Cordel - Literatura de Cordel

CORDEL – LITERATURA DE CORDEL Manifestação Cultural Folhetos pendurados em Cordel (barbantes)

Folclore Literatura

Pesquisa do Escritor Clério José Borges. Permitimos a livre reprodução do conteúdo e agradecemos a citação da fonte.

CTC realizou homenagem ao Cordel.
CTC realizou homenagem ao Cordel.
Literatura de Cordel é, como qualquer outra forma artística, uma manifestação cultural. Por meio da escrita são transmitidas as cantigas, os poemas e as histórias do povo — pelo próprio povo.O nome de Cordel teve origem em Portugal, onde os livretos, antigamente, eram expostos em barbantes, como roupas no varal.A literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome que vem lá de Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes.No Nordeste do Brasil, herdamos o nome (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas.As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-espanhol da Idade Média e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, lá chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com características próprias daqui. Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva), 1900-1938 e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo, através de Kátia Maria Bóbbio Lima, Cordelista Capixaba, nascida em Conceição da Barra que possui mais de 100 títulos de Cordéis publicados; O Escritor Clério José Borges, também publicou o seu Livro de Cordel, O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe. Jacaraípe é um Balneário (Praia) do Município da Serra, no Espírito Santo. Mais recentemente, Roberto Vasco em Vitória também publica versos de Cordel. Na Serra o destaque é o poeta Juacy Lino Feu, residente na avenida Alfeu Ribeiro, ao lado da Igreja Batista, em Carapina. O Poeta Teodorico Boa Morte, Acadêmico da ALEAS, lançou um livro de Literatura de Cordel sobre a Insurreição do Queimado, uma Revolta dos Negros Escravos ocorrida no Distrito do Queimado, no Município da Serra em 1849.O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.

Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918), Rodolfo Coelho Cavalcante e João Martins de Athayde, (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.
Estrofe de quatro versos. A quadra iniciou o cordel, mas hoje não é mais utilizada pelos cordelistas. Porém as estrofes de quatro versos ainda são muito utilizadas em outros estilos de poesia sertaneja, como a matuta, a caipira, a embolada, entre outros.A quadra é mais usada com sete sílabas. Obrigatoriamente tem que haver rima em dois versos (linhas). Cada poeta tem seu estilo. Um usa rimar a segunda com a quarta. Exemplo:Minha terra tem palmeirasOnde canta o sabiá (2)As aves que aqui gorjeiamNão gorjeiam como lá (4).Outro prefere rimar todas as linhas, alternando ou saltando. Pode ser a primeira com a terceira e a segunda com a quarta, ou a primeira com a quarta e a segunda com a terceira. Vejamos estes exemplos de Zé da Luz: (ABAB ou ABBA)E nesta constante lidaNa luta de vida e morteO sertão é a própria vidaDo sertanejo do NorteTrês muié, três irimã,Três cachorra da mulestaEu vi nun dia de festaNo lugar Puxinanã.Estrofe ou estância de seis versos. Estrofe de seis versos de sete sílabas, com o segundo, o quarto e o sexto rimados; verso de seis pés, colcheia, repente. Estilo muito usado nas cantorias, onde os cantadores fazem alusão a qualquer tema ou evento e usando o ritmo de baião. Exemplo:Quem inventou esse “S”Com que se escreve saudade 1Foi o mesmo que inventouO “F” da falsidade 2E o mesmo que fez o “I”Da minha infelicidade 3Estrofe (rara) de sete versos; setena (de sete em sete). Estilo muito usado por Zé Limeira, o Poeta do Absurdo.Eu me chamo Zé LimeiraDa Paraiba faladaCantando nas escriturasSaudando o pai da coaiadaA lua branca alumiaJesus, Jose e MariaTrês anjos na farinhada.Napoleão era umBom capitão de navioSofria de tosse brabaNo tempo que era sadio,Foi poeta e demagogoNuma coivara de fogoMorreu tremendo de frio.Na septilha ele usa o estilo de rimar a segunda linha com a quarta e a sétima e a quinta com a sexta, deixando livres a primeira e a terceira.Estrofe ou estância (grupo de versos que apresentam, comumente, sentido completo) de oito versos: oito-pés-em-quadrão. Oitavas-a-quadrão.Como o nome já sugere, a oitava é composta de oito versos, ou oito linhas ou duas quadras, com sete sílabas. A rima na oitava difere das outras. O poeta usa rimar a primeira com a segunda e terceira, a quarta com a quinta e oitava e a sexta com a sétima. Todas as estrofes são encerradas com o verso: Nos oito pés a quadrão.
Vejamos versos de uma contaria entre José Gonçalves e Zé Limeira: – (AAABBCCB)Gonçalves:Eu canto com Zé LimeiraRei dos vates do TeixeiraNesta noite prazenteiraDa lua sob o clarãoSentindo no coraçãoA alegria deste canto *Por isso é que eu canto tanto *NOS

OITO PÉS A QUADRÃOLimeira:Eu sou Zé Limeira e tantoCantando por todo cantoFrei Damião já é santoDizendo a santa missãoEspinhaço e gangãoBatata de fim de rama *Remédio de velho é cama *
NOS OITO PÉS A QUADRÃO.Oitava na poesia popular, cantada, na qual os três primeiros versos rimam entre si, o quarto com o oitavo, e o quinto, o sexto e o sétimo também entre si.Estrofe de dez versos, com dez ou sete sílabas, cujo esquema rimático é, mais comumente, ABBAACCDDC, empregada sobretudo na glosa dos motes, conquanto se use igualmente nas pelejas e, com menos frequência, no corpo dos romances.Geralmente nas pelejas é dado um mote para que os violeiros se desdobrem sobre o mesmo.

Vejamos e exemplo com José Alves Sobrinho e Zé Limeira:
Mote:VOCÊ HOJE ME PAGA O QUE TEM FEITOCOM OS POETAS MAIS FRACOS DO QUE EU.
Sobrinho:Vou lhe avisar agora Zé Limeira <ADizem que quem avisa amigo é >BVou lhe amarrar agora a mão e o pé >BE lhe atirar naquela capoeira <APra você não dizer tanta besteira <ANesta noite em que Deus nos acolheu >CVocê hoje se esquece que nasceu >CE se lembra que eu sou bom e perfeito >DVocê hoje me paga o que tem feito >DCom os poetas mais fracos do que eu. >CZé Limeira:Mais de trinta da sua qualistriaNão me faz eu correr nem ter sobrossoEu agarro a tacaca no pescoçoE carrego pra minha freguesiaViva João, viva Zé, viva MariaViva a lua que o rato não lambeuViva o rato que a lua não roeuZé Limeira só canta desse jeitoVocê hoje me paga o que tem feitoCom os poetas mais fracos do que eu.Estrofe de 10 versos hendecassílabos (que tem 11 sílabas), com o mesmo esquema rímico da décima clássica, e que finda com o verso “cantando galope na beira do mar” ou variações dele. Termina, sempre, com a palavra “mar”.Às vezes, porém, o primeiro, o segundo, o quinto e o sexto versos da estrofe são heptassílabos, e o refrão é “meu galope à beira-mar”. É considerado o mais difícil gênero da cantoria nordestina, obrigatoriamente tônicas as segunda, quinta, oitava e décima primeira sílabas.Sobrinho:Provo que eu sou navegador românticoDeixando o sertão para ir ao miríficoMar que tanto adoro e que é o PacíficoEntrando depois pelas águas do AtlânticoE nesse passeio de rumo oceânicoEu quero nos mares viver e sonharBonitas sereias desejo pescarTrazê-las na mão pra Raimundo RolimPra mim e pra ele, pra ele e pra mimCantando galope na beira do mar.Limeira:Eu sou Zé Limeira, caboclo do matoCapando carneiro no cerco do bodeNão gosto de feme que vai no pagodeO gato fareja no rastro do ratoCarcaça de besta, suvaco de patoJumento, raposa, cancão e preáSertão, Pernambuco, Sergipe e ParáPará, Pernambuco, Sergipe e SertãoDom Pedro Segundo de sela e gibãoCantando galope na beira do mar.Estrofe composta de decassílabos, muito usada nos versos heróicos ou mais satíricos, nos desafios. Os martelos mais empregados são o gabinete e o agalopado.Martelo agalopado – Estrofe de dez versos decassílabos, de toada violenta, improvisada pelos cantadores sertanejos nos seus desafios.Martelo de seis pés, galope – Estrofe de seis versos decassilábicos. Também se diz apenas agalopado.Antigamente, quadra de versos de sete sílabas, na qual rimava o primeiro com o quarto e o segundo com o terceiro, seguindo o esquema abba.Hoje, verso de cinco ou de sete sílabas, respectivamente redondilha menor e redondilha maior.Literatura popular brasileira – Décima de redondilhas menores rimadas na mesma disposição da décima clássica; miudinha, parcela, parcela-de-dez.
Métrica:Arte que ensina os elementos necessários à feitura de versos medidos. Sistema de versificação particular a um poeta. Contagem das sílabas de um verso. Verso é a linguagem medida. Para medir devemos ajuntar as palavras em número prefixado de pés. Chama-se pé uma sílaba métrica. O verso português pode ter de duas a doze sílabas. Os mais comuns são os de seis, sete, oito, dez e doze pés. Como o verso mais comum, mais espontâneo é o de sete pés, comecemos nele a contagem métrica.
Exemplo:Minha terra tem palmeirasOnde canta o sabiáAs aves que aqui gorjeiamNão gorjeiam como lá.Eis como se contam as sílabas:
Mi | nha | ter | ra |tem | pal | mei|
Não contamos a sílaba final “ras” porque o verso acaba no último acento tônico. O verso a quem sobra uma sílaba final chama-se grave. Aquele a quem sobram duas sílabas finais chama-se esdrúxulo. O terminado por palavra oxítona chama-se agudo, como o segundo e o quarto do exemplo supra. Eis como se decompõe o segundo verso:
On | de | can | ta o | sa | bi |á|
Nesse verso “ta o” se leem como t’o formando um pé, pela figura sinalefa (fusão) . Sabiá, modernamente, se deve contar dissílabo, porque biá, em duas silabas, forma hiato. Em geral devemos sempre evitar o hiato, quer intraverbal, quer interverbal. Os autores antigos e os modernos pouco escrupulosos toleram muitos hiatos.

Sinalefa:Figura pela qual se reúnem duas sílabas em uma só, por elisão, crase ou sinérese.

Sinérese:Contração de duas sílabas em uma só, mas sem alteração de letras nem de sons, como, p. ex., em reu-nir, pie-da-de, em vez de re-u-nir, pi-e-da-de.As| aves | que a| qui | gor| jei |
Não | gor | jei| am | co | mo | lá |No caso o verso é um heptassílabo, porque só contamos sete sílabas. Se colocarmos uma sílaba a mais ou a menos em qualquer dos versos, fica dissonante e perde a beleza e harmonia.
Vale lembrar que quando a palavra seguinte inicia com vogal, dependendo do caso, pode haver a junção da sílaba da primeira com a segunda, como se faz na língua francesa. Exemplo:
Para verificar a quantidade de silabas podemos contar nos dedos. Vejamos neste trechinho de Patativa do Assaré:
Nes | ta | noi | te | pas | sa | gei | ra
1       2     3    4     5     6    7
Há | coi| sa | que | mui | to | pas | ma
1       2     3    4     5     6    7
Um mote:
Vou | fa | zer | se | re | na | ta | na | cal | ça | da
1       2     3    4     5     6    7    8    9    10
Da | me | ni | na | que a | mei | na | mi | nha | vi | da
1       2     3    4     5       6      7     8    9    10
RimaRimas consoantes:As que se conformam inteiramente no som desde a vogal ou ditongo do acento tônico até a última letra ou fonema. Exemplo: fecundo e mundo; amigo e contigo; doce e fosse; pálido e válido; moita e afoita.Rimas toantes:Aquelas em que só há identidade de sons nas vogais, a começar das vogais ou ditongos que levam o acento tônico, ou, algumas vezes, só nas vogais ou ditongos da sílaba tônica. Exemplo: fuso e veludo; cálida e lágrima; “Sem propósito de sonho / nem de alvoradas seguintes, / esquece teus olhos tontos / e teu coração tão triste.” Cecília Meireles, Obra Poética, p. 516.No caso da literatura de cordel nordestina, faz parte da tradição do gênero o uso de rimas consoantes. Se um folheto de cordel usa rimas toantes, o conhecedor de cordel pensa logo que o autor daquele folheto desconhece a existência destas regras. Um cordel escrito assim pode até ser um grande poema, mas não se pode dizer que se trata de ‘um cordel autêntico’.Fonte de Pesquisas:Dicionário AurélioPortuguês prático – Sivadi Editorial 
Escritores Capixabas, Kátia Maria Bobbio Lima e Clério José Borges, com os seus Livros da Literatura de Cordel.
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Literatura de Cordel
ACADÊMICO COMENDADOR CLÉRIO JOSÉ BORGESCURRICULUM CULTURAL E ARTÍSTICO
ENTRE OS VULTOS DE VITÓRIA,
SEM MEDO DE DESPAUTÉRIO,
QUEM TERÁ LUGAR NA HISTÓRIA
É O AMIGO POETA CLÉRIO.
TROVA DO SAUDOSO PROFESSOR
FRANCISCO FILIPACK, DE CURITIBA/PR

BIOGRAFIA – Poeta, Trovador, Historiador e Escritor Capixaba, o Comendador e Acadêmico Clério José Borges de Sant Anna nasceu no dia 15 de Setembro de 1950, em ARIBIRI, bairro da cidade de Vila Velha, no Estado do Espírito Santo. Filho da costureira Lyra Borges de Sant Anna e do estivador Manoel Cândido de Sant Anna. É Cidadão Serrano (Cidade da Serra, ES), desde o dia 26 de Dezembro de 1994, quando recebeu Diploma das mãos da então Vereadora Márcia Lamas e do então Prefeito da Serra, João Batista Motta. É Funcionário Público Estadual Aposentado no Cargo de Escrivão de Polícia Civil, após 35 anos de serviços prestados à Comunidade Capixaba, tendo recebido ELOGIOS e MEDALHAS. Trabalhou como Professor em diversas Escolas da Grande Vitória e ministrou Cursos Informativos e proferiu palestras em quase todas as cidades do Estado do Espírito Santo e algumas cidades do Estado de Minas Gerais. Em 1969 começa a trabalhar como Jornalista iniciante ou Estagiário, (na linguagem Jornalística o nome é Foca) no Jornal A Tribuna, de Vitória, ES. De “Foca” é logo promovido a Repórter, depois Redator, chegando a exercer o cargo de Chefe de Reportagem do Jornal “A Tribuna”, de Vitória, ES. O aprendizado e a experiência no Jornalismo, construída no convívio com profissionais do quilate de Cláudio Bueno Rocha, Vinícius Paulo Seixas, Plínio Marquini, Rubinho Gomes, Sérgio Egito, Pedro e Paulo Maia, levou a proferir palestras em diversas cidades sobre Iniciação ao Jornalismo e aos Meios de Comunicação, computando um total superior a 5 mil alunos, em várias cidades do Espírito Santo. Teve rápida passagem no Jornal “O Diário” da rua Sete de Setembro, no Centro de Vitória, ES. O registro de Clério José Borges como Jornalista, consta do livro “O DIÁRIO DA RUA SETE”, de Antônio de Pádua Gurgel. O Registro está na página 223 e consta na Reportagem intitulada “Nós somos os focas”, vários Jornalistas iniciantes explicavam aos leitores por que haviam optado pela profissão de Jornalista. Além do nome de Clério José Borges consta os nomes de, Mariângela Pellerano, Jorge Luiz de Souza, Jair Guilherme de Almeida, Toninho Rosetti, Newton Pandolpho Filho e José Antônio Mansur, na época recém-contratados. Interrompeu seu trabalho como Jornalista para servir o Exército, tendo ingressado no 38 BI – Batalhão Tibúrcio, em Vila Velha e estudado no Curso de NPOR (Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva), por aproximadamente um ano. Na época em que esteve no Exército continuou escrevendo para o Jornal A Tribuna como crítico cinematográfico, comentando semanalmente os filmes em exibição em Vitória, Capital do Estado. No final de 1974 resolve fazer Concurso Público para o cargo de Escrivão de Polícia Civil. Classificou-se em 1º Lugar, em Concurso Público para o cargo de Escrivão de Policia do Quadro Permanente do Serviço Civil do Poder Executivo do Estado do Espírito Santo, Certificado de Habilitação nº. 01, datado de 03 de Janeiro de 1975, data de homologação da classificação. Nomeação no Estado através do Decreto Nº. 151 – P, de 04 de março de 1975. Ingressou no Serviço Público Estadual a 28 de maio de 1975, onde trabalhou até 17 de Setembro de 2010, quando se aposentou com 35 anos de atividades como Escrivão e, com 37 anos, 02 meses e 19 dias de Tempo de contribuição. Foi Conselheiro Titular dos Conselhos Estadual de Cultura do Estado do Espírito Santo e do Conselho Municipal de Cultura da Cidade da Serra, ES, exercendo as funções de Secretário e Vice Presidente em diversas ocasiões e, emitindo pareceres e votando em várias proposições, como por exemplo, o Tombamento da Mata Atlântica, emitindo parecer sobre os Imóveis da Cidade de Muqui, bem como analisando as solicitações do uso dos benefícios da Lei de Incentivo à Cultura, “Chico Prego” e, diversas outras do interesse cultural das Comunidades Capixabas. Desde 11 de maio de 2004 é Senador da Cultura, representando o Espírito Santo perante o Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil. É o autor do Livro “História da Serra”, cuja 1ª Edição, foi eleita como a MELHOR publicação de 1998, no gênero prosa no Brasil. A cerimônia oficial de premiação foi realizada no dia 08 de maio de 1999, em solenidade presidida pela professora e Acadêmica, Maria Aparecida de Mello Calandra, IWA, Presidente da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, na cidade de Mogi das Cruzes – São Paulo. No dia 05/06/2010, na cidade de Itabira, MG foi agraciado com o Troféu Carlos Drummond de Andrade, como o Escritor do ano de 2010. No dia 10/03/2012, Clério recebe o Troféu Pedro Aleixo, em Itabira, MG, como Destaque Cultural de 2012. No dia 10 de março de 2012 recebe o “Troféu Personalidade Brasileira Notável do ano”, em solenidade realizada no palco do salão de festas da ATIVA, na cidade de Itabira, Minas Gerais.Em 2016 é agraciado, ainda em Itabira, MG, com o Troféu Machado de Assis, como Destaque Cultural do ano. No dia 31 de Janeiro de 2015, recebeu na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas o Troféu Especial, TROFÉU GRANDES NOMES DA CULTURA CONTEMPORÂNEA 2015. Participou como ator no filme “Queimado”, de João Carlos Christo Coutinho. O filme aborda a Revolta dos Negros Escravos do Distrito de Queimado em 1849. Participou de outros filmes documentários. É sempre solicitado a proferir depoimentos em vídeos sobre história e Trovas para estudantes da Rede Estadual e Pública. Comenda Mérito Legislativo Rubem Braga. No dia 07 de Julho de 2015, de acordo com a Resolução n.º 4.026, Clério José Borges foi agraciado com a Comenda Rubem Braga, tendo recebido Medalha e o título de Comendador das mãos da Deputada Estadual Luzia Toledo, no Plenário Dirceu Cardoso, da Assembléia Legislativa Estadual, em Vitória, ES. Fundou no dia 1º de Julho de 1980, o Clube dos Trovadores Capixabas, CTC. Foi o idealizador, Fundador e o primeiro Presidente, em 28 de Agosto de 1993, da Academia de Letras e Artes da Serra, ES, ALEAS. Clério José Borges pertence ainda ao Movimento Poético Nacional, MPN, com sede no Estado de São Paulo; Sociedade de Cultura Latina do Brasil, com sede em Mogi das Cruzes, SP; Casa do Poeta Brasileiro, Poebras, de Porto Alegre, RS; Academia PETROPOLITANA de Letras, da Cidade de Petrópolis, (RJ); Academia Brasileira da Trova, com sede no Rio de Janeiro e Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas, ALCEAR, bem como inúmeras outras entidades, Associações e Academias no Brasil e no Exterior. Clério José Borges, como Presidente do Clube dos Trovadores Capixabas organiza anualmente Seminários e Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores desde 1981. Promoveu e ajudou na organização de Congressos de Poetas Trovadores na Ilha de Paquetá e, em Magé, no Rio de Janeiro, em São Paulo Capital, na Sociedade Unificadas Augusto Motta, em Bonsucesso no Rio de Janeiro, em Porto Velho Rondônia com Kléon Maryan e, em Salvador, no Estado da Bahia.

BIOGRAFIA DETALHADA Historiador, Poeta e Trovador Capixaba, o Escritor, Comendador e Acadêmico, Clério José Borges de Sant Anna nasceu no dia 15 de Setembro de 1950, no bairro de Aribiri, no Município de Vila Velha, ES. Estudou no Colégio Nossa Senhora da Penha, dos Irmãos Maristas, em Vila Velha, ES, onde concluiu o curso Primário e curso Ginasial, tendo formação religiosa Católica. Na época havia aulas de Latim e era obrigatório nas aulas de Religião, decorar o Evangelho do Domingo. Estudou também o Curso de Técnico em Contabilidade, no Colégio Comercial do Espírito Santo, também em Vila Velha, tendo concluído o curso no ano de 1968. Diploma datado de 15 de Dezembro de 1968, assinado pelo Diretor João de Almeida Silva e pelo Secretário Aylton de Almeida. Clério José Borges é presidente do Clube dos Poetas Trovadores Capixabas CTC. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra e pertence as Academia de Letras de Marataízes, Academia de Letras da Cidade de São Mateus, Academia de Letras de Vila Velha, Academia de Letras de Cachoeiro de Itapemirim, Academia de Letras da cidade de Iúna, na região do Caparaó. Pertence ainda a Academia Brasileira da Trova, entidade cultural com sede no Rio de Janeiro. E Associado do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e do Clube de Intelectuais Franceses. Pertence ainda ao Movimento Poético Nacional, MPN, com sede no Estado de São Paulo; Sociedade de Cultura Latina do Brasil, com sede em Mogi das Cruzes, SP; Casa do Poeta Brasileiro, Poebras, de Porto Alegre, RS; Academia PETROPOLITANA de Letras, da Cidade de Petrópolis, (RJ); Academia Brasileira da Trova, com sede no Rio de Janeiro e Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas, ALCEAR, bem como inúmeras outras entidades, Associações e Academias no Brasil e no Exterior. Casou-se a 17 de fevereiro de 1979 com a comerciária Zenaide Emília Thomes Borges, tendo desta união nascido os filhos Clérigthom Thomes Borges, nascido em 1979 e Cleberson José Thomes Borges, nascido em 1981, mudando-se para o bairro Eurico Salles, no Município da Serra, ES. É morador da SERRA, ES, desde 1979. Fez os seus estudos iniciais no Colégio Nossa Senhora da Penha, dos Irmãos Maristas em Vila Velha. Durante o dia estudava o 2º Grau no Colégio Marista e à noite estudava o Curso de Técnico em Contabilidade. Formou-se como Técnico em Contabilidade no Colégio Comercial do Espírito Santo – Vila Velha – ES – Curso de Técnico de em Contabilidade, concluído no ano de 1968. Diploma datado de 15 de Dezembro de 1968, assinado pelo Diretor João de Almeida Silva e pelo Secretário Aylton de Almeida. No Colégio Marista foi redator do jornal “O Pioneiro”, órgão oficial do Grêmio Estudantil Nossa Senhora da Penha. Foi também por breve período, Assessor Técnico da Prefeitura Municipal de Vila Velha, em 1972, na Administração Max Freitas Mauro, tendo elaborado textos e Comunicados da Prefeitura Municipal, que foram distribuídos nas Comunidades de Vila Velha. Contista Infantil, Contos publicados no Jornal A GAZETINHA, suplemento Infantil do Jornal A GAZETA, de Vitória – ES, de 1966 a 1968, sob a Direção da Jornalista Glecy Coutinho. Em 1970 classificou-se em 3º lugar no Exame Vestibular da Faculdade de Direito da Cidade de Cachoeiro de Itapemirim. Naquele ano ficou em 5º lugar na classificação geral, pois dois candidatos empataram em primeiro lugar e dois empataram em segundo lugar. Eram 300 Candidatos para 100 Vagas. Faculdade na cidade de Cachoeiro era Particular e muitos estudantes da Capital Vitória, iam estudar em Cachoeiro, cidade localizada a pouco mais de 100 quilômetros de Vitória, já que a Faculdade admitia a presença nas sexta feiras e no sábado. Clério se inscreveu para estimular um amigo, Geraldo Nascimento, o Gernas, ao estudo. Clério passou e Gernas também. Um dos itens da prova do Vestibular foi falar sobre o Escritor José de Alencar. Como se diz na gíria popular, foi açucar no mel pois Clério já havia lido vários livros de José de Alencar, desde “Ubirajara” até o livro, “Iracema”, a virgem dos lábios de mel. Estudou em 1970, tendo comparecido várias aulas nos fins de semana. Cansou das viagens e, em 1971, abandonou o Curso na cidade de Cachoeiro, no sul do Estado. Em 1974 presta Exame Vestibular na Universidade Federal do Espírito Santo para Direito. Classificou-se em 11º Lugar no Exame Vestibular do Curso de Direito da UFES, Universidade Federal do Estado do Espírito Santo. Eram 300 Candidatos para 80 vagas. Iniciou o Curso de Direito em 1975. Em 1979 presta Vestibular para o Curso de Pedagogia, também na UFES. Classifica-se em 21º Lugar no Exame Vestibular em 1979. Iniciou o Curso de Pedagogia em 1980. Clério na Universidade Federal do Espírito Santo foi aluno da Professora de Língua Portuguesa, Dalva Marchezi. Estudou Filosofia com Dom Geraldo Lyrio Rocha, que em maio de 2007 durante a 45ª Assembléia Geral dos Bispos do Brasil, em Itaici, foi eleito Presidente da CNBB para o período que concluiu em 2011. Em suas atividades sociais e profissionais, Clério realizou e concluiu diversos outros Cursos, tendo vários Certificados e Diplomas. ATUAÇÃO COMO ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO. Como Universitário de Direito e Pedagogia Clério teve atuação de forma destacada no Projeto Rondon, um programa do Governo Federal que levava Universitários para atuarem em bairros e regiões carentes. Clério possui alguns Certificados de sua atuação Universitária: Certificado de Participação na II Semana Pedagógica, de 05 a 09 de Novembro de 1979. Carga horária: 40 horas. Promoção do Diretório Acadêmico do Centro Pedagógico da Universidade Federal do Espírito Santo. Data do Certificado: 24/11.1979. Certificado de Participação na SPAT – 😯 – Semana de Prevenção de Acidentes do Trabalho. Participação como UNIVERSITÁRIO PALESTRANTE. Diploma datado de 31 de Maio de 1980, assinado pelo Delegado Regional do Trabalho no Espírito Santo, José Pessoa Cavalcante. Palestra realizada na Escola ‘‘Clóvis Borges Miguel’’, na Serra Sede, para alunos do Segundo Grau. Certificado nº: 04/1/80, da Fundação Projeto Rondon. UNIVERSITÁRIO PALESTRANTE da Operação especial na Semana de Prevenção de Acidentes do Trabalho, no período de 26/06/80 a 30/06/80. Diploma datado de 12/06/1980, assinado pelo Prof. Domingos Gomes de Azevedo. Certificado nº 05/N/80, da Fundação Projeto Rondon, UNIVERSITÁRIO PARTICIPANTE da Operação especial’’ Pesquisa de Origem/ Destino das Viagens realizadas e Contagens de Tráfego na Grande Vitória. Período de 25/08 a 30/08 – 45 horas. Diploma datado de 22 de Outubro de 1980, assinado pelo Prof. Domingos Gomes de Azevedo, Coordenador Estadual do Projeto Rondon.

JORNAL NACIONAL – REDE GLOBO DE TELEVISÃOCLÉRIO JOSÉ BORGES NO JORNAL NACIONAL DA REDE GLOBO DE TELEVISÃO REPORTAGEM VEICULADA NO DIA 11 DE DEZEMBRO DE 2014. No dia 11 de Dezembro de 2014, o Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão veiculou uma Reportagem Especial sobre as Ruínas da Igreja de São José, localizada no Distrito do Queimado, atualmente Município da Serra, no Estado do Espírito Santo. O Repórter Mário Bonella entrevistou Clério José Borges, autor do Livro que fala sobre a colonização da Serra e o Acadêmico Aurélio Carlos Marques de Moura, como representante do Movimento Negro. O local foi palco de uma Revolta de Escravos em 1849, liderada por Chico Prego, João da Viúva Monteiro e Eliziário. A preocupação dos entrevistados era que o pouco das ruínas que existiam poderiam ruir e acabar nem existindo mais no local os vestígios de ter sido ali uma Igreja e palco de uma das mais importantes Revoltas de Escravos da Região Sudeste do Brasil. Eis a fala de Clério José Borges que foi para o ar, no JORNAL NACIONAL e que foi retransmitido para todo Brasil e que foi exibida também na GLOBO INTERNACIONAL e na GLOBO NEWS: Historiador Clério José Borges, (Foto: Reprodução, TV Gazeta), contou que negros organizaram revolta: Armados com facão, com armas, com rifles e tudo mais. Quando eles saíram, eles foram pelas fazendas da região, pelos sítios da região, arregimentando todos os outros negros e, com isso, foram organizando uma grande revolta”, contou o historiador Clério José Borges. Tropas foram enviadas do Rio de Janeiro para conter a revolta que durou quatro dias e terminou com a derrota dos escravos. NEM TINHA ACABADO A REPORTAGEM A ACADÊMICA CORRESPONDENTE E FUNDADORA DA ALEAS, CLEUSA LOURDES MADUREIRA VIDAL LIGAVA. ELA ESTAVA EM BRASÍLIA NO DISTRITO FEDERAL E TINHA ACABADO DE ASSISTIR A REPORTAGEM NO JORNAL NACIONAL. Depois da veiculação, a notícia da reportagem foi colocada no Facebook e surgiram vários comentários. Eis alguns: Dennise Pontes: Parabéns a matéria ficou ótima. Joaquim Carlos Trovador: Parabéns, Mestre Clério José Borges. Bela reportagem… Thiago Picoreti: Parabéns pela reportagem do Jornal Nacional. Assisti aqui na Rodoviária Novo Rio, no Rio de Janeiro. Antonio Aguiar: Show. Paulo Roberto Borges Schulz: Acabei de ver Tua Pessoa no JN, eu Sou Publicitário aqui no Sul, e Tenho Muita Admiração Pelos Historiadores deste Nosso Pais, Grande Abraço. Cara, Legal. Fica Com DEUS e Tudo de BOM. Fabiola Feu Ribeiro Fernandes: Parabéns, primo… Orgulho da nossa família. Beijo. Pedro Ornellas: Ligado na Globo. Zé Do Riso: Beleza pura, ficou filé a reportagem, que seja feita a restauração. Fabiola Feu Ribeiro Fernandes: Bela matéria, parabéns. Atila Santos: Foi muito legal, adorei, parabéns. Antonio Aguiar: Parabéns Clério José Borges ótimo depoimento histórico no JN. Esio Cavalcante Cavalcante: Grande historiador Clerio Borges levando o repórter Mario Bonella ao passado. Clério sabe tudo de historia, em especial de Serra, ES. Parabéns Dr. Clério, apesar de aposentado, voce enaltece o escrivanato e a população capixaba. Esio Cavalcante Cavalcante: Clerio, manda a matéria de sua participação para a Aepes postar no site e também no Site do Sindipol. Everaldo Guarani Kaiowá Nascimento: Vi a matéria no Jornal Nacional, hoje. Será que a restauração agora sai, Clério ? – Rogério Morais: curtiu. Rogério Morais: Parabéns aos ilustres Acadêmicos Clério José Borges e Aurélio Carlos por defender nosso patrimônio histórico cultural e cobrar de nossas autoridades governamentais restauro do sitio de Queimado. Ótima reportagem. Maria José Vettorazzi: Que bacana. Abçs. Neusa Maria Marchetti. Curtiram: Everaldo Guarani Kaiowá Nascimento, Suzie Mary, Lóla Prata: Clério José Borges. Oi ele aí, no JN! Te vi e admirei o entusiasmo, Lóla Prata. ADEMIR DA MATA: Prezado Clerio. Fiquei feliz em ver a sua atitude com relação à Igreja do Queimado. Há muito tempo venho comentando com colegas a precária situação em que se encontra aquela relíquia histórica do ES e não vejo ninguém tomando frente de um projeto que possa salvá-la. Há menos de 15 dias lá estive, fotografei e enviei para diversos órgãos, mas nem resposta me deram. No passado sugeri que pelo menos fizessem contenções temporárias e tempos depois instalaram os cabos, mas estão em situação crítica. O cemitério, praticamente acabou. Abraços. Suzi Nunes: Parabéns confrades… Júlio César Valadares Brahim e Edson Freitas curtiram isso. Antonia Thomes e outras 16 pessoas curtiram em Jornal Nacional – Rede Globo: Clerio Borges no jornal nacional da globo… Gilmar Marques e Geraldo Magela Da Silva Araujo curtiram isso. Maria Helena Birschner: Clério, quero parabenizá-lo pela preocupação com a nossa história. Sobre esse episódio dos escravos, confesso que nunca ouvi qualquer informação. Soraya Doellinger Assad: Clerio, vc estava super bem na reportagem. Parabéns. Odmar Pericles Nascimento: Caramba, Clério e compadre Aurélio no ar, e em edição nacional? Muito bom. Ana Paula Bonelli Lustoza: Pena estar tão abandonado. Uma história forte e digna de mais respeito….Se acabando a cada segundo, cada chuva… triste… por isso que o brasileiro é um povo sem memória. Hippolito Alves: Parabéns, Clério José Borges, pelo seu dom de divulgar e preservar nossa cultura. Angela Lino Verissimo: Parabéns confrade! Vi você ontem no JN. Léa Lu Vaebrasil: Clério, Delegado Cultural da Serra/ES em destaque na Rede Globo, Parabéns. Christina da Vitoria: Já tive o prazer de visitar, realmente e um lugar fantástico e o contexto histórico de muita importância. Christiano Menegatti, Jovany Sales Rey, Helder Mello e outras 55 pessoas curtiram isso. Hellen C Baroni Grattz: Parabéns, Clério José Borges. Driele Fortunato: Parabéns. Rose Duarte: Eu vi no JN, na Globo News e na Gazeta. Arrasou… Pedro Ornellas: Vi também. Divulguei. Vilma Daher Daher: Esse lugar é irado. Ivaldo Sagrilo: Meu amigo Clério, ta importante. Sandra Gomes Eu vi! Vcs arrasaram! Valeu. Flávio Serri e Michel Dal Col Costa curtiram isso. Sara Borges, Pablo Fraga curtiram isso. Alynne Obermüller com Aurélio Carlos em Jornal Nacional, Rede Globo: Meu pai Aurélio no Jornal Nacional de hoje…rs. Tá famoso. .. Parabéns, pai. Clarice Santos Santos: Parabéns. Clarice Santos Santos: Assisti sua reportagem na Globo internacional. Fabiana Thebaldi: Esse mundo é pequeno demais, ele é seu pai gente muito fina, ele fazia tratamento dentário, onde eu ajudava como atendente.

ACADEMIAS DE LETRAS E ENTIDADES CULTURAISACADEMIAS DE LETRAS E ENTIDADES CULTURAIS Clério José Borges é Presidente do Clube dos Trovadores Capixabas CTC e atual Vice Presidente da ALEAS, Academia de Letras e Artes da Serra, com mandato até 28 de agosto de 2018.Pertence as seguinte Academias de Letras do Estado do Espírito Santo:1 – Academia de Letras e Artes da Serra, presidida atualmente pelo Acadêmico, Dr. João Luiz Castello Lopes Ribeiro. É ACADÊMICO TITULAR, da cadeira nº 2, que tem como Patrono o Índio fundador da Serra, Maracajaguaçu. Voltou a presidir a ALEAS no período de 28 de agosto de 2012 a 28 de agosto de 2014.No dia 28 de Agosto de 2015 tomou posse como Vice Presidente da ALEAS com mandato até 28 de Agosto de 2017. Em agosto de 1993, elabora uma carta convocatória do Clube dos Trovadores Capixabas e remete-a para poetas e escritores conhecidos, marcando uma reunião de fundação da Academia de Letras e Artes da Serra. A reunião foi realizada na Câmara Municipal da Serra tendo ao final sido fundada a Academia com Clério como presidente executivo e Dr. Naly da Encarnação Miranda, ex prefeito da Serra em duas ocasiões, sido escolhido Presidente de honra e orador. Foi, portanto o idealizador da Academia de Letras e Artes da Serra já que a Carta de Convocação para a Reunião foi assinada por Clério José Borges como Presidente do CTC Clube dos Trovadores Capixabas. Em 06/08/2012 assume novamente a Presidência da ALEAS até 28/08/2014. Em 28/08/2016 assume a Vice Presidência da ALEAS até 28/08/2018. HISTÓRICO DA ALEAS: Fundou com o ex Prefeito da Serra, Naly da Encarnação Miranda, com o ex Vereador Carlos Dorsch e vários outros escritores, poetas e Trovadores, no dia 28 de agosto de 1993 a Academia de Letras e Artes da Serra, ALEAS, tendo Clério sido eleito o primeiro Presidente, presidindo a entidade até o dia 28 de agosto de 1995. É ACADÊMICO TITULAR, da cadeira nº 2, que tem como Patrono o Índio fundador da Serra, Maracajaguaçu. Voltou a presidir a ALEAS no período de 28 de agosto de 2012 a 28 de agosto de 2014. Atualmente foi eleito em 28 de Agosto de 2015, Vice Presidente da ALEAS.2 – Academia de Letras de Vila Velha, antiga Academia de Letras Humberto de Campos, presidida pelo Acadêmico Horácio Xavier. No dia 23 de maio de 1991, uma quinta feira, em solenidade presidida pelo Jornalista Jair Vianna Santos, por indicação do Escritor, Poeta e Médico, Mário Ribeiro, autor de “Retalhos Esparsos: poemas e trovas“, Clério José foi eleito e empossado como Acadêmico Titular da Academia de Letras “Humberto de Campos”, atual Academia de Letras de Vila Velha. Na ocasião Clério Borges foi saudado pelo Escritor Mário Ribeiro e pela Professora Valsema Rodrigues da Costa. Clério José Borges é titular da Cadeira Número 30, que tem como Patrono Afonso Cláudio de Freitas Rosa.3 – AMALETRAS – Academia Mateense de Letras, da cidade de São Mateus, presidida pela Acadêmica Dra. Marlusse Pestana Daher. No dia 31 de Agosto de 2013, Clério José Borges tomou posse como Acadêmico Correspondente da Academia Mateense de Letras da Cidade de São Mateus, no Norte do Estado do Espírito Santo. O Ofício convidando para a posse “na terra do Cricaré” foi assinado pela Presidente Dra. Marlusse Pestana Daher, e, tem o número 022/2013, datado de 15 de Agosto de 2013. COMENDA “CECÍLIA MEIRELES”. No dia 27 de Março de 2015, em solenidade realizada nos Salões do tradicional Clube Ouro Negro no Centro da Cidade de São Mateus, Clério José Borges recebeu da AMALETRAS, a Comenda da ordem “Cecília Meireles”. MEDALHA MARIA ANTONIETA TATAGIBA. No dia 18 de março de 2016, Clério José Borges recebe a Medalha “Maria Antonieta Tatagiba” da Academia Mateense de Letras, AMALETRAS, em solenidade realizada na auditório da Escola Conhecer, no Centro da Cidade de São Mateus, norte do Estado do Espírito Santo.4 – Academia de Artes, Cultura e Letras de Marataízes, presidida pela Acadêmica Bárbara Perez. Clério foi empossado na Academia das Artes, Cultura e Letras de Marataízes e do Estado do Espírito Santo (Academia Marataízense de Letras), em Solenidade realizada no dia 10 de maio de 2014, no Plenário do Poder Legislativo Municipal de Marataízes, ES – Câmara Municipal de Marataízes, na Avenida Lacerda de Aguiar, nº 113, Centro – Marataízes – Espírito Santo. No dia 14 de setembro de 2013, no Palácio das Águias em Marataízes-ES,durante os festejos em homenagem ao centenário Rubem Braga foram feitas outorga de Honrarias às personalidades da mais alta cultura do Estado do Espírito Santo e da Nação, tendo Clério José Borges recebido a Comenda Rubem Braga e um Diploma Especial.5 – Academia Iunense de Letras, da cidade de Iúna, na região do Caparaó, presidida pelo Acadêmico Dr. José Salotto. POSSE NA ACADEMIA IUNENSE DE LETRAS. A Academia Iunense de Letras, da Cidade de Iúna, ES, na quarta feira, dia 11 de Novembro de 2015, durante as comemorações do Bi centenário de Criação do Quartel do Rio Pardo, (antigo nome de Iúna), Sessão Solene Especial quando foram empossados oficialmente como Acadêmicos Correspondentes, os Poetas e Escritores Clério José Borges de Sant Anna, presidente do Clube dos Trovadores Capixabas, Edy Soares e Laudimar Gonçalves Galdino. O evento foi realizado com início às 19 horas, no Salão da 3ª. Idade de Iúna e contou com a presença do Prefeito Municipal da Cidade de Iúna, (região Caparaó), Rogério Cruz e do Secretario de Cultura, Esporte e Turismo de Iúna, Edmar Henriques da Costa. A solenidade foi presidida pelo Presidente da Academia, José Salotto Sobrinho.6 – Academia de Letras de Cachoeiro de Itapemirim. Clério José Borges é Acadêmico Correspondente, Cadeira 202.A Academia foi fundada no dia 12 de maio de 1962, inicialmente, a denominação de Academia Cachoeirense de Letras “Benjamin Silva”. Posteriormente o nome passou a ser Academia cachoeirense de Letras.7 – APALA Academia Pan-americana de Artes e Letras. No dia 1º de Julho de 2016, Clério José Borges recebeu a Moção de Mérito Literário e a titularidade de Acadêmico Correspondente e Membro Honorário da APALA, pelo trabalho de excelência que desenvolve em prol da Literatura Brasileira e Universal como artífice de Letras e Produtor Cultural no Brasil, nas Américas e no Mundo Lusófono, das mãos do Presidente Luiz Gilberto de Barros, o Luiz Poeta, na solenidade de abertura do XII Congresso Brasileiro de Poetas Trovadores em Guarapari, ES. O Diploma datado de 25 de Junho de 2016 é assinado pelo próprio Presidente Luiz Poeta e pela Primeira Secretária Marice Prisco.8 – FEBET – FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ENTIDADE TROVISTAS – RJ No dia 02 de Julho de 1983, em solenidade presidida pelo Escritor Paranaense e, radicado no Rio de Janeiro, Eno Teodoro Wanke ajudou a fundar e foi eleito Vice Presidente da FEBET – Federação Brasileira de Entidade Trovistas, com Sede Nacional no Rio de Janeiro. Manteve-se no cargo de Vice-Presidente por quatro mandatos de três anos cada, até 1995, quando em Julho, durante o XV Seminário Nacional de Trova, realizado em domingos Martins – ES foi eleito Presidente permanecendo no Cargo até o ano 2000, quando com o falecimento do líder Nacional Eno Teodoro Wanke, a entidade acabou sendo extinta. A FEBET chegou a possuir representantes em inúmeras cidades brasileiras, reunindo mais de 3000 filiados. Diploma de Sócio Fundador datado de 02 de Julho de 1983, assinado pelo Presidente, Escritor Eno Teodoro Wanke e Diploma de Representante da FEBET no Estado do Espírito Santo, datado de 20 de Janeiro de 1984, assinado pelo Presidente, Escritor Eno Teodoro Wanke.9 – ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL BELO HORIZONTE, MG No dia 23 de Agosto de 2011, em solenidade realizada na sede do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, na Rua Guadalajara, 1268, (sobreloja), Belo Horizonte, presidida pelo Dr. Mário Carabajal, Presidente Nacional Fundador da ALB – Academia de Letras do Brasil e com a coordenação geral da Acadêmica Sílvia de Lourdes Araújo Motta, Escritora, Poeta, Doutora em Filosofia Universal, Cadeira 2 (dois) de Minas Gerais, Presidente “pro tempore” da ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL-ALB de MINAS GERAIS, Clério José Borges recebeu a Medalha do Mérito Cultural AFONSO PENA e foi empossado como Acadêmico Imortal, seguidor de Platão.10 – ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES DO AMAZONAS. MANAUS, AM Em 22 de Julho de 1996 é admitido, por indicação do Dr. José Paulo de Souza Filho, como SÓCIO INTERESTADUAL da ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES DO AMAZONAS, DA CIDADE DE MANAUS, NO ESTADO DO AMAZONAS, recebendo a Carteira de Sócio nº 58, assinada pelo Presidente Gaitano Laertes P. Antonaccio. No dia 31 de Janeiro de 2015, recebeu na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas o Troféu Especial, TROFÉU GRANDES NOMES DA CULTURA CONTEMPORÂNEA 2015.11 – ACADEMIA CASTRO ALVES DE LETRAS SALVADOR, BAHIA Diploma datado de 14 de março de 1990, assinado pelo então Presidente Escritor Archibaldo Peçanha.12 – PALESTRA EM NOVA PRATA – RIO GRANDE DO SUL. PAINELISTA (PROFERIU PALESTRA EM UM PAINEL) NO 2º Congresso Brasileiro de Poesia e Encontro Latino de Casas de Poetas realizado nos dias 18, 19, 20 e 21 de Abril de 1991, em Nova Prata. Clério José Borges realizou palestras junto com o Escritor Eno Theodoro Wanke (RJ) e as Artistas da Rede Globo, Cláudia Alencar e Aracy Balabanian e o então Governador da Paraíba e Poeta, Ronaldo Cunha Lima.Diploma datado de 21 de Abril de 1991, assinado por Nelson Nilo Fachinelli; Erenita Maria Davi Postthgeher e João Carlos Schmitt, então Prefeito Municipal da Cidade de Nova Prata, Rio Grande do Sul.13 – ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA. CLÉRIO JOSÉ BORGES CONSTA COM SEUS DADOS PESSOAIS (VERBETE) NA ENCICLOPÉDIA BRASILEIRA, organizada por Afrânio Coutinho e J. Galante de Sousa e publicada com o Apoio do Ministério da Educação – Fundação de Assistência ao Estudante – Rio de Janeiro, 1990. Clério José Borges está no Volume 1, Página 335. A Obra possui dois volumes e um total de 1.380 páginas. O Clube dos Trovadores Capixabas, fundado por Clério José Borges, encontra-se registrado na referida Enciclopédia na página 439. Os dois Volumes da Enciclopédia foram um presente do Escritor Eno Teodoro Wanke, entregues solenemente, durante a Abertura do X Seminário Nacional da Trova, realizado na primeira Semana de Julho de 1990, em Sessão Solene, no interior do Palácio do Governo do Estado do Espírito Santo, em Vitória – ES. No dia em que se comemorava 10 anos de Neotrovismo e do CTC. Assim o Movimento dos Trovadores Capixaba era reconhecido internacionalmente através de uma Enciclopédia Oficial de Literatura Brasileira. VERBETE no Dicionário dos Poetas Contemporâneos, edição de 1988 e na Edição de 1991, onde consta dados Biográficos e Bibliográficos, na página 83. O Dicionário foi organizado pelo Saudoso Escritor Francisco Igreja, do Rio de Janeiro.14 – CLUBE DOS TROVADORES CAPIXABASCTC – Na Serra também funciona a sede provisória do Clube dos Trovadores Capixabas, CTC. Fica na rua dos Pombos, 2, Eurico Salles, na própria residência do Presidente Clério José Borges. O CTC é uma entidade cultural sem fins lucrativos de divulgação da Trova (composição poética de quatro versos, com rima e sentido completo) e da Poesia em geral. O CTC é Utilidade Pública na Serra e no Estado do Espírito Santo. A entidade realiza anualmente os Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores, reunindo Artistas, Escritores, Jornalista e Poetas Trovadores de diversas cidades brasileiras. A entidade é presidida pelo Poeta Trovador e Escritor Capixaba, Clério José Borges. (www.clerioborges.com.br). O Clube dos Trovadores Capixabas, CTC é uma entidade cultural sem fins lucrativos de divulgação da Trova e da Poesia em Geral. Foi fundado por Clério José Borges, Trovador Capixaba, com base numa idéia do escritor Eno Theodoro Wanke, a 1º de Julho de 1980, na cidade de Vila Velha, estado do Espírito Santo. Para comemorar o aniversário do CTC, foram organizados anualmente os SEMINÁRIOS NACIONAIS DA TROVA. O CTC hoje é uma entidade atuante e possui mais de 1.500 sócios no Espírito Santo, no Brasil e no exterior. São sócios Fundadores, Efetivos e Correspondentes. O Movimento Trovista, que havia sido expressivo no Espírito Santo em 1967,1968, 1969 e 1970, voltou a ser reativado no Espírito Santo em 1980. Clério José Borges era estudante Universitário do Curso de Pedagogia na Universidade Federal do Estado do Espírito Santo – UFES. Coube-lhe fazer um trabalho sobre Trovadorismo Medieval. O Trabalho era em grupo e foi apresentado posteriormente por Clério em Sala de Aula, na Universidade. Na mesma época Clério cursava Direito na Ufes, mas interrompera o Curso para cursar Pedagogia. Para fazer seu trabalho, Clério recorreu a Biblioteca da Universidade do Espírito Santo e topou, por acaso, com o livro “O Trovismo”. Resolveu consultá-lo e observando que Eno Teodoro Wanke havia omitido as promoções da UBT de Vitória e Vila Velha, inclusive o Concurso de Trovas tema Pelé, escreveu para o autor do livro ocasião em que pergunta-lhe como fazer para renovar o Trovismo localmente. Wanke desculpou-se da omissão, pois, em suas pesquisas, não tinha podido contar com os dados finais da UBT do Rio de Janeiro, já que esta o considerava, por motivos de ter se desentendido com Luiz Otávio, como persona non grata. No entanto, é preciso reconhecer que é a obra de Eno Teodoro Wanke — e só ela, já que até o momento ainda não apareceu nada tão profundo e detalhado como ela sobre o trovismo — que preservará para o futuro todo a história do trabalho de Luiz Otávio. Paulo Rónai chamou Wanke o “historiador e o teórico” do movimento. São coisas da literatura pátria… Quanto à indagação de Clério, e tendo em mente o então Clube dos Trovadores do Vale do Paraíba, sob a presidência de Francisco Fortes, respondeu: “Funde um Clube !.” Foi o que Clério fez, fundando a 1º de Julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas ( CTC ) lançando, ao mesmo tempo, um Concurso de Trovas, com os temas Vitória, Capixaba e Anchieta, que alcançou inúmeros participantes, tendo sido recebidas mais de mil trovas. Para fundar a entidade, Clério não se fez de rogado. Convidou dois primos que apreciam poesias e entre um bate-papo e outro, fundou o CTC, organizando na hora um Estatuto e formando uma Diretoria. Clério Presidente; Luiz Carlos Braga Ribeiro como Secretário e José Borges Ribeiro Filho como Tesoureiro. Com a divulgação na Imprensa Nacional do Concurso temas Vitória, Anchieta e Capixaba, Trovadores do Espírito Santo e do Brasil foram se filiando ao Clube. Logo uma nova Diretoria foi formada criando-se e preenchendo-se novos cargos. Parece, contudo, que o grande segredo do sucesso do CTC foi a constância. Clério mantinha uma constância, remetendo regulamento do Concurso para todos os endereços de Trovadores aos quais tinha acesso. Mandando Cartas e espalhando o nome do CTC no Brasil e Exterior. Logo foi criado um Jornal Mimeografado denominado Beija Flor, divulgando Trovas e Trovadores do Espírito Santo e do Brasil. São feitos inicialmente trezentos exemplares, remetidos pelo Correios para trovadores, cujos endereços eram fornecidos por Eno Teodoro Wanke e recolhidos por Clério, de livros, principalmente os livros de Antologia feitos por Aparício Fernandes de Oliveira que sempre traziam uma bibliografia dos Trovadores, com endereço no final. O imediato lançamento de um Concurso de Trovas a nível Nacional com os Temas Vitória, Anchieta, Capixaba, parece também ter sido a razão maior da divulgação e do sucesso do Clube dos Trovadores Capixabas. Segundo o Jornal “O Nacional”, de Passo Fundo – RS, de 30 de Julho de 1980: “O Concurso receberá Trovas até 15 de Setembro de 1980 e o primeiro colocado receberá uma Rosa de Prata.” Outros Jornais no Brasil e Exterior divulgam o Concurso e o CTC e o resultado passa a ser o recebimento de inúmeras Trovas, mais de mil, de centenas de Trovadores e várias Cartas de Trovadores Brasileiros associando-se ao CTC, tanto que em 1981, um ano após a sua fundação o CTC já possuía mais de 500 sócios no Espírito Santo e no Brasil. Entrevistas são concedidas a emissoras de rádio e Televisão e o CTC amplia seus horizontes com mais adeptos e admiradores. Em “A Gazeta”, de Vitória, de 13 de Julho de 1981 consta que: “Não se pode negar que há uma grande receptividade popular em torno da Trova. Pelo menos, poucos são os Concursos no Espírito Santo que conseguem ter mais de 500 concorrentes. E um Concurso de Trovas chegou a ter mil. Foi no ano passado quando se propuseram três temas: Vitória, Anchieta e Capixaba ( … ) Trovadores de todo o Brasil se reuniram no Concurso e depois diversos outros Concursos foram feitos.” Fundador e Presidente do CLUBE DOS TROVADORES CAPIXABAS – CTC, entidade cultural sem fins lucrativos de divulgação da Poesia e da Trova. Fundado a 1º de Julho de 1980, no Espírito Santo até os dias atuais, mais de 35 anos depois de sua fundação, o CTC é uma entidade cultural atuante, já tendo realizado 20 Seminários Nacionais da Trova no Espírito Santo e 12 Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores reunindo Trovadores do Brasil. Portugal e Argentina. O CTC possui mais de 800 sócios em todo o Brasil e, é conhecido Internacionalmente. A Diretoria do CTC já organizou e realizou Congressos de Trovadores em Salvador, São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. Clério José Borges além de já Ter concedido entrevistas em programas de televisão no Rio de Janeiro e São Paulo (Programa SEM CENSURA, no Rio de Janeiro, com Leda Nagle e na TV Bandeirante em São Paulo), já proferiu PALESTRAS sobre A TROVA e o NEOTROVISMO em Congressos e Encontros de Escritores e Poetas realizados em várias partes do Brasil, como por exemplo: NOVA PRATA – RS; PORTO ALEGRE – RS; PORTO VELHO – RONDÔNIA; RECIFE – PERNAMBUCO; SALVADOR – BAHIA; RIO DE JANEIRO; SÃO PAULO; BRASILIA; TIMÓTEO – MINAS GERAIS; CAMPOS – RJ; BRASILIA – DISTRITO FEDERAL; GAMA – DISTRITO FEDERAL, ALÉM DE VÁRIAS CIDADES DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO, COMO BARRA DE SÃO FRANCISCO; COLATINA; SÃO MATEUS; LINHARES; IBIRAÇU; JOÃO NEIVA; SERRA; FUNDÃO; VITÓRIA; VILA VELHA; GUARAPARI; CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM; AFONSO CLÁUDIO; DOMINGOS MARTINS.

ATIVIDADES LITERÁRIAS DE CLÉRIO JOSÉ BORGESFEBET – Representante da FEBET no Espirito Santo e eleito seu primeiro Vice- Presidente Nacional, em 1984. Manteve-se no cargo de Vice-Presidente por quatro mandatos de três anos cada, até 1995. Diploma de Representante datado de 20 de Janeiro de 1984 assinado pelo Presidente, Escritor Eno Teodoro Wanke. SÓCIOS de nº 2430 da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES, DE SÃO PAULO. Admitido em 17 de Junho de 1986. A UBE é uma das mais importante Entidades Culturais do Brasil, congregado hoje cerca de 5 mil associados em São Paulo e no Brasil. MEMBRE D’ HONNEUR do CLUBE DOS INTELECTUAIS FANCESES, Paris – França. Diploma conferido em 10 de Setembro de 1987. ACADÊMICO BENEMÉRITO “AD HONOREM” do Centro de Cultural, Literário e Artístico de FELGUEIRAS – Portugal. Jornal de Figueiras. Diploma datado de 22 de Junho de 1982. SÓCIO Correspondente da Academia de Letras “José de Alencar”, de Curitiba –Paraná – Diploma datado de 04 de Outubro de 1985, assinado pelo Presidente Escritor Vasco José Taborda. SÓCIO Correspondente, Cadeira nº 51, Patrono Gabriel Kopke Fróes, da Academia Petropolitana de Letras de Petrópolis – RJ. Diploma datado de 29 de abril de 1987, assinado pelo Presidente Joaquim Eloy Duarte dos Santos. Registro no livro nº 03 sob o nº 87030051, em 29/04/87. Diploma de Titular da Academia Panamericana de Letras e Artes. Diploma datado de 11 de Novembro de 1989, assinado pela Escritora Sônia Vasconcellos- Campos – RJ. Presidente da SOCIEDADE DE CULTURA LATINA DO BRASIL, eleito em São Paulo em 1990, com apoio do Prof. Joaquim Duarte Batista. Permaneceu no cargo até 1994, quando foi eleito Vice- Presidente da SCLB, tendo sido eleita Presidente a Escritora de Mogi das Cruzes – SP, Maria Aparecida de Mello Callandra. É Presidente da Sociedade Cultural Latina do Espirito Santo. ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DOS ESCRITORES DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO – APES – Organizou E Fundou a 06 de Fevereiro de 1987, com o Escritor, José Luiz Pereira Passos, a APES, cuja a reunião da fundação foi convocada por EDITAL PÚBLICO no Diário Oficial do Estado, no dia 04 de Fevereiro de 1987. A APES foi registrada na Delegacia do Ministério do Trabalho do Estado do Espirito Santo, sob o nº 156, no livro 02, fls. 156, no dia 23 de Fevereiro de 1987. José Luiz foi o primeiro Presidente e Clério Borges, Secretário Geral e Vice. Posteriormente em reunião plenária de 19 de março de 1988, no AUDITÓRIO DA REDE GAZETA DE COMUNICAÇÃO, Clério José Borges, assumiu a Presidência da APES. Com a Constituição Brasileira de 1988, a APES, transformou-se em SINDICADO DOS ESCRITORES DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO, em Assembléia Geral realizada no dia 11 de Janeiro de 1990, na Área de Exposições da Galeria Homero Massena, no Centro de Vitória, Permanecendo Clério Borges na Presidência. O Sindicato ficou de Compromissos, não encontra tempo para cuidar do Sindicato. Foram convocadas Assembléias para eleição de nova Diretoria, mas não houve “quorum”. Os Livros de Atas e Livro de Registro de Sócios foram organizados por Clério Borges. SÓCIO DO MPN – Movimento Poético Nacional, com sede em São Paulo. Delegado do Movimento Poético em São Paulo – Certificado datado de 03 de Janeiro de 1996, assinado pelo Presidente Wilson de Oliveira Jasa, nomeando Clério José Borges – Delegado do Movimento Poético em São Paulo em Carapina – Es, para o ano d 1996. O Movimento Poético em São Paulo foi Fundado em 12/09/80. PRESIDENTE E FUNDADOR da CASA DO POETA BRASILEIRO, SEÇÃO DO ESPÍRITO SANTO – Entidade filiada a Casa do Poeta Brasileiro âmbito Naiconal, presidida em PORTO ALEGRE – RS, pelo Escritor Nelson Fachinelli. De 1990 a 1992. PRESIDENTE DE HONRA da Casa do Poeta Brasileiro – ES, em 1992, quando assume a Presidência Executiva a Escritora Sandra Geralda Amorim Borges. Sócio nº 22 do Clube Baiano da Trova, admitido pelo ‘‘Rei’’ da Literatura de Cordel, Rodolfo Coelho Cavalcante, em 28 de Outubro de 1981. Sócio de Honra do Clube da Trova de Cariacica, fundado por Josefa Telles de Olvieira. Diploma datado de 24 de junho de 1984. Sócio Correspondente e Efetivo do Clube da Trova do Vale do Paraíba, admitido em 14 de Julho de 1983, Guaratinguetá – Estado de São Paulo. Diploma assinado pelo Presidente Poeta Francisco José de Castro Fortes. Acadêmico Titular da Academia de Letras Municipais do Brasil e eleito primeiro Presidente no Espírito Santo. Diploma de São Paulo , datado de 25 de Abril de 1985, assinado pelo Presidente Antenor Santos Oliveira e pelo Secretário Geral, Rubens Cintra Damião. Permaneceu no Cargo de Presidente até Julho de 1988. Sócio Delegado e Diretor – Representante do Núcleo Cultural Português, de Vitória – ES. Nomeado por Santa Inèze da Rocha e Antônio Soares, de Porto Alegre – Rio Grande do Sul. Diploma datado de 05 de Dezembro de 1985. Exerceu a atividade até Julho de 1987. Membro Correspondente da Casa de Cultura de Itaberaba – Bahia, Diploma conferido em 24 de Novembro de 1984. Membro Correspondente do Grupo A.L.E.C. de Corumbá – Mato Grosso do Sul. Diploma datado de 11 de Outubro de 1984, assinado por Presidente Benedito C. G. Lima. Membro Correspondente do Centro Cultural ‘‘Prof. Faris Michaele’’. De Ponta Grossa – Paraná. Diploma datado de 20 de Junho de 1989, assinada pela Presidente Leonilda H. Justus e pela Vice-Presidente Sônia M. D. Martelo. Sócio Representante do Clube dos Escritores, Trovadores e Poetas de Conceição da Barra – Espírito Santo. Diploma assinado pela Presidente Vilma de Fátima Araújo, 1986 Sócio Correspondente do Centro Cultural ‘‘José Hernández’’ de Sant’Anna do Livramento, Rio Grande do Sul. Carteira datada de 08/07/83, assinada pelo Presidente Paulo César G. Gugginana. Sócio do Clube de Poetas e Escritores ‘‘Eunice Siqueira Tristão’’, da Casa da Cultura de Afonso Cláudio – ES. Carteira concedida, em 1992, pelo Benemérito da entidade, José Saleme. O Clube é da Fundação Jônice Tristão e o Presidente era o Poeta, Elias Mendes. Sócio de outras Entidades Culturais do Brasil, como Clube da Poesia e da Trova de Governador Valadares – MG ; Clube dos Trovadores da Associação de Imprensa de Pernambuco, presidido por Alba Tavares Correia e outros. ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES DO AMAZONAS Em 22 de Julho de 1996 é admitido, por indicação do Dr. José Paulo de Souza Filho, como SÓCIO INTERESTADUAL da ASSOCIAÇÃO DO ESCRITORES DO AMAZONAS, DA CIDADE DE MANAUS, NO ESTADO DO AMAZONAS, recebendo a Carteira de Sócio nº 58, com validade até Dezembro de 1999, assinada pelo Presidente Gaitano Laertes P. Antonaccio.

HONRARIAS, MEDALHAS E PRÊMIOS LITERÁRIOSCIDADÃO SERRANO TÍTULO DE CIDADÃO SERRANO, CONFERIDO PELA CÂMARA MUNICIPAL DA SERRA de acordo com o Decreto Legislativo nº 05, de 14 de Dezembro de 1994, ‘‘EM RECONHECIMENTO AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICÍPIO’’ Diploma em Chapa com Gravação Especial, datado de 26 de Dezembro de 1994 e assinado pelo Presidente da Câmara Municipal da Serra, Vereador João Luiz Teixeira Corrêa. A indicação para a Cidadania Serrana Câmara Municipal, foi apresentada pela Vereadora do PSB da Serra, Professora Izolina Márcia Lamas da Silva. PERSONALIDADE DE VILA VELHA – 1973 ELEITO PERSONALIDADE DE VILA VELHA NO SETOR PROMOÇÕES OD DIA 1º DE FEVEREIRO DE 1973. O DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO FOI ENTREGUE EM SOLENIDADE ESPECIAL NA SEDE DO OLÍMPICO ESPORTE CLUBE E ESTÁ ASSINADO PELAS SEGUINTES PERSSOAS: ANTÔNIO GUIMARÃES SILVA, SECRETÁRIO MUNICIPAL DE TURISMO; JAIR VIANA SANTOS, SOCIEDADE, JORNALISTA SOCIAL E MAURO RODRIGUES DA COSTA, IMPRENSA, REPRESENTANDO O JORNAL A GAZETA. NO TEXTO DO DIPLOMA CONSTA: ‘‘ A imprensa e a Sociedade de Vila Vela, tem a honra de conferir o presente Diploma ao Sr. Clério José Borges de Sant’Anna, pelos valiosos serviços prestados à Comunidade durante o ano de 1973, no setor promoçoes.’’ DIPLOMA CULTURAL 1990 Condecorado em Palanque em Praça Pública, no dia 23 de maio de 1990, dia do MUNÍCIPIO DE VILA VELHA, com o diploma cultural de HONRA AO MÉRITO. O Diploma é assinado pelo Prefeito Municipal, Dr. Jorge Anders e pelo Secretário Municipal de Cultura, Turismo e Esporte, Ivan Ramalho. No Diploma consta o seguinte: ‘‘A Prefeitura Municipal de Vila Velha, através de sua Secretaria de Cultura, Turismo, Esporte, concede o Diploma de Honra ao Mérito ao Sr. Clério Borges de Sant’Anna por sua relevante contribuição na área cultural do nosso Município, Vila Velha – ES. 23 de Maio de 1990. CAVALEIRO COMENDADOR da Ordem da Redenção da Casa Soberana Real e Imperial Balta – Theodosiana – Valentiniana, Real do Bósforo, pelo Decreto Real 264/81-A/1, assinado por sua Majestade Rei Pascal I, do Bósforo, DIPLOMA EM INGLÊS E JUNTO O CERTIFICADO DA MEDALHA DE MÉRITO DE ANATÓLIA CONCEDIDA PELO REI PASCAL I (PASCAL BANDEIRA MOREIRA.) SEGUNDO LUGAR, com Prêmio em Dinheiro, no Concurso Literário sobre Humberto de Campos realizado em 1971, pela Academia de Letras ‘‘Humberto de Campos’’, de Vila Velha. MAGNÍFICO TROVADOR – Diploma conferido em 18 de março de 1986, em Salvador Bahia, assinado por Rodolfo Coelho Cavalcante, da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel. Ex-Combatente Benemérito, da Associação dos Ex – Combatentes do Brasil, Secção de Vitória – ES. Título conferido na administração do Ex – Combatente e Poeta, Enéas de Almeida Ferraz. Diploma AMIGO DO SAMBA, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Independente de São Torquato, Tri-Campeã do Carnaval Capixaba, datado de 25 de Agosto de 1989, assinado pelo Presidente Ângelo Borgo Filho. Diploma pela Prestimosa Colaboração e Engrandecimento da Associação Beneficiente e recreativa dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar do Espírito Santo, datado de 18 de Fevereiro de 1977, na Administração do Sub-Tenente, Ondino Ramos de Abreu. Diploma de Sócio Benemérito do Glória Futebol Clube. O Diploma é datado de 11 de março de 1972 e assinado pelo 1º Secretário, Jorge José de Moraes de Presidente Mário Evandro. Membro Benemérito da Juventude Unida do Bairro Ataíde – JUBA, Diploma assinado por Maria Domingas Côvre e Péricles Alves Noronha, em 25 de março de 1973. Diploma pelo ‘‘Alto Espírito de Cooperação em Prol do Desenvolvimento da Cultura Nacional’’, do Centro de Pesquisa Educacional de Vitória, em 1974. Diploma de ‘‘Honra ao Mérito’’ do Boletim Informativo e Cultural ‘‘O Troveiro’’, de Vila Velha – ES. Diploma concedido em 04 de Outubro de 1986. Associado de Honra da Associação Canela Verde de Cultura, de Vila Velha – ES, Diploma concedido em 6 de Julho de 1986, assinado pela Presidente e Escritora Valsema Rodrigues da Costa, de Vila Velha – Espírito Santo. Diploma de Honra pela participação na 1ª Exposição de Literatura de Cordel do Estado do Ceará, realizada de 21 a 31 de agosto de 1987, com a obra ‘‘O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe. Diploma datado de 31 de agosto de 1987, assinado pelo Secretário de Cultura, Turismo e Desporto do Ceará, José Maria Barros de Pinho. Diploma de Participação Honrosa, com Trovas, no 1º consteste do PX Grupo Meninos do Rio, de Queimados, Nova Iguaçu, rio de Janeiro, 1985. Menção Honrosa pela criação do Núcleo Cultural Português de Vitória – ES, Diploma datado de, 04/07/86, do Instituto Cultural Português de Porto Alegre – RS. COMENDADOR DA CULTURA POPULAR – Diploma de 28/06/82, da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel. SALVADOR – BAHIA. DIPLOMA Gratidão dos Cordelistas da OPLC – Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, Diploma datado de 20 de Julho de 1985, Salvador – Bahia CAVALEIRO E COMENDADOR da Ordem dos Cantadores da OPLC, de Salvador – Bahia. Diploma datado de 12 de março de 1986. COMENDADOR HONORÁRIO da Ordem Ka Huna do Poder Mental, de Taguatinga – Brasília. Diploma datado de 23/02/85, assinado pelo Grão Mestre Mário Linário Leal e ratificado e reconhecido por Sua Alteza o Príncipe PASCAL I, Bandeira Moreira ( da Magna Gothia e do Bósforo). O Diploma de Clério Borges está registrado na suprema Secretaria nº 0111, p. 10-V, em 23/02/85. CERTIFICATE POR EXCELLENCE IN POETRY INTERNATIONAL – Departamento de Espanhol e Português da UNIVERSIDADE DO COLORADO, em Boulder, Colorado, Estados Unidos da América. Diploma assinado pela professora TEREZINHA PEREIRA, de 25/ maio/ 1983. DIPLOMA DE MAGNÍFICO TROVADOR, ‘‘Propulsor Maior do Neotrovismo’’, conferido pelo Instituto Cultural Português, de PORTO ALEGRE – RIO GRANDE DO SUL, em 06/07/85, assinado por Santa Inéze Domingues da Rocha e Rocha Ramos. MEDALHA DE BRONZE, Medalha e Diploma no VIII Concurso Nacional de Poesias da A Revista Brasília, em 25de maio de 1987, assinado pelo Jornalista Reis de Souza, Diretor da Revista Brasília, de BRASÍLIA – DISTRITO FEDERAL. Poesia de Clério Borges premidada: PODER. Classificado em 5º Lugar, entre mais de 600 concorrentes no Concurso de Trovas realizado pelo UBT – União Brasileira de Trovadores, em 1972. Diploma de 23/05/72, data da Colonização do Solo Espírito-Santense e Dia de Vila Velha. EMBAIXADOR do Gabinete Paraibano de Cultura, Diploma conferido em 06 de Julho de 1989, assinado pelo Presidente ricardo Bezerra. Junto uma MEDALHA DE EMBAIXADOR do Gabinete Paraibano de Cultura, de JOÃO PESSOA – PARAÍBA. DIPLOMA de Conferencista no Seminário de Literatura, realizado de 25 a 26 de Novembro de 1989, pela Associação dos Poetas e Escritores do Município de Timóteo – MG. DIPLOMA de Conferencista e Participante do 1º Congresso Nacional da Trova e da Literatura, do Estado de São Paulo, nas Oficinas Culturais TRÊS RIOS SÃO PAULO, realizado de 18 a 20/08/89. Organização de Inês Catelli e Marília Martins, Escritoras de São Paulo. CENTENÁRIO DE GRACILIANO RAMOS Organizou para o CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA DO ESPÍRITO SANTO, o Concurso Literário de Redação e Trovas, no Centenário do Escritor Gracilliano Ramos, Diploma conferido pelo DEC – Departamento Estadual de Cultura do Espírito Santo, assinado pelo Diretor Geral, Cloves Geraldo do Espírito Santo, em Dezembro de 1992. Diploma de membro de Comissão Julgadora do 1º premio nacional de trovas, tema: Adelmar Tavares, sua vida, sua obra, seu centenário, datado de 10 de outubro de 1988, assinado por Pedro do Amaral Costa. editor do jornal cutural Mandacaru.

JURI SIMULADO NA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHAJÚRI SIMULADO. Atuou como Advogado de Acusação no Júri Cultural Simulado realizado no dia 14 de Outubro de 1967, na Sala de Sessões ‘‘Getúlio Vargas’’, da Câmara Municipal de Vila Velha – ES. Tema existência ou não de Plágio entre uma Trova de Alberto Isaias Ramires, publicada em 1964 e outra de Antônio Otacílio Peterle, publicada em 1967. O mesmo JÚRI SIMULADO, com Clério Borges como Advogado de Acusação foi repetido no dia 29 de Julho de 1968, na Casa do Estudante de Cachoeiro de Itapemirim-ES. A promoção foi Cultural e teve por objetivo divulgar a TROVA, ASSIM O Réu, Antônio Otacílio Peterle foi absolvido nos dois Júri Simulados realizado. Eis um trecho do Livro de Clério José Borges, ORIGEM CAPIXABA DA TROVA: No dia 14 de Outubro de 1967, a UBT de Vila Velha promove um Júri Simulado. O Júri foi realizado na Sala de Sessões ‘‘‘Getúlio Vargas’’, da Câmara Municipal de Vila Velha, cedida gentilmente pelo seu então Presidente, Vereador Henrique Rímolo. O tema era a existência ou não de Plágio, na semelhança entre um Trova de Alberto Isaías Ramires, publicada no livro ‘‘Cantigas do Coração’’, de 1964: Ao clarão da lua cheia,/ Numa noite de calor,/ E, vi a onda sobre a areia,/ compondo versos de amor./ E a trova do Trovador iniciante Antônio Otacílio Peterle, publicada na seção Trovas, de José Augusto de Carvalho, no Caderno Literário, de ‘‘A Gazeta’’, no dia 8 de abril de 1967: Sob a bela lua cheia,/ Eu a beijei com calor./ E vi as ondas na areia,/ Fazendo versos de amor./ A promoção foi cuidada de formalidades. Foi feito Convite Especial às autoridades. O Banco dos Réus foi organizado com políticos, professores e pessoas de destaque na vida Social de Vila Velha: Moacir Carvalhol; Henrique Rímolo; Aiton de Almeida; Audifax de Ameida Cavalcanti, Wilson Carmon Alves; Rubens Martinelli e Jorge Góes Coutinho. Como Juiz os organizadores convidaram o advogado militante, Dr. Antônio Carlos Barcellos. Os debates foram empolgados. Na acusaçào Geraldo Nascimento e Clério José Borges. Na defesa Zedânove Tavares e Gerson Fernandes da Silveira Novaes. Os ânimos chegaram a ficar exaltados pois cada qual procurava defender a sua tese de forma empolgante. Ao final, o resultado: seis a um para a Defesa. O jurado Jorge Góes Coutinho, então estudante e hoje Juiz de Direito em Vitória, confessaria depois ter votado pela Acusaçào. Esta, sob protesto, continuava chamando de Plagiador, o Poeta Antônio Otacílio Peterle, que para colaborar com a promoção sentara-se na cadeira destinada ao réu, como ocorre num Júri de verdade. O sucesso de Júri foi tanto que a 29 de Junho de 1968, a UBT foi convidada a reprisá-lo em Cachoeiro de Itapemirim, no auditório da Casa do Estudante, no dia de aniversário daquela importante cidade do Sul do Estado. O convite foi feito pelo então Presidente da Academia Cachoeirense de Letras, Poeta Solimar de Oliveira. A notícia foi divulgada no Jornal ‘‘A Tribuna’’, de 20 de Junho de 1968, que informava que na acusação estariam Geraldo Nascimento e Clério José Borges. Na Defesa, Zedânove Tavares e Maria Alneci Cerutti. O resultado final foi de quatro a três, favorável a Defesa. O Júri propiciava a discussão do tema: ‘‘Plágio ou Semelhança de Idéias?’’ A acusação defendia a tese do Plágio. Já a defesa considerava que não ocorrera Plágio e sim ‘‘ semelhança de idéias.’’ Os Júris Símulados eram uma grande novidade na época, praticados por estudantes do curso de Direito para se exercitarem na Oratória e situações que aconteciam num Tribunal de Justiça, onde as pessoas são julgadas pelos crimes que praticam.

RECONHECIMENTO OFICIAL COMO HISTORIADOR DA SERRAAssinada pelo Prefeito Municipal, Audifax Charles Pimentel Barcelos, no dia 1º de Março de 2005, a Lei N.° 2767/2005, que institui o Dia do Historiador da Serra foi o primeiro Projeto do Vereador João de Deus Corrêa, conhecido como TIO JOÃO a se transformar em Lei na legislatura 2005 a 2008, mostrando a preocupação do Vereador TIO JOÃO com os Escritores que procuram pesquisar sobre a história do nosso Município. O Dia do Historiador da Serra foi comemorado em 2005 e, em 2006, se transformou num grande sucesso de público com a participação de mais de 300 pessoas no recinto da Câmara Municipal da Serra, em Sessão Solene, presidida pelo Vereador TIO JOÃO, que que na época era o Segundo Vice Presidente da Câmara Municipal da Serra, Espírito Santo, Brasil. Na Serra, o DIA DO HISTORIADOR é comemorado no dia 15 de Setembro de cada ano. A data é uma homenagem ao historiador Clério José Borges, autor de três edições do Livro HISTÓRIA DA SERRA (1998; 2003 e 2009), que aniversaria naquela data. Na foto, a Sessão Solene do dia 15 de Setembro de 2005, quando o Escritor Clério José Borges recebe o Diploma de HISTORIADOR DA CIDADE DA SERRA – ES, das mãos do Vereador TIO JOÃO (João de Deus Corrêa), observando-se o plenário lotado. RECONHECIMENTO OFICIAL DA CÂMARA MUNICIPAL DA SERRA. – 15/09/2005 – Em solenidade realizada na Sala de Reuniões Flodoaldo Borges Miguel, no Plenário da Câmara Municipal da Serra, os Escritores Clério José Borges de Sant Anna, João Luiz Castello Lopes Ribeiro e Galbo Benedicto do Nascimento foram homenageados com uma PLACA ESPECIAL, DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO, HISTORIADOR SERRANO. LEI MUNICIPAL Nº 2.767 DE MARÇO DE 2005 – O Dia do Historiador Serrano é uma Lei Municipal aprovada pela Câmara e sancionada pelo Prefeito da Serra, em 2005 e, de Autoria do Vereador Joâo de Deus Corrêa, o Tio João, Lei nº 2.767 de março de 2005. A proposta da Lei instituindo o Dia do Historiador Serrano foi aprovada por unanimidade pela Câmara Municipal da Serra, sendo a primeira Lei aprovada pela Câmara e sancionada em 2005 pelo Prefeito Municipal, Dr. Audifax Barcellos. A comemoração foi estabelecida no dia 15 de Setembro de 2005, em homenagem ao Historiador e autor do Livro “História da Serra”, (primeiro Livro Oficial sobre a Colonização da Serra), Clério José Borges que aniversaria no dia 15 de Setembro. Na Sessão solene de 15 de Setembro de 2005, os homenageados foram Clério José Borges, Galbo Benedicto e João Luiz Castello Lopes Ribeiro, os três membros fundadores da Academia de Letras e Artes da Serra, Serra, ES, ALEAS, fundada em 28 de agosto de 1993. No Município da Serra, além da Sessão solene realizada no ano de 2005, ano de criação da lei, foram realizadas Sessões Solenes do Dia do Historiador Serrano em 2006 e em 2007. O Diploma de Historiador da Serra de 2007 está assinado pelo Presidente Aloísio Ferreira Santana e Vereador Proponente João de Deus Corrêa – Tio João. Em 2015 houve nova Sessão Solene. Pelo requerimento N° 299 /2015, Processo Nº: 3357 /2015 Protocolo: Nº 38997, datado de 17/07/2015, por proposição do então Vereador José Raimundo Bessa, Requerimento nº 299/2015, foi solicitada a realização da Sessão Solene no dia 24 de setembro de 2015, em homenagem ao Dia do Historiador Serrano. O evento foi um grande sucesso, com homenagens a professores de História e Escritores e lançamento do Livro de Clério José Borges, “Serra Colonização de uma Cidade”, publicado com recursos da Lei Chico Prego de incentivo a Cultura. OBSERVAÇÃO IMPORTANTE SOBRE O DIA DO HISTORIADOR NA SERRA O Município da Serra foi o primeiro Município Brasileiro a prestar uma homenagem aos Professores de História e aos Pesquisadores com uma Lei Oficial estabelecendo o dia do Historiador. A Lei foi sancionada em 2005. Quatro anos depois, em 2009, o Presidente da República em exercício, José Alencar, sancionaria a lei que instituiu o Dia do Historiador à nível Nacional. A data, 19 de agosto, foi escolhida para homenagear o nascimento de Joaquim Nabuco (1849-1910). Filho do senador Nabuco de Araújo, proveniente de uma família tradicional de Pernambuco. A proposta de homenagear os historiadores à nível Nacional, ou seja, em todo Brasil é de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), um dos políticos mais capacitados para falar de educação neste país. Inicialmente, a data escolhida foi o dia 12 de setembro. Mas ai, foi proposta uma emenda, aprovada pela comissão, que alterava a data para 19 de agosto. Isso tudo foi registrado na Lei Nº 12.130, de 17 de Dezembro de 2009. O objetivo era aproveitar a data para homenagear Joaquim Nabuco, que nasceu no dia 19 de agosto de 1849. Nabuco, para quem gosta de História do Brasil, foi um dos maiores abolicionistas deste país. Também foi político, diplomata, jurista, jornalista, um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e também Historiador. Legalmente não há nenhum conflito, já que a Lei do Município da Serra é de 2005 e a Lei votada no Senado Federal é de quatro anos depois em 2009. A Lei Federal nº 9.093/95, com as alterações da Lei nº 9.335/96, permite que Estados da Federação e Municípios, respectivamente, criem e aprovem leis comemorativas de suas datas magnas.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO.Sócio Efetivo da mais antiga e mais importante Entidade Cultural do Estado, fundada a 12 de junho de 1916. Clério tomou posse, em sessão solene na Rede Gazeta de Comunicação no dia 12 de Junho de 1996 durante os festejos dos 80 anos do Instituto, tendo recebido o Diploma de Sócio das mãos do então Presidente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, Desembargador Ewerly Grandi Ribeiro. Clério foi indicado para membro do IHGES, pelo então Vice-Presidente, Dr. José Paulo de Souza filho, tendo a indicação sido aprovada por unanimidade. O Diploma de Sócio Efetivo de Clério José Borges é datado de 12 de Junho de 1996 e está assinado pelo Presidente Desembargador Ewerly Grandi Ribeiro.

SOCIEDADE DE CULTURA LATINA DO BRASIL 1990SENADOR DA CULTURA Desde 11 de maio de 2004 Clério José Borges é Senador da Cultura, representando o Espírito Santo perante o Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil. O Diploma de nomeação é assinado pela Acadêmica Maria Apárecida de Mello Calandra, residente em Mogi das Cruzes, no Estado de São Paulo. A Sociedade de cultura Latina é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que tem por objetivo principal difundir, divulgar e, primordialmente, lutar pela Democratização da Cultura Brasileira. O Poeta Trovador e Escritor Capixaba, Clério José Borges foi eleito em São Paulo, no dia 24 de Julho de 1988, Presidente da SCLB, com apoio do Prof. Joaquim Duarte Batista. Na ATA de fundação consta: “Aos vinte e quatro dias do mês de Julho de mil novecentos e oitenta e oito, reuniram-se em São Paulo, SP, na Casa de Portugal, sito a Avenida da Liberdade, 602, escritores e poetas, membros da Sociedade de Cultura Latina Estaduais e alguns representantes de Núcleos de várias cidades. Credenciaram-se junto à Secretaria dos Trabalhos, as seguintes pessoas: Sr. Joaquim Duarte Batista (São Paulo); Sr. Natanael Júnior, Sr. Alexandre da Silva (Cabo-PE), Sr. Clério José Borges Sant Anna (Vitória, ES), Sr. Narceu de Paiva Filho (Ibiraçu, ES), Sra. Zenaide Emília Thomes Borges (Carapina, ES); Sra. Agenir Leonardo Victor (Maringá, PR), Dr. Victorino Fontinha Rodrigues, também secretário Geral da Casa de Portugal (São Paulo, SP), Sr. Antônio Gomes de Melo, da União Brasileira de Escritores (Santo André, SP), Sr. José Arnaldo Ronitto, Sra. Adelina Costez Garita (São Paulo, SP), Srta. Miriam Willy (São Paulo, SP) e outras presenças honrosas de convidados especiais. (…) Clério José Borges, permaneceu no cargo de Presidente até 1994, quando foi eleito Vice- Presidente da SCLB, tendo sido eleita Presidente a Escritora de Mogi das Cruzes – SP, Maria Aparecida de Mello Callandra. Clério José Borges é Presidente da Sociedade Cultura Latina do Espírito Santo e Senador da Cultura, representando o Espírito Santo no Congresso da Sociedade Latina do Brasil.

ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DOS ESCRITORES DO ES APES, 1987Organizou e Fundou a 06 de Fevereiro de 1987, com o Escritor, José Luiz Pereira Passos, a APES, cuja a reunião da fundação foi convocada por EDITAL PÚBLICO no Diário Oficial do Estado, no dia 04 de Fevereiro de 1987. A APES foi registrada na Delegacia do Ministério do Trabalho do Estado do Espírito Santo, sob o nº 156, no livro 02, fls. 156, no dia 23 de Fevereiro de 1987. José Luiz foi o primeiro Presidente e Clério Borges, Secretário Geral e Vice. Posteriormente em reunião plenária de 19 de março de 1988, no AUDITÓRIO DA REDE GAZETA DE COMUNICAÇÃO, Clério José Borges, assumiu a Presidência da APES. Com a Constituição Brasileira de 1988, a APES, transformou-se em SINDICADO DOS ESCRITORES DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO, em Assembléia Geral realizada no dia 11 de Janeiro de 1990, na Área de Exposições da Galeria Homero Massena, no Centro de Vitória, Permanecendo Clério Borges na Presidência. O Sindicato ficou de Compromissos, não encontra tempo para cuidar do Sindicato. Foram convocadas Assembléias para eleição de nova Diretoria, mas não houve “quorum”. Os Livros de Atas e Livro de Registro de Sócios foram organizados por Clério José Borges.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO DISTRITO FEDERAL.Diploma de Título de Sócio Correspondente a Clério José Borges com base em decisão da Diretoria de 5 de maio de 1994. Diploma datado de 07 de agosto de 1995, assinado por José Adirson de Vasconcelos, Presidente.

CLUBES, ACADEMIAS, MEDALHAS E TROFÉUSPossui os seguintes Títulos, Medalhas e Diplomas:MEDALHA DA ORDEM DO MÉRITO CONINTER ARTES GRAU DE OFICIAL Por indicação do escritor e Acadêmico João Roberto Vasco Gonçalves, o Poeta Trovador, Presidente do Clube dos Trovadores Capixabas, Acadêmico Clério José Borges de Sant Anna recebeu na Cidade do Rio de Janeiro no dia 16 de Setembro de 2016, a Medalha de Lapela com barrete de Primeiro Oficial (Medalha da Ordem do Mérito Coninter Artes Grau de Oficial), em solenidade do CONINTER, Conselho Internacional dos Acadêmicos de Ciências, Letras e Artes, presidida pelo Presidente Alexander Comnène Palaiologos Maia Cruz. A “Solenidade Acadêmica” aconteceu na SEDE da FALB / FALARJ (Edifício IHGB) à Rua Teixeira de Freitas, nº 05 / 3º andar / sala 303 Passeio Público, Centro do Rio de Janeiro. Segundo a Diretoria Executiva do “Conselho Internacional dos Acadêmicos de Ciências, Letras e Artes – CONINTER ARTES”, através de Seu Presidente, a “ORDEM DO MÉRITO CONINTER ARTES” foi outorgada a todos àqueles que prestam relevantes serviços à Humanidade, às Ciências, as Letras e as Artes no âmbito Geral, como o caso do homenageado, Clério José Borges de Sant Anna, do Espírito Santo.MEMBRE D’ HONNEUR do CLUBE DOS INTELECTUAIS FANCESES. Paris – França. Diploma datado em 10 de Setembro de 1987.CERTIFICATE POR EXCELLENCE IN POETRY INTERNATIONAL – Departamento de Espanhol e Português da UNIVERSIDADE DO COLORADO, em Boulder, Colorado, Estados Unidos da América. Diploma assinado pela professora TEREZINHA PEREIRA, de 25/ maio/ 1983.CLUBE DOS ESCRITORES, TROVADORES E POETAS DE CONCEIÇÃO DA BARRA. Diploma de Sócio Representante CETPCB assinado por Vilma de Araújo, datado de 29 de março de 1986, sábado de aleluia.MEDALHA DO MÉRITO DE ANATÓLIA. Em Dezembro de 1982, através do Decreto Real Nº 80/82, assinado por sua Majestade Theodore I. R., da Bithynia e Lydia, Duke de Umbros, recebe a Medalha do Mérito de Anatólia.Também conhecida como Anatólia, a Ásia Menor é uma península situada entre os continentes asiático e o europeu. A Ásia Menor é, atualmente, a parte asiática da Turquia. Limites Geográficos: Norte: Mar Negro. Sul: mar Mediterrâneo. Leste: Geórgia, Armênia e Irã. Oeste: Mar Egeu.MEDALHA DE OURO No 1º Aniversário do Clube dos Trovadores Capixabas no dia 1º de Julho de 1981, recebeu Diploma assinado pelo Escritor Rodolfo Coelho Cavalcante, em 1º/ Julho / 1981, V. Velha – ES.MEDALHA DO MÉRITO CULTURAL PORTUGUÊS Recebida em Julho de 1995, das mãos do Escritor Português Joaquim Francisco de Castro, em Domingos Martins, ES.COROA IMPERIAL Condecorado com a réplica em miniatura da COROA IMPERIAL, em troféu ofertado por Daura Rocha Barbosa de Resende, Trovadora de Petrópolis – Rio de Janeiro, no dia 4 de Julho de 1996, na abertura solene do XVI Seminário Nacional da Trova de Jacaraípe, nas dependências do Clube Riviera, onde se encontravam mais de 800 pessoas, a placa consta o seguinte: ‘‘Ao Presidente do CTC, Clério Borges, homenagem da Cidade Imperial de Petrópolis – Julho de 1996’’MEDALHA ‘‘JUBILEU DE PRATA’’ 1968 / 1993 DO GRUPO FOLCLÓRICO PORTUGUÊS O Grupo Folclórico Português, da cidade de Maringá, no Estado do Paraná ofertou uma MEDALHA DE JUBILEU DE PRATA para Clério José Borges em reconhecimento por ter Clério Borges promovido a vinda do Grupo com 35 pessoas que se apresentaram em Jacaraípe, Laranjeiras, Vila Velha, Vitória e Domingos Mastins – ES. A medalha foi entregue no dia 04 de Julho de 1996, nas dependências do Clube Riviera, em Jacaraípe, durante a solenidade de abertura do XVI Seminário Nacional da Trova.HOMENAGEM NO CARNAVAL CAPIXABA.No Dia 10/02/2007, em pleno Carnaval Capixaba, Clério José Borges foi homenageado, no Sambão do Povo, em Vitória, ES, como Historiador pela Escola de Samba, Rosas de Ouro”, do Município da Serra, Espírito Santo, presidida pelo Carnavalesco, Marcos Caran. Clério desfilou como Destaque num Carro alegórico pois o enredo “SERRA 450 ANOS DE FUNDAÇÃO”, foi baseado no Livro HISTÓRIA DA SERRA, de Clério José Borges. No dia 12 de Setembro de 2009 a convite de Júlio Cesar Batista Nogueira, conhecido como Júlio Autor, participou das filmagens do Vídeo Documentário, “Nova Almeida em um Olhar”. No dia 05 de Junho de 2010, no Salão de Festas CENSI, em Itabira, Minas Gerais, Clério José Borges recebeu o título de Destaque do ano e o Troféu Carlos Drummond de Andrade.COMENDAS E MEDALHAS CHICO PREGO.MEDALHA CHICO PREGO Na Décima Sétima Sessão Solene da Segunda Sessão Legislativa, realizada no dia 19 de março de 2004, sob a presidência do Deputado Cláudio Vereza recebeu, das mãos do Sr. Wilson Haese, a MEDALHA CHICO PREGO, nos festejos comemorativos aos 155 anos da Insurreição do Queimado, por indicação do então Deputado Luiz Carlos Moreira.COMENDA CHICO PREGO No dia 30 de Março de 2006, em Sessão Solene comemorativa aos 157 anos de Aniversário da Insurreição do Queimado, a Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo em Sessão presidida pelo Deputado Estadual Gilson Gomes concedeu a Medalha Chico Prego a várias Personalidades Culturais, entre as quais Jenésio Jacob Kuster, o Tute; Teodorico Boa Morte e o poeta Trovador, Clério José Borges.COMENDA DO MÉRITO DA REVOLTA DO QUEIMADO No dia 19 de março de 2007, o plenário da Câmara Municipal da Serra foi palco da homenagem aos 158 anos da Revolta dos Negros Escravos do Distrito do Queimado, Serra, ES. Na ocasião o Escritor Clério José Borges recebeu a Comenda do Mérito da Revolta do Queimado, através de indicação do então Vereador, João de Deus Corrêa, o Tio João.PRÊMIO BURITI 2015.No dia 10 de Outubro de 2015 foi divulgado o resultado do Prêmio Buriti 2015. Clério José Borges recebeu o Diploma Prêmio Buriti 2015, assinado pela Ativista Cultural, Rita Bernadete Sampaio Velosa, também Jornalista e escritora, da Cidade de Américo Brasiliense, interior do Estado de São Paulo.

CAVALEIRO E COMENDADOR DESDE 1986 E A COMENDA RUBEM BRAGA EM 2015CAVALEIRO E COMENDADOR 1986. Diploma de Cavaleiro Comendador da Ordem dos Cantadores da OPLC, de Salvador – Bahia. Diploma datado de 12 de março de 1986. COMENDADOR HONORÁRIO da Ordem Ka Huna do Poder Mental, de Taguatinga – Brasília. Diploma datado de 23/02/85, assinado pelo Grão Mestre Mário Linário Leal e ratificado e reconhecido por Sua Alteza o Príncipe PASCAL I, Bandeira Moreira ( da Magna Gothia e do Bósforo). O Diploma de Clério Borges está registrado na suprema Secretaria nº 0111, p. 10-V, em 23/02/85. COMENDADOR EM 1990. Em 1990 Clério foi nomeado Cavaleiro Comendador da Ordem da Redenção da Casa Soberana Real e Imperial Balta – Theodosiana – Valentiniana, Real do Bósforo, pelo Decreto Real 264/81-A/1, assinado por sua Majestade Rei Pascal I, do Bósforo, DIPLOMA EM INGLÊS. JUNTO O CERTIFICADO DA MEDALHA DE MÉRITO DE ANATÓLIA CONCEDIDA PELO REI PASCAL I (PASCAL BANDEIRA MOREIRA.) CONSELHEIRO INTERNACIONAL Em data de 15 de abril de 2016, Clério José Borges recebe Diploma de Conselheiro Internacional assinado pelo Escritor Luiz Antônio Cardoso, Presidente Internacional do Movimento União Cultural, com sede na cidade de Taubaté, São Paulo.COMENDA RUBEM BRAGA. Comenda Mérito Legislativo Rubem Braga. Comendador com título conferido em solenidade do Dia do Escritor realizada na Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo. Na Décima quinta sessão solene da primeira Sessão Legislativa Ordinária, décima Oitava Legislatura, da Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo, realizada no dia 07 de Julho de 2015, de acordo com a Resolução n.º 4.026, Clério José Borges foi agraciado com a Comenda Rubem Braga, tendo recebido Medalha e o título de Comendador das mãos da Deputada Estadual Luzia Toledo, no Plenário Dirceu Cardoso, em Vitória, ES. Escritor Poeta Trovador Capixaba Clério José Borges recebe comenda Rubem Braga 2015 A Assembléia Legislativa do Espírito Santo por indicação da Deputada Estadual Luzia Toledo, em Sessão Solene realizada no dia 7 de Julho de 2015, com início as 19,00 horas, no Plenário Dirceu Cardoso, concedeu ao escritor Clério José Borges a Comenda Mérito Legislativo Rubem Braga. Uma comenda com o honroso nome do grande cronista capixaba, Rubem Braga. Clério agradece a Deputada Luzia Toledo pela indicação e aos nobres Deputados Estaduais pela aprovação do nome, junto com vários outros ilustres e importantes Escritores do Estado do Espírito Santo. Julho é o mês em que se comemora o Dia Nacional do Escritor. No dia 25. Data instituída em 1960 pelo então presidente da União Brasileira de Escritores, João Peregrino Júnior. Antecipando, a Assembléia Legislativa Do ES , em proposição da Deputada Luzia Toledo, fez a bela homenagem aos escritores.

CÔNSUL CULTURALEm data de 1º de Julho de 2014, Clério José Borges recebe Certificado de Nomeação da Supervisão Internacional do Movimento União Cultural, com sede na Cidade de Taubaté, Estado de São Paulo, nomeando Clério José Borges (Serra-ES/Brasil), como Cônsul Cultural Regional para a Mesorregião Central Espírito-Santense/Brasil. O Certificado é assinado por Daniela Lucci, Coordenadora Internacional do Departamento de Projetos Especiais e pelo Supervisor Presidente Internacional do Movimento União Cultura, Escritor, Luiz Antônio Cardoso.

CIDADÃO DA CIDADE DA SERRA, ESClério José Borges possui o Título de Cidadão Serrano, conferido pela Câmara Municipal da Serra, de acordo com o Decreto Legislativo nº 05, de 14 de Dezembro de 1994, ‘‘EM RECONHECIMENTO AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICÍPIO. ’’ Diploma em Chapa com Gravação Especial, datado de 26 de Dezembro de 1994 e assinado pelo Presidente da Câmara Municipal da Serra, Vereador João Luiz Teixeira Corrêa. A indicação para a Cidadania Serrana, na Câmara Municipal, foi apresentada pela Vereadora do PSB da Serra, Professora Izolina Márcia Lamas da Silva.

LUTAS COMUNITÁRIASASSOCIAÇÃO DE MORADORES – Foi um dos organizadores e fundadores da Associação de Moradores do bairro Eurico Salles, com o nome de Centro Comunitário de Eurico Salles, bairro onde reside, tendo sido o primeiro Vice Presidente da primeira Diretoria e, atuado posteriormente como Diretor de Comunicação, Vice Presidente e Secretário Geral. Envolvido em lutas comunitárias desde 22/04/1979, conforme Ata de fundação do Movimento Comunitário do bairro Eurico Salles. DIRETOR DE JORNALISMO, da Associação de Moradores do Bairro Eurico Salles, onde passou a residir desde 1979. Na administração do Presidente Jorge Wilson Pereira. De 1987 a 1989, por dois Mandatos. Implantou o Jornal do Bairro Euricos Salles, publicação comunitária feita em cópia xerox e distribuída nas quase 500 casas do Bairro. VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO BAIRRO EURICO SALLES, em 1991 a 1993. Exerceu o cargo na Administração do Presidente Jorge Wilson Pereira, tendo como Presidente do Conselho Fiscal, Delson Pereira Aguiar. Como Vice-Presidente implantou a FEIRA COMUNITÁRIA DE EURICO SALLES, com Shows, Declamações de Poesias e Trovas e Barraquinhas de Comidas Típicas e Artesanato. A Feira funcionou no bairro aos Domingos, de 8 de Dezembro de 1991 a Agosto de 1992. Clério Borges, por falta de tempo, afastou-se em Abril de 1992 da Organização da referida Feira, já que era além de responsável, Locutor e Animador dos Shows. Ainda com Vice-Presidente da Comunidade onde reside, realizou a FESTA DO 13º ANIVERSÁRIO DO BAIRRO EURICO SALLES, de 12 a 15 de março de 1992, com a apresentação da Banda de Música ”Estrela dos Artistas”, da Serra, Shows Musicais e encerramento Solene com a presença no Bairro e no Palanque, do então Governador do Estado do Espírito Santo, Dr. Albuíno Cunha de Azeredo.SECRETÁRIO DA AMBES. Com a presença do Ex-Governador Max de Freitas Mauro e seu filho, Suplente de Deputado Federal, Max Filho, na última quarta feira, dia 21 de Maio de 2014, em Assembléia Geral realizada na sede da AMBES, Associação de Moradores do Bairro Eurico Salles tomaram posse os novos membros da Diretoria para o mandato 2014-2016, liderados por Fábio Correia Santana, como Presidente, Maria do Carmo Silvano como vice, Clério José Borges como 1º Secretário, Renivaldo Ferreira Gomes, o Paulista, como 2º Secretario, Tranquilo Dias Júnior, como 1º Tesoureiro e Geovane Luiz de Carvalho, como 2º Tesoureiro. Também foram empossados os novos membros do Conselho Fiscal.RECONHECIMENTO COMUNITÁRIO Em solenidade realizada na Praça dos Pássaros, o Escritor Capixaba, Poeta e Trovador Clério José Borges recebeu mais um reconhecimento público de seu trabalho comunitário, social e cultural, como membro da Diretoria da AMBES, atuando como Secretário, Presidente Fundador da ALEAS – Academia de Letras e Artes da Serra e atual Presidente do Clube dos Poetas Trovadores Capixabas, CTC. A Solenidade foi na Praça dos Pássaros em Eurico Salles Carapina Serra ES em data desta Sexta feira, dia 05 de Dezembro de 2014. Outros moradores também foram agraciados como Zenaide Emília Thomes Borges, Clérigthom Thomes Borges (pela organização dos FIT CAMP na Praça dos Pássaros) e Andréia Fraga.POLÍTICA COMUNITÁRIA: DIRETOR DE JORNALISMO, da Associação de Moradores do Bairro Eurico Salles, onde passou a residir desde 1979. Na administração do Presidente Jorge Wilson Pereira. De 1987 a 1989, por dois Mandatos. Implantou o Jornal do Bairro Euricos Salles, publicação comunitária feita em cópia xerox e distribuída nas quase 500 casas do Bairro. VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO BAIRRO EURICO SALLES, em 1991 a 1993. Exerceu o cargo na Administração do Presidente Jorge Wilson Pereira, tendo como Presidente do Conselho Fiscal, Delson Pereira Aguiar. Como Vice-Presidente implantou a FEIRA COMUNITÁRIA DE EURICO SALLES, com Shows, Declamações de Poesias e Trovas e Barraquinhas de Comidas Típicas e Artesanato. A Feira funcionou no bairro aos Domingos, de 8 de Dezembro de 1991 a Agosto de 1992. Clério Borges, por falta de tempo, afastou-se em Abril de 1992 da Organização da referida Feira, já que era além de responsável, Locutor e Animador dos Shows. Ainda com Vice-Presidente da Comunidade onde reside, realizou a FESTA DO 13º ANIVERSÁRIO DO BAIRRO EURICO SALLES, de 12 a 15 de março de 1992, com a apresentaçào da Banda de Música ”Estrela dos Artistas”, da Serra, Shows Musicais e encerramento Solene com a presença no Bairro e no Palanque, do então Governador do Estado do Espírito Santo, Dr. Albuíno Cunha de Azeredo.

MEDALHAS DA POLÍCIA CIVIL CAPIXABA
clério josé borges trabalhou durante 35 anos na Polícia Civil do Estado do Espírito Santo, recebendo as três Medalhas da corporação, as Medalhas de Bronze, Prata e Ouro. Reportagem publicada no Web Site do SINDIPOL – Sindicato da Polícia Civil do Espírito Santo: “Funcionário Público Estadual Aposentado no Cargo de ESCRIVÃO tendo trabalhado durante 35 anos, onde recebeu diversos Elogios e, as Medalhas de Bronze, Prata e Ouro da Polícia Civil do Espírito Santo. Durante sua vitoriosa carreira policial, Clério Borges trabalhou como chefe de Apoio Administrativo do Departamento Judiciário da Serra e como chefe do Cartório do DPJ de São Mateus. Estudou os cursos de Direito e Pedagogia na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).O sucesso em sua carreira se estende à literatura. Fundador da Academia de Letras e Artes da Serra, do Clube de Trovadores Capixabas e membro do Instituto Geográfico e Histórico do Espírito Santo, Clério Borges possui ainda em seu currículo a produção de inúmeras obras, como os livros: “Trovadores dos Seminários da Trova”; “Trovas Capixabas”; “História da Serra” e “Alvor Poético”. Atuando como escritor, foi contemplado com importantes homenagens, como a medalha de mérito cultural “Afonso Pena” e o título de acadêmico imortal, ambos concedidos durante cerimônia em Belo Horizonte, presidida pelo Dr. Mário Carabajal, presidente fundador da Academia de Letras do Brasil. Clério José Borges aposentou-se como Escrivão de Polícia Civil do Estado do Espírito Santo, pela Portaria N.º 081, de 18 de Janeiro de 2011, publicada na página 05 do Diário Oficial do Estado do Espírito Santo do dia 20 de Janeiro de 2011, onde consta, “aposentadoria por tempo de contribuição, a partir de 17 de Setembro de 2010, (…), computados 37 anos, 02 meses e 19 dias de Tempo de contribuição. (…) Processo 01901621″. Clério José Borges ingressou no Serviço Público em 1975. Classificado em 1º Lugar em Concurso Público para o cargo de Escrivão de Policia do Quadro Permanente do Serviço Civil do Poder Executivo do Estado do Espírito Santo, Certificado de Habilitação nº. 01, datado de 03 de Janeiro de 1975, data de homologação da classificação. Nomeação no Estado através do Decreto Nº. 151 – P, de 04 de março de 1975. Ingressou no Serviço Público Estadual a 28 de maio de 1975. Como Escrivão teve diversas experiências no Setor Administrativo. Durante o período de atuação como Escrivão Clério recebeu as Medalhas de BRONZE, PRATA E OURO, respectivamente por 10, 20 e 30 anos de Serviços. Foi designado Chefe de Apoio Administrativo do Departamento de Polícia Judiciária da Serra – ES, em ato do Delegado Chefe de Polícia Civil, publicado no Diário Oficial do Estado do Espírito Santo em Agosto de 1992, permanecendo no cargo até 15 de Janeiro de 1996. Em 1999 foi convidado e assumiu ainda o cargo de Chefe de Cartório da Delegacia de Polícia de São Mateus, no Norte do Estado, trabalhando posteriormente nas Delegacias de Polícia de Linhares e Itacibá e, depois na Delegacia de Polícia de Jacaraípe onde permaneceu por cerca de Nove anos, até se aposentar com 35 anos de efetivo trabalho na Polícia e por 37 anos, 02 meses e 19 dias de Tempo de contribuição.” Fim da reportagem publicada em 2015, no Site do SINDIPOL sobre Clério José Borges. No último dia 26 de Junho de 2005, em solenidade realizada no Cerimonial Lago da Guarda, em Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo, a Polícia Civil Capixaba homenageou diversos Policiais Civis que ao longo do seu trabalho na Polícia não tiveram faltas e nem punição. Embora já com 30 anos de Polícia, Clério que já recebera a Medalha de Bronze em 1986, recebeu agora a Medalha de Prata. Diversas autoridades participaram da Solenidade. Além do Prefeito de Vitória, João Coser e do Presidente da Câmara Municipal da Serra, Adir Paiva que tiram fotos com Clério, estavam presentes Diretores da Aracruz Celulose e diversas empresas do Estado que foram também homenageados, junto com vários Policiais.
CLÉRIO JOSÉ BORGES NA PRIMEIRA PÁGINA DO JORNAL “A TRIBUNA” DE VITÓRIA ES
JORNAL A TRIBUNA DE VITÓRIA – ESPÍRITO SANTO. Pensava-se que eram pouco mais de Cinco mil cheques encontrados perto de um lixão. Posteriormente apurou-se existirem entre 25 a 30 mil cheques. Tal fato mereceu destaque para o Escrivão Clério José Borges na primeira página do Jornal “A Tribuna”, de Vitória, ES, em 12/08/2004. Dia 11 de Agosto de 2004 – O Escrivão Clério José Borges de Sant Anna estava trabalhando normalmente em sua atividade de Escrivão da Polícia Civil do Estado do Espírito Santo, na Delegacia de Polícia do Balneário de Jacaraípe, no Município da Serra, Estado do Espírito Santo, quando recebeu um Telefonema do Delegado Chefe do DPJ da Serra, localizado no bairro de Laranjeiras, Serra, ES, Dr. Hélio Moreira Menezes, de que havia uma Ocorrência naquele órgão e que era para designar um Investigador para ir até lá. No mesmo instante foi designado o Investigador de Polícia Cláudio Rogério Souza que chegando no DPJ tomou ciência de que de madrugada havia sido encontrado por uma Viatura Policial da Polícia Militar, um Saco Plástico na Cor preta cheio de Cheques. Recebida a Ocorrência a mesma chegou na DP de Jacaraípe, sendo o saco entregue a Clério José Borges que de imediato deu ciência do fato a Delegada Dra. Rosemary Rodrigues de Lima que designou o próprio Escrivão para comandar as investigações, sendo apurado inicialmente que eram mais Cinco Mil Cheques em valores entre R$ 22,00 e R$ 150,00, emitidos no ano de 2004 de vários bancos localizados nas Cidades de Ipatinga, Divinópolis, Sete Lagoas em Minas Gerais e Guarapari e Anchieta, no Espírito Santo, assinados por correntistas de Bancos de Vitória e Cariacica, no Espírito Santo. Foi iniciada a contagem dos Cheques e quando a Reportagem do Jornal A Tribuna de Vitória, ES esteve no local haviam sido constados Cinco Mil Cheques. Pensava-se que eram pouco mais de Cinco mil cheques encontrados perto de um lixão. Posteriormente apurou-se existirem entre 25 a 30 mil cheques. Como a maioria dos Cheques era do Banco do Brasil e como tal Banco era responsável pela compensação de cheques de diversos Bancos, foi feito contato com a Gerencia Regional Logística do Banco do Brasil em Vitória, através do Gerente Sérgio Paulo de Souza Barbosa que esteve no local e informou que o Banco desconhecia o desaparecimento de tais cheques mas que ia apurar o que havia acontecido, ficando acertado de que o Banco receberia tais cheques para relacioná-los e proceder a uma investigação interna. Os cheques que haviam sido apreendidos através do Auto de Apreensão, foram entregues ao Banco do Brasil, através de Entrega, sendo recebidos pelo Senhores Sérgio Paulo de Souza Barbosa e Gilberto Onofre Tedesco. Tal fato mereceu DESTAQUE para o Escrivão Clério José Borges na primeira página do Jornal “A Tribuna”, de Vitória, ES, em 12/08/2004. Os fatos que foram devidamente apurados internamente pelo Banco e no âmbito Policial tramitaram nas esferas competentes e em segredo de Justiça, tendo sido constatado, inclusive que alguns cheques tinham valor comercial e não haviam sido compensados pelos Bancos. O Banco do Brasil reconhecendo a lisura, honestidade e competência dos Policiais da Delegacia de Jacaraípe (Polícia Civil do Estado do Espírito Santo), na apuração dos fatos, encaminhou a Chefia de Polícia Ofício com ELOGIO para cada Policial, conforme documento de 18 de Agosto de 2004, assinado por Sérgio Paulo de Souza Barbosa e Gilberto Onofre Tedesco.

ATUAÇÃO PROFISSIONAL COMO JORNALISTAClério José Borges trabalhou profissionalmente, como Jornalista do Jornal “A Tribuna”, de Vitória, ES. Foi Jornalista iniciante (Foca) e promovido, em seguida, a Repórter e depois a Redator, chegando a função de Chefe de Reportagem, com Carteira Profissional assinada de 01/08/69 a 11/02/70 e de 01/03/71 a 05/07/72. Depois teve uma ligeira passagem pelo Jornal O Diário, (já extinto), também de Vitória, ES. No Jornal A Tribuna, além de Repórter, Redator e Chefe de Reportagem foi comentarista de Cinema. Trabalhou com os consagrados Jornalistas da Imprensa Capixaba, Marien Calixte, Plínio Marchini, Rubinho Gomes, Paulo Bonates, Sérgio Egito, Nelson Serra e Gurgel, Paulo Maia, Pedro Maia e Vinicius Paulo Seixas e Cláudio Bueno Rocha… Clério foi também Redator Chefe do Jornal Estudantil O PIONEIRO, no Colégio Nossa Senhora da Penha, conhecido popularmente como Colégio dos Irmãos Maristas, de Vila Velha – ES, em 1967. A Edição do Jornal O PIONEIRO, de Junho de 1967, registrava Reportagem sobre o Sesquicentenário Marista e consta: Ano V, Nº 23, “Órgão Oficial dos Alunos do Colégio Nossa Senhora da Penha”. Em Setembro do mesmo ano de 1967, foi publicado mais um número com uma reportagem Especial de Clério Borges, com o Título “O Velho Matias”, sobre a descoberta de Petróleo em São Mateus – ES. Tiragem: 2.000 Exemplares, distribuídos gratuitamente para todos os alunos. Diretor de Jornalismo do Grêmio Estudantil “Nossa Senhora da Penha”, do Colégio Marista de Vila Velha, tendo organizado o Concurso Nacional Literário Padre Champagnat, que recebeu de 1º de Julho a 15 de Outubro de 1967, (dia dos 70 anos da chegada dos Maristas no Brasil), mais de 3 mil redações de aluno Maristas de todo o Brasil. Diretor Presidente e Cultural da POP ART PROMOÇÕES STDA, de Vila Velha – ES. De 16 de julho de 1974 a Julho de 1982. Organizou Curso, Palestras e Excursões. Publicou o Jornal “News Pop Art”- Informativo Estudantil Capixaba. O Nº 1, Foi lançado em Dezembro de 1981. Diretor do Jornal de Vila Velha, da Cidade de Vila Velha – ES. Quatro números do Jornal chegaram a circular em 1969. Nas páginas do Jornal escreveram artigos: Zedânove Tavares, que atuou como Redator Chefe; Geraldo Nascimento; Emanuel Barcellos; Max Freitas Mauro; Osny Ferreira Mendes; Jair Vianna Santos e Attílio Juffo. O Jornal tornou-se inativo devido aos altos custos financeiros de financeiros de Impressão. Tiragem 1.000 Exemplares cada número. A Impressão era feita em Cachoeiro de Itapemirim – ES Foi correspondente da revista de notícias da televisão, “Intervalo”, tendo publicado entre outras, uma série de reportagens sobre o caso do cantor Tony Tornado que se atirou do palco em cima da platéia, no I Festival de Verão de Guarapari, (Festival de Verão de Guarapari, o Guaraparistock, como a versão brasileira de Woodstock, nos dias 11,12, 13 e 14 de fevereiro de 1971), causando lesões numa jovem que assistia ao show. Antônio Viana Gomes, mais conhecido como Tony Tornado ou Toni Tornado, em 1970 foi o vencedor da fase brasileira do V Festival Internacional da Canção com a canção soul “BR-3”. Tony Tornado se apresentava em Guarapari acompanhado da banda A Brazuca, de Antonio Adolfo, quando resolveu voar (stage diving) sobre a platéia quando encerrava a apresentação com seu sucesso BR3, que havia vencido o Festival na Rede Globo de Televisão. Ele caiu sobre a espectadora, Maria da Graça Capôs, que por pouco não ficou paraplégica, mas acabou curada depois que Tornado, com apoio do apresentador de TV, Silvio Santos custeou seu tratamento médico.

PROFESSOR TÉCNICAS COMERCIAIS, ADMINISTRAÇÃO E LITERATURADurante o período de atuação como Escrivão Clério recebeu as Medalhas de BRONZE, PRATA E OURO, respectivamente por 10, 20 e 30 anos de Serviços. Clério José Borges foi professor das Escolas: Roberto de Souza Lé (Vila Velha); Colégio Comercial Brasil (Cobilândia, Vila Velha); Clóvis Borges Miguel (Serra); Instituto de Educação (Vitória). No Colégio Roberto de Souza Lé, em Vila Velha ministrou aulas de OSPB – Organização Política e Social Brasileira. No bairro de Cobilândia, atuou como Professor de 1977 a 1980, tendo ministrado aulas de Administração e Controle e Economia e Mercado, no Colégio Comercial “Brasil”, que oferecia cursos de 1º Grau durante o dia e à noite, cursos de 7ª e 8ª Séries de 1º Grau e Cursos de Administração e Contabilidade. Clério foi contratado como Professor, com Carteira Profissional assinada. Professor de “Moral e Cívica”, na Escola de 1º Grau “Agenor de Souza Lé”, de Vila Velha – ES, em 1972. Ministrou aulas para 7 turmas de 5ª Série de 1º Grau. Professor de “Administração e Controle”, no Instituto de Educação “Professor Fernando Duarte Rabelo” – Praia de Santa Helena – Vitória – ES. Professor de “Técnicas Comerciais”; “Administração e Controle” e “Economia e Mercado”, no Colégio Comercial BRASIL, no bairro de Cobilândia – Vila Velha – ES. Carteira assinada de 01/04/77 a 26/02/80 Professor de “Técnicas Comerciais”, na Escola de 1º Grau “Desembargador Ferreira Coelho”, no bairro da Glória, Vila Velha – ES e Na Escola Municipal de 1º Grau de São Torquato – Vitória –ES Professor de “Português e Literatura”, no Instituto Educacional “Rio Doce”, de Santo Antônio – Vitória – ES. Professor de “Administração e Controle” e “Economia e Mercado”, na Escola de 1º e 2º Graus “Clóvis Borges Miguel”, Sede da Serra – ES. Em 12 de março de 1979, Clério José ministrava aula de Organização e Métodos no Colégio Comercial Brasil, localizado no bairro de Cobilândia, Município de Vila Velha. As aulas eram do Curso regular de 2º Grau. Nesse dia foi aplicado um teste com uma única pergunta: Diga o que você sabe sobre Organização e Métodos, principalmente sobre a importância desta matéria no Mundo atual. Responderam o teste, entre outros os alunos: Aloísio Sérgio Camilo; Edson Santana; José dos Santos Abreu; Nelson José dos Santos; Angela Maria Ferreira; Rosemery Scárdua; Jonas Hilário da Silva; Marcos Antônio Mariano; Miguel A. Ribon; Getúlio A Sobreira; José Anadir Scárdua; Rita de Cássia Lorencetti; Neusa Paiva; Gislene da Penha Aleixo; Ana Maria Pereira; Rosa Maria Rangel. SÃO TORQUATO. No período de 19 de agosto a 16 de Setembro de 1979, Clério promoveu um Curso Informativo de Recepcionista de Banco e Escritório na Escola de 1º Grau “Juiz Jairo de Mattos Pereira”. Ao final do Curso foi solicitado aos alunos que apresentassem um Relatório das aulas que haviam sido ministradas. Entre os que fizeram o Relatório estão os alunos: João Rodrigues do Rosário Filho; Ubirailton Barbosa; Edmilson Rodrigues; Manoel Galdino de Oliveira; Rosiane L. S.; Rosana Cristina Lírio França; Maria Iraildes Santos de Jesus; Claudete Coelho; Gilda Mendes Coelho; Isleuza Alves; Aliene Almeida Conceição; Aldinéia da Conceição Araújo; Rosângela Oliveira Loureiro; Vera Lúcia Lírio.INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E BAIRROS DA GLÓRIA E SÃO TORQUATO. Em 04 de Outubro de 1979, Clério José Borges estava ministrando aulas no Instituto de Educação “Prof. Fernando Duarte Rabello”, na Praia de Santa Helena em Vitória – ES. As aulas era de Administração para várias turmas de 2ª Série de 2º Grau. Alguns alunos: Léa Corrêa Moreira; Helder Tabosa Delfino e Anselmo Tabosa Delfino. Em Março de 1979, Clério José Borges estava ministrando aulas regulares de Técnicas Comerciais para algumas turmas da 8ª Série de 1º Grau, no bairro da Glória, no Município de Vila Velha, na Escola “Desembargador Ferreira Coelho”. Entre os alunos: Maristela Teixeira de Souza; Adalto Altoé; Antônio Carlos Barbosa; Elzira Galon; Maria dos Reis; Maria da Penha Douso; Maria Carmen Lóss; Tânia Lúcia A. Paes; Hilson Barbosa; Joubert José Martins; Lázaro Reis; Mailson Mariano; Walter Pereira de Biase; Roberto Carlos Mota de Oliveira; Santos Soares Gil; Josimar Rodrigues; Vicente de Paula Barbosa; Jorge Romildo Bastistini; Margareth Maria Bada; Madali Miriam Caiés. Ainda em Março de 1979, no período da tarde, Clério ministrava aulas na Escola de 1º Grau “Juiz Jairo Mattos Pereira”, localizada no bairro de São Torquato, no Município de Vila Velha. Alguns alunos da 7ª Série “A”, de 1º Grau, que responderam a um teste aplicado no dia 14 de março de 1979: Joilson dos Santos; Maria Antônia Santana; Luciana Mendes Timóteo; Maria Lúcia Perpétuo; Sônia dos Santos; Vera Lúcia Ferreira Coelho; Maria José Gomes de Oliveira; Davi Suave Filho; Maracy Nolasco Nascimento; Cleusa Vieira; Guiomar Coimbra; Ivani Almeida Santana; Christina Lúcia N. Da Silva; Cledison Ressurreição; Dirlene dos Santos Jorge; Rosilane Caetano Rosa; Selma Aparecida Suave; Dorzilia Vaz de Moraes; Osmar Nolasco Nascimento; Aldair Gorlai; José Carlos de Araújo; Marina Silva Borges; Renato Bragança Domingos; Marilza Gomes; Jovacy Souza Sales; Tânia Aparecida dos Santos; Marta Janeth dos Santos; Marilene Pereira dos Santos; Clemilda Penha da Silva; Ivana Régia; Maria da Penha Batista; Edineuza Maria Bada; Nivam Pereira dos Santos; Heloisa Maria da Penha; Elizabeth de Oliveira; Zélia Maria Rossi; Linéia dos Santos. A aluna Selma Aparecida Suave definiu Técnicas Comerciais da seguinte maneira: “É uma matéria destinada a levar o aluno ao conhecimento das atividades comerciais e de escritório. As técnicas Comerciais são importantes para aprendermos a trabalhar no escritório, no comércio. Ou seja, aprendermos todas as atividades de escritório e do comércio. Estudando as técnicas comerciais podemos dizer que estamos preparando o nosso futuro.” COMERCIAL BRASIL. O Colégio Comercial “Brasil”, do bairro de Cobilândia, no Município de Vila Velha oferecia cursos de 1º Grau durante o dia e à noite, cursos de 7ª e 8ª Séries de 1º Grau e Cursos de Administração e Contabilidade. Clério foi convidado a ministrar aulas de Técnicas Comerciais e Organização e Métodos, ficando alguns meses como experiência até que foi contratado como Professor, com Carteira Profissional assinada. No ano de 1977, Clério ministrou uma prova para os alunos do 2º Grau. O aluno nº 42 era Sérgio Dias. Outro aluno era Jorge Luiz. Em Setembro 1979, Clério aplicou um teste, tendo participado os seguintes alunos: Yara Pacheco Pereira; Sérgio Luiz Côco; Jonas H. Da Silva; Aloyr Rogério Smiderli; Marco Antônio Mariano; Ivete Maria Gimenes; Maria Silvia Savergnini; Miguel Arcanjo; Gislene da Penha Aleixo; José Luiz Vighini; Maurício Edgar Martins; José de Freitas; Lúcia Rebeque Simor; Selmar Batista; Jocelino Moisés Campista; João Roberto Oliveira; Adomar Luiz Maier; Izaías Marcos Corrêa; José Pereira; Octacílio Ferreira Filho. O aluno Adwalter Cinelli, do 2º Contador, do Colégio Comercial Brasil, de Cobilândia, no teste de Organização e Técnica Comercial escreve: “A importância da Organização está em tudo aquilo que você vai fazer na sua vida. Senão souber organizar, você ficará perdido. Seja organizado e tenha o orgulho de ser chamado de caprichoso.”

PROFESSOR DE CURSOS INFORMATIVOSOrganizou e foi Conferencista no Curso Livre de Jornalismo e Comunicação, de 4 a 22 de Maio de 1972, no Auditório do Colégio dos Irmãos Maristas, de Vila Velha, com apoio da Prefeitura Municipal de Vila Velha e que teve a participação de mais de 300 alunos das Escolas de Vila Velha. Entre os Conferencistas: Marien Calixte; Amylton de Almeida; A. Élber Suzano; Antônio Augusto Rosetti; Emanuel Barcellos; Clério José Borges; Castelo Mendonça; Itaguassy Fraga; Zedânove Tavares; Esdras Leonor; Paulo Bonates e Pedro Maia. Como Professor Conferencista ministrou Curso Livres de Curta Duração em várias Cidades do Espírito Santo e de Estados Vizinhos. Relação de alguns cursos conforme Certificados existentes para comprovação: a) Curso de Jornalismo Prático e Elementos da Comunicação. Carga horária 20 horas. Período de 08/10 a 05/11/72. No Grupo Escolar Municipal de Santa Mônica, Vila Velha – ES. Atuou como Professor de Jornalismo e na parte de Comunicação. Ministraram palestras Emanuel do Espírito Santo Barcellos; Dimas Carneiro e Zedânove Tavares. b) Curso de Problemas Sociais da Humanidade: A Prostituição. Duração: 10 horas. De 08 a 12 de agosto de 1972. Em Vila Velha – ES. Realizou Palestras junto com outros professores entre os quis, Dimas Carneiro e Emanuel Barcellos . c) Curso de Elementos e Meios de Comunicação Moderna. Carga Horária de 90 horas. De 1º a 30 de Setembro de 1972. No Grupo Escolar de Ilha das Flores – Vila Velha – ES. Foi conferencista junto com os Professores Dimas Carneiro, Zedânove Tavares, Getúlio S. Soares. Participou ainda com palestra sobre A Arte da Oratória, o Sr. José Teixeira Guimarães, Teixeirinha. d) Curso de Jornalismo Prático e Elementos da Comunicação. De 18 a 21 de Dezembro de 1972. No Centro Cívico de Bom Jesus do Norte – ES. Colaboração do Jornal “O Norte Fluminense”. Conferencista Único. Participação do Jornalista Andrade Sucupira. O mesmo Curso foi realizado também no mesmo período na Câmara Municipal de São José do Calçado – ES, cidade vizinha a bom Jesus do Norte, no Sul do Espírito Santo. e) Curso de Comunicação e Básico de Jornalismo Prático. Duração de 12 horas. Período de 03 a 06 de Janeiro de 1973. No Colégio “Instituto do Povo”, de Mantena – Minas Gerais. Conferencista Único. f) Curso de Iniciação ao Jornalismo e Meios e Elementos da Comunicação Moderna, realizado no Sindicato Rural de Afonso Cláudio, de 19 a 23 de março de 1974. Apoio do Departamento de Educação e Cultura da Prefeitura Municipal de Afonso Cláudio. Assina o Diploma o Vice-Prefeito no exercício do cargo de Prefeito, Aniceto Altafim Bicas. Único Conferencista, ministrando aula sobre Comunicação (A Arte de Declamar – Comunicação de Massa, Jornal e TV) e Jornalismo (Lead – Sub Lead – Técnicas de Redação –) g) Curso de Iniciação ao Jornalismo e Elemento e Meios da Comunicação Moderna. Carga horária de 32 horas. No Auditório do Colégio do Carmo, em Vitória – ES. Ministra palestra junto com outros conferencistas: Radialista, Darcy Castelo Mendonça, Gerson Camata, Jornalistas: A. Élber Suzano e Marien Calixte. De 24 a 28 de Junho de 1974. h) Curso de Relações Públicas e Comunicação de Massa. Na Igreja BOM PASTOR, em Campo Grande – Cariacica – ES. Conferencista e organizador. Outros conferencistas: Cezar Nogueira; Hino Salvador; Emanuel Barcellos; Darcy Castelo de Mendonça. Encerramento em 13 de Setembro de 1974. i) Curso de Nações Elementares de Direito e Legislação. Carga horária de 32 horas. De 15 a 25 de Setembro de 1974. Conferencista. Outros palestrantes: Sebastião Serra a Geraldo Nascimento. Em Vila Velha – ES. l) Curso de Amor e Sexo. No Auditório do Colégio do Carmo, Vitória – ES. Carga horária de 32 horas. Conferencista e organizador. Outros palestrantes: Diretor do Colégio Batista de Vitória, Dr. Nelson Rangel e Professor do Colégio Estadual de Vitória, Getúlio Santos Soares. Encerramento em 05 de Outubro de 1974. l) Curso de Relações Humanas e Relações Públicas. No Auditório do Colégio dos Irmãos Maristas de Colatina – ES, no período de 06 de 12 de Novembro de 1974. Carga Horária de 32 horas. Conferencista e Organizador. Palestras com o prof. Getúlio S. Soares. m) Curso de Introdução à Ciência do Direito, realizado de 1 a 15 de Outubro de 1974. Palestrante, junto com o Delegado de Polícia e Advogado, Dr. Geraldo Nascimento. Em Vila Velha. n) Curso de Relações Humanas e Relações Públicas, realizado no período de 08 a 10 de Maio de 1975, no AUDITÓRIO DE CENTRO OPERÁRIO DE PROTEÇÃO MÚTUA, em Cachoeiro de Itapemirim – ES. Conferencista único e participação de convidados Especiais, entre os quais, o Padre Hipólito Chemello. Carga horária 32 horas. o) Curso de Iniciação ao Jornalismo e Comunicação de Massa. Carga horária 32 horas. Período de 26 a 30 de Maio de 1975. Local: Colégio Comercial de RESPLENDOR – Minas Gerais. Conferencista único. p) Curso de Relações Humanas e Relações Públicas, realizado no período de 05 a 10 de Junho de 1975, no Auditório da Escola de 1º e 2º Graus de Guaçuí – ES. Carga horária: 32 horas. Conferencista único, com participações especiais da Professora Zigrid Ohnesorge e do Médico Marinio Pedroza Baptista. q) Curso de Iniciação ao Jornalismo e Meios de Comunicação de Massa. Na Escola Estadual “Benedito Valadares”, em CARANGOLA, Minas Gerais. Carga horária: 32 horas. Primeira Semana de Setembro de 1975. Encerramento em 6 de Setembro de 1975. Conferencista único. r)Curso Básico de Noções de Jornalismo e Comunicação de Massa. Local: Escola de 1º Grau “Professor Lellis” – ALEGRE – ES. Enceramento em 18 de Setembro de 1975. Conferencista Único. Participação especial da professora Ângela Maria de Andrade (Licenciatura de Curta Duração). s) Curso de Marketing e Relações Públicas, realizado de 16 a24 de Fevereiro de 1976. Carga horária de 32 horas. Local Casa São Vicente de Paulo, Vila Velha – ES. Conferencista. Participação Especial do Professor Getúlio Santos Soares. t) Curso Problemas Sociais. De 14 a22 de Abril de 1976. No Auditório da Associação dos Sargentos e Sub-Tenentes da Polícia Militar do ES, em Vitória – ES. Coordenador Geral do Curso e Palestrante. Outros Conferencistas: Dr. Fernando Paulo Ronconi; Pastor Erasmo Maia Vieira; Dr. Manoel Lino Araújo; Violene de Carvalho e Getúlio Santos Soares. Carga horária: 32 horas. u) Curso de Iniciação em Enfermagem e Atendente de Consultório. Na Associação de Sargentos e Sub tenentes da Polícia Militar – Vitória – ES. Carga Horária de 30 horas. Encerramento em 18/02/77. Organizador e Professor de Relações Humana . Outros Conferencistas: Enfermeira Cecília Lourenço Rodrigues e Sub- tenente, Ondino Ramos de Abreu. V) Curso de Noções de Auxiliar de Escritório e técnicas de Recepção. De 07 de Agosto a 04 de Setembro de 1977, na Escola Integrada de São Torquato, Vila Velha – ES. Carga horária: 32 horas. Palestrante junto com os seguintes conferencistas: Deory Ramos Braga; Emanuel Barcellos e Antônio Bento Faion. x) Curso de recepcionista de Banco e Escritório em Itacibá – CARIACICA. O Jornal Correio Popular de Campo Grande Cariacica, de 11 de julho de 1986, publica a seguinte notícia: CURSO DE RECEPCIONISTA FOI SUCESSO NO TALMA. Iniciando no dia 25 de maio próximo passado terminou na semana que passou o Curso de recepcionista ministrado pelo Prof. Clério José Borges de Sant´ Anna e coordenado pela Poetisa Sirley Helmer. A realização do curso deu-se na dependência do colégio de 1º e 2º Graus Talma Sarmento de Miranda, contando com a participação de alunos de vários estabelecimentos de ensino do Município. z) Ministrou Curso de Iniciantes ao Jornalismo, Comunicação de Massa e Relações Humanas e Públicas nas Cidades de Aimorés – MG; BAIXO GUANDU – ES; ITARANA – ES; LINHARES; SÃO MATEUS e outras cidades do Espírito Santo, sendo Conferencista Único. Curso de Curta Duração, com carga horária de 30 horas.

CONSELHEIRO ESTADUAL DE CULTURAFoi Conselheiro Titular do Conselho Estadual de Cultura do Espírito Santo, durante quatro anos, de 04/01/1989 a 18/02/1993, onde foi eleito e atuou como Secretário e Vice-presidente do CEC-ES. A designação em 04/01/1989, Decreto Nº 08-P, de 04 de Janeiro de 1989, publicado no Diário Oficial do E. Santo foi assinada pelo Governador do Estado, Dr. Max Freitas Mauro, com duração até 1991. Nova nomeação pelo Governador do Estado, Albuíno Azeredo, como CONSELHEIRO TITULAR DA ÁREA DE LITERATURA, representando o CTC, em 1991, com duração até 18/02/1993. Conselheiro Suplente de 1994 a 1997. Após 1997 e até o ano 2000, passou a pertencer à Câmara de Literatura do referido Conselho, CEC-ES. Durante o período de atuação no CEC como Conselheiro Titular por quatro anos, exerceu a atividade de Secretário do Plenário e foi eleito, Vice Presidente por votos dos Membros do Colegiado. Na Câmara de Literatura e no CEC, fez parte de várias Comissões que foram criadas, apreciando processos, emitindo pareceres e participando de Tombamentos históricos, como o Tombamento da Mata Atlântica do ES. CEC – Através do OF. N.º 003/89, datada de 12 de Janeiro de 1989, assinado pelo Presidente do Conselho Estadual de Cultura e Secretário de Estado da Educação e Cultura do Estado do Espírito Santo, Dr. José Eugênio Vieira, Clério recebe a comunicação de que foi nomeado membro do CEC-ES, conforme Decreto N.º 08-P, de 04 de Janeiro de 1989, publicado no Diário Oficial de 05 de Janeiro de 1989. A ssinatura do termo de Posse foi realizada no dia 20 de Janeiro, sexta feira, às 9 horas, no Salão Nobre do Palácio Anchieta, em Vitória. A primeira reunião plenária foi realizada no dia 24 de Janeiro, às 15 horas, na Secretaria de Educação e Cultura, na Praia de Suá em Vitória. Na eleição que ocorreu, Marien Calixte foi eleito Presidente e Clério José Borges ficou em segundo lugar com dois votos. Um foi meu. O Outro desconfio ter sido do Dr. José Eugênio Vieira com quem Clério nos últimos meses mantinha contato quando solicitava liberação de cotas de xerox para a divulgação do CTC. Dias 11 e 12 de Novembro de 1989 esteve na cidade de Campos, Rio de Janeiro, o Conselheiro Clério José Borges que proferiu palestras com os temas: “Criação dos Conselhos Municipais de Cultura”e “Dez Anos de Neotrovismo – Movimento moderno dos Trovadores Brasileiros.” O evento foi comemorativo ao centenário da Proclamação da República e realizado no Auditório do palácio da Cultura de Campos. Clério foi representando o Conselho estadual de Cultura do ES e viajou em veículo oficial da Secretaria de Estado da Educação e Cultura. Em 13 de Novembro de 1989, pelo Of. Circular N.º 58/89, o então Presidente do CEC/ES, marien Calixte, endereçou agradecimentos a diversas autoridades pelo apoio recebido por Clério em Campos Rio de Janeiro. Em reunião plenária do Conselho Estadual de Cultura de 23 de Janeiro de 1990 foram eleitos e empossados os novos membros que dirigirão o Colegiado em 1990: Presidente: Sebastião Ribeiro Filho, Conselheiro Titular da área de Patrimônio Natural Vice-Presidente: Clério José Borges de Sant’Anna, Conselheiro Titular da Área de Literatura Secretária do Plenário: Suzana Villaça, Conselheira Titular da Área de Artes Plásticas. IGREJA SÃO JOÃO BATISTA DE CARAPINA – No dia 16 de fevereiro de 1990, no horário de 15h30m reunia-se a Comissão sob a presidência do Conselheiro Clério José Borges de Sant’Anna visando a restauração da Igreja São João Batista de Carapina. A reunião foi realizada na Sala do Conselho Estadual de Cultura em Vitória, no Edifício Vitória Park, 1º Andar, no Centro de Vitória. Presentes conforme Ata da reunião: Valdir Castiglione; Antonino do Carmo Filho; Paula Alves; Jardel Borges Ferreira; Delson Pereira; Rosalda de Oliveira Cardoso; Márcia Lamas, vereadora da Serra; Raimundo Camacho Lobão; Maria Angela Rodrigues; Antonio Rodrigues Sobrinho e o Vereador da Serra, Nildo Engenhardt. Outra reunião foi maracada para o dia 23/03/90, 6ª feira, às 14 horas, no Colégio Américo Guimarães Costa, sitiuado a Rua Constante Neri, ao lado do Campo do Brasil, em Carapina. CENTENÁRIO DE GRACILIANO RAMOS – Organizou para o CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA DO ESPÍRITO SANTO, o Concurso Literário de Redação e Trovas, no Centenário do Escritor Gracilliano Ramos, Diploma conferido pelo DEC – Departamento Estadual de Cultura do Espírito Santo, assinado pelo Diretor Geral, Cloves Geraldo do Espírito Santo, em Dezembro de 1992. TOMBAMENTO DE MUQUI – O Sítio Histórico e Paisagístico de Muqui, no Sul capixaba, considerado um dos maiores do Estado, teve o tombamento aprovado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult). A decisão foi divulgada no Diário Oficial do dia 12 de março de 2012. O processo estava parado no Conselho Estadual de Cultura e por decisão do plenário o Presidente do CEC ES, Marien Calixte determinou ao Conselheiro Clério José Borges que fizesse uma visita técnica ao local. Em Muqui Clério visitou casa por casa, num total de 61 imóveis, da avenida principal da cidade, cadastrando os proprietários e informando o tipo de casa. Na ocasião proferiu Palestra na Câmara Municipal e acabou emitindo parecer no Processo, cujo desfecho final ocorreu em 2012, com a publicação do tombamento publicado no Diário Oficial. O tombamento se deu em três áreas, num total de 299 mil m2, e abrangeu quase toda a zona urbana, principalmente a Avenida Central. Nela estão os principais imóveis construídos na década de 1920, que contam a história do ciclo cafeeiro na região. O Processo era de N.º 02/1987 – A Visita foi no dia 16 de Janeiro de 1990. O Prefeito da cidade que recebeu Clério foi o Senhor Gilberto Vicente, que levou Clério para proferir uma pequena Palestra na Câmara Municipal por volta das 19 horas explicando a importância do Tombamento. O Parecer de Clério José Borges, Conselheiro Titular do Conselho estadual de Cultura foi datado de 18 de Janeiro de 1990.

CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA DA SERRAClério José Borges de Sant Anna atuou como Conselheiro Titular da Câmara de Literatura do Conselho Municipal de Cultura da Serra, de 24/09/1997 a 20/07/2012, ou seja, 14 anos, 09 meses e vinte dias. O Conselho Municipal de Cultura da Serra, CMCS, foi criado pela Lei N.º 1937, de 17 de Dezembro de 1996, constituído de um Plenário, Sete Câmaras permanentes e Comissões instituídas por tempo determinado para o desempenho de tarefas específicas. No dia 24 de Setembro de 1997, na Igreja dos Reis Magos em Nova Almeida, foi realizada a solenidade de posse do primeiro Conselho Municipal de Cultura da Serra, presidida pelo Prefeito Sérgio Vidigal. Uma cerimônia bastante concorrida e realizada na histórica Igreja dos Reis Magos, de Nova Almeida, cuja capela de palhas foi inaugurada no dia 6 de Janeiro de 1557, com as obras de edificação de alvenaria com a residência dos Jesuítas ao lado, concluídas em 1580.Segundo o Livro “História da Serra”, página 188, o Conselho Municipal de Cultura da Serra, CMCS, foi criado pela Lei N.º 1937, de 17 de Dezembro de 1996, constituído de um Plenário, Sete Câmaras permamentes e Comissões instituídas por tempo determinado para o desempenho de tarefas específicas. Pelo Decreto 9905/97, de 24 de Setembro de 1997, foram nomeados para compor o primeiro Conselho Municipal de Cultura da Serra as seguintes personalidades: Ernandes Zanon e Everaldo Nascimento; Silvio Barbiere e Sansão da Rocha Silva; Walter Francisco de Assis e Neusso Ribeiro Farias; João Carlos Cristo Coutinho e Genildo Maciel de Assis; Aurélio Carlos Marques de Moura e Sirley Iehle Homem; Clério José Borges de Sant Anna e Valdenir Ribeiro Azeredo; Marcelo Furtado e Humberto Aires de Moura e Silva; Berenice de Albuquerque Tavares; Angela Bresciane; Sérgio Anacleto Peixoto Costa; Miguel João Fraga Gonçalves; Odmar Péricles Nascimento e Pedro Paulo de Souza Nunes. A lei que instituiu o Conselho de Cultura da Serra foi de autoria da então Vereadora Márcia Lamas (que em 1997 era Vice Prefeita), sendo sancionada pelo Prefeito da Serra da época, João Baptista da Motta. Clério José Borges foi nomeado pelo Decreto 9905/97, de 24 de Setembro de 1997, para compor o primeiro Conselho, como Conselheiro Titular da Área de Literatura, ficando como Suplente o Escritor Valdemir Ribeiro Azeredo. Segundo notícia publicada no Jornal Tempo Novo de 25 de Outubro de 1997 a eleição da primeira Diretoria do Conselho Municipal de Cultura da Serra ocorreu no dia 23 de Outubro de 1997, tendo sido eleitos: Presidente Aurélio Carlos Marques de Moura; Vice Presidente Marcello Furtado; Secretário, Ernandes Zanon. O primeiro Conselho durante um período de pouco mais de dois anos, regulamentou a Lei Chico Prego de incentivo a Cultura e apreciou os primeiros processos entre outras atividades culturais. No dia 04 de Julho de 2000 foi realizada a posse do segundo Conselho Municipal de Cultura da Serra, desta feita, no Gabinete do Prefeito Municipal da Serra, Dr. Antônio Sérgio Alves Vidigal. Novamente Clério tomou posse como Conselheiro Titular da Câmara de Literatura, permanecendo no Conselho até 20/07/2012, ou seja, 14 anos, 09 meses e vinte dias.

FILMES E VÍDEOS, LEDA NAGLE E MELHOR LIVRO DO ANOTeve atuação como Ator no Filme “Queimado”, de João Carlos Christo Coutinho, sobre a Revolta dos Negros Escravos do Distrito do Queimado, na Serra, ES, ocorrida em 1849. Atuou como Ator no Filme “Trovadores do Neotrovismo na Amazônia”, da Cineasta Russa Valentina Ivanovna Kupnova. Produz Vídeos amadores para o You Tube onde já atingiu o número superior a Dois mil vídeos. Em 1987 concedeu inclusive entrevista a Leda Nagle, em Rede Nacional, no programa “Sem Censura” da TV Educativa do Rio de Janeiro. É Ministro da Palavra, da Comunidade São Paulo, Paróquia São José Operário, desde Dezembro de 2009 e pertence a Pastoral Familiar da referida Comunidade e Paróquia. Envolvido em lutas comunitárias desde 22/04/1979, participando da fundação do Movimento Comunitário do bairro Eurico Salles, na Serra ES. Clério é registrado como Escritor na BIBLIOTECA NACIONAL. O Livro “História da Serra”, 1ª Edição, foi eleito MELHOR LIVRO de 1998, publicado em prosa no Brasil e a cerimônia oficial de premiação foi realizada em abril de 1999, conforme comunicação da Professora e Acadêmica, Maria Aparecida de Mello Calandra, IWA, Presidente da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, Mogi das Cruzes – São Paulo.

UBT – UNIÃO BRASILEIRA DE TROVADORESUBT – De 1966 a 1970 integrou a UBT – União Brasileira de Trovadores, seção de Vila Velha e Vitória, sendo Clério José Borges, o Terceiro Presidente, de 1968 a 1969. A UBT tinha como Delegado no ES, o Professor José Augusto de Carvalho, que fez a Convocação e promoveu a primeira Eleição sendo eleito primeiro Presidente, o Poeta Zedânove Tavares, tendo Clério permanecido no Conselho Fiscal. O Segundo Presidente foi Geraldo Nascimento, sendo Clério Borges, Vice Presidente de Cultura. Em 1969 Clério José Borges foi nomeado Presidente tendo realizado uma administração com várias promoções, inclusive um Concurso de Trovas a nível Nacional com o tema Pelé (Jogador de Futebol) e dois Juris Simulados sobre a existência de plágio ou identidade de idéias numa Trova. Em 1970 em nova eleição e por consenso, assumiu a Presidência o Poeta Edson Faioli, tendo meses após a UBT Vitória – Vila Velha se tornado inativa. NOMEAÇÃO – Em documento assinado em 1º de Janeiro de 1981, pelo Presidente da UBT Nacional, Carlos Guimarães, Clério José Borges foi nomeado Delegado da UBT – União Brasileira de Trovadores em Vitória – ES, Criou o Jornal Mimeografado ESTANDARTE, Órgão de divulgação da UBT – Vitória, tendo sido publicados 5 números, com Tiragem de 300 Exemplares cada edição. Clério permaneceu no cargo até 30 de março de 1981, quando foi fundada a Seção de Vitória da UBT, tendo sido eleito seu primeiro Presidente, o Dr. Carlos Dorsch. Na ocasião participou da eleição do Dr. Carlos Dorsch, o Poeta Trovador Matusalém Dias de Moura. Dois anos depois, terminado o mandato do Dr. Dorsch, por falta de pessoas interessadas, a entidade tornou-se inativa. O CTC, Clube dos Trovadores Capixabas dominava o movimento dos Trovadores, nos municípios da Grande Vitória, não havendo interessados em participarem da UBT, embora Clério José Borges, Carlos Dorsch e Joubert de Araújo Silva tivessem oferecido a Presidência da UBT Vitória a diversos Trovadores.RE ATIVAÇÃO DA UBT. No dia 02 de Outubro de 2015 Clério José Borges com o apoio do Vereador Namy Chequer promove uma Sessão Solene em homenagem ao Dia Municipal da Trova em Vitória, ocasião em que é homenageada a Presidente Nacional da UBT, Trovadora Domitila Beltrame, ocasião em que a UBT de Vitória é re ativada, sendo empossado como Presidente o Trovador Matusalém Dias de Moura. Na referida Sessão solene Clério recebe o Diploma de Honra ao Mérito em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à população de Vitória. Diploma datado de 02 de Outubro de 2015, assinado pelo Presidente da Câmara Municipal de Vitória, Vereador Namy Chequer. TROFÉU “NOTÁVEL TROVADOR” E TROFÉU “ALTO MÉRITO CULTURAL” – Na quarta feira, dia 13 de Julho de 2016, durante a 10ª edição do Projeto Encontros, coordenado pelos músicos, Alex Kruger e Beto Penedo, aconteceu o Sarau Poético da UBT, União Brasileira de Trovadores, seção de Vitória presidida pelo Trovador Matusalém Dias de Moura, realizado no Shopping Jardins localizado no bairro de Jardim da Penha, em Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo. Na ocasião Clério foi homenageado com o Troféu “Notável Trovador”, O Projeto Encontros conferiu também ao homenageado Clério, o Troféu Alto Mérito Cultural. Foram homenageados entre outros, Maria Marino Schneider, Clério José Borges, Edy Soares, Roberto Vasco, Kátia Bobbio, Ângela Veríssimo, Magnólia Pedrina Sylvestre, Albércio Nunes Vieira Machado, Sérgio Soares Dutra e Cleusa Lourdes Madureira Vidal. Clério teve oportunidade de rever a sua professora na Universidade Federal do Espírito Santo quando fazia o Curso de Direito, a Professora de Língua Portuguesa, Dalva Marchezi.

FEBET – FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ENTIDADE TROVISTAS – RJFEBET – No dia 02 de Julho de 1983, em solenidade presidida pelo Escritor Paranaense e, radicado no Rio de Janeiro, Eno Teodoro Wanke ajudou a fundar e foi eleito Vice Presidente da FEBET – Federação Brasileira de Entidade Trovistas, com Sede Nacional no Rio de Janeiro. Manteve-se no cargo de Vice-Presidente por quatro mandatos de três anos cada, até 1995, quando em Julho, durante o XV Seminário Nacional de Trova, realizado em domingos Martins – ES foi eleito Presidente permanecendo no Cargo até o ano 2000, quando com o falecimento do líder Nacional Eno Teodoro Wanke, a entidade acabou sendo extinta. A FEBET chegou a possuir representantes em inúmeras cidades brasileiras, reunindo mais de 3000 filiados. Clério José Borges possui Diploma de Sócio Fundador da FEBET, datado de 02 de Julho de 1983, assinado pelo Presidente, Escritor Eno Teodoro Wanke. Outro Diploma consta ser Clério, Representante da FEBET no Estado do Espírito Santo. Este segundo Diploma é datado de 20 de Janeiro de 1984, assinado pelo Presidente, Escritor Eno Teodoro Wanke. A FEBET adotou o Hino dos Trovadores criado pelo saudoso Presidente da Ordem dos Poetas da Literatura de Cordel, Rodolfo Coelho Cavalcante, de Salvador, Bahia.

POSTADO NO FACEBOOKDia 19/10/2013 pelo Jornalista Jose Carlos Bacchetti: “Os primeiros passos a gente nunca esquece. Já estava no rádio, mas no jornal não. Ainda desconhecia a técnica jornalística, quando este cidadão – gente da melhor qualidade-, Clério José Borges, foi meu professor num cursinho de jornalismo. Hoje continuamos amigos e eu, seu admirador!”

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