Congresso de Poetas Trovadores em Jacaraípe ES

CONGRESSO VIRTUAL NA INTERNET – TRÊS DIAS DE EVENTOS —- 2021 – XVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE POETAS TROVADORES – JACARAÍPE – SERRA – ES

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XVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE POETAS TROVADORES
INTERNET – FORMA VIRTUAL – DE 01, 02, 03 DE JULHO DE 2021.

PRESENCIAL, COM A LIBERAÇÃO DAS ATIVIDADES CULTURAIS E SEGUINDO OS PROTOCOLOS DE SEGURANÇA, NOS DIAS 07, 08, 09 E 10 DE OUTUBRO DE 2021, EM JACARAÍPE, SERRA, ES.

O Balneário (Conjunto de Praias) de Jacaraípe é o Paraíso Capixaba, destacando-se no cenário turístico do Estado e do país, graças a seus atrativos, infraestrutura e serviços. Jacaraípe é cenário das férias de milhares de turistas que buscam lazer, descanso, descontração, de modo especial os mineiros.

Jacaraípe é um bairro do Município da Serra no estado do Espírito Santo, Brasil. Situada na costa, aproximadamente 20 km ao norte da Capital Vitória, é conhecida por seus campeonatos de Surf. É lugar de Veraneio, muito frequentado por turistas internos, tanto Capixabas como de outros estados (principalmente Minas Gerais), atraídos principalmente pelas praias.

ABERTURA SOLENE.

XVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE POETAS TROVADORES PROGRAMAÇÃO DO XVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE POETAS TROVADORES Programação dos três dias de eventos na forma Virtual, na INTERNET. ASSISTA A ABERTURA SOLENE

PRIMEIRO DIA: Dia 1º de Julho de 2021, Início às 18 horas. Local: No You Tube.


PRIMEIRO DIA: Dia 1º de Julho de 2021, Início às 18 horas. Local: No You Tube.

PROGRAMAÇÃO DO PRIMEIRO DIA:

Mestre de Cerimônias Christal Fraga Borges; Governador Renato Casagrande; Prefeito Sérgio Vidigal; Vice-Prefeito e Secretário de Turismo e Cultura, Thiago Carreiro; Saudação da Diretora de Cultura da Serra, Evelyn Bergamin; Saudação da Presidente do Conselho Municipal de Cultura da Serra, Fernanda Vieira; Presidente Clério José Borges; Carlos Bona canta Casa Singela; Palestra Maria Delboni; Palestra Magnólia Pedrina Sylvestre; Palestra Irineu Cruzeiro; Palestra de Roberto Vasco sobre a Estrutura da Trova; Palestra Marcos Bubach; A Flor de Florbela, música Amar de Florbela Espanca com o Cantor Marcos Assumpção. Lançamentos de Livros: Maria Fausta, Livro sobre Ian; Jacimar Berti Boti de Colatina, ES; Maria Viola Bona, da Barra de Jucu, Vila Velha; Luciano Máximo de Linhares, ES; Geisa Galvão, de Linhares, ES; Teodorico Boamorte com Livros sobre a Igreja de Reis Magos e as Formigas Bordadeiras da Serra; Edilson Celestino Ferreira, livro Tudo em Transformação; Christal lembra Guilherme Santos Neves o escritor que colecionava Trovas; Albércio Nunes explicando o que é uma Trova; Soêmia Pimentel Cypreste divulgando seus livros; Adircilene Batista, de Lagoa da Prata, MG, declama a Poesia Mães. Joel Rangel fala sobre São Francisco de Assis, o Poeta; Zenaide Emília Thomes Borges fala sobre Trovas; Kaká Ramos fala do seu Patrono Ex Prefeito da Serra Naly da Encarnação Miranda; Rogério do Espaço Cultural Caixote canta a música “Nega Rosa”; Gilson filho lê poesias; Beth Vargas fala sobre seu Patrono Newton Braga; Nealdo Zaidan declama Trovas sobre Caruaru e São Francisco. Encerrando Show do Cantor e Compositor Carlos Bona.


SEGUNDO DIA: Dia 02 de Julho de 2021, Início às 18 horas. Local: No You Tube.

SEGUNDO DIA: Dia 02 de Julho de 2021, Início às 18 horas. Local: No You Tube.

PROGRAMAÇÃO DO SEGUNDO DIA:

SEGUNDO DIA: Dia 2 de Julho de 2021, Início às 18 horas.

Local: Na INTERNET.

Mestre de Cerimônias Christal Fraga Borges; Saudação do Presidente Clério José Borges; Andréia da Silva Fraga lê Trovas; Show do Cantor e Compositor Beko Macedo; Oficina de Criação Poética com Clério e Albércio Nunes; Saudação de Angela Lino Veríssimo; Edilson Celestino Ferreira fala sobre seu Livro sobre a questão de Limites Serra e Vitória; Professor Irineu Cruzeiro fala sobre o Livro sobre a Insurreição do Queimado; Professora Renata Barcellos fala sobre a Escritora Andralina de Oliveira; Saudação da Academia Sol Figueiredo de Campos dos Goytacazes, RJ; Presidente da Academia de Vila Velha lê e declama Poesias e é entrevistado por Valsema Rodrigues e Clério; Escritor Edson Neizes Andrade fala sobre sua vida de Escritor e declama e lê Poesias; Roberto Vasco declama Poesias; Palestra Lendas e Folclore da Serra (Vampiro Lobisomem de Jacaraípe) por Clério José Borges; Carlos Mesentieri, da Cidade de Teixeira de Freitas, na Bahia, declama Poesias; Marcos Bubach, de Cariacica, ES entrevista o Poeta Albércio de Cidade Continental, Serra, ES; Acadêmica Berenice Albuquerque fala sobre o Turismo e Potencialidades Turísticas da Serra, ES; Acadêmica Dilercy Aragão Adler, de São Luís, Maranhão fala sobre Escritoras Nordestinas. Show Especial de encerramento da Cantora e Compositora e Maestrina Adriana Dutra e Família.


TERCEIRO DIA: Dia 03 de Julho de 2021, Início às 18 horas. Local: No You Tube. SÁBADO.

TERCEIRO DIA Dia 3 de Julho de 2021, Início às 18 horas.

Mestre de Cerimônias Christal Fraga Borges; Declamação da Escritora e Acadêmica Professora Valsema Rodrigues; Leitura de Poesias da Escritora Dalva Frahlich de São Gonçalo, Rio de Janeiro; Escritor e Compositor Lenaldo fala sobre seu Livro onde conta detalhes da vida do Cantor Roberto Carlos e declama Poesias; O Poeta Joel Francisco de Santarém no Estado do Pará faz a leitura Poética de poesias de sua autoria; Escritor Geraldo Fernandes, de Vitória declama Poesias; Coronel Carlos Furtado de São Luis no Maranhã declama como são preciosos os seus beijos; Cantor e Compositor Carlos Bona canta músicas com letras de Acadêmicos Capixaba; Maria Viola Bona declama Poesias de sua autoria; Heraldista Rita de Cássia a Kaká Ramos lê Poesias; Acadêmica Kika Amorim fala sobre o seu trabalho como Contadora de Histórias e Poeta; Acadêmica Soêmia Pimentel, de Vitória, ES e Albércio Nunes fazem a leitura de Poesias; Palestra de Clério José Borges sobre a Bandeira da Serra que possui uma letra “S” estilizada, inicial da palavra Serra; Odenir Follador, de Ponta Grossa no Estado do Paraná lê Trovas de sua autoria; Apresentações de Poetas e Escritores da ACLAPTCTC. Show Especial de Encerramento do Cantor e Compositor residente em Nova Almeida, Serra, ES, Teodorico Boamorte. #CongressosBrasileirosdePoetasTrovadores#Trovas#MovimentoTrovadoresco#Neotrovismo#Trovadorismo#ACLAPTCTC#UBT#TrovadoresMOSTRAR MENOS

A Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores, ACLAPTCTC, em comemoração aos
41 anos de fundação do CTC, Clube dos Trovadores Capixabas e do movimento em torno da Trova no
Brasil denominado Neotrovismo fará realizar no Balneário de Jacaraípe, no Município da Serra, no Estado do Espírito Santo o seu XVIII Congresso Brasileiro de Poetas Trovadores com o tema: A Esperança
de dias melhores e o papel da leitura e da literatura na atualidade.
XVIII Congresso Brasileiro de Poetas Trovadores com o tema: A Esperança de dias melhores e o papel da leitura e da literatura na atualidade. Serão quatro dias de
eventos totalmente gratuitos, de 01 a 04 de Julho de 2021

JACARAÍPE É A ANTIGA ALDEIA CARAÍPE

Texto do Livro “História da Serra”, de Clério José Borges

Caraípe: Caminho do homem branco na terra das rosas

Reduto de turistas, Jacaraípe, segundo os turistas é o mais bonito balneário da Serra, em razão de estar urbanizada e iluminada.

A praia é uma das mais bonitas do Estado, com o seu calçadão e quiosques padronizados.

Pela sua grande extensão, o balneário reúne inúmeras pequenas praias que servem para a identificação do local exato onde os eventos acontecem.

Assim no balneário de Jacaraípe estão as praias da Baleia; da Castanheira, próximo ao tradicional hotel Castanheira; Solemar que é conhecida como a praia dos Surfistas e Capuba.

ÍNDIOS TUPINIQUINS

Os primeiros habitantes da região foram os índios tupiniquins. Posteriormente com a chegada dos índios Temiminós que vieram do Rio de Janeiro com Maracajaguaçu, os tupiniquins foram para o norte, além do rio Doce e os Temiminós passaram a ocupar toda a região litorânea da Serra. Há historiadores que citam a presença dos índios Goitacases na região, contudo pesquisas recentes mostram que os Goitacazes estavam mais ao sul da Capitania e na hoje região de Campos dos Goitacazes.

Jacaraípe segundo o “Dicionário Geográfico e Histórico do Estado do Espírito Santo”, de Eugênio Assis, editado em Vitória em 1947, teria sido povoada inicialmente por Índios Goitacases.

Positivamente a informação de Eugênio Assis é equivocada pois a região de Jacaraípe, Carapina, Serra e Nova Almeida era povoada de Índios Tupiniquins e depois pelos Temiminós que vieram do Rio de Janeiro.

Não há registros históricos da presença dos Goitacases povoando a Região. Os Goitacases estavam mais ao Sul do Espírito Santo e na região da hoje cidade de Campos dos Goitacases, Rio de Janeiro.

Anualmente são disputados em Jacaraípe competições de Surf e Body board, principalmente nas praias do Barrote ou em Solemar onde “rolam” as maiores ondas.

SIGNIFICADO

Em Jacaraípe localiza-se também o Barródromo onde anualmente são realizados torneios de Marcas e Pilotos, com corridas de carro, promovidos pela Federação de Automobilismo do Espírito Santo.

Nos anos de 1996 a 2001, os pilotos Celso Moraes e Betinho Sartório, constantemente disputavam o título de Campeão do Campeonato Estadual de Marcas e Pilotos.

Jacaraípe tem origem na antiga aldeia de pescadores denominada Aldeia de Caraípe.

Assim a origem da palavra Jacaraípe nada tem a ver com Jacaré e rio dos Jacarés e, sim, com Caraípe que se origina da língua Tupi, usada pelos índios primeiros habitantes da região e que significa “Caminho do Homem Branco”.

Os termos Cari e Carai em Tupi geralmente referem-se homem branco.

Carioca é casa do homem branco.

Cariacica na língua Tupi significa chegada do homem branco.

Segundo os dicionários a palavra Caraípe é uma variante de Caraipé, significando o nome de várias plantas da família das Rosáceas (Rosas). Caraípe portanto é o lugar das rosas. Jacaraípe é a Terra das Rosas.

O Jornal “A Gazeta”, de 19 de dezembro de 1995, informa no Caderno de Turismo que Jacaraípe significa “Caminho ou rio de jacarés.” O Jornal não cita a fonte em que se baseia para tal afirmativa, deve basear-se numa interpretação livre da palavra Jacara ou da palavra Jacareipe (Jacaré – ipe).

A palavra Jacaraípe é encontrada escrita em algumas publicações: “Jacareipe”.

A Telecomunicações do Espírito Santo S.A., TELEST colocava até Dezembro de 1996, “Jacareipe” em suas contas de cobranças de telefonemas.

O certo é Jacaraípe, conforme uso popular.

Jacaraípe era conhecida como Caraípe. Assim não havia a sílaba “Ja” que surgiu posteriormente com o tempo. Portanto qualquer alusão a “Ja” ou “Jacaré” é pura invenção, lenda, pois nada há de concreto com a realidade do local que antigamente era conhecida como Caraípe.

O viajante Auguste de Saint – Hilaire (1779 -1853), que foi um dos mais notáveis Naturalistas, quando esteve no litoral Espirito-Santense, no dia 15 de outubro de 1818 esteve na Aldeia Caraípe e registra o fato em seu diário de viagem.

Os antigos moradores da Serra utilizavam o “Caminho de Caraípe” para irem da sede do Município ao litoral.

Documentos antigos usam a palavra Caraípe.

EM NOME DO SOL

O Jornal “A Gazeta”, de 24 de janeiro de 1992, na página Guia Turismo, publica a seguinte reportagem com o título: “Jacaraípe: Em Nome do Sol.” Não há indicação do autor do texto, que é o seguinte: “Mais que lotada nesta temporada, Jacaraípe continua fazendo o Verão de muitos mineiros e capixabas que não dispensam o sol e o mar”.

Urbanizada, a orla toda pavimentada e iluminada, conta com diversos quiosques. A prática de esportes é uma constante nas areias. Conhecida e disputada pelos adeptos do Surf e do Body-board, por suas imensas ondas, Jacaraípe é um convite para quem gosta de agitação e de conviver com muita gente.” A reportagem destaca ainda que Jacaraípe dista 30 quilômetros de Vitória e possui vários bares, alguns com música ao vivo, e várias opções de restaurantes, alguns com Cardápio Internacional, bem como hotéis e pousadas.

Em “A Gazeta”, de 19 de dezembro de 1995, consta na página 11 do “Caderno de Turismo”, que “Jacaraípe já foi uma vila de pescadores à beira do rio Joara.” Pelo texto observa-se que o rio Jacaraípe é denominado no Jornal, de rio Joara, mas oficialmente segundo Mapa do IBGE, Juara, com “u” e não com “o” é o nome da Lagoa, também chamada de Jacaraípe.

A informação de “A Gazeta” baseia-se no fato do rio Joara ou Juá, Lagoa de Jacaraípe, Largo do Juara e rio Jacaraípe, serem interligados entre si. O rio Juara cuja foz situa-se em Jacaraípe no Mapa do IBGE consta como sendo o mesmo rio Jacaraípe.

As festas de Jacaraípe são tradicionais no calendário turístico, principalmente a Festa de Iemanjá, na passagem do ano e o Carnaval.

Jacaraípe está distante 27 km de Vitória.

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