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CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT´ANNA                                             VOLTAR

OURO PRETO - MINAS GERAIS
Origem histórica - Fundação - Igrejas de Ouro Preto - Parque Estadual do Itacolomi - Passeio de Maria Fumaça - Onde se Hospedar e Como chegar

OURO PRETO - MINAS GERAIS
  • HISTÓRIA DE OURO PRETO

    Ouro Preto é um Município brasileiro do Estado de Minas Gerais, famoso por sua magnífica arquitetura colonial. Localiza-se a uma latitude 20º23'08" sul e a uma longitude 43º30'29" oeste, estando a uma altitude de 1179 metros. Sua população estimada em 2004 era de 68 208 habitantes.

    Foi a primeira cidade brasileira a ser declarada pela UNESCO, Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, no ano de 1980.

    No município há 13 distritos: Amarantina, Antônio Pereira, Cachoeira do Campo, Engenheiro Correia, Glaura, Lavras Novas, Miguel Burnier, Santa Rita, Santo Antônio do Leite, Santo Antônio do Salto, São Bartolomeu e Rodrigo Silva, além da sede.

    Cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, foto Clério José Borges Cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, na foto o escritor Clério José Borges Cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, na foto Zenaide Thomes e Clério José Borges Cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, foto Clério José Borges Cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, na foto Magnólia e Zenaide em foto de Clério José Borges Cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, Clério José Borges na Praça de Tiradentes Cidade de Ouro Preto, Minas Gerais, foto Clério José Borges na Feira de Artesanato
  • HISTÓRIA DE OURO PRETO

    A cidade de Ouro Preto, antiga Vila Rica é um museu a céu aberto. Você olha e se lembra do passado, casarões da época do ciclo do ouro, ruas e vielas estreitas, pavimentada com pedras irregulares, igrejas e museus para todos os lados, é o maior conjunto arquitetônico do período barroco.

    Ouro Preto nasce com a descoberta do ouro. Antes mesmo de 1700, o espírito de aventura e o ímpeto pela riqueza fácil levam à região centenas de aventureiros, em sua maioria portugueses e paulistas (chamados bandeirantes). Segundo a lenda, ao meter a gamela no Ribeirão Tripuí para matar sua sede, um homem encontra no fundo algumas pedras negras e resolve guardá-las. De volta a Taubaté, em São Paulo, de onde partira sua bandeira, repassa as pedras a outro homem, e estas chegam às mãos do então governador do Rio de Janeiro, Artur de Sá e Menezes. Num gesto despretensioso, o governador leva à boca uma das pedras e, trincando-a com os dentes, identifica o tão cobiçado metal.

    A notícia logo se espalha e com ela o registro de que o achado de ouro teria ocorrido nas proximidades de uma formação rochosa chamada pelos índios de Pico do Itacolomi. Inúmeras expedições partem em busca do famoso local, mas sem sucesso retornam ao ponto de partida. Até que em 1698 o paulista Antônio Dias de Oliveira alcança a região do Itacolomi e, descobrindo um veio riquíssimo, resolve se estabelecer, mandado buscar amigos e parentes em Taubaté.

    A partir daí, aumenta o número de bandeiras que se dirigem à região. O metal é abundante, encontrado no leito e às margens dos rios e na encosta dos morros. Em sinal de devoção cristã e agradecimento, os bandeirantes erguem rústicas capelas em adobe e palha. Numa dessas construções, possivelmente a atual Capela de São João Batista, o Padre João de Faria Fialho celebra a primeira missa da região. A atividade mineradora torna-se naturalmente a mais importante, e a inexistência de trabalho agrícola provoca fome e faz com que muitos aventureiros abandonem seus achados e retornem às suas terras de origem, retardando a efetiva ocupação do território.

    Apesar dos problemas de alimentação, novos aventureiros alcançam o eldorado. Entre 1708 e 1709, paulistas — os primeiros descobridores da região — se revoltam contra os forasteiros, em sua maioria portugueses, baianos e pernambucanos. A rivalidade entre os dois grupos e a preponderância administrativa dos paulistas, que fazem a distribuição de veios de ouro, culmina na Guerra dos Emboabas. Liderados pelo comerciante português Manuel Nunes Viana, os forasteiros saem vitoriosos, tornando mais democrática a aventura do ouro.

    Após o conflito, incrementa a vida da localidade o desenvolvimento de incipientes arraiais mineradores: Padre Faria, Antônio Dias, Paulistas, Bom Sucesso, Taquaral, Sant' Ana, São João, Ouro Podre, Piedade, Ouro Preto e Caquende. A cada dia os pequenos arruamentos ganham novas edificações, e o comércio surge com certa intensidade, dando configuração urbana à primitiva região mineradora. O visível crescimento desses arraiais leva o governador da capitania Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho a criar, em 1711, Vila Rica.

    O arraial do Ouro Podre é o que mais prospera. O comerciante português Pascoal da Silva Guimarães enriquece com o ouro encontrado nas encostas do morro do Ouro Podre, tornando-se seu maior explorador. Indignado com o início do controle português e a cobrança de impostos, que exigia o recolhimento da quinta parte do ouro extraído aos cofres da Coroa, incita a rebelião conhecida como Sedição de Vila Rica. Para pôr fim ao movimento, o governador Dom Pedro de Almeida, Conde de Assumar, toma medidas drásticas: manda prender e enforcar Felipe dos Santos, fiel partidário de Pascoal da Silva, e incendeia o arraial do Ouro Podre, conhecido ainda hoje como Morro da Queimada.

    Com o correr do tempo, os arraiais mineradores crescem e a distância que os separa diminui. Os arraiais de Antônio Dias e Ouro Preto se unem no morro de Santa Quitéria, onde hoje está a Praça Tiradentes. A rua principal toma sentido longitudinal, ligando as três colinas que vão formar a futura cidade de Ouro Preto: Cabeças, Praça Tiradentes e Santa Efigênia e, mais abaixo, o Padre Faria. O arraial de Ouro Preto forma com o de Antônio Dias o núcleo de Vila Rica, impondo seu nome, que tem origem nas primeiras descobertas do metal precioso.

    De 1730 a 1760, a produção aurífera atinge seu apogeu. Sabe-se que entre 1735 e 1751 o quinto do ouro chegou a 34.275 quilos, o que leva à soma de 2.142 quilos recolhidos por ano pela Coroa. Essa é a fase gloriosa de Ouro Preto, assinalada por suas sofisticadas construções e festas barrocas. A mais famosa delas foi o Triunfo Eucarístico procissão que trasladou o Santíssimo Sacramento da Igreja de Nossa Senhora do Rosário para a Matriz de Nossa Senhora do Pilar, por ocasião de sua inauguração. A riqueza e a pompa do cortejo foram minuciosamente descritas pelo cronista Simão Ferreira Machado, revelando o fausto da vida social da época.

    Ao final do governo Gomes Freire, em 1763, já se vislumbra a decadência do ouro e o iminente colapso econômico. As dificuldades de se extrair mais ouro levam o governo português a criar novos impostos, sem se preocupar em dinamizar a economia colonial. Alguns anos depois, o novo governador de Vila Rica, Visconde de Barbacena, toma a si a missão de lançar a derrama, imposto compulsório sobre os rendimentos atrasados do quinto do ouro, que, em 1788, ultrapassavam oito mil quilos.

    O inconformismo com a situação econômica, as informações sobre as revoltas na França e na América do Norte e a ideologia iluminista infiltrada na sociedade mineradora fazem nascer no seio de Vila Rica a consciência revolucionária. As camadas mais abastadas — comerciantes, intelectuais e militares — conspiram e tramam a conjuração mineira em favor do ideal libertário, visando à separação da colônia de Portugal e à proclamação da independência. Mas o movimento, que ficou conhecido como Inconfidência Mineira, é frustrado pela denúncia do Coronel Joaquim Silvério dos Reis ao Visconde de Barbacena em 1789. Faziam parte do movimento Tomás Antônio Gonzaga, Cláudio Manuel da Costa, Inácio José de Alvarenga Peixoto, Cônego Luís Vieira da Silva, Franscisco Paula Freire de Andrade, José Álvares Maciel e os padres José de Oliveira Rolim e Carlos Correia de Toledo, além do alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Como mostra da força repressora da Coroa, os líderes do movimento são punidos com o exílio, e Tiradentes é condenado à morte. Enforcado e esquartejado no Rio de Janeiro, sua cabeça ficou exposta em Vila Rica, na atual Praça Tiradentes. Os padres cumpriram pena em conventos de Lisboa e os demais participantes foram banidos para a África.

    No início do século XIX, a principal atividade do país é a agricultura, com a introdução da lavoura de café em São Paulo e nos estados do sul. Vila Rica deixa de ser a referência econômica do país, mas continua politicamente ativa. Em 1823, é elevada a capital da Província de Minas Gerais, passando a se chamar Imperial Cidade de Ouro Preto. Sua vocação cultural é reforçada com a criação de duas escolas de nível superior: a Escola de Farmácia, em 1839, primeira da América Latina, e a Escola de Minas de Ouro Preto, criada por ato de Dom Pedro II, em 1876, e implantada pelo francês Claude-Henri Gorceix. Com a proclamação da República, em 1889, Ouro Preto permanece como capital de Minas Gerais até 1897, quando é inaugurada Belo Horizonte, planejada e construída para esse fim. A partir daí, a cidade esvazia-se por completo. Além dos setores administrativos e econômicos, famílias inteiras transferem-se para a nova capital, deixando para trás memórias de um passado glorioso.

    A perda do papel administrativo de sede do Estado será fato de grande importância para a conservação das feições urbanas da antiga Vila Rica, que, sem a necessidade do acelerado crescimento imposto às capitais brasileiras no século XX, mantém praticamente inalterado seu conjunto arquitetônico, artístico e natural. Em 1924, a cidade é visitada pelos modernistas Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Tarsila do Amaral, acompanhados do poeta francês Blaise Cendrars. Esses artistas agitavam o país com sua nova estética, lançada na Semana de 22, em São Paulo, que mudaria definitivamente os padrões da arte no Brasil. A visita serviu para revalorizar o barroco como estilo nacional, despertando o interesse pela figura de Aleijadinho no país e no mundo. Desde então, e sobretudo após a criação da Universidade Federal de Ouro Preto, em 1969, a cidade mantém sua vocação artística e cultural graças às suas escolas centenárias, aos festivais de arte e à realização de festas tradicionais.

    Ao longo dos anos, a preocupação com a preservação de Ouro Preto se concretizou através de sucessivas medidas oficiais. Em 1931, o prefeito João Batista Ferreira Velloso proíbe construções que alterem o 'facies' colonial da cidade. Dois anos depois, é decretada Monumento Nacional, sendo inscrita em 1938 no Livro de Tombo do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, SPHAN. Em 1944, ano do bicentenário do poeta e inconfidente Tomás Antônio Gonzaga, a criação do Museu da Inconfidência reforça a relevância histórica e artística de Ouro Preto no cenário nacional. Em 1980, após importantes estudos feitos por uma equipe de especialistas vinculados à Unesco, a cidade é reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade.

    IGREJAS DE OURO PRETO

    Devido as suas obras de arte, feitas pelos escultores, Antonio Francisco Lisboa (vulgo Aleijadinho), Manuel Francisco Lisboa ( pai de aleijadinho), Manuel da Costa Athayde ( mestre Athayde) e Francisco Xavier de Brito, a cidade leva o titulo de Patrimônio Cultural da Humanidade.

    As igrejas de Ouro Preto também guardam sua porção de preciosidades. A de São Francisco de Assis foi projetada por Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e é o ponto máximo do trabalho do artista. Filho de um português com uma escrava, Aleijadinho é o principal representante do barroco brasileiro. Suas obras podem ser vistas por toda a região do ouro: estão em Sabará, Nova Lima, São João Del Rei, Tiradentes, Mariana, Catas Altas, Barão de Cocais, Caeté e Congonhas.

    O Museu do Aleijadinho foi criado em Ouro Preto, em 1968, para reunir, conservar, preservar e difundir objetos de arte sacra e documentos gráficos de valor histórico, além de realizar pesquisas e estimular atividades no campo da história da arte. A denominação do museu é uma homenagem ao maior artista ouro-pretano de arte barroca Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, patrono da arte no Brasil. Ele foi o construtor, dentre tantos monumentos, da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, onde se abriga o museu. Aleijadinho viveu em Minas Gerais, de 1730 (data provável) a 18 de novembro de 1814.

    A matriz Nossa Senhora da Conceição foi construída pelo pai de Aleijadinho, Manuel Francisco Lisboa. Como era costume na época, pai e filho estão enterrados no local. Lá também está o museu em homenagem ao artista, com obras e móveis que pertenceram a ele.

    O poder da Igreja Católica povoou a região de templos religiosos. Ao lado das igrejas dos brancos, surgiram também as igrejas dos escravos, que rendiam homenagens aos santos negros, principalmente santa Ifigênia e são Benedito. Nelas, as roupas dos santos são bons exemplos da influência da cultura dos escravos. As imagens de são Pedro, por exemplo, têm a barra da calça virada e, algumas vezes, Nossa Senhora aparece com botina.

    IGREJAS

    São Francisco de Assis: uma das mais belas igrejas da cidade com seu teto todo pintado tornando-a mais bela ainda. Atrás da igreja ( na parte de dentro) tem algumas pinturas que tem uma ilusão ótica, as pessoas pintadas parecem que estão lhe seguindo com os olhos, peça para algum funcionário da igreja lhe mostrar.
    Entrada: è cobrada uma Taxa que da o direito a visitar o museu do aleijadinho.(Estudante paga meia)
    Fone: 31 3551 4661 aberta de terça a domingo.
    É em frente a igreja de São Francisco de Assis que você vai encontrar a feirinha de artesanato em pedra sabão. São vários artesãos que fazem suas obras ali mesmo na praça, vale a pena conferir e levar uma pra casa.


    São Francisco de Paula: construída no estilo rococó, com imagens de São Francisco feitas por aleijadinho no altar.
    Endereço: Rua. Henrique Adeodato. Próxima a rodoviária da cidade.


    Nossa Senhora do Carmo: é a única igreja do estado construída com painéis de azulejos portugueses. A muitas coisas feitas por Aleijadinho e pinturas do mestre Athayde.
    Endereço: Rua Brig. Musqueira ( fica praticamente atrás do museu dos inconfidentes)
    Entrada: É cobrada uma Taxa de entrada.


    Matriz Nossa Senhora da Conceição: as sepulturas de aleijadinho e de seu pai estão sob o piso da igreja, é aqui que você vai encontrar o museu do Aleijadinho.
    Endereço: Praça Antonio Dias. Fone 31 3551 4661
    Entrada : Para o museu custa 6 reais e você ganha entrada para a igreja São Francisco de Assis. ( estudante paga meia entrada).


    Matriz Nossa Senhora do Pilar: é a igreja mais rica de Ouro Preto, e considerada a segunda igraja mais rica do pais com cerca de 434 quilos de ouro. A nela também o museu da arte sacra. A detalhes interessantes nas obras e pinturas dentro dela fique atento para não perder.
    End: praça Mons. Castilho Barbosa. Fone 31 3551 4736
    Entrada : É cobrada uma taxa de entrada


    CURIOSIDADES E DETALHES

    CURIOSIDADES E DETALHES

    Ouro Preto também foi palco de um importante episódio da história brasileira:
    A Inconfidência Mineira, em 1789, quando Joaquim José da Silva Xavier (o Tiradentes) se tornou o mártir da independência do Brasil, na época que o País era colônia de Portugal.

    Parque Estadual do Itacolomi: tem diversas trilhas de vários níveis algumas pequenas com 400 metros ou 1.5 km e outras maiores, chegando a ter até 6 horas de caminhada. Alem das belezas naturais o parque apresenta construções históricas.
    Endereço: Rodovia dos Inconfidentes, 3 km, o parque fica na estrada que contorna a cidade, para chegar mais rápido siga pela rua Pandiá Calógeras
    Informações: centro de visitantes 31 8835 7260


    Passeio de Maria Fumaça até Mariana

    São 18 km de extenção, em uma composição panoramica, é um dos principais passeios que a cidade oferece, porem não é todo dia que tem saidas do trem. Confira os dias e horarios e preços:
    Horários do Trem: Sexta-feira, Sábado, Domingo e Feriado.
    Saída de Ouro Preto: 11h e 16h.
    Saída de Mariana: 9h e 14 h.
    Obs: A viagem tem duração de 01h e 10 minutos.
    Valor do Bilhete: Consultar por Telefone
    Ida e Volta – Inteira: Consultar por Telefone
    Crianças até 05 anos não pagam.
    Crianças até 12 anos e adultos com mais de 60 anos pagam meia.

    Contatos:
    Estação de Ouro Preto: (31) 3551 7705 (quarta-feira a domingo).
    Estação de Mariana: (31) 3557 3844 (quarta-feira a domingo).


    HOSPEDAGEM EM OURO PRETO

    Pouso do Chico Rei
    Fone: 31 3551 - 1274

    Chalé do Carmo
    Fone: 31 3551 - 2393

    Pousada Itacolomi
    Fone: 31 3551 - 2891

    Pousada América
    Fone: 31 3551- 2525

    Albergue - Brumas Hotel
    Fone: 31 3551 – 2944

    Camping - CCB – MG-01
    Fone: 31 3551 – 1799

    COMO CHEGAR EM OURO PRETO

    De Carro

    Do Rio de Janeiro: seguir pela BR 040 até chegar a Conselheiro Lafaiete. Desta cidade pegar a Estrada Real (asfaltada), passando por Ouro Branco chegando a Ouro Preto.
    De Belo Horizonte: pegar a BR040, sentido Rio de Janeiro. Entrar no trevo sentido Ouro Preto (BR356 - rodovia dos Inconfidentes) e seguir até a cidade.
    De São Paulo: o melhor caminho é pela BR381 até o trevo para Lavras. A partir daí pegar a BR265 até Barbacena. Depois pegar a BR 040 sentido Belo Horizonte até Conselheiro Lafaiete. Entrar em Lafaiete e seguir para Ouro Branco e finalmente chegar em Ouro Preto. É bom lembrar que a estrada que liga Ouro Branco a Ouro preto é bastante sinuosa e bem bonita.


    De ônibus

    Saindo de São Paulo: Empresa Vale do Ouro. Fone: (31) 3551-5679
    Ouro Preto - São Paulo - Diariamente - 7h05, 8h e 20h

    São Paulo - Ouro Preto - Diariamente - 11h, 19h45 e 21h - Sextas - 22h

    Saindo de Brasilia quem faz o roteiro é a empresa Passaro Verde
    Ouro Preto- Brasília - Duração: 11h30 - Todos os dias - 19h

    Brasília - Ouro Preto - Segunda a sábado - 17h15 - Domingo - 16h

    Saindo do Rio de Janeiro: Empresa Útil. Fone: (31) 3551-3166

    Saindo de Belo Horizonte: Empresa Pássaro Verde: (31) 3551-1081
    Horários de ônibus saindo de Ouro Preto para Belo Horizonte - Duração: 1h45
    Segunda a sábado - 6h30, 7h, 8h30, 9h40, 10h30, 12h10, 13h, 14h10, 15h, 16h10, 17h, 18h, 18h30, 19h30, 20h, 21h30
    Domingo - 7h, 8h30, 9h40, 10h30, 11h30, 12h10, 14h10, 15h, 16h, 16h10, 17h, 18h, 18h30, 19h30, 20h, 21h30

    Saindo de Belo Horizonte para Ouro Preto
    Segunda a sábado - 6h, 7h, 8h, 8h30, 9h,30, 10h, 11h15, 12h, 13h15, 14h, 15h15, 16h, 17h15, 19h, 20h15, 23h.
    Domingo - 6h, 7h, 8h, 8h30, 9h30, 10h, 12h, 13h15, 14h, 15h15, 16h, 17h15, 17h45, 18h, 18h30, 19h, 20h15, 21h, 23h


    Em Ouro preto existe um certo agito noturno, principalmente na rua Direita onde estão localizados alguns barzinhos, alguns um pouco mais sofisticados e caros outros mais simples e baratos, rola também musica ao vivo em alguns deles. É só chegar na rua e escolher onde prefere entrar.
    Na cidade também acontecem festas nas republicas dos estudantes, tente se informar e ver se é possível ir em alguma delas.


    EVENTOS
    Carnaval: é um dos mais animados de Minas Gerais, são muitos os blocos que saem as ruas da cidade e também acontecem festas nas republicas dos estudantes, onde eles hospedam os visitantes.
    Semana Santa: as ruas ficam cheias de desenhos feitos com flores e serragem, servindo de tapete para as procissões e outros rituais. Domingo é dia da população malhar o Judas a pauladas.
    Festival de Inverno: Acontece em julho, e tem show, teatro, exposições. Tem também o fórum das artes oficina, com exposições. Tel.31 3559 – 1356


    DICAS DO VIAJANTE
    Estar em Ouro Preto é como voltar ao passado, reserve no mínimo de 3 a 4 dias para conhecer a cidade, tem muita coisa bacana em especial para quem gosta de museus, pinturas e esculturas, se você não for um apreciador de artes vai acabar achando tudo muito igual. As vezes andando pela cidade você poderá se perder pois a cidade tem suas construções bem parecidas, marque um ponto de referencia próximo a sua pousada.


    Ver mais de 300 Fotos da Cidade de OURO PRETO
    e Fotos da Excursão dos Moradores da Serra (Eurico Salles),
    organizado pela ILZA,
    AQUI...



    FOTOS DE 17 DE JULHO DE 2007


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