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2021 – CLÉRIO JOSÉ BORGES É EMPOSSADO COMO ACADÊMICO TITULAR DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS E ARTES MINIMALISTAS, ABLAM

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Dia 18 de abril de 2021 - Assembleia de posse Acadêmica de Clério José Borges na Academia Brasileiras de Letras e Artes Minimalistas
Dia 18 de abril de 2021 – Assembleia de posse Acadêmica de Clério José Borges na Academia Brasileiras de Letras e Artes Minimalistas

POSSE COMO ACADÊMICO TITULAR DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS E ARTES MINIMALISTAS, ABLAM

Foi fundada nesta data, dia 31 de janeiro de 2021, às 10:00 horas, pela plataforma meet google, a ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS E ARTES MINIMALISTAS, tendo como acadêmicos e respectivos patronos, a saber: 

Cadeira 01 – ROGÉRIO MARQUES SEQUEIRA COSTA (Patrono: Paulo Leminiski)

Cadeira 02 – AFONSO DE CASTRO GONÇALVES (Patrono: Millor Fernandes)

Cadeira 03 – ALBERTO VALENÇA LEAL LIMA (Patrono: Luiz Otávio)

Cadeira 04 – CÉLIA  TEREZINHA NEVES VIEIRA (Renúncia), substituída por CLEUSA PIOVESAN – (Patrono: Helena Kolody)

Cadeira 05 – ARTUR LAIZO (Patrono: Manuel Bandeira)

Cadeira 06 – SILVIA MARIA SVEREDA (Patrono: Cecília Meireles)

Cadeira 07 – LUIZ VIEIRA (Renúncia), substituído por VÂNIA FIGUEIREDO – (Patrono: Mário Quintana)

Cadeira 08 – ROBERTO CARLOS DE OLIVEIRA (Patrono: Cacaso)

Cadeira 09 – LUIZA FILLUS (Patrono: Oswald de Andrade)

Cadeira 10 – SILVIO ROMERO R TAVARES (Patrono: Guilherme de Almeida)

Cadeira 11 – GOULART GOMES – Patrono: Clarice Lispector

Cadeira 12 – CLÉRIO BORGES DE SANT’ANN – Patrono: Eno Theodoro Wanke

Cadeira 13 – DENIVALDO PIAIA – Patrono: Mário de Andrade


ELEIÇÃO E POSSE DA DIRETORIA

APRESENTADA EM CHAPA ÚNICA:


Presidente: Rogério Marques Sequeira Costa
Vice: Luiza Fillus
1 Secretário: Afonso de Castro Gonçalves
2 Secretário: Roberto Caroli
Tesoureiro: Artur Laizo
Orador: Clerio José Borges de Sant Anna
Diretor jurídico: Sílvio
Diretor da Biblioteca e da Revista: Cleusa


Discurso de Posse de Clério José Borges no dia 18 de Abril de 2021 na Academia Minimalista.
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No dia 18 de abril de 2021 a convite do Escritor e Poeta Rogério Marques Sequeira Costa o Escritor Capixaba Clério José Borges representante do Estado do Espírito Santo tomou posse como Acadêmico Titular da Academia Brasileira de Letras e Artes Minimalistas, ABLAM, Cadeira Número 12 que tem como Patrono o Trovólogo Eno Theodoro Wanke. A reunião presidida pelo Trovador e Acadêmico, Rogério Marques Sequeira Costa e secretariada pelo Poeta Afonso Castro Gonçalves teve além da posse de Clério José Borges do Estado do Espírito Santo, também a posse Acadêmica de poetas de várias cidades brasileiras cultores da poesia minimalista, entre os quais Cleusa Piovesan; Alberto Valença Lima, Luiza Fillus, Denivaldo Piaia, Vania Maria Menezes de Figueiredo e Kleber Vargas da Silva, este último Acadêmico Correspondente. A Academia pelo Estatuto possui 40 Cadeiras tendo até o momento 13 cadeiras ocupadas. Para ser acadêmico o candidato tem que comprovar que produz trabalhos em pelo menos três modalidades Minimalista, como por Exemplo Poetrix, Trova e Haicai. Clério pertence a diversas Academia de Letras no Espírito Santo e no Brasil. Foi primeiro Presidente fundador da Academia de Letras e Artes da Serra (Cidade da Serra na Grande Vitória, ES) e é atualmente Presidente Fundador da ACLAPTCTC, Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores.

A Academia Brasileira de Letras e Artes Minimalistas, designada por sua sigla ABLAM, entidade de caráter cultural, sem fins lucrativos, fundada em 31 de janeiro de 2021, tem sede provisória e foro na cidade de Itaocara, Estado do Rio de Janeiro, à Rua João Batista Dias Sobrinho, 123, Casa 01, Centro, e reger-se-á por este Estatuto e por seu Regimento. A Academia tem por finalidade o cultivo, a preservação, a valorização e a divulgação do vernáculo, em seus gêneros científico, histórico, literário e artístico, podendo participar de iniciativas propícias ao desenvolvimento cultural do Brasil, notadamente os cultores, poetas e escritores de gêneros minimalistas. Segundo ainda o Estatuto o sodalício será composto por acadêmicos que desempenhem, no mínimo, três (03) gêneros minimalistas, comprovando cinco (05) trabalhos em cada gênero. Parágrafo 2º. Consideram-se gêneros minimalistas, para fins de ingresso nesta Academia, as seguintes composições textuais: Trova, Haicai, Poetrix, Aldravia, Quintas, Dísticos, Miniconto, Microconto, Nanoconto, Aforismos, Provérbios, Poesia visual, Quadra, dentre outros, a critério do órgão colegiado. A Administração, bem assim o órgão colegiado, poderão estabelecer outros gêneros minimalistas, em qualquer tempo e grau.

A Academia compõe-se de: a) membros fundadores, sendo os dez (10) primeiros, que assinaram a Ata de fundação do dia 31/01/2021; b) membros titulares, em número de quarenta, denominados acadêmicos, ocupantes das Cadeiras respectivas, os quais gozam de vitaliciedade. c) membros correspondentes, residentes ou não no Brasil, a juízo e critério da Diretoria administrativa; d) membros honorários nacionais e estrangeiros; e) membros beneméritos, que tenham prestado serviços ou contribuições relevantes para a Academia. Artigo 4º – A cada Cadeira da Academia, cujo ocupante gozará da prerrogativa de Titular, corresponderá um Patrono, a saber: Cadeira 01 – Patrono: Paulo Leminiski Cadeira 02 – Patrono: Millor Fernandes Cadeira 03 – Patrono: Gilson de Castro (Luiz Otávio) Cadeira 04 – Patrono: Helena Kolody Cadeira 05 – Patrono: Manuel Bandeira Cadeira 06 – Patrono: Cecília Meireles Cadeira 07 – Patrono: Mário Quintana Cadeira 08 – Patrono: Antônio Carlos de Brito (Cacaso) Cadeira 09 – Patrono: Oswald de Andrade Cadeira 10 – Patrono: Guilherme de Almeida Cadeira 11 – Patrono: Clarice Lispector Cadeira 12 – Patrono: Eno Theodoro Wanke

Na Assembleia foi também aprovada a criação de uma Comissão para elaboração do regimento Interno da entidade, sendo definido na hora como Presidente da Comissão Luiza Fillus, 1º Secretário, Clério José Borges e 2º Secretária Vânia Maria Menezes de Figueiredo e Rogério Marques membro da Comissão. As Reuniões são realizadas mensalmente no terceiro DOMINGO de cada mês sempre pela Internet com início às 10 horas da manhã.

Clério José Borges em seu discurso de posse relatou sentir-se honrado com o Convite feito pelo Acadêmico Rogério Marques Serqueira Costa e abordou um resumo da grande obra literária do seu amigo e Patrono já falecido, Dr. Eno Teodoro Wanke, (1929-2001) que nasceu em Ponta Grossa, Paraná, a 23 de junho de 1929 e falecido em 28 de maio de 2001. Filho de Ernesto Francisco Wanke e de Lucila Klüppel Wanke. Aprendeu as primeiras letras na Escola Evangélica Alemã, de sua cidade natal. Quando a escola foi fechada em razão do advento do Estado Novo, o futuro escritor foi transferido para o Liceu dos Campos, cuja proprietária era a educadora Judith Silveira, hoje nome de rua na cidade. Estudou também no Colégio Regente Feijó, de Ponta Grossa, no Colégio Santa Cruz, da cidade de Castro, PR, onde completou o ginásio. Em 1948, transferiu-se para Curitiba, PR, onde terminou o científico no Colégio Iguaçu e em 1949, após vestibular, entrou para a Escola de Engenharia Civil da Universidade do Paraná, formando-se em 1953. Trabalhou na Prefeitura de Ponta Grossa (1954-1955). Atuou como fiscal de construção de uma linha de alta tensão elétrica em Curitiba, da Companhia Força e Luz do Paraná. Em 1957 ingressou, por concurso, no curso de Refinação de Petróleo, da Petrobrás, no Rio, passando a trabalhar em 1958 na Refinaria Presidente Bernardes de Cubatão, SP, residindo em Santos, onde viveu onze anos. A partir de 1969 passou a residir no Rio de Janeiro, onde fez carreira dentro da Empresa.

Ainda falando sobre seu Patrono Eno Teodoro Wanke, Clério José Borges informou que Eno começou a escrever desde os doze anos. Poeta, Trovador, Contista, Cronista, Biógrafo, Ensaísta, Historiador, Fabulista e Prefaciador, entre outros. Como sonetista de primeira, obteve com o soneto APELO, 160 versões para 95 idiomas e dialetos. É o soneto em português mais traduzido para idiomas estrangeiros: “Eu venho da lição dos tempos idos/e vejo a guerra no horizonte armada. /Será que os homens bons não fazem nada? /Será que não me prestarão ouvidos? Eu vejo a Humanidade manejada/em prol dos interesses corrompidos. /É mister acabar com esta espada/suspensa sobre os lares oprimidos! É preciso ganhar maturidade/no fomento da paz e da verdade, /na supressão do mal e da loucura… Que a estrutura econômica da guerra/se faça em pó! E que reinem sobre a terra/os frutos do trabalho e da fartura!”. Como minimalista, foi trovador tendo escrito trovas magníficas e inesquecíveis, como estas, entre outras: “Senhor! Que eu pratique o bem/ separe o joio do trigo, / e tenha força também/ de amar o irmão inimigo.” “Na praia deserta, eu penso/ que a imagem da solidão/ começa no mar imenso e finda em meu coração.” “Quem vai ao mar deitar rede/ que tome cuidado, tome! / o mar nunca teve sede, / mas nunca vi tanta fome!” “Seguindo a trilha infinita/ do meu destino estrelado, / eu sou aquele que habita/ a ilusão de ser amado.” “O meu destino se encerra/ num grave e eterno conflito:/ – meu corpo é feito de terra, – meu coração, de infinito.”

ACADÊMICO CLÉRIO JOSÉ BORGES E FAMÍLIA
ACADÊMICO CLÉRIO JOSÉ BORGES E FAMÍLIA

BIOGRAFIA RESUMIDA: O Escritor, Historiador, Poeta e Trovador Capixaba, o Comendador Clério José Borges de Sant Anna, nasceu em 15 de setembro de 1950, no bairro de ARIBIRI, Município de Vila Velha, ES. Fundou e preside desde 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas CTC, que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se na ACLAPTCTC, Academia de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra. É morador do Município da Serra, ES, desde 1979 e Cidadão Serrano desde 26 de dezembro de 1994. Em 1987 concedeu inclusive entrevista em Rede Nacional, no programa “Sem Censura” da TV Educativa do Rio de Janeiro. No dia 11 de dezembro de 2014, uma entrevista de Clério José Borges ao repórter Mário Bonella, sobre as ruínas da Igreja de São José do Queimado, palco de uma Revolta de Escravos em 1849 foi exibida para todo o Brasil e inclusive para o Exterior através da Rede Globo de Televisão. Pertence a Academia de Letras de Vila Velha, antiga Academia de Letras Humberto de Campos.

Clério José Borges pertence ainda a Academia das Artes, Cultura e Letras de Marataízes e do Estado do Espírito Santo (Academia Marataizense de Letras), da Cidade de Marataízes, no sul do Estado; Academia Mateense de Letras, AMALETRAS, da cidade de São Mateus; Academia Iunense de Letras, da cidade de Iúna, na região do Caparaó; Acadêmico Correspondente, Cadeira 202, da Academia de Letras de Cachoeiro de Itapemirim. É Associado do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e do Clube de Intelectuais Franceses. Pertence ainda ao Movimento Poético Nacional, MPN, com sede no Estado de São Paulo; Sociedade de Cultura Latina do Brasil, com sede em Mogi das Cruzes, SP; Casa do Poeta Brasileiro, Poebras, de Porto Alegre, RS; Academia Petropolitana de Letras, da Cidade de Petrópolis, (RJ); Academia Brasileira da Trova, com sede no Rio de Janeiro e Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas, ALCEAR, bem como inúmeras outras entidades, Associações e Academias de Letras e Artes no Brasil e no Exterior.

Clério José Borges foi Jornalista dos Jornais A TRIBUNA e O DIÁRIO, de Vitória, ES, onde atuou de Foca a Chefe de Reportagem se especializando como comentarista e crítico de Filmes. Por designação do Governador do Estado foi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, de 1989 a 1993, onde foi eleito e atuou como Secretário e Vice-presidente do CEC-ES. Foi Conselheiro Suplente do referido Conselho de 1993 ao ano 2000. No dia 23 de março de 2000, toma posse como membro colaborador da Câmara de Literatura do Conselho Estadual de Cultura do Estado do Espírito Santo, com mandato de dois anos, encerrando em 2002, sua participação no referido Conselho.

Por designação do Prefeito Municipal foi Conselheiro Titular da Câmara de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Serra, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, por 14 anos, 09 meses e vinte dias. No dia 31 de julho de 2019, Clério José Borges foi reconduzido ao cargo de Conselheiro Titular da Área de Literatura, com mandato de 2019 a 2021. Clério esteve envolvido em lutas comunitárias desde 22/04/1979 quando foi um dos organizadores da Associação de Moradores do bairro onde reside, tendo sido o primeiro Vice-Presidente e, atuado posteriormente novamente como Vice-Presidente, Diretor de Jornalismo e Secretário Geral.

É Ministro da Palavra, da Comunidade Católica São Paulo, Paróquia São José Operário, desde dezembro de 2009 e pertence a Pastoral Familiar (preparação de noivos para o casamento junto com sua esposa Zenaide e Magnólia Pedrina Sylvestre) da referida Comunidade e Paróquia, desde 19 de março de 2005. É Senador da Cultura, representando o Espírito Santo perante o Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, desde 11 de maio de 2004. No dia 27 de março de 2015, na Cidade de São Mateus recebeu da AMALETRAS, a Comenda da ordem “Cecília Meireles”. Clério é Comendador com título conferido pela Assembleia Legislativa, desde o dia 07 de julho de 2015, quando foi agraciado com a Comenda Mérito Legislativo Rubem Braga, tendo recebido o título de Comendador, por indicação da Deputada Estadual Luzia Toledo.

Na cidade de Itabira, Estado de Minas Gerais, recebeu os seguintes Troféus: 1 – Troféu Carlos Drummond de Andrade. Recebido no dia 05 de junho de 2010, como Personalidades do ano de 2010. 2 – Troféu Pedro Aleixo, como Personalidade Brasileira Notável do ano de 2012, no dia 10 de março de 2012. 3 – No dia 06 de abril de 2013, Clério José Borges recebe em Itabira o Troféu Personalidade Notável 2013. 4 – No dia 24 de outubro de 2015, na 50ª festa dos “Destaques do Ano”, Clério recebeu o Troféu Carlos Drummond de Andrade, Edição Especial ouro, 50 anos. 5 – No dia 22 de outubro de 2016, Clério José Borges foi homenageado com o Troféu Machado de Assis, como intelectual do ano de 2016. Recebeu ainda na mesma cidade de Itabira em anos diferentes, os Troféus Castro Alves, João Guimarães Rosa e Madre Tereza de Calcutá.

Clério José Borges possui QUINZE livros publicados, sendo alguns individuais e outros como organizador de Coletânea e Antologias, destacando-se os livros, “Serra, Colonização de uma Cidade”; Trovas Capixabas; Trovadores dos Seminários da Trova; Trovadores Brasileiros da Atualidade; O Trovismo Capixaba; Alvor Poético; Serra em Prosa e Versos/Poetas e Escritores da Serra; Origem Capixaba da Trova e História da Serra (3 Edições) e a obra em forma de Livreto da Literatura de Cordel, “O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe”; Publicou ainda “Dicionário Regional de Gírias e Jargões”, obra realizada graças a Gírias e Jargões coletados através do seu trabalho como Escrivão de Polícia. Organizador de várias Coletâneas e Antologias, dentre os quais, “Quinta Cult”, um Sarau Poético realizado durante dois anos nos Shoppings Mestre Álvaro e Montserrat, na Serra, ES e, “Trovas Capixabas”. Também participante de várias Coletâneas e Antologias, entre as quais, “Poemas da Pérola Capixaba – Antologia – Volume III”, da Academia Marataizense de Letras, da cidade de Marataízes, (águas que correm para o mar), no sul do Espírito Santo e “Trovadores Capixabas”, este último em parceria com os Poetas Matusalém Dias de Moura, Geraldo Fernandes e Albércio Nunes Vieira Machado. Atuando como escritor, foi contemplado com Medalhas, Comendas, Diplomas e importantes homenagens, entre as quais, a medalha de mérito cultural “Afonso Pena” e o título de acadêmico imortal, ambos concedidos durante cerimônia em Belo Horizonte, presidida pelo Dr. Mário Carabajal, presidente fundador da Academia de Letras do Brasil. O livro “História da Serra”, de Clério José Borges, que conta a Colonização da Cidade da Serra, no Estado do Espírito Santo foi eleito em 1988, o Melhor Livro do Ano e a premiação foi recebida por Clério José Borges, em solenidade ocorrida no dia 08 de maio de 1999, no Teatro Municipal Paschoal Carlos Magno, localizado no Centro Histórico da Cidade de Mogi das Cruzes, no Estado de São Paulo. Organizador, desde 1981 dos Seminários Nacionais da Trova e dos Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores. Detentor de Diversos Títulos, Diplomas e homenagens.

Posse de Clério José Borges em 18 de abril de 2021. Pela Internet
Posse de Clério José Borges em 18 de abril de 2021. Pela Internet

Press release para divulgação. Produção: Assessoria de Imprensa da ACLAPTCTC – Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores

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COMENTÁRIOS POSTADOS NA INTERNET:

DE CAMPOS DOS GOYTACAZES NO RIO DE JANEIRO=

Carlos Augusto Souto de Alencar
Caro Clério José Borges Parabéns por mais esse reconhecimento. Eu criei, recentemente, um gênero poético minimalista. Veja, por favor, se ele pode ter alguma relevância. Saudações fraternas.

ACADÊMICO CARLOS AUGUSTO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES.
ACADÊMICO CARLOS AUGUSTO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES.

SIMÍNIMA
UMA NOVA FORMA POÉTICA
Caros amigos e amigas, bom dia. Para comemorar os 74 anos da Academia Pedralva Letras e Artes divulgo hoje uma nova forma poética minimalista que criei após estudos de trova, haicai, aldravia e poetrix. Trata – se da SIMÍNIMA. Dei esse nome a esta forma de poesia pois se refere a expressão campista “si minina”, uma maneira de chamar alguém do qual não se lembra o nome. As regras da forma poética são essas:
1 Quatro versos rimados ABAB
2 Só oito palavras diferentes entre si sendo duas por verso.
3 A primeira palavra deve ser uma proparoxitona e a segunda um verbo infinitivo sendo more com duas sílabas.
4 Título obrigatório com duas palavras que podem ou não aparecer no texto.
5 Sem pontuações.
6 Letras minúsculas.
Quero registrar que pretendo que a SIMÍNIMA seja reconhecida como uma forma poética originária de Campos dos Goytacazes. Uma mistura da trova, tão tradicionalmente divulgada pela Academia Pedralva na cidade, com o haicai moderno brasileiro. Peço aos confrades e confreiras da Academia de Letras do Brasil – ALB Campos dos Goytacazes RJ, da Alap Paranapua , da Academia Itaperunense de Letras e da Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores, da UBT Campos e da Academia Campista de Letras que divulguem essa forma literária se acharem essa ideia válida e incluam a mesma em futuros concursos literários organizados por nossas instituições. Seguem abaixo 10 exemplos de SIMÍNIMAS :
árvore viva
música fluir
cântico soar
ótimo ouvir
pássaro cantar
vida bailarina
pêndulo bailar
candida sorrir
dínamo girar
êxtase sentir
vizinho cidadão
cônjuge bater
vítima gritar
ético dever
polícia chamar
minha folga
música ouvir
pêssego comer
sábado curtir
lúdico viver
simínima feita
poético fazer
proparoxitona marcar
mínimo dizer
máximo tocar
advogado atuante
míope ficar
código reler
óculos usar
jurídico fazer
navegar preciso
lágrima cair
plêiades olhar
âncora subir
atlântico cruzar
saudade infinita
pêsames doar
lágrimas verter
póstumo lembrar
tirânico sofrer
atletismo olímpico
rápido correr
atlético pular
adversário vencer
ápice chegar
morte goitaca
indígena viver
bárbaro chegar
extermínio fazer
dívida ficar
Carlos Augusto Souto de Alencar

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