EXTRATERRESTRES NA SERRA - ESPÍRITO SANTO

EXTRATERRESTRES NO ESPÍRITO SANTO – ÍNDIO MANEMOAÇU É ABDUZIDO NA SERRA, ES

Curiosidades Folclore lendas

EXTRATERRESTRES NO ESPÍRITO SANTO


A parte referente aos
Índios Temiminós
e ao Espírito Santo é um
Texto de Clério José Borges,
no Livro “História da Serra”

Extraterrestres ETs no Espírito Santo.
Extraterrestres ETs no Espírito Santo.





Extraterrestre refere-se a tudo que é de fora do planeta Terra. A expressão comumente designa outros planetas, e seres vivos, inteligentes ou não, que vivam lá. O estudo do fenômeno extraterrestre evoluiu muito nas últimas décadas com o crescimento do interesse da população pela vida fora do planeta Terra. A ufologia é o nome popular utilizado para o estudo de indícios de vida fora do planeta. O nome academicamente aceito é “exobiologia”. A literatura, o cinema e a televisão já exploraram muito a possibilidade de contato com seres inteligentes de outros planetas (chamados de ETs), porém sempre estimulando a idéia de um contato hostil causando o protesto de alguns ufólogos. Devido a essa influência negativa da mídia, boa parte da população teme um contato com seres extraterrestres. A ciência que se ocupa da vida fora da Terra chama-se Exobiologia. No Brasil e em Portugal usa-se a sigla OVNI para designar Objeto Voador Não-Identificado, equivalente ao inglês UFO. Muitas pessoas acreditam que a aparição desses objetos seja a prova não apenas da existência de vida extraterrestre, mas também de que seres de outros planetas visitem o nosso. Os pesquisadores dessas aparições são chamados de ovniologistas ou ufólogos. Um fato histórico de grande relevância pelos estudiosos do assunto é o Caso Roswell, em 1947, onde supostamente houve uma queda de um disco voador de origem extraterrestre na cidade americana de Roswell, sendo capturado(s) o(s) ser(es) ainda com vida. O governo americano, após admitir a queda do equipamento, desmentiu afirmando que seriam balões meteorológicos. No Brasil, o Caso Varginha, em 1996, é considerado por muitos ufólogos o mais importante de todos. Em torno de três seres supostamente foram capturados na cidade mineira que batiza o suposto fato e levados para a Universidade de Campinas. O fato é intrigante, visto que as testemunhas ao longo dos dias foram numerosas. Existem relatos de aparição de OVNI em várias partes do mundo, alguns com mais de 47.000 anos. A Bíblia, por exemplo, cita que Ezequiel testemunhou o pouso do que seria uma espaçonave perto do Rio Chebar, na Chaldea, em 593 a.C. Na Irlanda, populares fizeram contato com prováveis alienígenas no ano de 956. Nessa mesma época, em Lyon, na França, três supostos ETs foram capturados e depois mortos por terem “poderes mágicos”.

Em Roma, no século IV, o historiador Julio Obsequins citou várias aparições de OVNI em seu manuscrito “Prodigerium Liber” e, no final do século IV, o Imperador Teodosio I fez registrar a visão que aterrorizara a cidade: um estranho objeto voador que brilhava intensamente, cercado por dezenas de outros menores. No Brasil, o primeiro caso documentado de provável atividade extraterrestre foi a abdução de um indígena, irmão do famoso Araribóia. Voltemos um pouquinho no tempo para acompanhar o episódio.
Rio de Janeiro, 1555. No meio da Baía de Guanabara, destaca-se a Ilha de Paranapuan ou dos Gatos (atual do Governador), habitada pelos índios temiminós. Suas aldeias eram freqüentemente atacadas pelos tamoios, que eram mais numerosos e habitavam toda a orla da baía. Mais de 6 mil temiminós foram mortos e comidos pelos inimigos.
Temendo que a recente chegada dos franceses (Villegaignon) estimulasse uma nova investida dos tamoios contra a ilha, o cacique Maracajaguaçu (Grande Gato Bravo) pediu socorro ao capitão donatário Vasco Fernandes Coutinho, no Espírito Santo. Os portugueses acudiram enviando quatro navios para resgatar os 2 mil sobreviventes e levá-los à aldeia de Vitória. A condição para salvar os índios foi de que se tornassem católicos, o que foi prontamente aceito.

EXTRATERRESTRES NA SERRA - ESPÍRITO SANTO
EXTRATERRESTRES NA SERRA – ESPÍRITO SANTO


LUA DE MEL SIDERAL
Após o desembarque, o cacique e seu filho Araribóia levaram parte da tribo para o interior da capitania, onde fundaram a aldeia que deu origem à cidade de Serra; o outro filho, Manemoaçu, ficou com alguns guerreiros (flecheiros) no litoral para ajudar os portugueses na defesa contra os franceses, holandeses e selvagens botocudos.
Em 20 de janeiro de 1558, dia de São Sebastião, foi realizado o batismo de Manemoaçu – agora chamado Sebastião de Lemos – e seu casamento religioso com a indígena que era sua companheira. Tudo parecia transcorrer bem até que, poucos dias depois, Manemoaçu desapareceu. As buscas realizadas não deram em nada, não havia nenhuma pista dele. Passadas quase duas semanas, ele reapareceu na aldeia, cambaleante, em estado de choque. Cuidado pelos jesuítas, Manemoaçu não resistiu e morreu em 2 de abril daquele ano.
José Teixeira de Oliveira e outros historiadores capixabas, baseados no relato do jesuíta Francisco Pires, descrevem a morte e enterro do índio Sebastião de Lemos. O fato é relatado também por Serafim Leite no livro “História da Companhia de Jesus no Brasil”, página 327.
Mas é no depoimento do Padre Antônio de Sá, em carta datada de 13 de Junho de 1559, que se reforçam as suspeitas de abdução: o religioso relata que Manemoaçu, tendo sumido por alguns dias da aldeia, ao retornar disse ter sido vítima de rapto feito por seres estranhos, que o levaram para um lugar desconhecido. Muito doente, passou a ser considerado maluco e os jesuítas afirmaram que “demônios invadiram o corpo de Sebastião”.
Pesquisadores modernos, após examinarem todos os registros deixados pelos padres, levantam a hipótese de que o irmão de Araribóia foi raptado por seres extraterrestres, sendo este o primeiro caso de abdução registrado no Espírito Santo e, talvez, no Brasil.
ALMIRO BARAÚNA NA ILHA DE TRINDADE, ES        Em 16 de janeiro de 1958, Almiro Baraúna, à bordo do navio Almirante Saldanha, próximo à Ilha da Trindade, no Estado do Espírito Santo, fez quatro fotos de um disco voador, em forma de Saturno, com o testemunho de mais de cinqüenta marinheiros. As fotos foram reveladas à bordo do navio. As testemunhas confirmaram que as fotos eram do objeto que viram. Essas fotos foram liberadas à Imprensa com o aval da Marinha e do falecido Presidente da República Juscelino Kubitschek. Foi calculado que o objeto estava voando aproximadamente na velocidade de 900 Km/h, que tinha um diâmetro de 40 metros e 7 metros de altura. Bem mais tarde, a GSW analisou as fotos com computador e concluiu serem autênticas, tendo o objeto realmente grandes dimensões.

Extraterrestres ETs no Espírito Santo.
Extraterrestres ETs no Espírito Santo.

EXTRATERRESTRES EM COLATINA – ESPÍRITO SANTO

Este caso encontra-se relatado
de forma resumida no Livro de
Clério José Borges, “História da Serra”,
publicado na Cidade da Serra, ES, em 2009.Em 1973, Onílson Pátero (FOTO) estava retornando para sua residência, em Catanduva, uma cidade do interior do Estado de São Paulo, à noite, quando uma luz se aproximou e parou a uns dez metros de distância e uns seis metros de altura. Um filete de luz azul foi projetado sobre o carro, o qual ficou “transparente”, onde Onilsom podia ver o motor através do sólido painel. A luz começou a esquentar o ambiente quando Onílson se retirou do carro e saiu correndo. Algo invisível o agarrou e ele desmaiou. Posteriormente foi levado para o hospital, e após vários exames, foi dispensado. Quase um ano depois, novamente Onílson estava retornando para sua casa, agora em 1974, quando novamente apareceu a nave e o abduziu. Onílson desapareceu. A família comunicou a polícia. Logo depois o seu carro foi encontrado. A mala com documentos, cheques e dinheiro estava intacta. A polícia desconfiou ser um assalto com assassinato e passou a procurar o corpo de Onílson. Cinco dias depois Onílson foi abandonado na cidade de Colatina, no Estado do Espírito Santo, a 1.000 Km de distância de Catanduva. Mesmo tendo permanecido cinco dias no interior de um disco voador, Onílson, mesmo sob hipnose, se recordou de algumas horas dentro daquela estranha nave.

DETALHES DO CASO ONILSON EM COLATINA – ES

No dia 26 de abril de 1974, Onilson avisou sua esposa D. Lourdes, que ia almoçar mais cedo, pois sairia a negócios para a cidade Julio de Mesquita (aproximadamente 160 Km de Catanduva). E assim partiu às 12:30 hs.Chegando em Júlio de Mesquita às 15 horas, não encontrou o prefeito com quem, conforme combinação prévia trataria, às 15:30 hs, de venda de uma biblioteca para a cidade. Onilson era representante de uma empresa especializada no ramo.O prefeito Antônio Soares, só chegou às 17:30 hs e não finalizou a compra, alegando que primeiro teria que escutar a opinião do fiscal de ensino, na cidade vizinha (Marília). Ele resolveu então seguir até Marília (a 30 km), mas o fiscal de ensino estava ausente. Então ele fez um lanche rápido e iniciou a viagem de volta para casa às 22:30 hs.Ele havia vendido seu carro Opala, pouco tempo após sua abdução e agora viajavam em um fusca azulado. Por volta das 23:30 hs, ele se encontrava a 15 km de Guarantã, e a 120 km de Catanduva. A cerca de 200 metros da linha de alta tensão da Cia. Elétrica de São Paulo, Onilson observou uma luminosidade azulada correndo paralelamente ao longo dos fios.Nesse momento, o motor do carro começou a falhar ao mesmo tempo em que ele observou um filete de luz intensa, azulada. Lembrando dos fatos envolvendo sua primeira experiência, Onilson resolveu seguir adiante e fugir do local, evitando um novo contato.Sua fuga foi frustrada pois, o motor morreu, obrigando Onilson a conduzir o carro, ainda embalado, para o acostamento. Assim que parou o carro, ele observou um objeto idêntico, ou talvez o mesmo objeto visto na primeira ocasião. Assustado, Onilson resolveu fugir a pé. Ele abriu a porta do carro, e percebeu que uma espécie de esteira se aproximou, e passou por baixo de seu pé justamente na ocasião em que pisaria no solo. Tal esteira foi sendo recolhida, transportando Onilson em direção ao objeto. Repentinamente ele viu-se em uma sala ovalada a bordo do objeto.Nesta sala, ele viu o mesmo rapaz à quem dera carona, por ocasião da primeira experiência. Ele vestia a mesma roupa que usava naquela noite e aproximou-se sorrindo e dizendo que nada de mal aconteceria à Onilson. Essa comunicação foi ouvida perfeitamente por Onilson, mas quando este tentou responder não ouviu suas próprias palavras.O ambiente da primeira sala – No meio da sala havia uma grande luminosidade azul, que aparentemente vinha do teto (a uns 3,5 m de altura), em forma de cúpula, onde se viam muitos fios cruzando-se, conforme teias de aranha, em 3 a 4 camadas.Ao longo da parede da sala, à altura aproximada de 1 metro do piso, deslocava-se, em circunferência, uma luz azulada.O moço pediu a Onilson para que sentasse numa cadeira de costas altas e que tinha assento fofo, parecendo borracha.Na 2ª Sala – Não sabe quanto tempo teria ficado na primeira sala, pois ali só teve consciência durante 1 a 2 minutos. A lembrança lhe voltou de novo quando já se achava em outra sala, semelhante à primeira. Havia fios no teto, porém pela parede se dispunha em circunferência um tubo de metal brilhante, de uns 30 cm de espessura. Também havia luzes dispostas em circunferência, paralelamente à do referido tubo e aproximadamente a 1 palmo acima deste. Além disso, havia na parede uns 3 a 4 pontos luminosos que costumavam apagar-se do mesmo modo como se vê numa tela de TV ao ser este desligado.Nesta sala estava Alex, que lhe pediu para tirar a roupa e vestir outra e por ele foi ajudado. A roupa era de um tecido que parecia ser feio de fios metálicos, com aspectos de nylon de brilho fosco, e que o cobria até os pés. Onilson ouvia as explicações de Alex porém não podia ouvir as suas próprias perguntas. A roupa ajustava-se ao seu corpo e por dentro sentia-a macia. Não sabe se havia fios que ligassem a roupa à parede.Viu ainda que na parede uma janela de aproximadamente 1,5 m de comprimento por 60 cm de largura e através dela notou à distância de 5 a 6 m, no compartimento contíguo, o movimento de pessoas que pareciam sentadas em cadeiras, pois só as via até a cintura. As cadeiras pareciam motorizadas ou então seriam carrinhos, pois essas pessoas se movimentavam conservando seus corpos imóveis, o que já não aconteceria se estivessem andando com seus próprios pés. As pessoas, que no máximo eram três juntas para seu campo visual, estavam ora de frente, ora de lado, e cobertos por capuzes que se constituíam num prolongamento da própria roupa que vestiam.Uma estranha manobra – Alex, ao dizer “você vai ver uma manobra”, passou a sua mão em um local da parede, onde, em seguida, apareceu um visor de uns 40 cm de largura, permitindo visão para fora do Disco Voador. Onilson recebeu então um capacete para colocar na cabeça, fechado na parte do pescoço mas sem provocar falta de ar. O capacete possuía um visor na frente e Onilson teve a impressão de que quando este lhe foi colocado na cabeça acabou por ver melhor e para mais longe, distinguindo perfeitamente a paisagem. Não sabia se era dia ou noite lá fora, mas distinguiu um vale, onde havia uma cidade que lhe parecia do tipo europeu, pois consistia de casas com telhados altos e bem inclinados e também pareciam haver torres de igrejas.Distante da cidade a, talvez a uns 2000 m dela, viu surgir do solo uma formação em forma de ovo, de 4 a 5 metros de largura que, acompanhada de uma nuvem branca, elevou-se nos ares e aproximou-se do local onde estava Onilson. Se esse ovo entrou no mesmo local onde estava, devia ter sido em outra sala, pois na sua sala nada viu entrar.Alex explicou que eles estavam empenhados em retirar da terra certa substância, a qual facilmente manipulada seria fatal para os discos voadores. Essa substância existiria na Terra e forçosamente seria descoberta pelos seus habitantes, mais cedo ou mais tarde. Entretanto, “eles” estavam estudando o assunto, para achar uma defesa, para o futuro, contra a aplicação desta substância, e que neste intento, forçosamente, seriam bem sucedidos. Uma estranha explicação – Alex ainda explicou que, no futuro, esperavam chegar a um entendimento com os terrestres, mas se tal não se realizasse, seria lançado um pó fino, semelhante à uma fumaça, que não faria mal nem a uma borboleta. Se necessário trariam Onilson outra vez… mas desta vez junto com uma pessoa de certo nível hierárquico da Terra. A Urna – Alex colocou então em Onilson, uns braceletes de aspecto metálico, amarelados e opacos, nos pulsos e nos tornozelos, que não o incomodavam. Depois de ter ficado uns 5 minutos nessa segunda sala, foi colocado numa urna, parecendo de isopor, embutida no piso e onde havia lugar para todo o corpo se acomodar anatomicamente. Não sabe porém quanto tempo ficou nessa urna, pois não se lembra de mais nada. Só sabe que, quando a consciência voltou, já estava novamente vestido com a sua própria roupa e em outro compartimento mais espaçoso, mas sem a presença de Alex.O 3º Compartimento – Esse ultimo salão que Onilson lembra ter avistado era em formato semi-cilíndrico, tendo 12 a 15 metros de diâmetro. Ele achava-se sentado numa cadeira, em fileira de 5 a 6 cadeiras colocadas no meio. Havia ainda à sua frente, no centro, um cilindro metálico brilhante, de uns 40 cm de diâmetro, que alcançava o teto do salão e que era de uma altura de uns 10 a 15 metros. No canto à sua esquerda, nada havia, mas à sua direita estavam em pé 3 pessoas encapuzadas, cujas roupas soltas estendiam-se até os pés. Deviam ter altura regular de 1,70 m. Onilson os denominava de “médicos”. Um deles estava sentado diante de uma tela. Outro olhava para Onilson e o terceiro observava alguns objetos presentes na sala. Foi nesse momento que surgiu um novo personagem: um individuo humano, idêntico à Onilson, em seus mínimos detalhes. Ele vestia uma roupa idêntica à que Onilson trajava no dia de sua 1ª abdução, 11 meses antes. Ele permaneceu nesta sala por alguns instantes e saiu da sala. Pouco depois, três outras pessoas, também de aspecto humano, entraram na sala, desaparecendo logo em seguida. Tudo isso não durou mais do que três minutos.A lembrança seguinte de Onilson foi de estar sendo desembarcado do objeto através da mesma esteira que o capturou no início de sua experiência. Ele foi colocado de forma suave sobre a relva em algum lugar desconhecido para Onilson, que sentou no chão e observou a partida do estranho objeto. Ele olhou seu relógio e viu que já eram 3:15 hs da madrugada. Olhando em volta, percebeu ao longe luzes de uma cidade, e luzes de veículos trafegando em uma rodovia, em um vale próximo. Ele iniciou a descida do que parecia ser uma colina, em direção à esta estrada. A descida do morro e o encontro com o fazendeiro. Parece que a descida do morro, com ausência da Lua, em terreno de altos e baixos, pedras grandes e pequenas, deve ter desesperado Onilson. Isso foi confirmado pelos gritos de socorro que de vez em quando lançava ao ar, ao longo das 3 horas de descida. Mais tarde, Onilson desenhou um croqui com o caminho de descida do morro.Quando alcançou uma pedra maior, já bem baixo, resolveu descansar pois tinha machucado um pé numa fenda e também estava com caimbra. Enquanto estava parado, para descansar por uns 15 a 20 minutos, começou a cair uma chuva fina, que lhe trouxe maior ânimo. Ele então se abrigou embaixo de uma pedra inclinada, onde assinalou sua passagem pelo local com um canivete, gravando as iniciais de seu nome.Com o raiar do dia, ele chegava à base do morro, onde avistou um grupo de pessoas. Ele aproximou-se, identificou-se e pediu ajuda para chegar à uma Delegacia de Polícia, pois queria avisar seus parentes de que estava bem. Ele relatou à um dos fazendeiros, chamado Cesar Menelli, sua experiência. O fazendeiro o levou para sua casa, onde ele tomou um banho e fez um lanche. Embora Onilson dissesse à sua esposa que voltaria no mesmo dia em que saiu de casa, Dona Lourdes ficou preocupada, embora mantivesse aparência calma diante do sumiço do marido. Onilson viajou na sexta-feira 26 de abril de 1974. Os dias passaram e Onilson não retornava de viagem e nem dava notícias aos seus familiares. Na terça-feira seguinte, dia 30 de abril de 1974, chegou o aviso da Delegacia de Polícia de Guarantã informando que acharam o veículo de Onilson três dias antes. o veículo estava aparentemente em ordem, sem sinais de acidente ou crime. Não havia sinais ou pistas sobre o paradeiro do dono, Onilson, que então encontrava-se oficialmente desaparecido. Os familiares buscaram informações em hospitais, sem obter qualquer pista sobre Onilson. No dia seguinte, 1º de maio, uma quarta feira, Éder Pátero, irmão de Onilson, seu sobrinho Antônio Chagas e seu cunhado Francisco Sanches, iniciaram nova busca pelo desaparecido. Primeiro verificaram o carro de Onilson, retido na Delegacia de Guarantã, e não encontraram qualquer pista. Eles então refizeram o trajeto provável que Onilson teria feito em sua viagem, visitando fazendas à beira da estrada, cidades, hospitais e delegacias de polícia. Assim, passaram por Marília Pirajuí, Pongaí, Cafelândia, Guarantã, Novo Horizonte e Júlio de Mesquita, sendo que nessa ultima procuraram o próprio prefeito, com quem Onilson havia conversado no dia de seu desaparecimento.Na quinta feira, 2 de maio, os familiares receberam uma ligação informando que Onilson Pátero havia reaparecido em Colatina, Espírito Santo. Eles imediatamente iniciaram a viagem para buscar Onilson em Colatina. Ao encontrar Onilson, constaram que este estava um pouco pálido. Por volta das 13 horas de 4 de maio tomaram o caminho de volta. A esta altura, a história do desaparecimento e reaparecimento de Pátero já tinha chegado à imprensa e vários repórteres estavam empenhados em cobrir o fato. A 12 Km de Colatina, os repórteres aguardaram a passagem da família Pátero na entrada da fazenda Catuá, de propriedade do Sr. Menelli. Eles então pediram a Onilson para subir com eles até a pedra onde ele gravara seu nome, marcando sua passagem pelo local. Os repórteres não só confirmaram a existência da gravura como também a fotografaram, publicando-a no jornal “O Vespertino”, de Vitória, no dia 6 de maio de 1974.As investigações da família e sua viagem de busca resultaram em gastos consideráveis, além dias úteis de trabalho desperdiçados por Eder, durante o período de buscas por Onilson.


Pesquisas da SBEDV, em Colatina
Relato de Pesquisadores da Sociedade Brasileira de Estudos sobre Discos Voadores
“Antes de relatarmos os resultados das nossas idas à cidade de Colatina, nos dias 5 e 11 de maio de 1974, queremos lembrar ao leitor que a mesma cidade foi citada no Boletim anterior (94/98), em relação ao caso do soldado José Antônio da Silva. Este foi sequestrado por extraterrestres, em Bebedouro, perto de Belo Horizonte, e depois de 4 dias foi devolvido à Terra, no Estado do Espírito Santo, ao norte de sua capital, Vitória. A cidade de Colatina, é situada no Vale do Rio Doce, sobejamente conhecido pela sua riqueza em minério de ferro. À nossa chegada à sua cidade pedimos orientação a um policial, que prontamente nos levou a uma pessoa mais bem informada: Sr. Otto Aurich, o qual é pai do delegado de Polícia (Capitão  Luiz Sérgio Aurich, com 28 anos de idade na ocasião e prestes a se diplomar em Ciências Contábeis e Educação Física). Os dois nos deram um curto relato de depois nos encaminharam à pessoa mais importante para a pesquisa: o fazendeiro Cesar Menelli, que foi quem primeiro ouviu Onilson durante a descida do morro e logo depois com ele falou quando de sua volta à Terra, em Colatina. O relato do Sr. Cesar foi o seguinte: Naquela noite em questão fora acordado em sua casa, no centro da cidade de Colatina, às 4 da manhã. Eram dois motoristas de caminhão, conhecidos seus, que vinham lhe avisar que havia gado, na rodovia para Vitoria, provavelmente procedendo da sua fazenda (que se chama Catuã e fica a uns 12 km de Colatina, à esquerda da rodovia, para quem vai de Vitória.).O Sr. Menelli rumou então, na sua camioneta, para o local, onde chegou aproximadamente antes das 5 horas. Parou entretanto a uns 400m adiante e à direita (SBEDV: Para testar os seu empregados?), mas não viu gado nenhum. Entretanto, escutou uns gritos que vinham de um dos morros mais altos (aproximadamente 400 m) da sua propriedade. Alguns minutos após, ouvia outros gritos vindos naquela mesma direção. Dirigiu-se então para o curral, situado à esquerda da estrada, e lá interpelou os seus dois empregados, um de nome Abraão Bonde, com as palavras: “São vocês ou um de vocês que grita lá encima?”. A resposta foi: “Não, nós estamos aqui embaixo e estamos sós”. O Sr. Menelli voltou então para o seu carro onde depois de mais 15 ou 20 minutos de espera escutou outro grito, já mais embaixo no morro. Resolveu esperar no carro, pois começou a cair uma chuva fina. Escutou em seguida um grito já mais perto, desesperado: “Ai, ai, minha mãe, minha mãe”. Já estava amanhecendo quando viu descer, dos últimos lances daquela serrinha, um homem, que foi se aproximando do grupinho de gente formado pelo Sr. Menelli, e os seus capatazes. Estacou frente ao Sr. Menelli, tirou os óculos para limpá-los e disse: “Os senhores não precisam ter medo de mim, sou boa gente. Em que terra eu estou?”. A primeira vista, o Sr. Menelli pensou tratar-se de um demente que tivesse pernoitado pelas suas pastagens. Mas revolveu informar corretamente: “O senhor está no Estado do Espírito Santo. Município de Colatina, fazenda Catuá, a 12 Km da cidade de Colatina”.Em seguida, Onilson relatou o que acontecera, para o Sr. Cesar. Este, observando os carrapichos agarrados de cima a baixo na roupa de Onilson e lembrando-se ainda dos gritos de desespero, que antes ouvia, evidentemente vindo de Onilson, reformulou a sua opinião a respeito do mesmo: “ou é louco, ou é pessoa boa”, (admitindo, agora, que Onilson não poderia ser louco).Em vista de estar sem recursos, naquele momento, Onilson pediu ao Sr. Menelli que o levasse a uma Delegacia de Polícia ou então a um rádio-amador que se comunicaria com sua família.O Sr. Menelli explicou que era vizinho do pai do Delegado e que o levaria à sua casa. Assim, chegaram em casa por volta das 6 ou 7 horas. Onilson trajava uma calça de cor cinza esverdeada, de qualidade boa, e limpa não fossem o carrapichos e sementes de grama. A camisa era listrada, azul clara. Também possuía um relógio Seiko e um maço de cigarros. Entre 7 e 8 horas foi comunicada a ocorrência ao Sr. Otto Aurich, o qual possui um estabelecimento industrial na mesma rua do Sr. Menelli. Aproximadamente às 10:30 hs foi feita uma ligação telefônica , para José Antônio, da firma Cilcat, em Catanduva, e que foi providenciada por um dos filhos do Sr. Aurich, de nome Eduardo Sebastião. Durante a conversa telefônica ouviu-se que, como prova de sua estada naquele morro na fazenda Catuá, Onilson mencionou a gravação das iniciais do seu nome numa pedra ali existente. A seguir, deixou-se Onilson dormir, sendo acordado às 14 horas, quando chegou o Delegado de Polícia, Capitão Aurich. A essa hora já havia grande aglomeração popular diante da casa do Sr. Menelli. As 14:30 hs foi oferecido um almoço à Onilson, mas este comeu somente um pouco de arroz.Às 15 horas chegou o juiz criminal Arion de Vasconcelos, a quem Onilson entregou alguns documentos que levava consigo. O juiz aproveitou para fazer algumas perguntas às quais Onilson respondeu corretamente, conforme os dados assinalados nos documentos. Também o médico Aldo Machado se pronunciou falando sobre a aparência de Onilson, excluindo a alucinação, dada a coerência das suas respostas e orientação no complexo espaço/tempo.Às 17:00 hs, Onilson teve mais uma oportunidade de dar um cochilo e às 18:30 hs jantou, agora com apetite melhor. Soube-se, nessa hora, que o ufólogo e médico paulista, Dr. Max Berezovski havia telefonado para a Delegacia de Polícia, informando sobre Onilson Pátero e dizendo que o caso merecia crédito (em vista do 1º episódio ufológico que ele mesmo pesquisara nas cidades de Catanduva e Itajobi, e em laboratórios em São Paulo).Contudo, a aglomeração de populares em frente à casa do Sr. Menelli, continuava aumentando constantemente. Devido à enorme curiosidade reinante, previa-se que naquela casa ninguém dormiria naquela noite; nem o seu dono, nem a sua família e muito menos ainda o protagonista Onilson Pátero. Desta forma, foi imediatamente aceito o oferecimento do Sr. Delegado, que convidou Onilson para um repouso merecido, nas instalações da Delegacia, oferecimento este que veio em boa hora. Assim,  seguiu Onilson para a Delegacia às 21:15 hs aproximadamente.Nessa mesma quinta-feira, o Delegado indagou se Onilson havia se barbeado, tendo em vista a escassa barba, mesmo depois dos 6 dias de afastamento. Onílson negou que tivesse feito a barba. No terceiro dia em Colatina, em sábado, o Delegado reparou que a barba de Onilson praticamente não crescera, pois continuava com o mesmo aspecto.Soubemos ainda que no sábado, antes do retorno de Onilson à sua casa, houve um encontro formal com o Sr. Juiz, quando Onilson foi entregue oficialmente aos seus familiares.Por fineza do Sr. Adelson Exim, auxiliar do Juiz, quando estivemos pela segunda vez em Colatina, fomos apresentados a esta última autoridade e também a outras da vara criminal e cível daquela cidade. Na ocasião o assunto Onilson e também todo o problema ufológico foi submetido a uma reavaliação crítica, pelos componentes do grupo formado.Nessa oportunidade soubemos também da existência de uma gravação possivelmente feita na sexta feira na Delegacia, quando Onilson relatava a estas pessoas os dois episódios ufológicos, sendo submetido a muitas mas respeitosas perguntas, que foram em seguida respondidas por ele com simplicidade e coerência, em relação aos relatos anteriores que já conhecíamos.


OBSERVAÇÃO: Permitimos a livre reprodução do conteúdo e agradecemos a citação da fonte com a inclusão de nosso link, se possível.

Fonte de Pesquisa: Borges, Clério José – Livro História da Serra, 1a. 2a. e 3a Edição – 1998, 2003 e 2009 – Editora Canela Verde –


BIBLIOGRAFIA.
A GAZETA – CADERNO DOIS – Vitória
Instituto Nacional do Folclore, Atlas Folclórico do Brasil – Espírito Santo, Rio de Janeiro, FUNARTE, 1982.Fonseca, Hermógenes Lima – Tradições Populares no Espírito Santo, Vitória, Departamento Estadual de Cultura, 1991.José Teixeira de OliveiraSerafim Leite – História da Companhia de Jesus no BrasilNovaes, Maria Stella de – História do Espírito Santo, Vitória, Fundo Editorial do Espírito Santo.Siqueira, Padre Francisco Antunes de – Esboço Histórico dos Costumes do Povo Espírito-Santense Desde os Tempos Coloniais até nossos Dias, Rio de Janeiro, Tipografia G. Leuzinger & Filhos, 1893.Borges, Clério José – História da Serra, Serra, Gráfica Editora Canela Verde, 1a Edição de 1998 e 2a Edição de 2003
Sites na INTERNET:a) – Celso Serqueira – (http://www.serqueira.com.br/mapas/disco2.htm)b) – http://www.infa.com.br/a_ufologia_no_brasil.html

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