovas no Jornal Correio Popular, de Cariacica – ES, sob Direção do Jornalista Cleilton Gomes. O Jornal circulava semanalmente. Na coluna de 26 de março a 01 de abril de 1982 é divulgada a Festa do Segundo Aniversário do CTC – Clube dos Trovadores Capixabas, que seria realizada no dia 1º de Julho de 1982, em Vila Velha, durante o Segundo Seminário Nacional da Trova. A Coluna de 29 de Julho a 04 de Agosto de 1982, divulga O Concurso de Trovas do CTC com os temas Sócrates e Beija-Flor.

    PROFESSOR - Clério José Borges foi professor de Moral e Cívica, Técnicas Comerciais e Português e Literatura, das Escolas: Roberto de Souza Lee (Vila Velha); Colégio Comercial Brasil (Cobilândia, Vila Velha); Clóvis Borges Miguel (Serra); Instituto de Educação Prof. Fernando Duarte Rabello (Vitória) e Instituto Educacional Rio Doce (Santo Antônio, Vitória)... Clério ministrou Cursos de Iniciação ao Jornalismo e Meios de Comunicação e de Recepcionista de Banco e Escritório em várias cidades do Estado e em Minas Gerais (Governador Valadares, Mantena e Carangola) e bairros da Grande Vitória. Clério José Borges foi Professor no bairro de Cobilândia, Vila Velha, de 1977 a 1980, no Colégio Comercial "Brasil". Clério foi contratado como Professor, com Carteira Profissional assinada. No dia 1º de Fevereiro de 1973 recebeu o Título de "Personalidade de Vila Velha", pelos relevantes serviços prestados no ramo de "Promoções", com diploma assinado pelo então Diretor de Turismo de Vila Velha, Antônio Guimarães Silva e pelos Jornalistas Mauro Rodrigues da Costa e Jair Vianna Santos.

    ESCRIVÃO - Participou de um Concurso Público, classificando-se em 1º Lugar, sendo Servidor Público da Área de Segurança, (Escrivão de Polícia), assumindo o cargo no dia 28 de maio de 1975, tendo trabalhado por pouco mais de 37 anos e neste período recebeu diversos ELOGIOS, além das Medalhas de Bronze, PRATA e Ouro da Polícia Civil do Espírito Santo. Aposentou-se pela Portaria N.º 081, de 18 de Janeiro de 2011, publicada na página 05 do Diário Oficial do Estado do Espírito Santo do dia 20 de Janeiro de 2011, onde consta, "aposentadoria por tempo de contribuição, a partir de 17 de Setembro de 2010, (...), computados 37 anos, 02 meses e 19 dias de Tempo de contribuição. (...) Processo 01901621".

    FORMAÇÃO CULTURAL - Estudou Direito e Pedagogia na UFES - Universidade Federal do Espírito Santo. Fundou e foi o 1º presidente da Academia de Letras e Artes da Serra, ALEAS. Fundou e preside o Clube dos Poetas Trovadores Capixabas, CTC. Pertence ao Instituto Histórico e Geográfico do ES. Foi Conselheiro Titular do Conselho ESTADUAL de Cultura do Espírito Santo, indicado pelas entidades culturais e nomeado pelo Governador do Estado, de 04/01/1989 a 18/02/1993, durante Cinco anos, quando foi eleito e atuou em alguns períodos, como Secretário e Vice-presidente do CEC-ES. Após 18/02/1993 e até o ano 2000, continuou no referido Conselho como Colaborador, passando a pertencer à Câmara de Literatura do referido Conselho, CEC-ES, (Conselho Estadual de Cultura do Estado do Espírito Santo).

    TV CULTURA DO RIO DE JANEIRO - Em 1987 concedeu entrevista a Leda Nagle, em Rede Nacional, no programa "Sem Censura" da TV Educativa do Rio de Janeiro, abordando o novo movimento literário em torno da Trova (composição poética de quatro versos com rima e sentido completo) no Brasil, denominado NEOTROVISMO inciado com a criação do Clube dos Trovadores Capixabas, CTC, no dia 1º de JUlho de 1980. No Programa, junto com Clério foram entrevistados o Cantor Carlos Alberto ex marido da Cantora Maysa e o Ator das novelas "Brilhante" e "Corpo a Corpo", da Rede Globo de Televisão, Caíque Ferreira, falecido em 1994 e que no cinema ficou conhecido como o retirante "Zé Branco", do filme "Aventuras de um Paraíba", de Marcos Altberg, lançado em 1982. Clério José Borges como Trovador e Historiador já realizou Palestras Culturais em várias cidades e Estados e, representa no Espírito Santo, o Movimento Poético, MPN e a Sociedade de Cultura Latina e a Casa do Poeta Brasileiro, Poebras. Clério sempre realiza Oficinas de Criação Poética.

    HISTÓRIA DA SERRA, o LIVRO DO ANO - No dia 22 de maio de 1998 em solenidade realizada na Sede do Serra Futebol Clube lança o Livro "História da Serra", 1ª Edição. Uma edição do autor. No lançamento presença de autoridades e da Banda de Música estrela dos Artistas. Um ano depois em 1999, recebe a comunicação de que o Livro "História da Serra", havia sido eleito o MELHOR LIVRO de 1998, publicado em prosa no Brasil, sendo Clério José Borges convidado para a cerimônia oficial de premiação, que foi realizada na cidade de Mogi das Cruzes, SP, no dia 08 de maio de 1999. Clério recebeu um Diploma "História da Serra Melhor Livro do Ano de 1998", assinado pela Professora e Acadêmica, Maria Aparecida de Melo Calandra, IWA, Presidente da Sociedade de Cultura Latina do Brasil e assinado também pelo Assessor de Cultura da Presidência, Professor Euclydes Porto Campos.

    CONSELHO DE CULTURA - No dia 24 de Setembro de 1997 tomou posse como Conselheiro Titular da Área de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Cidade da SERRA, Espírito Santo, conforme publicação do Jornal Tempo Novo de 26 de setembro de 1997. A posse foi na Igreja dos Reis Magos em Nova Almeida. Permaneceu durante 15 (quinze) anos como Conselheiro Titular, tendo em várias ocasiões sido eleito Vice Presidente do referido Conselho. Atuou como Conselheiro até o dia 20 de Julho de 2012, quando presidiu a Reunião que elegeu um novo Conselho para o biênio 2012 a 2014. No Dia 10/02/2007, em pleno Carnaval Capixaba, Clério José Borges foi homenageado, no SAMBÃO DO POVO, em Vitória, ES, como Historiador pela Escola de Samba ROSAS DE OURO, do Município da Serra, Espírito Santo, presidida pelo Carnavalesco Marcos Caran. Clério desfilou como Destaque num Carro alegórico pois o enredo "SERRA 450 ANOS DE FUNDAÇÃO, foi baseado no Livro HISTÓRIA DA SERRA, de Clério José Borges.

    PREMIAÇÕES - É morador da SERRA, ES, (Bairro Eurico Salles, na região de Carapina), desde Fevereiro de 1979 e Cidadão Serrano, titulo conferido pela Câmara Municipal da Serra em 26 de Dezembro de 1994, por indicação da então Vereadora Márcia Lamas da Silva. É Senador da Cultura, representando o Estado do Espírito Santo no Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, SCL, com sede em Mogi das Gruzes, São Paulo, diploma assinado pela Presidente Maria Aparecida de Melo Calandra e pelo Presidente do Conselho do Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, Euclydes Porto Campos, datado de 11 de maio de 2004. No dia 05 de Junho de 2010, em Itabira, MG, em solenidade de Gala foi agraciado com o Troféu Carlos Drummond de Andrade, como o Escritor do ano de 2010 (foto). No dia 10 de março do ano de 2012, Clério José Borges recebe o Troféu Pedro Aleixo, na cidade de Itabira, MG, como Destaque Cultural do ano de 2012.

    ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL - Belo Horizonte, MG, dia 23 de Agosto de 2011 - Em solenidade presidida pelo Dr. Mário Carabajal, Presidente Nacional Fundador da ALB - Academia de Letras do Brasil e com a coordenação geral da Acadêmica Sílvia de Lourdes Araújo Motta, Escritora, Poeta, Doutora em Filosofia Universal, Cadeira 2 (dois) de Minas Gerais, Presidente “pro tempore” da ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL-ALB de MINAS GERAIS, realizada na sede do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, na Rua Guajajaras 1268, (sobreloja), Belo Horizonte, Minas Gerais, recebeu a Medalha do Mérito Cultural AFONSO PENA e foi empossado como Acadêmico Imortal, seguidor de Platão, o Escritor Capixaba, CLÉRIO JOSÉ BORGES.

    POSTADO NO FACEBOOK - Dia 19/10/2013 pelo Jornalista Jose Carlos Bacchetti: "Os primeiros passos a gente nunca esquece. Já estava no rádio, mas no jornal não. Ainda desconhecia a técnica jornalística, quando este cidadão - gente da melhor qualidade-, Clério José Borges, foi meu professor num cursinho de jornalismo. Hoje continuamos amigos e eu, seu admirador!"

    LIVROS E ENTIDADES CULTURAIS - Detentor de diversos Diplomas, Troféus e Medalhas. Pertence a diversas entidades culturais e Academias no Brasil e no Exterior. Publicou mais de dez livros sendo os mais vendidos e conhecidos, "História da Serra", "Poetas e Escritores da Serra", "Origem Capixaba da Trova", "O Trovismo Capixaba" e "Dicionário Regional de Gírias e Jargões".




    O Trovismo Capixaba. Livro individual de Clério José Borges. História da Trova Capixaba. Lançado pela Editora Codpoe, (RJ), em 1990, com 82 páginas. Capa do Artista Plástico Licurgo. Tiragem de 1000 exemplares.


    Alvor Poético. Livro individual de Clério José Borges. Poesias e Trovas. Lançado pela João Scortecci Editora, (SP), em 1996, com 52 páginas. Tiragem 1000 de exemplares.


    Trovadores 87 Antologia de Trovas organizada por Clério José Borges e Antônio Soares. Edições Caravela, 1987 - 2º Volume. Participação de 45 trovadores. Tiragem de 1000 exemplares, com 124 páginas. Esgotado.


    O Melhor dos Melhores Trovas de vários Trovadores. Lançado em 1987. Coleção Capixaba. Editora Edições Caravela, de Porto Alegre, RS. Tiragem de 1000 exemplares. Esgotado.


    Trovadores Brasileiros da Atualidade Obra lançada durante o V Seminário Nacional da Trova em 1985. Edições Caravela. Tiragem de 1000 exemplares, com 112 páginas. Esgotado.


    Trovadores dos Seminários Nacionais da Trova Antologia de Trovas, organizada por Clério José Borges e Santa Inéze da Rocha - Instituto Cultural Português. Edições Caravela, 1985, com 64 páginas. Capa de Licurgo. Tiragem de 1000 exemplares. Esgotado.


    O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe Livro de Cordel de Clério José Borges, com 8 páginas. Folclore Capixaba. Edição do CTC, de 2004 - 2005. A lenda de um Vampiro que atormentava as pessoas em Jacaraípe, Serra, ES, em 1915. 500 Exemplares.


    Origem Capixaba da Trova Livro de Clério José Borges sobre a origem Capixaba da Trova, composição poética de quatro versos sete silábicos, com rima e sentido completo. Coleção Neotrovismo Capixaba. Editora CTC 1997 - 2007. 1000 Exemplares.


    Serra em Prosa e Versos - Poetas e Escritores da Serra Livro Poetas e Escritores da Serra, uma pesquisa realizada pelo Escritor Clério José Borges, reunindo 147 Poetas com textos sobre a História da Serra e sobre fatos e personagens da Cidade da Serra, no Espírito Santo.


    História da Serra - 3ª Edição Ano: 2009 Livro História da Serra. Terceira Edição da obra que foi premiada em 1998. Uma Edição revista e atualizada, com mais detalhes e mais informações.


    Dicionário Regional de Gírias e Jargões São mais de Dez mil Gírias e Jargões coletados pelo Escritor Clério José Borges durante 15 anos, no seu trabalho profissional como Escrivão da Polícia Civil. São Gírias da Malandragem e Policiais. Dos Noiados até das Patricinha. Gírias do nosso povo brasileiro.



    OBSERVAÇÃO:

    Permitimos a livre reprodução do conteúdo constante desta página na INTERNET e de Autoria de Clério José Borges. Agradecemos a citação da fonte com a inclusão de nosso link, se possível.

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    O Autor Clério José Borges, hoje Funcionário Público Estadual aposentado, encontra-se disponível para realizar PALESTRAS sobre a "História da Serra", "Revolta dos Negros do Queimado" e sobre Poesia e Trovas, mediante agendamento antecipado (Telefone: 27 - 9 92 57 82 53 ou 9 96 49 98 88) e determinadas condições a serem previamente combinadas.

    Mande seu e-mail: clerioborges@hotmail.com

    E-mail alternativo: cj-anna@bol.com.br

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