Entrevista de Clério José Borges sobre Tiradentes.

TIRADENTES UMA FARSA? SERÁ TIRADENTES UM HERÓI INVENTADO. Uma farsa pintada pela República Brasileira.

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Assim como, depois de 1889, Zumbi dos Palmares foi elevado a herói, Tiradentes teve sua façanha inventada e logo, reconhecida, sendo transformada em dia de feriado nacional.

Entrevista concedida na TV Capixaba, do Espírito Santo, pelo historiador Clério José Borges de Sant Anna, concedida a Marcelo Carlos em 21 de abril de 2008.
Entrevista concedida na TV Capixaba, do Espírito Santo, pelo historiador Clério José Borges de Sant Anna, concedida a Marcelo Carlos em 21 de abril de 2008.

Entrevista concedida na TV Capixaba, do Espírito Santo, pelo historiador Clério José Borges de Sant Anna, concedida a Marcelo Carlos em 21 de abril de 2008.

Seria Tiradentes uma farsa pintada pela república?

Assim como, depois de 1889, Zumbi dos Palmares foi elevado a herói, Tiradentes teve sua façanha inventada e logo, reconhecida, sendo transformada em dia de feriado nacional.

Todos os anos, dia 21 de abril, escolas, repartições públicas, empresas privadas, indústrias de todo tipo, comércios e outros serviços, fecham as portas para mais um feriado instituído pelo governo federal. Mas alguém lembra que feriado é este? Alguns diriam: “Ora, é o ‘dia’ de Tiradentes”. Dentre estes alguns, poucos diriam ao acrescentar que é feriado comemorativo a Tiradentes: “é feriado de Tiradentes, aquele herói que lutou pela independência do Brasil e foi morto e esquartejado”. A realidade mostra que ninguém sabe quem realmente foi Tiradentes e que a população pouco sabe a respeito, pois o feriado contenta a quase todos. Mas será que Tiradentes foi esse herói que os livros escolares apresentam aos alunos? Será que o objetivo de Tiradentes e dos outros inconfidentes era realmente a independência do Brasil? Será que este “herói” morreu em 21 de abril de 1792? Será que Tiradentes foi um herói nacional? A historiografia recente mostra que este homem não foi nada do que dizem ser.

Tiradentes: pintaram-no como Cristo, mas não há nem mesmo a certeza de que tenha morrido em 21 de abril de 1792. Uma farsa pintada pela república

Uso, pois, excertos de uma entrevista na TV Capixaba, do Espírito Santo do historiador Clério José Borges de Sant Anna, concedida a Marcelo Carlos em 21 de abril de 2008:

“Joaquim José da Silva Xavier, o nosso Tiradentes, herói nacional a partir da data da proclamação da República era considerado um vilão até 15 de Novembro de 1889. Tiradentes foi apenas um bode expiatório de uma revolução que estava mais preocupada com o quinto do ouro das Minas Gerais que era enviado à Portugal. Tiradentes nasceu na Vila de São Jose Del Rei (atual cidade mineira de Tiradentes) em 1746, porém foi criado na cidade de Vila Rica (atual Ouro Preto). Tiradentes era alferes, na hierarquia militar antiga, a patente de oficial abaixo de tenente. Participaram da tentativa de derrubar o governo português, por exemplo, dois coronéis, Domingos de Abreu Vieira e Francisco Antônio de Oliveira Lopes, e dois poetas famosos até hoje, Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antônio Gonzaga.

A clássica imagem de Tiradentes (de barba e cabelo comprido) é fictícia. Ele nunca possuiu cabelos compridos, nem barba. Seja em sua época de militar (posto em que os membros do exército devem moderar sua quantidade de pelugem pelo rosto), seja em seu período na prisão (os pelos eram cortados a fim de evitar piolhos), ou mesmo no momento de sua execução (todos os condenados à forca deveriam ter a cabeça e a barba raspadas). A lembrança de Tiradentes e de seu movimento se tornaram importantes, a ponto de receberem interesse nacional, a partir da Proclamação da República (15/11/1889). Nesse momento, os novos governantes (Marechal Deodoro e Marechal Floriano) necessitavam criar um novo país, com novos valores, novas idéias e, especialmente, uma nova história e novos heróis, dos quais todas as pessoas deveriam se orgulhar e se submeter. A imagem cabeluda se construiu, para se assemelhar a figura do condenado à de Jesus Cristo, aumentando seu tom de mártir, vítima e herói bondoso. Para fazer com que as pessoas tivessem o seguinte pensamento: “da mesma forma que Cristo morreu pela humanidade, Tiradentes morreu para salvar o Brasil” E todos se orgulhariam do sujeito, da terra que ele supostamente defendeu, e procurariam espelhar-se em seu caráter heróico.”

Tiradentes é um herói inventado.

A partir de 15 de novembro de 1889, houve um trabalho significativo por parte do governo republicano nacional para transformar Tiradentes em herói nacional, precursor da Independência do Brasil, caracterizando-o como Cristo, sendo Tiradentes um ser quase sobrenatural, que apesar de todas as imperfeições, deveria inspirar as virtudes do homem, sendo um verdadeiro mártir, símbolo da resistência, da divisão, da independência do Brasil. Tudo isso para substituir a figura de Dom Pedro I, que a 7 de setembro de 1822 proclamou a independência, indispondo-se com o pai, Dom João VI e com a terra em que havia nascido, Portugal. Queriam os republicanos, substituir todas as figuras nacionais de relevo, obviamente monárquicas (sistema de governo, até 1889, utilizado pelo Brasil), por criaturas inventadas, revolucionários anarquistas, homem fictícios, verdadeiros semideuses inexistentes.
Conforme Thais Nívea de Lima Fonseca, da Universidade Federal de Minas Gerais, dissertou na Revista Brasileira de História, “há muito tempo os jornais têm dado espaço ao tema da Inconfidência Mineira, quase sempre para a exaltação de Tiradentes como herói e mártir, usando-o como modelo em discursos em geral de natureza nacionalista e/ou moralista. A história de Tiradentes passou a ocupar espaço na imprensa com o crescimento do movimento republicano na segunda metade do século XIX e, mais ainda, com a instalação da própria República. Desde então, artigos, poemas, reportagens, ensaios e outras modalidades de textos têm sido publicados prodigamente, sobretudo no momento da celebração da morte do herói, a 21 de abril”. Relata ainda “Se a Inconfidência Mineira tem sido elemento de suporte a uma determinada construção historiográfica e a projetos e posicionamentos políticos desde as últimas décadas do século XIX, Tiradentes desponta como seu símbolo, síntese das idéias das quais o movimento seria o precursor, no Brasil. Ele se tornou, talvez, o personagem mais popular da história nacional, adquirindo contornos heróicos e status de mito político. Apesar de muito marcada pela ação dos republicanos e de seus interesses, a construção desse perfil de Tiradentes não se deveu apenas a eles. Da popularidade presumida à transformação em herói e mito político, Tiradentes percorreu um caminho sulcado pela ambiência cultural de seu próprio tempo e pela herança deixada por ela em tempos posteriores. Muitas de suas representações foram, sem dúvida, construídas e manipuladas”… “Alguns poucos trabalhos têm buscado esse manancial e têm aberto as fronteiras para os avanços neste campo. José Murilo de Carvalho já havia indicado alguns caminhos para a pesquisa dessa problemática, discutindo, em ‘A formação das almas’, a construção do mito de Tiradentes pelos republicanos no final do século XIX. Seguindo a trilha traçada por Maurice Agulhon para a França, Carvalho tratou da apropriação, no Brasil, de um conjunto de símbolos e mitos republicanos de matriz francesa, no processo de estruturação da República brasileira. Inspirados por esse trabalho, temos, já na década de 90, as análises de Eliana Dutra e de Sérgio Vaz Alkmin, que se preocuparam, especialmente, com o processo de formulação de uma imagem sacralizada e cristianizada da Inconfidência Mineira e de Tiradentes, tomando como base os relatos dos frades que assistiram os inconfidentes em seu período de prisão no Rio de Janeiro. Esse tipo de abordagem representa, de fato, um retorno aos documentos, a valorização de uma pesquisa empírica mais apurada, a busca de uma nova leitura, de aspectos ainda não tratados nestas fontes que, apesar de já muito utilizadas, ainda têm muito a revelar”. Diz ainda: “ficam claros alguns aspectos importantes na construção do perfil heróico de Tiradentes, que acaba por utilizar suas fraquezas, sua situação social inferior, e até mesmo seus supostos erros, como elementos de valorização de sua pessoa e de sua atuação. No fim, todos acabam por concordar que, pela morte, ele superou todas as restrições, qualquer que fosse sua natureza, e fez despontar, postumamente, todas as suas “verdadeiras” qualidades. Não é difícil perceber as possibilidades de aceitação dessa representação — e, também, de sua manipulação — junto ao público em geral, a partir de uma percepção deste Tiradentes que, apesar de pobre e fraco, poderia simbolizar as conquistas de toda uma nação.” Thais Fonseca ainda crítica os que tentam inutilmente alimentar a estória de que Tiradentes foi realmente um herói: “Especialmente em Minas Gerais, os jornais acabaram por tornar-se porta-vozes de uma versão oficial da história, e de uma posição francamente favorável à exaltação patriótica de Tiradentes. Entre os que foram pesquisados, o único ainda remanescente, o Estado de Minas, mantém essa postura, não obstante publique entrevistas com historiadores da vertente revisionista, em matérias nas quais procura polemizar as divergências historiográficas. Mas a “voz” do jornal se faz ouvir, por meio de editoriais e de algumas colunas assinadas, dos seus quadros fixos. E nelas, não raro, apela-se ainda para os clássicos defensores de uma história da nação: ‘O Brasil é o único país da América em que existe, há mais de um século, uma campanha sistemática de desmoralização do precursor da independência.’ Essa frase de Waldemar de Almeida Barbosa resume um dos paradoxos da historiografia brasileira. Paradoxo que não chega a ser espantoso porque volta a comprovar o complexo de inferioridade e síndrome de catástrofe que envolvem a cultura nacional. Esse é o pretexto para o jornalista, ferrenho defensor de uma representação heróica de Tiradentes, retomar sua série de investidas contra o que ele considera paradoxos da historiografia brasileira, ou seja, o revisionismo”.
Os que ficaram pasmos com a desconstrução feita em relação a figura mítica de Tiradentes, espantar-se-ão ainda mais com o estudo de Laura Pinca, no artigo “Tiradentes, o bode expiatório” para a Associação Cultural Montfort, o qual transcrevemos integralmente abaixo:
“Novos estudos históricos apresentam uma inconfidência mineira diferente daquela que nos narram os livros didáticos.

Embora a historiografia oficial considere a inconfidência mineira (1789) como uma grande luta para a libertação do Brasil, o historiador inglês Kenneth Maxwell, autor de “A devassa da devassa” (Rio de Janeiro, Terra e Paz, 2ª ed. 1978.) que esteve recentemente no Brasil, diz que “a conspiração dos mineiros era, basicamente, um movimento de oligarquias, no interesse da oligarquia, sendo o nome do povo invocado apenas como justificativa”, e que objetivava, não a independência do Brasil, mas a de Minas Gerais.

Esses novos estudos apresentam um Tiradentes bem mudado: sem barba, sem liderança e sem glória. Segundo Maxwell, Joaquim José da Silva Xavier não foi senão o “bode expiatório” da conspiração. (op.cit., p. 222) “Na verdade, o alferes provavelmente nunca esteve plenamente a par dos planos e objetivos mais amplos do movimento.” (p.216) O que é natural acreditar. Como um simples alferes (o equivalente a tenente, hoje) lideraria coronéis, brigadeiros, padres e desembargadores?

A Folha de S. Paulo publicou um artigo (21-04-98) no qual se comentam os estudos do historiador carioca Marcos Antônio Correa. Correa defende que Tiradentes não morreu enforcado em 21 de abril de 1792. Ele começou a suspeitar disso quando viu uma lista de presença da Assembléia Nacional francesa de 1793, onde constava a assinatura de um tal Joaquim José da Silva Xavier, cujo estudo grafotécnico permitiu concluir que se tratava da assinatura de Tiradentes. Segundo Correa, um ladrão condenado morreu no lugar de Tiradentes, em troca de ajuda financeira à sua família, oferecida pela maçonaria. Testemunhas da morte de Tiradentes se diziam surpresas, porque o executado aparentava ter menos de 45 anos. Sustenta Correa que Tiradentes teria sido salvo pelo poeta Cruz e Silva (maçom, amigo dos inconfidentes e um dos juízes da Devassa) e embarcado incógnito para Lisboa em agosto de 1792.

Isso confirma o que havia dito Martim Francisco (irmão de José Bonifácio de Andrada e Silva): que não fora Tiradentes quem morrera enforcado, mas outra pessoa, e que, após o esquartejamento do cadáver, desapareceram com a cabeça, para que não se pudesse identificar o corpo.

“Se dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria pelo Brasil”. Como só tinha uma, talvez Tiradentes tenha preferido ficar com ela.”

Bandeira da “Inconfidência” Mineira: símbolos maçônicos influenciaram o suposto movimento.
A maçonaria estava presente na “Inconfidência”, planejou a fuga de Tiradentes para a Europa.
Um herói falso

A proclamação da república, em 1889, iniciou a desvalorização da história nacional, tentando seus precursores, inventar personagens e dignificá-los para assim poderem justificar em seus atos, a grandeza de feitos inexistentes. Mentiras que documentos contrariam. Atribui-se a Tiradentes um falso perfil, falsos atos, quando na verdade não existe nem mesmo a certeza de que ele tenha sido morto na data em que se celebra o feriado nacional. 120 anos de mentira. A ele Floriano Peixoto atribui igualmente uma célebre frase, mas que ele nunca disse (ao menos não deixou comprovação alguma disso), mas que foi copiada tal qual a Redentora, a Princesa Dona Isabel, disse em 1888, quando assinou a lei Áurea: “mil tronos eu tivesse, mil tronos eu daria para libertar uma raça”, adulterando-se e copiando-se a frase como sendo proferida por Tiradentes, que teria dito: “Se dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria pelo Brasil”.

Diante de tantos argumentos, estudos históricos de relevância, complicações, revisões dos textos e artigos escritos, torna-se ridículo alimentar uma farsa que ainda se mantém pela ignorância popular e pelas mentiras republicanas. Seria 21 de abril o dia da Mentira?


Entrevista na Televisão Capixaba, (TV CAPIXABA), Canal 10, afiliada da Rede Bandeirantes de Televisão no Espírito Santo, do Poeta, Trovador, Professor e Historiador Capixaba, Clério José Borges de Sabt Anna, concedida ao Repórter Marcelo Carlos, no dia 21 de abril de 2008, na casa de Clerio, na Rua dos Pombos, 2 – Eurico Salles – Serra – ES. Inconfidência Mineira. Heróis da Liberdade. Proclamação da República. Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. De Vila Rica para a forca por causa domínio Português (De Portugal). Vitória, ES, Brasil.

JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER, o nosso TIRADENTES, herói Nacional a patir da data da proclamação da República era considerado um Vilão até 15 de Novembro de 1889.

Tiradentes foi apenas um bode expiatório de uma revolução que estava mais preocupada com o quinto do ouro das Minas Gerais que era enviado à Portugal.

Tiradentes nasceu na Vila de São Jose Del Rei (atual cidade mineira de Tiradentes) em 1746, porém foi criado na cidade de Vila Rica (atual Ouro Preto).

Biografia:
Nasceu: Fazenda do Pombal, 16 de agosto de 1746
Morreu: Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792

Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, participou da Inconfidência Mineira, um movimento iluminista brasileiro.

Foi executado e esquartejado pelo governo português. Sua cabeça foi fincada em um poste em Vila Rica e outras partes do corpo foram expostos nas estradas da região.

Tiradentes era alferes, na hierarquia militar antiga, a patente de oficial abaixo de tenente.

Participaram da tentativa de derrubar o governo português, por exemplo, dois coronéis, Domingos de Abreu Vieira e Francisco Antônio de Oliveira Lopes, e dois poetas famosos até hoje, Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antônio Gonzaga.

A clássica imagem de Tiradentes (de barba e cabelo comprido) é fictícia. Ele nunca possuiu cabelos compridos, nem barba. Seja em sua época de militar (posto em que os membros do exército devem moderar sua quantidade de pelugem pelo rosto), seja em seu período na prisão (os pelos eram cortados a fim de evitar piolhos), ou mesmo no momento de sua execução (todos os condenados à forca deveriam ter a cabeça e a barba raspadas).

A lembrança de Tiradentes e de seu movimento se tornaram importantes, a ponto de receberem interesse nacional, a partir da Proclamação da República (15/11/1889). Nesse momento, os novos governantes (Marechal Deodoro e Marechal Floriano) necessitavam criar um novo país, com novos valores, novas idéias e, especialmente, uma nova história e novos heróis, dos quais todas as pessoas deveriam se orgulhar e se submeter.

A imagem cabeluda se construiu, para se assemelhar a figura do condenado à de Jesus Cristo, aumentando seu tom de mártir, vítima e herói bondoso. Para fazer com que as pessoas tivessem o seguinte pensamento: “da mesma forma que Cristo morreu pela humanidade, Tiradentes morreu para salvar o Brasil” E todos se orgulhariam do sujeito, da terra que ele supostamente defendeu, e procurariam espelhar-se em seu caráter heróico.

Tiradentes nasceu na Vila de São Jose Del Rei (atual cidade mineira de Tiradentes) em 1746, porém foi criado na cidade de Vila Rica (atual Ouro Preto).

Foi executado em 21 de abril de 1792. Partes do seu corpo foram expostas em postes na estrada que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua casa foi queimada e seus bens confiscados.

Tiradentes é um autentico herói nacional. Lutou pela independência do Brasil, num período em que nosso país sofria o domínio e a exploração de Portugal. O Brasil não tinha uma constituição, direitos de desenvolver indústrias em seu território e o povo sofria com os altos impostos cobrados pela metrópole. Nas regiões mineradoras, o quinto (imposto pago sobre o ouro) e a derrama causavam revolta na população. O movimento da Inconfidência Mineira, liderado por Tiradentes, pretendia transformar o Brasil numa república independente de Portugal.

Tiradentes exerceu diversos trabalhos entre eles minerador e tropeiro. Tiradentes também foi alferes, fazendo parte do regimento militar dos Dragões de Minas Gerais.

O movimento insurrecional de 1789 em Minas Gerais teve características marcantes que o fizeram distinguir-se das outras tentativas de independência, ele foi mais bem elaborado preparado que a Inconfidência Baiana de 1798 e a Pernambucana de 1801. Os Mineiros que lideraram a conspiração de 1785-1789 tinham bem em vista a Independência Global do Brasil, e não uma republica em Minas Gerais. O plano mineiro era em iniciar a revolta por Minas Gerais, e estendê-la ao Rio de Janeiro e em seguida as demais Capitanias, o produto não foi produto da mente de ninguém em particular, nasceu das condições estruturais da sociedade brasileira.

Para levar avante a inconfidência mineira não houve uma única reunião formal e previamente preparada para decidir o levante, houve sim, uma serie de reuniões que foram realizadas durante o período de 15 a 26 de Dezembro de 1788 em Vila Rica, que em nenhuma delas reuniu a totalidade dos lideres. A reunião do dia 26 de Dezembro realizada no segundo andar da casa de Francisco de Paula Freire Andrade, comandante do Regimento de Cavalaria Regular de Minas Gerais, foi a que se reuniram os lideres de todas as comarcas de Minas Gerais e o elemento de ligação com os cariocas. E nesta reunião foi quando acertaram o maior número de detalhes para o levante. Ficou acertado que seria implantado um regime republicano unitário, divido em províncias e departamentos e seria no estilo centralizado e não confederado e a organização legal do estado e para redigir a constituição e as leis complementares as mesmas ficou a cargo de Cláudio Manoel da Costa do Padre Luiz Vieira da Silva, Alvarenga Peixoto e de Tomas Antônio Gonzaga que ficou encarregado da redação final e de sua publicação de imediato, e que logo iniciada a guerra seria implantado uma junta governativa provisória, ela seria composta por Tomas Antônio Gonzaga, Alvarenga Peixoto, Padre Luiz Vieira da Silva, Carlos Toledo, Padre Oliveira Rolim, Cláudio Manoel da Costa e do Tenente Coronel Francisco de Paula Freira de Andrade, o plano militar da revolução era essencialmente de defesa e a estratégia básica foi montada pelo Padre Luiz Vieira da Silva e deveria obter o que fosse possível de apoio externo e utilizar o sistema de guerrilhas, pois atacar em corpos organizados de tropas era absolutamente impossível e o plano seria posto em pratica tão logo fosse lançado o decreto da Derrama, e quando Tenente Coronel Francisco de Paula Freire de Andrade mandasse as cartas para os diversos lideres com o aviso “Tal dia e o batizado”e Tiradentes com um pequeno grupo de militante iria até o Palácio de Cachoeiro do Campo onde renderia a guarda e prenderia o governador Visconde de Barbacena o decapitando, e com Tiradentes levando a cabeça do governador para Vila Rica onde o Tem. Cel. Francisco de Paula Freire de Andrade em aparente intuito de ver a balbúrdia na praça central de Vila Rica, Francisco de Paula perguntaria a Tiradentes. “O que é isso ? É a cabeça do nosso governador ?” Tiradentes responderia que sim e Francisco de Paula redargüiria “o que querem ?” a resposta seria “Liberdade” Far-se-iam então diversos “Viva à Liberdade” e confraternizariam povo e tropa e dirigir-se-iam para o palácio do governo onde instalar-se-ia a junta provisória e publicando-se imediatamente uma declaração de independência e a proclamação, e decidiram que, quem não aderisse ao movimento passaria a ser considerado inimigo e Tiradentes disse “Ou Seguir-me ou Morrer” e nesse mesmo dia deveria vir das diversas comarcas de Minas Gerais os lideres com suas tropas e nesse inicio de rebelião seriam mortos os elementos fieis a Monarquia Portuguesa especialmente o escrivão da Junta Real Fazenda Carlos José da Silva, como todos os tributos eram recolhidos em Vila Rica numa caixa forte localizada nas instalações da Junta da Real Fazenda que ficava no prédio da Câmara Municipal popularmente chamada de Caixa Real, planejou-se como providência preliminar, tomar a caixa e com o produto dela sustentar a revolução, e a instalação de uma Casa da Moeda com a função de centralizara a emissão e o controle monetário e durante a guerra seria aumentado o soldo dos militares, e a cotação do ouro seria aumentada e seria extinto o monopólio estatal da extração dos diamantes, e deveria ser criada fabricas de pólvoras, tecidos e usinas siderúrgicas e todas estas tarefas ficariam a cargo de José Álvares Maciel que prometia anistia geral sobre as dividas para com a Fazenda Real e para a primeira potência estrangeira que ajudasse a rebelião receberia vantagens aduaneira e haveria a separação entre igreja e estado, os tributos eclesiásticos recolhidos pela coroa e repassado ao clero através da Junta da Real Fazenda passariam a ser cobrados diretamente pela igreja que se comprometeria em instalar educandários, hospital de misericórdia e outros estabelecimentos semelhantes.

A capital do novo país seria São João Del Rei em virtude de sua topografia e condições de abastecimento, seria criada uma universidade que seria instalada em Vila Rica, e teria a abolição da nobreza e do exercito permanente e profissional passando a ser obrigatório o alistamento de todos os cidadões, teria a destruição através de queima publica de todos os registros civis de propriedade de crédito e seria mantido o sistema escravagista.

Junto com vários integrantes da aristocracia mineira, entre eles poetas e advogados, Tiradentes começa a fazer parte do movimento dos inconfidentes mineiros, cujo objetivo principal era conquistar a Independência do Brasil. Tiradentes era um excelente comunicador e orador. Sua capacidade de organização e liderança fez com que fosse o escolhido para liderar a Inconfidência Mineira. Em 1789, após ser delatado por Joaquim Silvério dos Reis, o movimento foi descoberto e interrompido pelas tropas oficiais. Os inconfidentes foram julgados em 1792. Alguns filhos da aristocracia ganharam penas mais branda como, por exemplo, o açoite em praça pública ou o degredo.

Tiradentes, com poucas influências econômicas e políticas, foi condenado à forca.

Criada pelo Marquês de Pombal, o quinto era uma taxa per capita, em quilos de ouro, que a colônia era obrigada a mandar para a metrópole, independente da real produção de ouro. Cobrado dos mineradores e colonos em Minas Gerais no tempo do Brasil Colônia foi um dos fatos que motivou depois a Inconfidência Mineira. Correspondia a uma pesada taxa cobrada da população e que, durante o governo do secretário de Estado (espécie de primeiro-ministro) Sebastião José de Carvalho e Melo (ou Marquês de Pombal), foi fixada em 100 arrobas anuais (1 arroba = 32 arráteis = ~ 15 quilos), ou seja, 1500kg aproximadamente. Como -não raramente- o quinto não era pago integralmente e os valores não pagos eram acumulativos, era preciso intensificar a cobrança, confiscando-se bens e objetos d’ouro. Essa prática de cobranças de valores atrasados era chamada de derrama.

A derrama começou a ser realizada em 1751. A partir de então, foi acionada algumas poucas vezes. Depois de se realizar um censo em que se indicava os bens e rendas dos moradores, funcionários do governo português, violentamente recolhiam uma proporção das rendas pessoais.

Resumidamente, a derrama foi uma espécie de cobrança forçada dos impostos atrasados.

Nascido num sítio no distrito de Pombal, próximo ao arraial de Santa Rita do Rio Abaixo, à época território disputado entre as vilas de São João del-Rei e São José do Rio das Mortes, nas Minas Gerais, da Silva Xavier era filho do português Domingos da Silva Santos, proprietário rural, e da brasileira Maria Antônia da Encarnação Xavier, tendo sido o quarto dos sete filhos. Em 1755, após o falecimento da mãe, segue junto a seu pai e irmãos para a sede da Vila de São José; dois anos depois, já com onze anos, morre seu pai. Com a morte prematura dos pais, logo sua família perde as propriedades por dívidas. Não fez estudos regulares e ficou sob a tutela de um padrinho, que era cirurgião. Trabalhou como mascate e minerador, tornou-se sócio de uma botica de assistência à pobreza na ponte do Rosário, em Vila Rica, e se dedicou também às práticas farmacêuticas e ao exercício da profissão de dentista, o que lhe valeu a alcunha Tiradentes, um tanto depreciativa. Não teve êxito em suas experiências no comércio.
Em 1780, alistou-se na tropa da capitania de Minas Gerais; em 1781, foi nomeado comandante do destacamento dos Dragões na patrulha do Caminho Novo, estrada que servia como rota de escoamento da produção mineradora da província ao Rio de Janeiro. Foi a partir desse período que Tiradentes começou a se aproximar de grupos que criticavam a exploração do Brasil pela metrópole, o que ficava evidente quando se confrontava o volume de riquezas tomadas pelos portugueses e a pobreza em que o povo permanecia. Insatisfeito por não conseguir promoção na carreira militar, tendo alcançando apenas o posto de alferes, patente inicial do oficialato à época, e por ter perdido a função de comandante da patrulha do Caminho Novo, pediu licença da cavalaria em 1787.

Morou por volta de um ano na cidade carioca, período em que idealizou projetos de vulto, como a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para a melhoria do abastecimento d’água no Rio de Janeiro; porém, não obteve aprovação para a execução das obras. Esse desprezo fez com que aumentasse seu desejo de liberdade para a colônia. De volta às Minas Gerais, começou a pregar em Vila Rica e arredores, a favor da independência daquela província. Organizou um movimento aliado a integrantes do clero e da elite mineira, como Cláudio Manuel da Costa, antigo secretário de governo, Tomás Antônio Gonzaga, ex-ouvidor da comarca, e Inácio José de Alvarenga Peixoto, minerador. O movimento ganhou reforço ideológico com a independência das colônias estadunidenses e a formação dos Estados Unidos da América. Ressalta-se que, à época, oito de cada dez alunos brasileiros em Coimbra eram oriundos das Minas Gerais, o que permitiu à elite regional acesso aos ideais liberais que circulavam na Europa.

Dentre os inconfidentes, destacaram-se os padres Carlos Correia de Toledo e Melo, José da Silva e Oliveira Rolim e Manuel Rodrigues da Costa, o tenente-coronel Francisco de Paula Freire de Andrade, comandante dos Dragões, os coronéis Domingos de Abreu e Joaquim Silvério dos Reis (um dos delatores do movimento), os poetas Cláudio Manuel da Costa, Inácio José de Alvarenga Peixoto e Tomás Antônio Gonzaga, ex-ouvidor.

Sobre a obra

Entrevista na Televisão Capixaba, (TV CAPIXABA), Canal 10, afiliada da Rede Bandeirantes de Televisão no Espírito Santo, do Poeta, Trovador, Professor e Historiador Capixaba, Clério José Borges de Sabt Anna, concedida ao Repórter Marcelo Carlos, no dia 21 de Abril de 2008, na casa de Clerio, na Rua dos Pombos, 2 – Eurico Salles – Serra – ES. Inconfidência Mineira. Heróis da Liberdade. Proclamação da República. Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. De Vila Rica para a forca por causa domínio Português (De Portugal). Vitória, ES, Brasil.

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Entrevista concedida na TV Capixaba, do Espírito Santo, pelo historiador Clério José Borges de Sant Anna, concedida a Marcelo Carlos em 21 de abril de 2008.
Entrevista concedida na TV Capixaba, do Espírito Santo, pelo historiador Clério José Borges de Sant Anna, concedida a Marcelo Carlos em 21 de abril de 2008.
Tiradentes: pintaram-no como Cristo, mas não há nem mesmo a certeza de que tenha morrido em 21 de abril de 1792. Uma farsa pintada pela república
Clério José Borges recebe das mãos do Vereador João de Deus Correia, TIO JOÃO, o título de HISTORIADOR DA SERRA NO DIA 13 DE SETEMBRO DE 2007.
Clério José Borges recebe das mãos do Vereador João de Deus Correia o título de HISTORIADOR DA SERRA NO DIA 13 DE SETEMBRO DE 2007.

BIOGRAFIA RESUMIDA: O Escritor, Historiador, Poeta e Trovador Capixaba, o Comendador Clério José Borges de Sant Anna, nasceu em 15 de setembro de 1950, no bairro de ARIBIRI, Município de Vila Velha, ES. Fundou e preside desde 1º de julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas CTC, que no dia 18 de novembro de 2017 transformou-se na ACLAPTCTC, Academia de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra. É morador do Município da Serra, ES, desde 1979 e Cidadão Serrano desde 26 de dezembro de 1994. Em 1987 concedeu inclusive entrevista em Rede Nacional, no programa “Sem Censura” da TV Educativa do Rio de Janeiro. No dia 11 de dezembro de 2014, uma entrevista de Clério José Borges ao repórter Mário Bonella, sobre as ruínas da Igreja de São José do Queimado, palco de uma Revolta de Escravos em 1849 foi exibida para todo o Brasil e inclusive para o Exterior através da Rede Globo de Televisão. Pertence a Academia de Letras de Vila Velha, antiga Academia de Letras Humberto de Campos.

Clério José Borges pertence ainda a Academia das Artes, Cultura e Letras de Marataízes e do Estado do Espírito Santo (Academia Marataizense de Letras), da Cidade de Marataízes, no sul do Estado; Academia Mateense de Letras, AMALETRAS, da cidade de São Mateus; Academia Iunense de Letras, da cidade de Iúna, na região do Caparaó; Acadêmico Correspondente, Cadeira 202, da Academia de Letras de Cachoeiro de Itapemirim. É Associado do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e do Clube de Intelectuais Franceses. Pertence ainda ao Movimento Poético Nacional, MPN, com sede no Estado de São Paulo; Sociedade de Cultura Latina do Brasil, com sede em Mogi das Cruzes, SP; Casa do Poeta Brasileiro, Poebras, de Porto Alegre, RS; Academia Petropolitana de Letras, da Cidade de Petrópolis, (RJ); Academia Brasileira da Trova, com sede no Rio de Janeiro e Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas, ALCEAR, bem como inúmeras outras entidades, Associações e Academias de Letras e Artes no Brasil e no Exterior.

Clério José Borges foi Jornalista dos Jornais A TRIBUNA e O DIÁRIO, de Vitória, ES, onde atuou de Foca a Chefe de Reportagem se especializando como comentarista e crítico de Filmes. Por designação do Governador do Estado foi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, de 1989 a 1993, onde foi eleito e atuou como Secretário e Vice-presidente do CEC-ES. Foi Conselheiro Suplente do referido Conselho de 1993 ao ano 2000. No dia 23 de março de 2000, toma posse como membro colaborador da Câmara de Literatura do Conselho Estadual de Cultura do Estado do Espírito Santo, com mandato de dois anos, encerrando em 2002, sua participação no referido Conselho.

Por designação do Prefeito Municipal foi Conselheiro Titular da Câmara de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Serra, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, por 14 anos, 09 meses e vinte dias. No dia 31 de julho de 2019, Clério José Borges foi reconduzido ao cargo de Conselheiro Titular da Área de Literatura, com mandato de 2019 a 2021. Clério esteve envolvido em lutas comunitárias desde 22/04/1979 quando foi um dos organizadores da Associação de Moradores do bairro onde reside, tendo sido o primeiro Vice-Presidente e, atuado posteriormente novamente como Vice-Presidente, Diretor de Jornalismo e Secretário Geral.

É Ministro da Palavra, da Comunidade Católica São Paulo, Paróquia São José Operário, desde dezembro de 2009 e pertence a Pastoral Familiar (preparação de noivos para o casamento junto com sua esposa Zenaide e Magnólia Pedrina Sylvestre) da referida Comunidade e Paróquia, desde 19 de março de 2005. É Senador da Cultura, representando o Espírito Santo perante o Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, desde 11 de maio de 2004. No dia 27 de março de 2015, na Cidade de São Mateus recebeu da AMALETRAS, a Comenda da ordem “Cecília Meireles”. Clério é Comendador com título conferido pela Assembleia Legislativa, desde o dia 07 de julho de 2015, quando foi agraciado com a Comenda Mérito Legislativo Rubem Braga, tendo recebido o título de Comendador, por indicação da Deputada Estadual Luzia Toledo.

Na cidade de Itabira, Estado de Minas Gerais, recebeu os seguintes Troféus: 1 – Troféu Carlos Drummond de Andrade. Recebido no dia 05 de junho de 2010, como Personalidades do ano de 2010. 2 – Troféu Pedro Aleixo, como Personalidade Brasileira Notável do ano de 2012, no dia 10 de março de 2012. 3 – No dia 06 de abril de 2013, Clério José Borges recebe em Itabira o Troféu Personalidade Notável 2013. 4 – No dia 24 de outubro de 2015, na 50ª festa dos “Destaques do Ano”, Clério recebeu o Troféu Carlos Drummond de Andrade, Edição Especial ouro, 50 anos. 5 – No dia 22 de outubro de 2016, Clério José Borges foi homenageado com o Troféu Machado de Assis, como intelectual do ano de 2016. Recebeu ainda na mesma cidade de Itabira em anos diferentes, os Troféus Castro Alves, João Guimarães Rosa e Madre Tereza de Calcutá.

Clério José Borges possui quinze livros publicados, sendo alguns individuais e outros como organizador de Coletânea e Antologias, destacando-se os livros, “Serra, Colonização de uma Cidade”; Trovas Capixabas; Trovadores dos Seminários da Trova; Trovadores Brasileiros da Atualidade; O Trovismo Capixaba; Alvor Poético; Serra em Prosa e Versos/Poetas e Escritores da Serra; Origem Capixaba da Trova e História da Serra (3 Edições) e a obra em forma de Livreto da Literatura de Cordel, “O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe”; Publicou ainda “Dicionário Regional de Gírias e Jargões”, obra realizada graças a Gírias e Jargões coletados através do seu trabalho como Escrivão de Polícia. Organizador de várias Coletâneas e Antologias, dentre os quais, “Quinta Cult”, um Sarau Poético realizado durante dois anos nos Shoppings Mestre Álvaro e Montserrat, na Serra, ES e, “Trovas Capixabas”. Também participante de várias Coletâneas e Antologias, entre as quais, “Poemas da Pérola Capixaba – Antologia – Volume III”, da Academia Marataizense de Letras, da cidade de Marataízes, (águas que correm para o mar), no sul do Espírito Santo e “Trovadores Capixabas”, este último em parceria com os Poetas Matusalém Dias de Moura, Geraldo Fernandes e Albércio Nunes Vieira Machado. Atuando como escritor, foi contemplado com Medalhas, Comendas, Diplomas e importantes homenagens, entre as quais, a medalha de mérito cultural “Afonso Pena” e o título de acadêmico imortal, ambos concedidos durante cerimônia em Belo Horizonte, presidida pelo Dr. Mário Carabajal, presidente fundador da Academia de Letras do Brasil. O livro “História da Serra”, de Clério José Borges, que conta a Colonização da Cidade da Serra, no Estado do Espírito Santo foi eleito em 1988, o Melhor Livro do Ano e a premiação foi recebida por Clério José Borges, em solenidade ocorrida no dia 08 de maio de 1999, no Teatro Municipal Paschoal Carlos Magno, localizado no Centro Histórico da Cidade de Mogi das Cruzes, no Estado de São Paulo. Organizador, desde 1981 dos Seminários Nacionais da Trova e dos Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores. Detentor de Diversos Títulos, Diplomas e homenagens.

Clério José Borges recebe das mãos do Vereador João de Deus Correia, TIO JOÃO,  o título de HISTORIADOR DA SERRA NO DIA 13 DE SETEMBRO DE 2007.
Clério José Borges recebe das mãos do Vereador João de Deus Correia, TIO JOÃO, o título de HISTORIADOR DA SERRA NO DIA 13 DE SETEMBRO DE 2007.

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