Edson Ferreira e Clério José Borges Atores do Filme Insurreição do Queimado.

2004 – FILME “INSURREIÇÃO DO QUEIMADO” COM CLÉRIO JOSÉ BORGES COMO UM DOS ATORES

Cinema
Clério ator no Filme Insurreição do Queimado.
VÍDEO FILME “QUEIMADO. A REVOLTA DOS ESCRAVOS”
O Vídeo Filme “Queimado. A revolta dos escravos”, relata a saga dos Negros Escravos do Distrito do Queimado, no Município da Serra, ES, que promoveram uma revolta em 1849. A Direção é do Cineasta, João Carlos Coutinho. (Foto). No dia 14 de março de 2004 foram realizadas filmagens na região do Sítio histórico da Igreja de São João Batista de Carapina. Na ocasião foi realizado um trabalho de registro fotográfico da filmagens.
As fotos iniciais são de Clério José Borges. As demais, principalmente as que mostram as cenas do filme, são de Júnia do Carmo.
Segundo o Jornal A Tribuna, de 12 de Março de 2004, página 05, do Caderno de Cultura, AT 2, “para esta produção, a equipe técnica conta com equipamento de gravação digital, em formato MiniDV, com alta resolução de imagem e som. A finalização e montagem será em ilha de edição não linear. A idéia é a reprodução domaterial em película 35 mm, por meio de quimeoscopia.”
Segundo ainda o Jornal A Tribuna, João Carlos Coutinho pretende criar um vídeo histórico de caráter itinerante, para que novas ações sejam desenvolvidas no sentido de preservar o patrimônio existente. Ele também pretende criar um debate e novas pesquisas sobre o assunto. O vídeo será exibido em Universidades, Escolas, Praças e Cinemas de todo o Brasil. O roteiro é baseado na monografia “Insurreição do Queimado – Episódio da História da Província do Espírito Santo”, de Afonso Cláudio
Continua ainda o texto de A Tribuna, “o movimento marcou a vida de negros e brancos e sua repercussão pode ser vista mesmo nos dias de hoje, nas ruínas da Igreja de São José, erguida pelos escravos aos domingos e em noites de lua cheia.

“O Vídeo Filme teve a sua pré-estréia no dia 18/11/2004.  

18/11/2004 – PRÉ-ESTRÉIA DO VÍDEO FILME
“QUEIMADO, A REVOLTA DOS ESCRAVOS” Aconteceu na quinta feira, dia 18 de Novembro de 2004, a pré-estréia do Vídeo Filme, “Queimado, A Revolta dos Escravos”, de João Carlos Coutinho, na Casa do Congo Mestre Antônio Rosa, na Serra Sede. A obra resgata a história da revolta dos escravos do distrito do Queimado. Clério José Borges tem uma pequena e modesta participação no Vídeo-Filme…



UM DOMINGO DIFERENTE
Por Clério José Borges

Domingo, dia 14 de março de 2004, positivamente foi um dia diferente. A convite do cineasta João Coutinho participei das filmagens do filme sobre a Insurreição do Queimado. Cheguei por volta das 10 horas da manhã. Mais de 60 pessoas já estavam aglomeradas nas proximidades da Igreja São João Batista. A capela construída em 1584, foi reconstruída em 1996, sendo re-inaugurada em 05 de maio de 1996. Localizada distante do núcleo habitacional, transformou-se no local ideal para as filmagens de um fato histórico, iniciado no dia 19 de março de 1849, quando o Distrito do Queimado, na Serra, foi palco de uma Revolta de Negros Escravos.
Logo, Maria Martha, assistente do Diretor João, forneceu-me um colete especial, confeccionado nos moldes dos usados em 1849.
Enquanto a equipe técnica se preparava para as primeiras filmagens, grande parte do elenco se preparava. Uns decoravam textos. Outros tinham as roupas ajustadas e alguns eram maquiados por Jota Jota e uma auxiliar. Uma grande festa.
Logo uma reunião com o Diretor João e um auxiliar e, em seguida todos seguiram por um pequeno caminho, mato a dentro, para as filmagens de uma procissão. Cantando um hino religioso, a procissão tinha como destino a Igreja de São José do Queimado. A cena foi repetida por cerca de três vezes e o Diretor do alto de uma Grua e, depois em terra firme, fazia as filmagens do elenco.
Após alguns minutos, aproveitados por um lanche, seguimos para as cenas dentro da Capela de São João Batista. Cenas da procissão entrando na Igreja e depois tomadas da celebração. No momento em que o Frei Gregório Maria de Bene realizava a consagração, os negros escravos invadiram a Igreja exigindo a Alforria, a liberdade. As cenas foram bem dirigidas e a maior parte do elenco assustou-se com a invasão repentina dos negros, com suas espingardas.
De imediato, há um diálogo entre Chico Prego, Elisiário e o Frei Italiano Gregório De Bene e logo depois, um do Coronéis, interpretado por Jeremias Hilário dos Santos, (57 anos), grita: “Fecha as Portas!!!”.
Clério José Borges, na figura do Coronel Manoel Oliveira responde: “Não. Não feche…O que os negros vão pensar de nós?! Que aqui somos todos covardes?!!! Se vocês fecharem as portas, eles criam ainda mais coragem para nos enfrentarem!!!. Foi a minha primeira interpretação como ator. Uma Glória. Mas pensam que foi fácil!!! Lêdo engano. Na primeira vez errei a ultima frase. Na segunda também. Na terceira esqueci o final e improvisei e depois a coisa foi fluindo normalmente e no final tudo deu certo. Ah!!! Teve até gente que veio me cumprimentar pela interpretação. Não sabe eles que na verdade, eu estava nervoso e apreensivo de fazer vexame na frente de todo mundo. Pagar mico, como dizem os mais jovens. Só me acalmei mesmo, quando percebi que os erros são comuns e outros atores, também estavam errando o texto. Que alívio!!!
Nas filmagens no interior da Igreja duas cenas foram bem significativas. Numa, meu amigo Aurélio Carlos, na figura de um dos negros revoltosos avançou para mim e me enforcou com as mãos. O Diretor João, não sei se por sacanagem ou para dar realismo a cena, gritou para Aurélio: “Vai emcima de Clério”. E, ele foi mesmo. Depois um auxiliar do Diretor acabou falando para o Aurélio ficar calmo e não me agarrar. Outro detalhe foi que o personagem Escravo Manoel, interpretado pelo Ator João Vita (24 anos), com uma Espingarda de dois canos nas mãos colocava a mesma no meu nariz e eu não podia me mexer pois era o “Coronel” que enfrentava os negros.

OS ATORES:
Frei Gregório Maria de Bene, intepretado pelo Ator, Edson Ferreira, 38 anos. Nasceu em Ouro Preto, Minas Gerais. Ator desde os 12 anos de idade. Já trabalhou na Rede Globo de Televisão onde fez a novela “Madona de Cedro”.
A atriz capixaba, Verônica, (de roupa preta), interpretou Donana
O Negro Chefe da Revolução junto com Chico Prego, Elisiário foi interpretado pelo ator Everaldo Nascimento (44anos, Nascido em Vitória, ES).
Chico Prego foi vivido pelo ator Ederaldo dos Santos Monteiro Júnior (26 anos. Nasceu em Campos, RJ)
O escravo Manoel que com sua Espingarda amedrontava acintosamente o Coronel Manoel Oliveira (Clério Borges), foi vivido por João Vita, ator de 24 anos, trabalhando há 10 anos como artista.
OS CORONÉIS:
Os Coronéis foram interpretados por:
Jeremias Hilário dos Santos (57 anos, nascido em Aracruz, ES);
Carlos Rogério do Nascimento (52 anos, Nascido em Afonso Cláudio, ES);
José Borghete;
José Soares de Almeida Neto (49 anos, nascido em São Manoel do Mutum, MG);
Sinvaldo Vieira de Menezes (53 anos, nascido em Ecoporanga, ES);
Raulino da França (76 anos. Nasceu em Colatina, ES e reside em Carapina Grande. Faz parte da Comunidade Católica São João Batista;
José Lúcio Paulino (43 anos. nasceu em Nova Venécia, ES);
Edivaldo Sartório Vailandt (43 anos, Nascido em Rio Bananal, ES);
José Eduardo Dias Gomes (22 anos, nascido em Vitória, ES);
O conhecido Jota Jota, cujo nome verdadeiro é José de Jesus. <37 anos. Nascido em Mantenópolis, ES).
Coronel Manoel Oliveira, interpretado por Clério José Borges (53 anos, nascido em Aribiri, Vila Velha, ES).

AS ESPOSAS DOS CORONÉIS
Apenas alguns nomes foram anotados
Letre Masioli dos Santos (É poetisa e Trovadora);
Rita de Cássia Sodré. Nasceu em Resplendor, Minas Gerais e reside no bairro São Marcos, Serra, ES. Foi convidada por Maria Martha para participar das filmagens. Na procissão aparece de braços dados com Clério José Borges (Coronel Manoel Oliveira);
Gerusa Dias Gomes (58 anos, nascida em Vitória, ES)
Lourência Riani, ex-vereadora e membro atuante da Comunidade de Carapina Grande

OS NEGROS ESCRAVOS
Como negros escravos, participaram os integrantes do Grupo de Capoeira, com 19 componentes, denominado “Associação de Capoeira Raíz do Força”, de Parque Residencial Laranjeiras, sob a direção do Mestre Faísca (Walter Silva Santos, 33 anos, Nascido em Camacã, Bahia);
Aurélio Carlos Marques de Moura. Presidente do Conselho Municipal de Cultura da Serra. Membro da Academia de Letras e Artes da Serra. Jornalista. Fotógrafo. Teve uma participação especial como um dos negros que invadiram a Igreja de São José. Na foto Aurélio e o Mestre Faísca.




CENAS DO FILME ONDE CLÉRIO JOSÉ BORGES APARECE DENTRO DA IGREJA QUE É INVADIDA PELOS NEGROS ESCRAVOS
Cinema no Espírito Santo         
A produção fílmica local é pequena, tendo sido arrolados como diretores e produtores Paulo Eduardo Torres, Luiz Tadeu Teixeira, Ramon Alvarado, Antonio Carlos Neves, Orlando Bonfim Neto, Júlio César Monjardim, Paulo Thiago, Ney Modenese e Jece Valadão.
          Como pioneiro cita-se Ludovico Persici, inventor de uma máquina registrada em 1927 que ao mesmo tempo filmava, revelava e projetava filmes. Ludovico Persici nasceu em Alfredo Chaves e faleceu em Castelo (1899-1944). Era relojoeiro por tradição familiar, mas sua paixão era o cinema. Com a sua máquina fez diversos filmetes sobre a paisagem urbana de Castelo.          A primeira apresentação registrada do cinema no estado foi no Eden Parque, onde hoje está o cine-teatro Glória. Depois, durante muitos anos, o único cinema da capital foi o Central, onde hoje está o edifício Aureliano Hoffman, sede da Secretaria de Estado da Fazenda.
        Em 1932 foi inaugurado o portentoso, para a época, cine-teatro Glória, pertencente à firma Santos & Cia., arrendatária também do teatro Carlos Gomes, transformado em sala de exibições de cinema, e do popular barracão Politeama, no Parque Moscoso, o qual, demolido, deu origem ao edifício Santa Cecília. Eram os três únicos cinemas de Vitória.


Cine Danúbio   

Colatina          Foi inaugurado no dia 20 de maio de 1956, com o filme “Falsa Obsessão”, produção franco-italiana, dirigida por Jean Dellanoy, colorido.  O cinema era de propriedade da Empresa de Cinema Colatinense Ltda, constituída por Dionísio Abaurre, Bernardo César e Expedito Garcia e foi a primeira casa de espetáculos da cidade. Dotado de tela panorâmica e aparelhagem para exibição de filmes em cinemascope, enquanto que em Vitória, só era possível assistir, até então, a filmes em branco e preto.

FONTE: Vida Capixaba, Vitória, n.º 742, junho de 1956.Cine São Luiz e Cine Paz – Vitória

          Os cinemas de Vitória viveram uma decadência a partir do final da década de 1980, com a instalação de templos evangélicos em seus edifícios.
  Fotos: A Gazeta


Cine Santa Cecília  Vitória
          Foi inaugurado em agosto de 1955, com o filme “Sete Noivas para sete irmãos”. A sala de projeção possuía 1.400 poltronas.
Transformado na década de 90 em templo de igreja evangélica.

FONTE: Vida Capixaba, n.º 730, agosto 1955.
Clério no Curso de Cinema do Professor Orlando Bomfim
Orlando Bomfim e Clério José Borges. Curso de Cinema.
Clério ator no Filme Insurreição do Queimado
Edson Ferreira e Clério José Borges. Clério ator no Filme Insurreição do Queimado

FILME “QUEIMADO” CONTA A REVOLTA DOS NEGROS
ESCRAVOS OCORRIDA NA SERRA, ES.
Clério José Borges também teve uma pequena participação como Ator no Filme “QUEIMADO”, realizado em 2004, pelo Diretor, João Carlos Coutinho e que conta a história da Revolta dos Negros Escravos, ocorrida no Distrito do Queimado, no Município da Serra, em 19 de março de 1899. Em determinado momento, há um diálogo entre Chico Prego, Elisiário e o Frei Italiano Gregório De Bene e logo depois, um do Coronéis, interpretado por Jeremias Hilário dos Santos, (57 anos), grita: “Fecha as Portas!!!”. Clério José Borges, na figura do Coronel Manoel Oliveira responde: “Não. Não feche…O que os negros vão pensar de nós?! Que somos covardes?!!! Se vocês fecharem as portas, eles vão criar muito mais coragem para nos enfrentarem!!!”.
Maravilha !!! Foi a minha primeira interpretação como ator. Uma Glória. Mas pensam que foi fácil!!! Lêdo engano. Na primeira vez errei a ultima frase. Na segunda também. Na terceira esqueci o final e improvisei e depois a coisa foi fluindo normalmente e no final tudo deu certo.
UM DOMINGO DIFERENTE
Por Clério José BorgesDomingo, dia 14 de março de 2004, positivamente foi um dia diferente. A convite do cineasta João Coutinho participei das filmagens do Curta sobre a Insurreição do Queimado. Cheguei por volta das 10 horas da manhã. Mais de 60 pessoas já estavam aglomeradas nas proximidades da Igreja São João Batista. A capela construída em 1584, foi reconstruída em 1996, sendo re-inaugurada em 05 de maio de 1996. Localizada distante do núcleo habitacional, transformou-se no local ideal para as filmagens de um fato histórico, iniciado no dia 19 de março de 1849, quando o Distrito do Queimado, na Serra, foi palco de uma Revolta de Negros Escravos.
Logo, Maria Martha, assistente do Diretor João, forneceu-me um colete especial, confeccionado nos moldes dos usados em 1849.
Enquanto a equipe técnica se preparava para as primeiras filmagens, grande parte do elenco se preparava. Uns decoravam textos. Outros tinham as roupas ajustadas e alguns eram maquiados por Jota Jota e uma auxiliar. Uma grande festa.
Logo uma reunião com o Diretor João e um auxiliar e, em seguida todos seguiram por um pequeno caminho, mato a dentro, para as filmagens de uma procissão. Cantando um hino religioso, a procissão tinha como destino a Igreja de São José do Queimado. A cena foi repetida por cerca de três vezes e o Diretor do alto de uma Grua e, depois em terra firme, fazia as filmagens do elenco.
Após alguns minutos, aproveitados para um lanche, seguimos para as cenas dentro da Capela de São João Batista. Cenas da procissão entrando na Igreja e depois tomadas da celebração. No momento em que o Frei Gregório Maria de Bene realizava a consagração, os negros escravos invadiram a Igreja exigindo a Alforria, a liberdade. As cenas foram bem dirigidas e a maior parte do elenco assustou-se com a invasão repentina dos negros, com suas espingardas.
De imediato, há um diálogo entre Chico Prego, Elisiário e o Frei Italiano Gregório De Bene e logo depois, um do Coronéis, interpretado por Jeremias Hilário dos Santos, (57 anos), grita: “Fecha as Portas!!!”.
Clério José Borges, na figura do Coronel Manoel Oliveira responde: “Não. Não feche…O que estes negros vão pensar de nós?! Que somos covardes?!!! Se vocês fecharem as portas, eles vão criar muito mais coragem para nos enfrentarem!!!. Foi a minha primeira interpretação como ator. Uma Glória. Mas pensam que foi fácil!!! Lêdo engano. Na primeira vez errei a ultima frase. Na segunda também. Na terceira esqueci o final e improvisei e depois a coisa foi fluindo normalmente e no final tudo deu certo. Ah!!! Teve até gente que veio me cumprimentar pela interpretação. Não sabe eles que na verdade, eu estava nervoso e apreensivo de fazer vexame na frente de todo mundo. Pagar mico, como dizem os mais jovens. Só me acalmei mesmo, quando percebi que os erros são comuns e outros atores, também estavam errando o texto. Que alívio!!!
Nas filmagens no interior da Igreja duas cenas foram bem significativas. Numa, meu amigo Aurélio Carlos, na figura de um dos negros revoltosos avançou para mim e tentou me sufocar com as mãos. Agarrou firme no pescoço e não queria largar de jeito nenhum. O Diretor João, (foto ao lado), não sei se por sacanagem ou para dar realismo a cena, gritou para Aurélio: “Avança no Clério”. E, ele foi mesmo. Eu, tive que sofrer, com as mãos fortes do Aurélio no meu pescoço. Eu estava querendo colaborar e fazer a cena com realismo. Depois um auxiliar do Diretor, o Mark acabou falando para o Aurélio ficar calmo e não me agarrar. Outro detalhe foi que o personagem Escravo Manoel, interpretado pelo Ator João Vita (24 anos), com uma Espingarda de dois canos nas mãos colocava a mesma no meu nariz e eu não podia me mexer pois era o “Coronel” que enfrentava os negros.OS ATORES:
Frei Gregório Maria de Bene, intepretado pelo Ator, Edson Ferreira, 38 anos. Nasceu em Ouro Preto, Minas Gerais. Ator desde os 12 anos de idade. Já trabalhou na Rede Globo de Televisão onde fez a novela “Madona de Cedro”.
A atriz capixaba, Verônica Gomes, (de roupa preta), interpretou Donana
O Negro Chefe da Revolução junto com Chico Prego, Elisiário foi interpretado pelo ator Everaldo Nascimento (44 anos, Nascido em Vitória, ES).
Chico Prego foi vivido pelo ator Ederaldo dos Santos Monteiro Júnior (26 anos. Nasceu em Campos, RJ)
O escravo Manoel que com sua Espingarda amedrontava acintosamente o Coronel Manoel Oliveira (Clério José Borges), foi vivido por João Vita, ator de 24 anos, trabalhando há 10 anos como artista.

OS CORONÉIS:
Os Coronéis foram interpretados por:
Jeremias Hilário dos Santos (57 anos, nascido em Aracruz, ES);
Carlos Rogério do Nascimento (52 anos, Nascido em Afonso Cláudio, ES);
José Borghete;
José Soares de Almeida Neto (49 anos, nascido em São Manoel do Mutum, MG);
Sinvaldo Vieira de Menezes, (53 anos, nascido em Ecoporanga, ES), faz parte da Comunidade Católica São João Batista de Carapina Grande;
Raulino da França (76 anos. Nasceu em Colatina, ES e reside em Carapina Grande). Faz parte da Comunidade Católica São João Batista de Carapina Grande;
José Lúcio Paulino (43 anos, nasceu em Nova Venécia, ES);
Edivaldo Sartório Vailandt (43 anos, Nascido em Rio Bananal, ES);
José Eduardo Dias Gomes (22 anos, nascido em Vitória, ES);
O conhecido Jota Jota, cujo nome verdadeiro é José de Jesus, (37 anos. Nascido em Mantenópolis, ES).
Coronel Manoel Oliveira, interpretado por Clério José Borges (53 anos, nascido em Aribiri, Vila Velha, ES).

AS ESPOSAS DOS CORONÉIS
Apenas alguns nomes foram anotados
Letre Masioli dos Santos (É poetisa e Trovadora);
Rita de Cássia Sodré. Nasceu em Resplendor, Minas Gerais e reside no bairro São Marcos, Serra, ES. Foi convidada por Maria Martha para participar das filmagens. Na procissão aparece de braços dados com Clério José Borges (Coronel Manoel Oliveira);
Gerusa Dias Gomes (58 anos, nascida em Vitória, ES)
Lourência Riani, ex-vereadora e membro atuante da Comunidade de Carapina Grande

OS NEGROS ESCRAVOS
Como negros escravos, participaram os integrantes do Grupo de Capoeira, com 19 componentes, denominado “Associação de Capoeira Raíz do Força”, de Parque Residencial Laranjeiras, sob a direção do Mestre Faísca (Walter Silva Santos, 33 anos, Nascido em Camacã, Bahia);
Aurélio Carlos Marques de Moura. Presidente do Conselho Municipal de Cultura da Serra. Membro da Academia de Letras e Artes da Serra. Jornalista. Fotógrafo. Teve uma participação especial como um dos negros que invadiram a Igreja de São José.

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