A corista Christine Daae consegue um papel importante quando La Carlotta abandona o ensaio da mais recente produção da companhia e é ovacionada na noite de estréia. O desfigurado e atormentado gênio da música que assombra as dependências da Ópera de Paris, se apaixonar pela encantadora corista e decidir transformá-la numa das maiores estrelas da ópera. Os problemas surgem quando ele encontra o namorado de infância de Christine, Raoul, por quem ela está apaixonada.

FANTASMA DA ÓPERA – CLÁSSICO DO CINEMA MUNDIAL – SINOPSE – FILME COMPLETO – MÚSICA FAMOSA.

Cinema Clássicos

O FANTASMA DA ÓPERA
Histórico: O Fantasma da Ópera foi inúmeras vezes transposto para os palcos e para a telas de cinema, quando fez um estrondoso sucesso, principalmente entre o grande público. A primeira versão de O Fantasma da Ópera para o cinema foi um filme mudo e em preto-e-branco, realizado em 1925, pelos estúdios da Universal, com Lon Chaney no papel do Fantasma. Seguiram-se outras versões igualmente populares, incluindo a da década de 1940, dirigida por Arthur Lubin, com Claude Rains no papel-título.

Fantasma da Ópera – Clássico do Cinema

Em 1962, o estúdio inglês Hammer produziu a sua versão, numa adaptação com enfoque mais humano e trágico do personagem. Sobre a produção britânica de 1962 do estúdio Hammer Film Productions, destaca-se que a mesma foi dirigida por Terence Fisher, sendo pela crítica francesa considerada sua obra-prima. Herbert Lom, conhecido pelo papel do Inspetor Dreyfus na clássica série The Pink Panther, interpreta o personagem-título. O filme foi distribuído pela Universal Pictures. Nesta adaptação cinematográfica de 1962, a história é ambientada na Londres vitoriana. O professor Petrie (Herbert Lom) é um compositor pobre, cuja obra não publicada é roubada pelo ambicioso e inescrupuloso Lorde Ambrose D’Arcy (Michael Gough), que prometera ajudá-lo a editar sua obra. Então, numa tentativa de impedir a impressão de sua obra, o professor é disfigurado por ácido nítrico. Christine Charles (Heather Sears) é uma jovem cantora lírica, que passa a ser ensinada secretamente por Petrie, que se tornara o Fantasma. No filme de 2004, o Roteiro mostra outra versão para a origem do Fantasma. Seria um menino que teria nascido desfigurado e que era usado por um inescrupuloso cigano como atração popular e que depois de matar o seu senhorio refugia-se nos porões do teatro onde é amparado e ajudado por uma menina que depois se transforma na Madame Giry (Miranda Richardson).

Já em 1974, foi criada uma versão rock-musical, dirigida por Brian De Palma e estrelada por Paul Williams, intitulada como O Fantasma do Paraíso. Já no teatro, há o célebre musical da Broadway escrito por Andrew Lloyd Webber, considerada a maior atração teatral de todos os tempos. Em 2004, foi novamente encenado para o cinema, dirigido pelo renomado diretor Joel Schumacher, com Gerard Butler na pele do fantasma, Emmy Rossum como Christine e Patrick Wilson Raoul, fechando o triângulo amoroso. O Fantasma da Ópera foi indicado ao Oscar em três categorias, (Melhor Direção de Arte; Direção de Fotografia e Música). O filme custou 96 milhões de dólares. Depois de pronto, a Universal comprou os direitos autorais dessa versão.

Livro – Le Fantôme de l’Opéra (O Fantasma da Ópera em português) é um romance francês escrito por Gaston Leroux, inspirada no livro Trilby de George du Maurier. Publicada pela primeira vez em 1910, foi desde então adaptada inúmeras vezes para o cinema e atuações de teatro, atingindo o seu auge ao ser adaptada para a Broadway, por Andrew Lloyd Webber, Charles Hart e Richard Stilgoe. O espectáculo bateu o recorde de permanência na Broadway (superando Cats), e continua em palco até hoje desde a estréia em 1986. É um dos musicais mais visto de sempre, tendo sido assistido por mais de 100 milhões de pessoas, e também a produção de entretenimento com mais sucesso que alguma vez existiu, rendendo mais de 5 bilhões de dólares.

Le Fantôme de l’Opéra foi inúmeras vezes traduzido para o português do Brasil, sendo que as versões mais difundidas são das editoras Ediouro e Ática. A preferência por essas versões devem-se à maior fidelidade à história originalmente criada por Gaston Leroux. Na obra original de Leroux, a ação desenvolve-se no século XIX, na Ópera de Paris, um monumental e luxuoso edifício, construído entre 1857 e 1874, sobre um enorme lençol de água subterrâneo. Os empregados afirmam que a ópera se encontra assombrada por um misterioso fantasma, que causa uma variedade de acidentes. O fantasma chantageia os dois administradores da Ópera, exigindo que continuem lhe pagando um salário de 20 mil francos mensais e que lhe reservem o camarote número cinco em todas as atuações.

Sinopse: A voz dele chama o nome dela, alimentando o seu talento extraordinário pelas sombras do teatro que a ingênua garota do coro, Christine Daae, fez de lar. Somente a mestra de balé Madame Giry sabe que o misterioso “Anjo da Música” de Christine é, na verdade, o Fantasma, um gênio musical desfigurado que assombra as catacumbas do teatro aterrorizando todos os artistas que vivem e trabalham ali. La Carlotta (Minnie Driver) é a diva de uma conceituada companhia teatral, que é responsável pelas óperas realizadas em um imponente teatro. Temperamental, La Carlotta se irrita pela ausência de um solo na nova produção da companhia e decide abandonar os ensaios. Com a estréia marcada para o mesmo dia, os novos donos do teatro não têm outra alternativa senão aceitar a sugestão de Madame Giry (Miranda Richardson) e escalar em seu lugar a jovem Christine Daae (Emmy Rossum), que fazia parte do coral. Christine faz sucesso em sua estréia, chamando a atenção do Visconde de Chagny (Patrick Wilson), o novo patrocinador da companhia. O Visconde e Christine se conheceram ainda crianças, mas ele apenas a reconhece na encenação da ópera. Porém o que nem ele nem ninguém da companhia, com exceção de Madame Giry, sabem é que Christine tem um tutor misterioso, que acompanha nas sombras tudo o que acontece no teatro: o Fantasma da Ópera (Gérard Butler).

Título Original: The Phantom of the Opera
Tempo de Duração: 2h23m / 143 minutos
Ano de Lançamento:2004. A estréia no Brasil ocorreu no dia 25 de Fevereiro de 2005
País de Origem: EUA
Gênero: Comédia Musical/Fantasia, com Roteiro de Andrew Lloyd Webber / Joel Schumacher
Produção: Odyssey Entertainment / Warner Bros.
Fotografia: John Mathieson.
Direção: Joel Schumacher – Nome de Registro Joel T. Schumacher. Nasceu a 29 de agosto de 1939, em New York City, Nova Iorque, EUA. Com o curso de Desenho Técnico, trabalhou até aos 35 anos como costureiro e desenhador de moda, colaborando em alguns filmes como figurinista. Tirou um curso breve de realizador de cinema e, em 1974, estreou-se como diretor profissional no telefilme The Virginia Hill Story (1974). Não satisfeito com o seu trabalho, decidiu tornar-se argumentista: o seu primeiro guião foi o da comédia Car Wash (1976), protagonizada por Richard Pryor, que teve modestos resultados de bilheteira. Seguiu-se o discreto musical negro Sparkle (1976) e o falhado The Wiz (1978), uma das raras incursões de Michael Jackson no cinema. O primeiro trabalho de Schumacher como realizador cinematográfico foi a comédia The Incredible Shrinking Woman (1981), onde a atriz Lily Tomlin desempenhou um triplo papel. O filme passou despercebido entre o público, mas recebeu elogios da crítica devido à sua direção artística. Seguiram-se St. Elmo’s Fire (1985), que projetou atores como Demi Moore, Rob Lowe e Andie MacDowell, The Lost Boys (Os Rapazes da Noite, 1987) e Cousins (Entre Primos, 1989), a primeira incursão do realizador no campo da comédia romântica. A década de 90 possibilitou a Schumacher a expressão de um cinema mais comercial. Esse trajeto iniciou-se com Flatliners (Linha Mortal, 1990), um drama sobrenatural sobre um conjunto de estudantes de Medicina que desenvolvem um processo arriscado de estudo da vida para além da morte. O filme, protagonizado por Julia Roberts e Kiefer Sutherland, foi um êxito. O realizador trabalhou novamente com Roberts no filme romântico Dying Young (A Escolha do Amor, 1991), onde encarnou uma enfermeira que aceita cuidar de um jovem (Campbell Scott) prestes a morrer de leucemia, acabando por apaixonar-se. Falling Down (Um Dia de Raiva, 1993) marcou uma abrupta rutura com a filmografia anterior de Schumacher. Violenta crítica à sociedade urbana, Michael Douglas desempenhou o papel de um executivo de Los Angeles que sucumbe psicologicamente ao stress profissional e a um casamento falhado, iniciando um percurso de violência gratuita. O seu projeto seguinte foi mais convencional: a adaptação do romance de John Grisham The Client (O Cliente, 1994), que valeu pelo excelente trabalho dos atores Tommy Lee Jones e, especialmente, de Susan Sarandon, nomeada para o Óscar de Melhor Atriz. Schumacher, devido à sua fama de não ultrapassar o orçamento das rodagens, foi a primeira escolha da Warner para substituiram Tim Burton na realização do terceiro filme da saga do homem-morcego: Batman Forever (Batman Para Sempre, 1995). A vivacidade e dinamismo do filme substituiu a visão gótica que Burton impôs nos filmes anteriores. Já o quarto filme Batman and Robin (Batman e Robin, 1997) desapontou o público pela inconsistência narrativa e pela falta de carisma de George Clooney, na composição do herói. Pelo meio, o realizador assinou um drama racial: A Time To Kill (Tempo de Matar, 1996), sobre um homem negro (Samuel L. Jackson) que é levado a tribunal por ter assassinado os violadores da sua filha. Assinou ainda Bad Company (Más Companhias, 2002), uma comédia policial com Anthony Hopkins e Chris Rock, Phone Booth (Cabine Telefónica, 2003), um thriller protagonizado por Colin Farrell, e The Phantom of the Opera (O Fantasma da Ópera, 2004), uma adaptação cinematográfica da obra homónima de Andrew Lloyd Webber, na qual participam Gerard Butler, Minnie Driver e Patrick Wilson, entre outros atores.

Elenco: Gerard Butler …. Fantasma Emmy Rossum …. Christine Daaé Patrick Wilson …. Visconde Raoul de Chagny Miranda Richardson …. Madame Giry Minnie Driver …. Carlotta Ciarán Hinds …. Firmin Simon Callow …. Andre Victor McGuire …. Piangi Jennifer Ellison …. Meg Giry Murray Melvin …. Reyer Kevin McNally …. Buquet James Fleet …. Lefevre Halcro Johnston …. Passirino Chris Overton …. Fantasma – jovem Jesika Cannon …. Christine – jovem Annabel Porter …. Meg – jovem Laura Lounsom …. Madame Giry – jovem Max Thomas …. Raoul – jovem

“O Fantasma da Ópera”, tocada ao vivo em abril de 1998 no Salão Royal Albert celebração de gala do 50 º aniversário de Andrew Lloyd Webber, por Sarah Brightman e Antonio Banderas. Sarah Brightman realiza cinco músicas durante o show, incluindo duetos com Michael Ball e O’Neil Dennis. A celebração é uma coleção repleta de estrelas de artistas uma ampla variedade de opções de alguns dos mais conhecidos Andrew Lloyd Webber produções musicais. O programa de uma hora inteira dois, dirigido por David Mallet, está disponível no lançamento do DVD 1999 “, de Andrew Lloyd Webber: The Royal Albert Celebration Hall”., De vídeo Polygram / ​​Universal Music A canção, “O Fantasma da Ópera”, apresenta música por Andrew Lloyd Webber e letras de Richard Stilgoe e é o título da canção a quebra de longa duração musical de mesmo nome. Sarah Brightman era o original Christine Daaé no West End inicial de 1986 e 1988 produções da Broadway.

OBSERVAÇÕES:

  • A adaptação de O Fantasma da Ópera para o cinema inicialmente seria feita em 1990, com Michael Crawford e Sarah Brightman como protagonistas. Entretanto o divórcio entre Sarah e Andrew Lloyd Webber, que ocorreu neste mesmo ano, fez com que o filme fosse adiado.
  • Shekhar Kapur esteve cotado para dirigir O Fantasma da Ópera.
  • Apesar de vários diretores terem sido cotados para dirigir O Fantasma da Ópera após seu adiamento em 1990, Joel Schumacher era a escolha preferencial de Andrew Lloyd Webber. O motivo da escolha foi Os Garotos Perdidos (1987), com o qual Webber ficou impressionado com a forma com a qual Schumacher lidou com a música do filme.
  • Antonio Banderas e John Travolta estiveram cotados para interpretar o Fantasma.
  • A atriz Keira Knightley chegou a fazer testes para interpretar a personagem Christine. Outras atrizes consideradas para o papel foram Anne Hathaway e Charlotte Church.
  • Katie Holmes chegou a ser contratada para interpretar Christine mas foi recusada pelo diretor Joel Schumacher, que a considerava muito velha para o papel.
  • Andrew Lloyd Webber deixou para Joel Schumacher a escolha do elenco do filme. Sua única exigência era que os próprios atores cantassem suas canções na história.
  • Emmy Rossum tinha apenas 16 anos na época das filmagens, a mesma idade que possuía sua personagem Christine na história.
  • Gerard Butler e Emmy Rossum jamais haviam visto uma encenação de “O Fantasma da Ópera” antes de suas contratações para o filme.
  • Eram necessárias 9 horas para que a caracterização de Gerard Butler como o Fantasma estivesse concluída.
  • Andrew Lloyd Webber compôs 15 minutos de novas músicas para o filme.
  • Na cena do incêndio as chamas exibidas em cena eram reais. Como Joel Schumacher queria realismo, os sets do teatro foram realmente queimados para a realização desta cena.
  • Foram contratados para o filme os mesmos escultores que prepararam os sets da versão teatral de “O Fantasma da Ópera” exibidida em Londres, na Inglaterra.
  • A dublagem para o espanhol foi feita pela equipe que encena “O Fantasma da Ópera” em Madri, na Espanha.
  • O Fantasma fala apenas 14 de suas linhas e canta o restante.
  • O roteiro foi escrito no sul da França em 1989 por Joel Schumacher e Andrew Lloyd Webber.
  • Na capa do filme, o fantasma aparece com a mascara no lado esquerdo do rosto, enquanto no filme a mascara é no lado direito

A Musica
The Phantom of the ópera é a música mais gravada de todos os tempos:
CHRISTINE: In sleep he sang to me In dreams he came That voice which calls to me And speaks my name And do I dream again? For now I find The Phantom of the Opera is there Inside my mind!
FANTASMA: Sing once again with me Our strange duet My power over you Grows stronger yet And though you turn from me To glance behind The Phantom of the Opera is there Inside your mind!
CHRISTINE: Those who have seen your face Draw back in fear I am the mask you wear…
FANTASMA: It’s me they hear!
AMBOS: Your/My spirit and your/my voice In one combined The Phantom of the Opera is there Inside your mind!
O Fantasma diz “Sing my angel of music, sing my angel, sing for me, sing my angel, sing for me!” enquanto Christine vocaliza em Lá. Após o segundo “Sing for me”, o Lá é emitido em sustenido.

Comentário crítico de Clério José Borges – Filme assistido em 06/03/2012:
A versão de 2004 dirigida por Joel Schumacher e estrelada por Gerard Butler, Emmy Rossum e Patrick Wilson, conta a história sobre a obsessão de um homem, de espírito atormentado, pela corista Christine. Ela o conhece como “anjo da música”. E ele utiliza disso para tê-la por perto e fazê-la alcançar seu potencial na música. Só que o amor entre ela e um visconde despertam a ira do fantasma. Os planos e tomadas do Diretor são o forte do filme. O ritmo ágil e os dez minutos iniciais mostram a competência da Direção. Em 1990 o filme estava prestes a entrar em produção, quando Webber se divorciou de Sarah Brightman, que seria a protagonista do filme. Anos depois após o mesmo injetar dinheiro do próprio bolso na produção, que finalmente o filme saiu do forno. Webber confiou a direção a Joel Schumacher, com quem já havia contatado há anos. O nome de Shekhar Kapur, o indiano que fez Elizabeth, chegou até a ser cogitado, mas Schumacher permaneceu no cargo, já que tinha inteira confiança de Webber. O problema então passou a ser a seleção do elenco, a cargo do diretor. Foram selecionados então jovens atores em ascensão em Hollywood que tinham o dom do canto. Analisando o filme observa-se que os três protagonistas, Fantasma, Christine e Raoul se mostram apáticos em seus papéis. O papel do recluso e atormentado “fantasma”, atormentado por uma obsessão por uma jovem e talentosa corista no século XIX, ficou com Gerard Butler. Outros nomes mais famosos, como Antonio Banderas, chegaram a ser cotados para o papel, mas Butler (Drácula 2000 e Lara Croft Tomb Raider 2: A Origem da Vida) foi o privilegiado e ficou com o papel. Ele realmente possui um sorriso atraente e olhos enigmáticos, essenciais para o personagem, mas está completamente descontrolado. Está exagerado e caricato. O roteiro não é lá grande coisa. O pai da órfão aparece enterrado num mausoléu central, o que é estranho para uma família pobre. O filme tem um figurino perfeito. A transição entre passado e presente, através do uso de imagens preto e brancas e coloridas, é ótima. Vale destacar a cena em que Raoul e Christine cantam no telhado do teatro, onde a direção se faz presente e observa-se a competência do Diretor, embora os atores aparecem frios e sem encantamento. Merece também uma atenção especial a última cena dos três: Fantasma, Christine e Raoul. Os cenários (indicados ao Oscar), são excessivamente exagerados, quase como alegorias carnavalescas. É de se admirar a excepcional fotografia de John Mathieson, também indicada ao Oscar. O filme possui várias canções clássicas e a “Learn to be Lonely”, foi indicada ao Oscar, mas aparece somente na subida dos créditos finais.

A corista Christine Daae consegue um papel importante quando La Carlotta abandona o ensaio da mais recente produção da companhia e é ovacionada na noite de estréia. O desfigurado e atormentado gênio da música que assombra as dependências da Ópera de Paris, se apaixonar pela encantadora corista e decidir transformá-la numa das maiores estrelas da ópera. Os problemas surgem quando ele encontra o namorado de infância de Christine, Raoul, por quem ela está apaixonada.

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