Serra ES - Mapa do Município da Serra na Grande Vitória ES. Criação Clério José Borges. Desenho: Iara Abreu

JOÃO CLÍMACO DE ALVARENGA RANGEL -ADVOGADO E PADRE – Origem histórica da Serra

Colonização Espírito Santo História Negros Escravos Revolta do Queimado
Pesquisa do Escritor Clério José Borges.
Permitimos a livre reprodução do conteúdo
e agradecemos a citação da fonte.

Entrevista de Clério José Borges
João Clímaco de Alvarenga Rangel
Defensor dos Negros Escravos da Revolta do Queimado


Dia 12/02/2010 – Clério José Borges, como historiador da Serra, autor do Livro História da Serra é convidado pelo Repórter Fotografico Edson da TV Assembléia para conceder entrevista sobre a pessoa de João Clímaco de Alvarenga Rangel. Orador afamado. Estudou em São Paulo. Formou-se em Ciências Jurídicas. Nasceu na Vila do Queimado, quando a mesma pertencia a Vitória.João Clímaco de Alvarenga Rangel, Advogado e Padre. Nasceu na Vila do Querimado, em Vitória, capital do Estado do Espirito Santo, hoje Município da Serra, ES, a 30/03/1799. Foi professor de Filosofia em sua cidade, onde poetou, quando moço, tendo Afonso Cláudio assinalado que ” seus cantos patrióticos, seus hinos à amizade e às crianças, seus trenos aos desalentados da vida, impreterivelmente, são subjetivistas; são antes transportes dos estados do espírito, sínteses psicológicas, do que transmissão de impressões recebidas do contato externo”. Falta-lhes a nota popular, a expressão de viver das massas anônimas, suas aspirações e tendências; falta-lhes, ainda, o sainete lirista inerente ao ambiente brasileiro, o vigor do colorido nativista; daí o esquecimento em que caiu o poeta para os seus conterrâneos, cuja única consagração póstuma consistiu em lhe darem o nome a uma das praças de sua cidade natal, onde o poeta teve a residência e o berço. João Clímaco, também advogado, quando ainda estudante do curso jurídico, elegeu-se deputado geral em 1833. Orador sacro de projeção mesmo fora de sua província, orou na Capela Imperial, na Corte, Onde o padrão de pregadores se afinava por Monte Alverne. Defendeu, em Vitória, os escravos presos em decorrência da Insurreição do Queimado episódio que ficou gravado, para sempre, nas páginas da história do Espírito Santo, abandonando, em seguida, a vida parlamentar, em que se notabilizara. Faleceu em Vitória, a 22/07/1866. Patrono, Cadeira n.º 3 da Academia Espírito-santense de Letras.
Obras: Não deixou livros publicados.

VÍDEOS DE CLÉRIO JOSÉ BORGES
     

FONTE: Patronos & Acadêmicos – Antologia coordenada por Francisco Aurélio Ribeiro, AEL – Vitória-ES – 2002.
Serra em Prosa e Versos – Poetas e Escritores da Serra, de Clério José Borges – Serra – ES.
Vila de SÃO JOSÉ DO QUEIMADO, Serra, ES, BrasilVILA DO QUEIMADO – No alto, a 100 metros de altura do nível do mar, a Igreja de São José, palco dos acontecimentos que resultaram na Revolta (Insurreição) dos Negros Escravos do Distrito do Queimado em 1849. A foto é de 1875.

INSURREIÇÃO DO QUEIMADO:
A REVOLTA DOS NEGROS EM BUSCA DA LIBERDADETexto do Livro “HISTÓRIA DA SERRA”, de Clério José Borges
Permitida a reprodução do conteúdo.
Agradecemos a citação da fonteRESUMO – Em 19 de março de 1849 é deflagrado um movimento de libertação dos escravos, na Vila de São José do Queimado. Tal movimento, que mobilizou cerca de trezentos Negros Escravos, iniciado em 19 de Março de 1849, foi desmobilizado pela força militar da época cinco dias depois com a prisão dos líderes do movimento e, levou a enforcamento dois dos líderes da revolta: João da Viúva Monteiro e Chico Prego. O primeiro, enforcado na Vila de São José do Queimado em 8 de Janeiro de 1850. O segundo na Vila de Nossa Senhora da Conceição da Serra, no dia 11 de Janeiro do mesmo ano. (1850).
(Foto ao lado, de 1875, vendo-se a Igreja de São José na colina que possui 100 metros de altitude do nível do mar)

O Carrasco que realizou o enforcamento dos dois chamava-se Ananias e veio do Rio de Janeiro no Navio Boa Sorte. A forca foi construída pelo Carpinteiro Camilo de Lélis. Na morte de Chico Prego na Serra Sede aconteceu um imprevisto. A forca não foi suficiente para matar o Negrão Chico Prego. Foi preciso o carrasco Ananias subir em seus ombros para tentar matá-lo. Mesmo assim, Chico Prego não morre. Ananias corta a corda e o negrão cai ao chão. Chico Prego só morre quando Ananias, com um porrete esmaga-lhe o crânio.

O padre João Clímaco da Alvarenga Rangel foi o advogado dos negros que buscavam a liberdade no movimento denominado “Insurreição do Queimado”, ocorrido na Vila de Queimado, que na época pertencia ao município de Vitória e hoje é um distrito do Município da Serra.

LÍDERES DA REVOLTA
Na preparação da Insurreição e comandando o movimento estavam:

1 – Elisiário Rangel – Chefe da Insurreição. Era um Negro estudado. Sabia ler e escrever. Tinha sido preparado pelo seu proprietário, Faustino Antônio de Alvarenga Rangel.

Observação: Escravo não tinha oficialmente sobrenome mas recebia sempre o nome da família do seu dono.

2 – Francisco de São José, o Chico Prego.

3 – João, o Pequeno.

4 – João da viúva, assim chamdo porque pertencia a viúva Monteiro.

5 – Carlos, irmão de Elisiário, também escravo do Padre João Clímaco de Alvarenga Rangel.

O Chefe da Insurreição, Elisiário Rangel fugiu da prisão, por um descuido do Carcereiro. Existe a versão de que o Carcereiro havia ingerido bebida alcoólica (Cachaça) e dormido. A fuga ocorreu na madrugada do dia 7 de dezembro de 1849 e além de Elisiário fugiram Carlos e João. Chico Prego e João da Viúva Monteiro, presos em outra cela, não puderam escapar. Buscas foram realizadas. Recompensa em dinheiro para quem recuperasse os fugitivos, mas, os mesmos jamais foram encontrados. Segundo a lenda, a fuga foi devido a um Milagre de Nossa Senhora da Penha. Elisiário fugiu inicialmente para as matas da Montanha do Mestre Álvaro e depois para a região do Município de Cariacica, onde junto com outros fugitivos formou um Quilombo no local hoje denominado de Piranema, (Cariacica, ES).

A grafia correta é Distrito do “QUEIMADO”. É errado escrever QUEIMADOS, com a letra S no final. Em 2011 foi inaugurada uma estrada pavimentada e asfaltada ligando a Serra Sede (região do bairro Cascata) as ruínas da Igreja de São José do Queimado e o Governo de Estado por falta de conhecimento e, para alguns, burrice, instalou algumas placas, registrando erradamente QUEIMADOS com a letra S no final.

A Freguesia de São José de Queimado foi criada pela Lei Provincial N.º 9, de 1846. Pertencia a Vitória e hoje é um Distrito da Serra. Na época do Revolta possuía cerca de 5000 habitantes e estava situado à margem do Rio Santa Maria da Vitória, onde havia um porto chamado Porto do Una, (Negro), onde era embarcada, em grandes canoas que comportavam mais de cem sacas de café, a produção da região da Serra e onde eram desembarcados os produtos importados que atendiam às necessidades locais. O rio servia como via para o transporte em geral, inclusive para a integração de Vitória com a Serra e com o Norte do Espírito Santo. Na época, século XIX, a Freguesia do Queimado limitava-se com a Freguesia da Serra pelo rio Tangui e Porto do Una, seguindo a margem do brejo até a ponte do mesmo nome e, em linha reta, até a estrada de São João, na ladeira das pedras, compreendendo Itapocu e todo o Caioba.

A pedra fundamental iniciando a construção da Igreja de São José foi colocada no dia 15 de Agosto de 1845 e somente em 19 de março de 1849 a Igreja foi parcialmente concluída, justamente no dia do início da Insurreição (ou Revolta) dos Negros Escravos do Distrito do Queimado, que desejavam a Alforria, a Liberdade. A obra levara cerca de três anos e meio para ser edificada, medindo, em seu corpo principal, 90 palmos de comprimento por 42 de largura, com 43 de altura. No dia da inauguração, a conclusão da obra dependia de algumas poucas providências que não impediam que fosse aberta aos ofícios religiosos. Na foto acima, um grupo de Turistas Poetas Trovadores visitando, no dia 05 de novembro de 2011, a Estátua de Chico Prego, na Praça Almirante Tamandaré, no Centro da Serra. A Estátua é uma obra do Artista Plástico Tute, (Jenézio Jacob Kuster).

O Jornal “Correio da Vitória”, de 21 de março de 1849, publica a seguinte notícia:

“No dia 19 do corrente um grande grupo de escravos invadiu a Igreja da Povoação do Queimado na ocasião em que se celebrava o santo sacrifício da Missa, e em gritos proclamava a sua liberdade, e alforria, e seguindo para diversas Fazendas e aliciando os Escravos delas e, em outras, obrigando os seus donos a doarem a liberdade a seus Escravos, engrossou em número de 300.”

Com base na notícia do Jornal “Correio da Vitória” podemos afirmar com certeza de que a Revolta dos Negros Escravos do Queimado teve a participação de 300 Escravos. Ofício do Presidente da Província do Espírito Santo, Antônio Joaquim de Siqueira, com data de 20 de março de 1849, encaminhado à Corte no Rio de Janeiro, confirma tal informação:

“Ontem pelas três horas da tarde, soube que um grupo armado de trinta e tantos Escravos perpetrara o crime de Insurreição no Distrito do Queimado, três léguas distantes desta Capital (Vitória), invadindo a Matriz na ocasião em que se celebrava a missa conventual, e levantando os gritos de “Viva a Liberdade” e “Queremos Alforria.” Este grupo seguiu depois a direção do Engenho Fundão, de Paulo Coutinho Mascarenhas, e obrigou-o a entregar-lhe os seus Escravos e passar-lhes Carta de Liberdade, as armas e munições que possuía. O mesmo fizeram em outros Engenhos de maneira que conseguiu elevar o seu número a cerca de Trezentos. (…) Escusado é narrar a Vossa Excelência o susto e o terror de que se acham apoderados os habitantes desta Capital e lugares circunvizinhos.”

Relatos históricos dão conta de que ao Queimado, para participarem da Insurreição ocorreram Escravos da Serra, Itapóca, Viana, São Mateus e demais redondezas. A localidade de São Mateus citada nos documentos sobre a Revolta do Queimado, não é a atual cidade de São Mateus do Norte do Espírito Santo e sim, uma Vila localizada na época, perto de Nova Almeida, que possuía trezentas casas. Tal Vila é citada pelo ex Prefeito Naly da Encarnação Miranda, na página 42 do Livro, “Reminiscências da Serra, 1556 – 1983” e foi tema de uma Reportagem do Pesquisador Thiago Dal Col, na Revista NU/ZÊNITE, editada nos dias atuais na cidade da Serra, ES. São Mateus da Serra (ES) é uma localidade atualmente extinta.

O historiador Wilson Lopes de Resende, em obra de 1949, com o título “A Insurreição de 1849 na Província do Espírito Santo”, tece elogios ao Frei Gregório, relatando:

“Os escravos, (…) aguardavam pacificamente outra oportunidade redentora (…) quando apareceu na Freguesia do Queimado um Sacerdote, desses heróicos missionários catequistas que sempre se bateram contra a escravidão e a quem tanto deve o Brasil Colonial. Chamava-se ele Frei Gregório José Maria de Bene. Embora italiano, amou essa terra, que escolhe para missionar e, vendo a vida que levavam os escravos, num flagrante antagonismo com o espírito de liberdade, que sacudia as revoluções liberais do Brasil até a velha Europa, pensou em minorar-lhes os sofrimento. Passou, desde então, a auxiliá-los espiritualmente, incutindo-lhes os ensinamentos da religião, fazendo-os bons e humildes para imitar a Cristo. (…) Animado com número tão elevado de fiéis, o Missionário resolveu erigir um Templo no meio de uma povoação de cinco mil almas. Os escravos não se cansavam de pedir em suas orações ao Todo Poderoso para que lhes enviasse suas bênçãos e lhes concedesse a graça de obter a alforria no dia em que a construção terminasse. Frei Gregório, certo da formação cristã dos Senhores vizinhos, chegou mesmo a admitir que os escravos pudessem conseguir o que tanto almejavam.”

Pelo texto de 1949, de Wilson Lopes de Resende, observa-se que ele se refere ao Padre Gregório como um desses “heróicos missionários catequistas que sempre se bateram contra a escravidão.”

UMA MULHER ESCRAVA NA INSURREIÇÃO
O insucesso da Insurreição (Revolta) do Queimado é relatado em Ofício (Carta) do Chefe do Polícia, José Inácio Acioli de Vasconcelos ao Presidente da Provincia, datado de 20 de março de 1849:

“Cumpre-me levar ao conhecimento de Vossa Excelência que cheguei hoje a esta Freguesia do Queimado às 4 horas da manhã e constando-me, poucos momentos depois, que um grupo de escravos armados, em número de cinquenta mais ou menos, estava reunido nas imediações dela, e que se dirigia para aqui com o plano de proclamarem a sua liberdade, e de assassinarem todos aqueles que porventura a isso se opusessem, dei imediatamente ordem ao Alferes, comandante do Destacamento, que marchasse sobre eles com as praças à sua disposição e com mais alguns cidadãos que pude reunir, conservando-me aqui com algumas pessoas deste Distrito. E, sendo os ditos Escravos encontrados na ladeira que desce para Aroaba, em direção para esta Freguesia, foram aí completamente batidos pelo referido Destacamento, e gente a ele reunido, em um ataque que durou seguramente meia hora, sendo em resultado mortos oito, presos seis e uma Escrava, mulher de um deles(…)”

O Ofício revela a presença de uma Escrava participando da Insurreição, da Revolta do Queimado. Guerreira. Mulher de um dos Escravos. O Escritor Luiz Guilherme Santos Neves na sua obra Literária “O Templo e a Forca”, que funde ficção com o fato histórico da Revolta do Queimado, cria a figura da Escrava Bastiana. Ela seria a tal negra anônima citada no ofício do Chefe de Polícia e que participa da luta entre os Negros revoltosos e a Milícia (Polícia) e seria a mulher de Chico Prego. Um romance amoroso de um herói da Serra.

Já o Escritor João Felício dos Santos, autor do Romance “Chica da Silva”, sucesso no Cinema sob a direção de Cacá Diegues, cria a figura de Benedita Torreão, trabalhando de forma literária dentro de uma ficção histórica, explorando a presença da mulher, afro-brasileira presa pelo Chefe do Polícia, José Inácio Acioli de Vasconcelos, no dia 20 de março de 1849. Trata-se do Romance, “Benedita Torreão da Sangria Desatada”, publicado no Rio de Janeiro em 1983, que conta a saga de uma Escrava que realiza abortos na intenção de livrar os Negros do Cativeiro ainda antes de nascerem.

Usando de uma licença poética e romanceando a Insurreição, com a força da ficção, técnica de imaginação inerente aos Escritores, podemos dizer que Bastiana Benedita Torreão era a Escrava anônima citada por José Inácio Acioli de Vasconcelos. A mulher Guerreira Bastiana, companheira do Guerreiro Chico Prego.

FIM DO RESUMO.

BIBLIOGRAFIA
Fonte de Pesquisa: Estas são as fontes em que o autor se baseou para escrever o presente texto.

Borges, Clério José – Livro História da Serra, 1a. 2a. e 3a Edição – 1998, 2003 e 2009 – Editora Canela Verde
Borges, Clério José – Livro Dicionário Regional de Gírias e Jargões – 2010 – Editora Canela Verde
ACCIOLI DE VASCONCELLOS, Inácio – Memória Estatística da Província do Espírito Santo. Escrita no ano de 1828. Arquivo Público Estadual – Vitória – ES – 1978.
ANCHIETA, José de. S.I. – Cartas, Informações, Fragmentos históricos e Sermões ( 1554-1594 ) – Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1933. 567 páginas ilustradas.
ASSIS, Francisco Eugênio de – Dicionário Geográfico e Histórico do Espírito Santo – Vitória, 1941.
BALESTREIRO, Heribaldo Lopes – O Povoamento do Espírito Santo. Obras Pavonianas. Vitória, 1976.
BORGES, Clério José – O Trovismo Capixaba – Editora Codpoe – Rio de Janeiro, 1990. 80 páginas. Ilustrado.
CABRAL, Luiz Gonzaga, Padre – Jesuítas no Brasil – Companhia Melhoramentos – São Paulo, 1925.
CARDOSO JR., Nourival – “Agora é a vez da Cultura Popular”, Folheto colorido elaborado pela Prefeitura Municipal da Serra em 1989
CARVALHO, José Antônio – O Colégio e as Residências dos Jesuítas no Espírito Santo – Expressão e Cultura, Rio de Janeiro, 1982, 302 páginas.
CASTELO, Marinaldo Fraga – Trabalho datilografado reproduzido em cópias. Elaborado em 1973. Cópia xerox na Biblioteca do Centro Comunitário de Parque Residencial Laranjeiras. Centro Educacional Valparaíso – Serra – ES.
CLÁUDIO, Afonso – Insurreição do Queimado – Episódio da história da Província do Espírito Santo. Fund. Ceciliano Abel de Almeida. Vitória, 1979.
DAEMON, Basílio Carvalho – Província do Espírito Santo, Sua Descoberta, História, Cronologia e Sinopse Estatística – Tipografia Espirito-Santense – Vitória, 1897 – 513 páginas.
DINIZ MIGUEL, Ivonne – O Homem da Serra. Escola Tipográfica das Obras Pavonianas. Sem data. 128 páginas.
ELTON, Elmo – Velhos Templos de Vitória e outros Temas Capixabas – Conselho Estadual de Cultura – Vitória – ES, 1987 – 205 páginas; São Benedito, sua devoção no Espírito Santo – DEC – Departamento Estadual de Cultura – Vitória, ES, 1987 – 205 páginas; Anchieta – Versos e dados históricos sobre padre Anchieta – CEC – Vitória, ES, 1984.

OBSERVAÇÃO: Permitimos a livre reprodução do conteúdo e agradecemos a citação da fonte com a inclusão de nosso link, se possível.
ACADÊMICO COMENDADOR CLÉRIO JOSÉ BORGESCURRICULUM CULTURAL E ARTÍSTICO
ENTRE OS VULTOS DE VITÓRIA,
SEM MEDO DE DESPAUTÉRIO,
QUEM TERÁ LUGAR NA HISTÓRIA
É O AMIGO POETA CLÉRIO.
TROVA DO SAUDOSO PROFESSOR
FRANCISCO FILIPACK, DE CURITIBA/PR

BIOGRAFIA – Poeta, Trovador, Historiador e Escritor Capixaba, o Comendador e Acadêmico Clério José Borges de Sant Anna nasceu no dia 15 de Setembro de 1950, em ARIBIRI, bairro da cidade de Vila Velha, no Estado do Espírito Santo. Filho da costureira Lyra Borges de Sant Anna e do estivador Manoel Cândido de Sant Anna. É Cidadão Serrano (Cidade da Serra, ES), desde o dia 26 de Dezembro de 1994, quando recebeu Diploma das mãos da então Vereadora Márcia Lamas e do então Prefeito da Serra, João Batista Motta. É Funcionário Público Estadual Aposentado no Cargo de Escrivão de Polícia Civil, após 35 anos de serviços prestados à Comunidade Capixaba, tendo recebido ELOGIOS e MEDALHAS. Trabalhou como Professor em diversas Escolas da Grande Vitória e ministrou Cursos Informativos e proferiu palestras em quase todas as cidades do Estado do Espírito Santo e algumas cidades do Estado de Minas Gerais. Em 1969 começa a trabalhar como Jornalista iniciante ou Estagiário, (na linguagem Jornalística o nome é Foca) no Jornal A Tribuna, de Vitória, ES. De “Foca” é logo promovido a Repórter, depois Redator, chegando a exercer o cargo de Chefe de Reportagem do Jornal “A Tribuna”, de Vitória, ES. O aprendizado e a experiência no Jornalismo, construída no convívio com profissionais do quilate de Cláudio Bueno Rocha, Vinícius Paulo Seixas, Plínio Marquini, Rubinho Gomes, Sérgio Egito, Pedro e Paulo Maia, levou a proferir palestras em diversas cidades sobre Iniciação ao Jornalismo e aos Meios de Comunicação, computando um total superior a 5 mil alunos, em várias cidades do Espírito Santo. Teve rápida passagem no Jornal “O Diário” da rua Sete de Setembro, no Centro de Vitória, ES. O registro de Clério José Borges como Jornalista, consta do livro “O DIÁRIO DA RUA SETE”, de Antônio de Pádua Gurgel. O Registro está na página 223 e consta na Reportagem intitulada “Nós somos os focas”, vários Jornalistas iniciantes explicavam aos leitores por que haviam optado pela profissão de Jornalista. Além do nome de Clério José Borges consta os nomes de, Mariângela Pellerano, Jorge Luiz de Souza, Jair Guilherme de Almeida, Toninho Rosetti, Newton Pandolpho Filho e José Antônio Mansur, na época recém-contratados. Interrompeu seu trabalho como Jornalista para servir o Exército, tendo ingressado no 38 BI – Batalhão Tibúrcio, em Vila Velha e estudado no Curso de NPOR (Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva), por aproximadamente um ano. Na época em que esteve no Exército continuou escrevendo para o Jornal A Tribuna como crítico cinematográfico, comentando semanalmente os filmes em exibição em Vitória, Capital do Estado. No final de 1974 resolve fazer Concurso Público para o cargo de Escrivão de Polícia Civil. Classificou-se em 1º Lugar, em Concurso Público para o cargo de Escrivão de Policia do Quadro Permanente do Serviço Civil do Poder Executivo do Estado do Espírito Santo, Certificado de Habilitação nº. 01, datado de 03 de Janeiro de 1975, data de homologação da classificação. Nomeação no Estado através do Decreto Nº. 151 – P, de 04 de março de 1975. Ingressou no Serviço Público Estadual a 28 de maio de 1975, onde trabalhou até 17 de Setembro de 2010, quando se aposentou com 35 anos de atividades como Escrivão e, com 37 anos, 02 meses e 19 dias de Tempo de contribuição. Foi Conselheiro Titular dos Conselhos Estadual de Cultura do Estado do Espírito Santo e do Conselho Municipal de Cultura da Cidade da Serra, ES, exercendo as funções de Secretário e Vice Presidente em diversas ocasiões e, emitindo pareceres e votando em várias proposições, como por exemplo, o Tombamento da Mata Atlântica, emitindo parecer sobre os Imóveis da Cidade de Muqui, bem como analisando as solicitações do uso dos benefícios da Lei de Incentivo à Cultura, “Chico Prego” e, diversas outras do interesse cultural das Comunidades Capixabas. Desde 11 de maio de 2004 é Senador da Cultura, representando o Espírito Santo perante o Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil. É o autor do Livro “História da Serra”, cuja 1ª Edição, foi eleita como a MELHOR publicação de 1998, no gênero prosa no Brasil. A cerimônia oficial de premiação foi realizada no dia 08 de maio de 1999, em solenidade presidida pela professora e Acadêmica, Maria Aparecida de Mello Calandra, IWA, Presidente da Sociedade de Cultura Latina do Brasil, na cidade de Mogi das Cruzes – São Paulo. No dia 05/06/2010, na cidade de Itabira, MG foi agraciado com o Troféu Carlos Drummond de Andrade, como o Escritor do ano de 2010. No dia 10/03/2012, Clério recebe o Troféu Pedro Aleixo, em Itabira, MG, como Destaque Cultural de 2012. No dia 10 de março de 2012 recebe o “Troféu Personalidade Brasileira Notável do ano”, em solenidade realizada no palco do salão de festas da ATIVA, na cidade de Itabira, Minas Gerais.Em 2016 é agraciado, ainda em Itabira, MG, com o Troféu Machado de Assis, como Destaque Cultural do ano. No dia 31 de Janeiro de 2015, recebeu na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas o Troféu Especial, TROFÉU GRANDES NOMES DA CULTURA CONTEMPORÂNEA 2015. Participou como ator no filme “Queimado”, de João Carlos Christo Coutinho. O filme aborda a Revolta dos Negros Escravos do Distrito de Queimado em 1849. Participou de outros filmes documentários. É sempre solicitado a proferir depoimentos em vídeos sobre história e Trovas para estudantes da Rede Estadual e Pública. Comenda Mérito Legislativo Rubem Braga. No dia 07 de Julho de 2015, de acordo com a Resolução n.º 4.026, Clério José Borges foi agraciado com a Comenda Rubem Braga, tendo recebido Medalha e o título de Comendador das mãos da Deputada Estadual Luzia Toledo, no Plenário Dirceu Cardoso, da Assembléia Legislativa Estadual, em Vitória, ES. Fundou no dia 1º de Julho de 1980, o Clube dos Trovadores Capixabas, CTC. Foi o idealizador, Fundador e o primeiro Presidente, em 28 de Agosto de 1993, da Academia de Letras e Artes da Serra, ES, ALEAS. Clério José Borges pertence ainda ao Movimento Poético Nacional, MPN, com sede no Estado de São Paulo; Sociedade de Cultura Latina do Brasil, com sede em Mogi das Cruzes, SP; Casa do Poeta Brasileiro, Poebras, de Porto Alegre, RS; Academia PETROPOLITANA de Letras, da Cidade de Petrópolis, (RJ); Academia Brasileira da Trova, com sede no Rio de Janeiro e Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas, ALCEAR, bem como inúmeras outras entidades, Associações e Academias no Brasil e no Exterior. Clério José Borges, como Presidente do Clube dos Trovadores Capixabas organiza anualmente Seminários e Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores desde 1981. Promoveu e ajudou na organização de Congressos de Poetas Trovadores na Ilha de Paquetá e, em Magé, no Rio de Janeiro, em São Paulo Capital, na Sociedade Unificadas Augusto Motta, em Bonsucesso no Rio de Janeiro, em Porto Velho Rondônia com Kléon Maryan e, em Salvador, no Estado da Bahia.

BIOGRAFIA DETALHADA Historiador, Poeta e Trovador Capixaba, o Escritor, Comendador e Acadêmico, Clério José Borges de Sant Anna nasceu no dia 15 de Setembro de 1950, no bairro de Aribiri, no Município de Vila Velha, ES. Estudou no Colégio Nossa Senhora da Penha, dos Irmãos Maristas, em Vila Velha, ES, onde concluiu o curso Primário e curso Ginasial, tendo formação religiosa Católica. Na época havia aulas de Latim e era obrigatório nas aulas de Religião, decorar o Evangelho do Domingo. Estudou também o Curso de Técnico em Contabilidade, no Colégio Comercial do Espírito Santo, também em Vila Velha, tendo concluído o curso no ano de 1968. Diploma datado de 15 de Dezembro de 1968, assinado pelo Diretor João de Almeida Silva e pelo Secretário Aylton de Almeida. Clério José Borges é presidente do Clube dos Poetas Trovadores Capixabas CTC. Foi fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes da Serra e pertence as Academia de Letras de Marataízes, Academia de Letras da Cidade de São Mateus, Academia de Letras de Vila Velha, Academia de Letras de Cachoeiro de Itapemirim, Academia de Letras da cidade de Iúna, na região do Caparaó. Pertence ainda a Academia Brasileira da Trova, entidade cultural com sede no Rio de Janeiro. E Associado do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e do Clube de Intelectuais Franceses. Pertence ainda ao Movimento Poético Nacional, MPN, com sede no Estado de São Paulo; Sociedade de Cultura Latina do Brasil, com sede em Mogi das Cruzes, SP; Casa do Poeta Brasileiro, Poebras, de Porto Alegre, RS; Academia PETROPOLITANA de Letras, da Cidade de Petrópolis, (RJ); Academia Brasileira da Trova, com sede no Rio de Janeiro e Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas, ALCEAR, bem como inúmeras outras entidades, Associações e Academias no Brasil e no Exterior. Casou-se a 17 de fevereiro de 1979 com a comerciária Zenaide Emília Thomes Borges, tendo desta união nascido os filhos Clérigthom Thomes Borges, nascido em 1979 e Cleberson José Thomes Borges, nascido em 1981, mudando-se para o bairro Eurico Salles, no Município da Serra, ES. É morador da SERRA, ES, desde 1979. Fez os seus estudos iniciais no Colégio Nossa Senhora da Penha, dos Irmãos Maristas em Vila Velha. Durante o dia estudava o 2º Grau no Colégio Marista e à noite estudava o Curso de Técnico em Contabilidade. Formou-se como Técnico em Contabilidade no Colégio Comercial do Espírito Santo – Vila Velha – ES – Curso de Técnico de em Contabilidade, concluído no ano de 1968. Diploma datado de 15 de Dezembro de 1968, assinado pelo Diretor João de Almeida Silva e pelo Secretário Aylton de Almeida. No Colégio Marista foi redator do jornal “O Pioneiro”, órgão oficial do Grêmio Estudantil Nossa Senhora da Penha. Foi também por breve período, Assessor Técnico da Prefeitura Municipal de Vila Velha, em 1972, na Administração Max Freitas Mauro, tendo elaborado textos e Comunicados da Prefeitura Municipal, que foram distribuídos nas Comunidades de Vila Velha. Contista Infantil, Contos publicados no Jornal A GAZETINHA, suplemento Infantil do Jornal A GAZETA, de Vitória – ES, de 1966 a 1968, sob a Direção da Jornalista Glecy Coutinho. Em 1970 classificou-se em 3º lugar no Exame Vestibular da Faculdade de Direito da Cidade de Cachoeiro de Itapemirim. Naquele ano ficou em 5º lugar na classificação geral, pois dois candidatos empataram em primeiro lugar e dois empataram em segundo lugar. Eram 300 Candidatos para 100 Vagas. Faculdade na cidade de Cachoeiro era Particular e muitos estudantes da Capital Vitória, iam estudar em Cachoeiro, cidade localizada a pouco mais de 100 quilômetros de Vitória, já que a Faculdade admitia a presença nas sexta feiras e no sábado. Clério se inscreveu para estimular um amigo, Geraldo Nascimento, o Gernas, ao estudo. Clério passou e Gernas também. Um dos itens da prova do Vestibular foi falar sobre o Escritor José de Alencar. Como se diz na gíria popular, foi açucar no mel pois Clério já havia lido vários livros de José de Alencar, desde “Ubirajara” até o livro, “Iracema”, a virgem dos lábios de mel. Estudou em 1970, tendo comparecido várias aulas nos fins de semana. Cansou das viagens e, em 1971, abandonou o Curso na cidade de Cachoeiro, no sul do Estado. Em 1974 presta Exame Vestibular na Universidade Federal do Espírito Santo para Direito. Classificou-se em 11º Lugar no Exame Vestibular do Curso de Direito da UFES, Universidade Federal do Estado do Espírito Santo. Eram 300 Candidatos para 80 vagas. Iniciou o Curso de Direito em 1975. Em 1979 presta Vestibular para o Curso de Pedagogia, também na UFES. Classifica-se em 21º Lugar no Exame Vestibular em 1979. Iniciou o Curso de Pedagogia em 1980. Clério na Universidade Federal do Espírito Santo foi aluno da Professora de Língua Portuguesa, Dalva Marchezi. Estudou Filosofia com Dom Geraldo Lyrio Rocha, que em maio de 2007 durante a 45ª Assembléia Geral dos Bispos do Brasil, em Itaici, foi eleito Presidente da CNBB para o período que concluiu em 2011. Em suas atividades sociais e profissionais, Clério realizou e concluiu diversos outros Cursos, tendo vários Certificados e Diplomas. ATUAÇÃO COMO ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO. Como Universitário de Direito e Pedagogia Clério teve atuação de forma destacada no Projeto Rondon, um programa do Governo Federal que levava Universitários para atuarem em bairros e regiões carentes. Clério possui alguns Certificados de sua atuação Universitária: Certificado de Participação na II Semana Pedagógica, de 05 a 09 de Novembro de 1979. Carga horária: 40 horas. Promoção do Diretório Acadêmico do Centro Pedagógico da Universidade Federal do Espírito Santo. Data do Certificado: 24/11.1979. Certificado de Participação na SPAT – 😯 – Semana de Prevenção de Acidentes do Trabalho. Participação como UNIVERSITÁRIO PALESTRANTE. Diploma datado de 31 de Maio de 1980, assinado pelo Delegado Regional do Trabalho no Espírito Santo, José Pessoa Cavalcante. Palestra realizada na Escola ‘‘Clóvis Borges Miguel’’, na Serra Sede, para alunos do Segundo Grau. Certificado nº: 04/1/80, da Fundação Projeto Rondon. UNIVERSITÁRIO PALESTRANTE da Operação especial na Semana de Prevenção de Acidentes do Trabalho, no período de 26/06/80 a 30/06/80. Diploma datado de 12/06/1980, assinado pelo Prof. Domingos Gomes de Azevedo. Certificado nº 05/N/80, da Fundação Projeto Rondon, UNIVERSITÁRIO PARTICIPANTE da Operação especial’’ Pesquisa de Origem/ Destino das Viagens realizadas e Contagens de Tráfego na Grande Vitória. Período de 25/08 a 30/08 – 45 horas. Diploma datado de 22 de Outubro de 1980, assinado pelo Prof. Domingos Gomes de Azevedo, Coordenador Estadual do Projeto Rondon.

JORNAL NACIONAL – REDE GLOBO DE TELEVISÃOCLÉRIO JOSÉ BORGES NO JORNAL NACIONAL DA REDE GLOBO DE TELEVISÃO REPORTAGEM VEICULADA NO DIA 11 DE DEZEMBRO DE 2014. No dia 11 de Dezembro de 2014, o Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão veiculou uma Reportagem Especial sobre as Ruínas da Igreja de São José, localizada no Distrito do Queimado, atualmente Município da Serra, no Estado do Espírito Santo. O Repórter Mário Bonella entrevistou Clério José Borges, autor do Livro que fala sobre a colonização da Serra e o Acadêmico Aurélio Carlos Marques de Moura, como representante do Movimento Negro. O local foi palco de uma Revolta de Escravos em 1849, liderada por Chico Prego, João da Viúva Monteiro e Eliziário. A preocupação dos entrevistados era que o pouco das ruínas que existiam poderiam ruir e acabar nem existindo mais no local os vestígios de ter sido ali uma Igreja e palco de uma das mais importantes Revoltas de Escravos da Região Sudeste do Brasil. Eis a fala de Clério José Borges que foi para o ar, no JORNAL NACIONAL e que foi retransmitido para todo Brasil e que foi exibida também na GLOBO INTERNACIONAL e na GLOBO NEWS: Historiador Clério José Borges, (Foto: Reprodução, TV Gazeta), contou que negros organizaram revolta: Armados com facão, com armas, com rifles e tudo mais. Quando eles saíram, eles foram pelas fazendas da região, pelos sítios da região, arregimentando todos os outros negros e, com isso, foram organizando uma grande revolta”, contou o historiador Clério José Borges. Tropas foram enviadas do Rio de Janeiro para conter a revolta que durou quatro dias e terminou com a derrota dos escravos. NEM TINHA ACABADO A REPORTAGEM A ACADÊMICA CORRESPONDENTE E FUNDADORA DA ALEAS, CLEUSA LOURDES MADUREIRA VIDAL LIGAVA. ELA ESTAVA EM BRASÍLIA NO DISTRITO FEDERAL E TINHA ACABADO DE ASSISTIR A REPORTAGEM NO JORNAL NACIONAL. Depois da veiculação, a notícia da reportagem foi colocada no Facebook e surgiram vários comentários. Eis alguns: Dennise Pontes: Parabéns a matéria ficou ótima. Joaquim Carlos Trovador: Parabéns, Mestre Clério José Borges. Bela reportagem… Thiago Picoreti: Parabéns pela reportagem do Jornal Nacional. Assisti aqui na Rodoviária Novo Rio, no Rio de Janeiro. Antonio Aguiar: Show. Paulo Roberto Borges Schulz: Acabei de ver Tua Pessoa no JN, eu Sou Publicitário aqui no Sul, e Tenho Muita Admiração Pelos Historiadores deste Nosso Pais, Grande Abraço. Cara, Legal. Fica Com DEUS e Tudo de BOM. Fabiola Feu Ribeiro Fernandes: Parabéns, primo… Orgulho da nossa família. Beijo. Pedro Ornellas: Ligado na Globo. Zé Do Riso: Beleza pura, ficou filé a reportagem, que seja feita a restauração. Fabiola Feu Ribeiro Fernandes: Bela matéria, parabéns. Atila Santos: Foi muito legal, adorei, parabéns. Antonio Aguiar: Parabéns Clério José Borges ótimo depoimento histórico no JN. Esio Cavalcante Cavalcante: Grande historiador Clerio Borges levando o repórter Mario Bonella ao passado. Clério sabe tudo de historia, em especial de Serra, ES. Parabéns Dr. Clério, apesar de aposentado, voce enaltece o escrivanato e a população capixaba. Esio Cavalcante Cavalcante: Clerio, manda a matéria de sua participação para a Aepes postar no site e também no Site do Sindipol. Everaldo Guarani Kaiowá Nascimento: Vi a matéria no Jornal Nacional, hoje. Será que a restauração agora sai, Clério ? – Rogério Morais: curtiu. Rogério Morais: Parabéns aos ilustres Acadêmicos Clério José Borges e Aurélio Carlos por defender nosso patrimônio histórico cultural e cobrar de nossas autoridades governamentais restauro do sitio de Queimado. Ótima reportagem. Maria José Vettorazzi: Que bacana. Abçs. Neusa Maria Marchetti. Curtiram: Everaldo Guarani Kaiowá Nascimento, Suzie Mary, Lóla Prata: Clério José Borges. Oi ele aí, no JN! Te vi e admirei o entusiasmo, Lóla Prata. ADEMIR DA MATA: Prezado Clerio. Fiquei feliz em ver a sua atitude com relação à Igreja do Queimado. Há muito tempo venho comentando com colegas a precária situação em que se encontra aquela relíquia histórica do ES e não vejo ninguém tomando frente de um projeto que possa salvá-la. Há menos de 15 dias lá estive, fotografei e enviei para diversos órgãos, mas nem resposta me deram. No passado sugeri que pelo menos fizessem contenções temporárias e tempos depois instalaram os cabos, mas estão em situação crítica. O cemitério, praticamente acabou. Abraços. Suzi Nunes: Parabéns confrades… Júlio César Valadares Brahim e Edson Freitas curtiram isso. Antonia Thomes e outras 16 pessoas curtiram em Jornal Nacional – Rede Globo: Clerio Borges no jornal nacional da globo… Gilmar Marques e Geraldo Magela Da Silva Araujo curtiram isso. Maria Helena Birschner: Clério, quero parabenizá-lo pela preocupação com a nossa história. Sobre esse episódio dos escravos, confesso que nunca ouvi qualquer informação. Soraya Doellinger Assad: Clerio, vc estava super bem na reportagem. Parabéns. Odmar Pericles Nascimento: Caramba, Clério e compadre Aurélio no ar, e em edição nacional? Muito bom. Ana Paula Bonelli Lustoza: Pena estar tão abandonado. Uma história forte e digna de mais respeito….Se acabando a cada segundo, cada chuva… triste… por isso que o brasileiro é um povo sem memória. Hippolito Alves: Parabéns, Clério José Borges, pelo seu dom de divulgar e preservar nossa cultura. Angela Lino Verissimo: Parabéns confrade! Vi você ontem no JN. Léa Lu Vaebrasil: Clério, Delegado Cultural da Serra/ES em destaque na Rede Globo, Parabéns. Christina da Vitoria: Já tive o prazer de visitar, realmente e um lugar fantástico e o contexto histórico de muita importância. Christiano Menegatti, Jovany Sales Rey, Helder Mello e outras 55 pessoas curtiram isso. Hellen C Baroni Grattz: Parabéns, Clério José Borges. Driele Fortunato: Parabéns. Rose Duarte: Eu vi no JN, na Globo News e na Gazeta. Arrasou… Pedro Ornellas: Vi também. Divulguei. Vilma Daher Daher: Esse lugar é irado. Ivaldo Sagrilo: Meu amigo Clério, ta importante. Sandra Gomes Eu vi! Vcs arrasaram! Valeu. Flávio Serri e Michel Dal Col Costa curtiram isso. Sara Borges, Pablo Fraga curtiram isso. Alynne Obermüller com Aurélio Carlos em Jornal Nacional, Rede Globo: Meu pai Aurélio no Jornal Nacional de hoje…rs. Tá famoso. .. Parabéns, pai. Clarice Santos Santos: Parabéns. Clarice Santos Santos: Assisti sua reportagem na Globo internacional. Fabiana Thebaldi: Esse mundo é pequeno demais, ele é seu pai gente muito fina, ele fazia tratamento dentário, onde eu ajudava como atendente.

ACADEMIAS DE LETRAS E ENTIDADES CULTURAISACADEMIAS DE LETRAS E ENTIDADES CULTURAIS Clério José Borges é Presidente do Clube dos Trovadores Capixabas CTC e atual Vice Presidente da ALEAS, Academia de Letras e Artes da Serra, com mandato até 28 de agosto de 2018.Pertence as seguinte Academias de Letras do Estado do Espírito Santo:1 – Academia de Letras e Artes da Serra, presidida atualmente pelo Acadêmico, Dr. João Luiz Castello Lopes Ribeiro. É ACADÊMICO TITULAR, da cadeira nº 2, que tem como Patrono o Índio fundador da Serra, Maracajaguaçu. Voltou a presidir a ALEAS no período de 28 de agosto de 2012 a 28 de agosto de 2014.No dia 28 de Agosto de 2015 tomou posse como Vice Presidente da ALEAS com mandato até 28 de Agosto de 2017. Em agosto de 1993, elabora uma carta convocatória do Clube dos Trovadores Capixabas e remete-a para poetas e escritores conhecidos, marcando uma reunião de fundação da Academia de Letras e Artes da Serra. A reunião foi realizada na Câmara Municipal da Serra tendo ao final sido fundada a Academia com Clério como presidente executivo e Dr. Naly da Encarnação Miranda, ex prefeito da Serra em duas ocasiões, sido escolhido Presidente de honra e orador. Foi, portanto o idealizador da Academia de Letras e Artes da Serra já que a Carta de Convocação para a Reunião foi assinada por Clério José Borges como Presidente do CTC Clube dos Trovadores Capixabas. Em 06/08/2012 assume novamente a Presidência da ALEAS até 28/08/2014. Em 28/08/2016 assume a Vice Presidência da ALEAS até 28/08/2018. HISTÓRICO DA ALEAS: Fundou com o ex Prefeito da Serra, Naly da Encarnação Miranda, com o ex Vereador Carlos Dorsch e vários outros escritores, poetas e Trovadores, no dia 28 de agosto de 1993 a Academia de Letras e Artes da Serra, ALEAS, tendo Clério sido eleito o primeiro Presidente, presidindo a entidade até o dia 28 de agosto de 1995. É ACADÊMICO TITULAR, da cadeira nº 2, que tem como Patrono o Índio fundador da Serra, Maracajaguaçu. Voltou a presidir a ALEAS no período de 28 de agosto de 2012 a 28 de agosto de 2014. Atualmente foi eleito em 28 de Agosto de 2015, Vice Presidente da ALEAS.2 – Academia de Letras de Vila Velha, antiga Academia de Letras Humberto de Campos, presidida pelo Acadêmico Horácio Xavier. No dia 23 de maio de 1991, uma quinta feira, em solenidade presidida pelo Jornalista Jair Vianna Santos, por indicação do Escritor, Poeta e Médico, Mário Ribeiro, autor de “Retalhos Esparsos: poemas e trovas“, Clério José foi eleito e empossado como Acadêmico Titular da Academia de Letras “Humberto de Campos”, atual Academia de Letras de Vila Velha. Na ocasião Clério Borges foi saudado pelo Escritor Mário Ribeiro e pela Professora Valsema Rodrigues da Costa. Clério José Borges é titular da Cadeira Número 30, que tem como Patrono Afonso Cláudio de Freitas Rosa.3 – AMALETRAS – Academia Mateense de Letras, da cidade de São Mateus, presidida pela Acadêmica Dra. Marlusse Pestana Daher. No dia 31 de Agosto de 2013, Clério José Borges tomou posse como Acadêmico Correspondente da Academia Mateense de Letras da Cidade de São Mateus, no Norte do Estado do Espírito Santo. O Ofício convidando para a posse “na terra do Cricaré” foi assinado pela Presidente Dra. Marlusse Pestana Daher, e, tem o número 022/2013, datado de 15 de Agosto de 2013. COMENDA “CECÍLIA MEIRELES”. No dia 27 de Março de 2015, em solenidade realizada nos Salões do tradicional Clube Ouro Negro no Centro da Cidade de São Mateus, Clério José Borges recebeu da AMALETRAS, a Comenda da ordem “Cecília Meireles”. MEDALHA MARIA ANTONIETA TATAGIBA. No dia 18 de março de 2016, Clério José Borges recebe a Medalha “Maria Antonieta Tatagiba” da Academia Mateense de Letras, AMALETRAS, em solenidade realizada na auditório da Escola Conhecer, no Centro da Cidade de São Mateus, norte do Estado do Espírito Santo.4 – Academia de Artes, Cultura e Letras de Marataízes, presidida pela Acadêmica Bárbara Perez. Clério foi empossado na Academia das Artes, Cultura e Letras de Marataízes e do Estado do Espírito Santo (Academia Marataízense de Letras), em Solenidade realizada no dia 10 de maio de 2014, no Plenário do Poder Legislativo Municipal de Marataízes, ES – Câmara Municipal de Marataízes, na Avenida Lacerda de Aguiar, nº 113, Centro – Marataízes – Espírito Santo. No dia 14 de setembro de 2013, no Palácio das Águias em Marataízes-ES,durante os festejos em homenagem ao centenário Rubem Braga foram feitas outorga de Honrarias às personalidades da mais alta cultura do Estado do Espírito Santo e da Nação, tendo Clério José Borges recebido a Comenda Rubem Braga e um Diploma Especial.5 – Academia Iunense de Letras, da cidade de Iúna, na região do Caparaó, presidida pelo Acadêmico Dr. José Salotto. POSSE NA ACADEMIA IUNENSE DE LETRAS. A Academia Iunense de Letras, da Cidade de Iúna, ES, na quarta feira, dia 11 de Novembro de 2015, durante as comemorações do Bi centenário de Criação do Quartel do Rio Pardo, (antigo nome de Iúna), Sessão Solene Especial quando foram empossados oficialmente como Acadêmicos Correspondentes, os Poetas e Escritores Clério José Borges de Sant Anna, presidente do Clube dos Trovadores Capixabas, Edy Soares e Laudimar Gonçalves Galdino. O evento foi realizado com início às 19 horas, no Salão da 3ª. Idade de Iúna e contou com a presença do Prefeito Municipal da Cidade de Iúna, (região Caparaó), Rogério Cruz e do Secretario de Cultura, Esporte e Turismo de Iúna, Edmar Henriques da Costa. A solenidade foi presidida pelo Presidente da Academia, José Salotto Sobrinho.6 – Academia de Letras de Cachoeiro de Itapemirim. Clério José Borges é Acadêmico Correspondente, Cadeira 202.A Academia foi fundada no dia 12 de maio de 1962, inicialmente, a denominação de Academia Cachoeirense de Letras “Benjamin Silva”. Posteriormente o nome passou a ser Academia cachoeirense de Letras.7 – APALA Academia Pan-americana de Artes e Letras. No dia 1º de Julho de 2016, Clério José Borges recebeu a Moção de Mérito Literário e a titularidade de Acadêmico Correspondente e Membro Honorário da APALA, pelo trabalho de excelência que desenvolve em prol da Literatura Brasileira e Universal como artífice de Letras e Produtor Cultural no Brasil, nas Américas e no Mundo Lusófono, das mãos do Presidente Luiz Gilberto de Barros, o Luiz Poeta, na solenidade de abertura do XII Congresso Brasileiro de Poetas Trovadores em Guarapari, ES. O Diploma datado de 25 de Junho de 2016 é assinado pelo próprio Presidente Luiz Poeta e pela Primeira Secretária Marice Prisco.8 – FEBET – FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ENTIDADE TROVISTAS – RJ No dia 02 de Julho de 1983, em solenidade presidida pelo Escritor Paranaense e, radicado no Rio de Janeiro, Eno Teodoro Wanke ajudou a fundar e foi eleito Vice Presidente da FEBET – Federação Brasileira de Entidade Trovistas, com Sede Nacional no Rio de Janeiro. Manteve-se no cargo de Vice-Presidente por quatro mandatos de três anos cada, até 1995, quando em Julho, durante o XV Seminário Nacional de Trova, realizado em domingos Martins – ES foi eleito Presidente permanecendo no Cargo até o ano 2000, quando com o falecimento do líder Nacional Eno Teodoro Wanke, a entidade acabou sendo extinta. A FEBET chegou a possuir representantes em inúmeras cidades brasileiras, reunindo mais de 3000 filiados. Diploma de Sócio Fundador datado de 02 de Julho de 1983, assinado pelo Presidente, Escritor Eno Teodoro Wanke e Diploma de Representante da FEBET no Estado do Espírito Santo, datado de 20 de Janeiro de 1984, assinado pelo Presidente, Escritor Eno Teodoro Wanke.9 – ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL BELO HORIZONTE, MG No dia 23 de Agosto de 2011, em solenidade realizada na sede do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, na Rua Guadalajara, 1268, (sobreloja), Belo Horizonte, presidida pelo Dr. Mário Carabajal, Presidente Nacional Fundador da ALB – Academia de Letras do Brasil e com a coordenação geral da Acadêmica Sílvia de Lourdes Araújo Motta, Escritora, Poeta, Doutora em Filosofia Universal, Cadeira 2 (dois) de Minas Gerais, Presidente “pro tempore” da ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL-ALB de MINAS GERAIS, Clério José Borges recebeu a Medalha do Mérito Cultural AFONSO PENA e foi empossado como Acadêmico Imortal, seguidor de Platão.10 – ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES DO AMAZONAS. MANAUS, AM Em 22 de Julho de 1996 é admitido, por indicação do Dr. José Paulo de Souza Filho, como SÓCIO INTERESTADUAL da ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES DO AMAZONAS, DA CIDADE DE MANAUS, NO ESTADO DO AMAZONAS, recebendo a Carteira de Sócio nº 58, assinada pelo Presidente Gaitano Laertes P. Antonaccio. No dia 31 de Janeiro de 2015, recebeu na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas o Troféu Especial, TROFÉU GRANDES NOMES DA CULTURA CONTEMPORÂNEA 2015.11 – ACADEMIA CASTRO ALVES DE LETRAS SALVADOR, BAHIA Diploma datado de 14 de março de 1990, assinado pelo então Presidente Escritor Archibaldo Peçanha.12 – PALESTRA EM NOVA PRATA – RIO GRANDE DO SUL. PAINELISTA (PROFERIU PALESTRA EM UM PAINEL) NO 2º Congresso Brasileiro de Poesia e Encontro Latino de Casas de Poetas realizado nos dias 18, 19, 20 e 21 de Abril de 1991, em Nova Prata. Clério José Borges realizou palestras junto com o Escritor Eno Theodoro Wanke (RJ) e as Artistas da Rede Globo, Cláudia Alencar e Aracy Balabanian e o então Governador da Paraíba e Poeta, Ronaldo Cunha Lima.Diploma datado de 21 de Abril de 1991, assinado por Nelson Nilo Fachinelli; Erenita Maria Davi Postthgeher e João Carlos Schmitt, então Prefeito Municipal da Cidade de Nova Prata, Rio Grande do Sul.13 – ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA. CLÉRIO JOSÉ BORGES CONSTA COM SEUS DADOS PESSOAIS (VERBETE) NA ENCICLOPÉDIA BRASILEIRA, organizada por Afrânio Coutinho e J. Galante de Sousa e publicada com o Apoio do Ministério da Educação – Fundação de Assistência ao Estudante – Rio de Janeiro, 1990. Clério José Borges está no Volume 1, Página 335. A Obra possui dois volumes e um total de 1.380 páginas. O Clube dos Trovadores Capixabas, fundado por Clério José Borges, encontra-se registrado na referida Enciclopédia na página 439. Os dois Volumes da Enciclopédia foram um presente do Escritor Eno Teodoro Wanke, entregues solenemente, durante a Abertura do X Seminário Nacional da Trova, realizado na primeira Semana de Julho de 1990, em Sessão Solene, no interior do Palácio do Governo do Estado do Espírito Santo, em Vitória – ES. No dia em que se comemorava 10 anos de Neotrovismo e do CTC. Assim o Movimento dos Trovadores Capixaba era reconhecido internacionalmente através de uma Enciclopédia Oficial de Literatura Brasileira. VERBETE no Dicionário dos Poetas Contemporâneos, edição de 1988 e na Edição de 1991, onde consta dados Biográficos e Bibliográficos, na página 83. O Dicionário foi organizado pelo Saudoso Escritor Francisco Igreja, do Rio de Janeiro.14 – CLUBE DOS TROVADORES CAPIXABASCTC – Na Serra também funciona a sede provisória do Clube dos Trovadores Capixabas, CTC. Fica na rua dos Pombos, 2, Eurico Salles, na própria residência do Presidente Clério José Borges. O CTC é uma entidade cultural sem fins lucrativos de divulgação da Trova (composição poética de quatro versos, com rima e sentido completo) e da Poesia em geral. O CTC é Utilidade Pública na Serra e no Estado do Espírito Santo. A entidade realiza anualmente os Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores, reunindo Artistas, Escritores, Jornalista e Poetas Trovadores de diversas cidades brasileiras. A entidade é presidida pelo Poeta Trovador e Escritor Capixaba, Clério José Borges. (www.clerioborges.com.br). O Clube dos Trovadores Capixabas, CTC é uma entidade cultural sem fins lucrativos de divulgação da Trova e da Poesia em Geral. Foi fundado por Clério José Borges, Trovador Capixaba, com base numa idéia do escritor Eno Theodoro Wanke, a 1º de Julho de 1980, na cidade de Vila Velha, estado do Espírito Santo. Para comemorar o aniversário do CTC, foram organizados anualmente os SEMINÁRIOS NACIONAIS DA TROVA. O CTC hoje é uma entidade atuante e possui mais de 1.500 sócios no Espírito Santo, no Brasil e no exterior. São sócios Fundadores, Efetivos e Correspondentes. O Movimento Trovista, que havia sido expressivo no Espírito Santo em 1967,1968, 1969 e 1970, voltou a ser reativado no Espírito Santo em 1980. Clério José Borges era estudante Universitário do Curso de Pedagogia na Universidade Federal do Estado do Espírito Santo – UFES. Coube-lhe fazer um trabalho sobre Trovadorismo Medieval. O Trabalho era em grupo e foi apresentado posteriormente por Clério em Sala de Aula, na Universidade. Na mesma época Clério cursava Direito na Ufes, mas interrompera o Curso para cursar Pedagogia. Para fazer seu trabalho, Clério recorreu a Biblioteca da Universidade do Espírito Santo e topou, por acaso, com o livro “O Trovismo”. Resolveu consultá-lo e observando que Eno Teodoro Wanke havia omitido as promoções da UBT de Vitória e Vila Velha, inclusive o Concurso de Trovas tema Pelé, escreveu para o autor do livro ocasião em que pergunta-lhe como fazer para renovar o Trovismo localmente. Wanke desculpou-se da omissão, pois, em suas pesquisas, não tinha podido contar com os dados finais da UBT do Rio de Janeiro, já que esta o considerava, por motivos de ter se desentendido com Luiz Otávio, como persona non grata. No entanto, é preciso reconhecer que é a obra de Eno Teodoro Wanke — e só ela, já que até o momento ainda não apareceu nada tão profundo e detalhado como ela sobre o trovismo — que preservará para o futuro todo a história do trabalho de Luiz Otávio. Paulo Rónai chamou Wanke o “historiador e o teórico” do movimento. São coisas da literatura pátria… Quanto à indagação de Clério, e tendo em mente o então Clube dos Trovadores do Vale do Paraíba, sob a presidência de Francisco Fortes, respondeu: “Funde um Clube !.” Foi o que Clério fez, fundando a 1º de Julho de 1980 o Clube dos Trovadores Capixabas ( CTC ) lançando, ao mesmo tempo, um Concurso de Trovas, com os temas Vitória, Capixaba e Anchieta, que alcançou inúmeros participantes, tendo sido recebidas mais de mil trovas. Para fundar a entidade, Clério não se fez de rogado. Convidou dois primos que apreciam poesias e entre um bate-papo e outro, fundou o CTC, organizando na hora um Estatuto e formando uma Diretoria. Clério Presidente; Luiz Carlos Braga Ribeiro como Secretário e José Borges Ribeiro Filho como Tesoureiro. Com a divulgação na Imprensa Nacional do Concurso temas Vitória, Anchieta e Capixaba, Trovadores do Espírito Santo e do Brasil foram se filiando ao Clube. Logo uma nova Diretoria foi formada criando-se e preenchendo-se novos cargos. Parece, contudo, que o grande segredo do sucesso do CTC foi a constância. Clério mantinha uma constância, remetendo regulamento do Concurso para todos os endereços de Trovadores aos quais tinha acesso. Mandando Cartas e espalhando o nome do CTC no Brasil e Exterior. Logo foi criado um Jornal Mimeografado denominado Beija Flor, divulgando Trovas e Trovadores do Espírito Santo e do Brasil. São feitos inicialmente trezentos exemplares, remetidos pelo Correios para trovadores, cujos endereços eram fornecidos por Eno Teodoro Wanke e recolhidos por Clério, de livros, principalmente os livros de Antologia feitos por Aparício Fernandes de Oliveira que sempre traziam uma bibliografia dos Trovadores, com endereço no final. O imediato lançamento de um Concurso de Trovas a nível Nacional com os Temas Vitória, Anchieta, Capixaba, parece também ter sido a razão maior da divulgação e do sucesso do Clube dos Trovadores Capixabas. Segundo o Jornal “O Nacional”, de Passo Fundo – RS, de 30 de Julho de 1980: “O Concurso receberá Trovas até 15 de Setembro de 1980 e o primeiro colocado receberá uma Rosa de Prata.” Outros Jornais no Brasil e Exterior divulgam o Concurso e o CTC e o resultado passa a ser o recebimento de inúmeras Trovas, mais de mil, de centenas de Trovadores e várias Cartas de Trovadores Brasileiros associando-se ao CTC, tanto que em 1981, um ano após a sua fundação o CTC já possuía mais de 500 sócios no Espírito Santo e no Brasil. Entrevistas são concedidas a emissoras de rádio e Televisão e o CTC amplia seus horizontes com mais adeptos e admiradores. Em “A Gazeta”, de Vitória, de 13 de Julho de 1981 consta que: “Não se pode negar que há uma grande receptividade popular em torno da Trova. Pelo menos, poucos são os Concursos no Espírito Santo que conseguem ter mais de 500 concorrentes. E um Concurso de Trovas chegou a ter mil. Foi no ano passado quando se propuseram três temas: Vitória, Anchieta e Capixaba ( … ) Trovadores de todo o Brasil se reuniram no Concurso e depois diversos outros Concursos foram feitos.” Fundador e Presidente do CLUBE DOS TROVADORES CAPIXABAS – CTC, entidade cultural sem fins lucrativos de divulgação da Poesia e da Trova. Fundado a 1º de Julho de 1980, no Espírito Santo até os dias atuais, mais de 35 anos depois de sua fundação, o CTC é uma entidade cultural atuante, já tendo realizado 20 Seminários Nacionais da Trova no Espírito Santo e 12 Congressos Brasileiros de Poetas Trovadores reunindo Trovadores do Brasil. Portugal e Argentina. O CTC possui mais de 800 sócios em todo o Brasil e, é conhecido Internacionalmente. A Diretoria do CTC já organizou e realizou Congressos de Trovadores em Salvador, São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. Clério José Borges além de já Ter concedido entrevistas em programas de televisão no Rio de Janeiro e São Paulo (Programa SEM CENSURA, no Rio de Janeiro, com Leda Nagle e na TV Bandeirante em São Paulo), já proferiu PALESTRAS sobre A TROVA e o NEOTROVISMO em Congressos e Encontros de Escritores e Poetas realizados em várias partes do Brasil, como por exemplo: NOVA PRATA – RS; PORTO ALEGRE – RS; PORTO VELHO – RONDÔNIA; RECIFE – PERNAMBUCO; SALVADOR – BAHIA; RIO DE JANEIRO; SÃO PAULO; BRASILIA; TIMÓTEO – MINAS GERAIS; CAMPOS – RJ; BRASILIA – DISTRITO FEDERAL; GAMA – DISTRITO FEDERAL, ALÉM DE VÁRIAS CIDADES DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO, COMO BARRA DE SÃO FRANCISCO; COLATINA; SÃO MATEUS; LINHARES; IBIRAÇU; JOÃO NEIVA; SERRA; FUNDÃO; VITÓRIA; VILA VELHA; GUARAPARI; CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM; AFONSO CLÁUDIO; DOMINGOS MARTINS.

ATIVIDADES LITERÁRIAS DE CLÉRIO JOSÉ BORGESFEBET – Representante da FEBET no Espirito Santo e eleito seu primeiro Vice- Presidente Nacional, em 1984. Manteve-se no cargo de Vice-Presidente por quatro mandatos de três anos cada, até 1995. Diploma de Representante datado de 20 de Janeiro de 1984 assinado pelo Presidente, Escritor Eno Teodoro Wanke. SÓCIOS de nº 2430 da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES, DE SÃO PAULO. Admitido em 17 de Junho de 1986. A UBE é uma das mais importante Entidades Culturais do Brasil, congregado hoje cerca de 5 mil associados em São Paulo e no Brasil. MEMBRE D’ HONNEUR do CLUBE DOS INTELECTUAIS FANCESES, Paris – França. Diploma conferido em 10 de Setembro de 1987. ACADÊMICO BENEMÉRITO “AD HONOREM” do Centro de Cultural, Literário e Artístico de FELGUEIRAS – Portugal. Jornal de Figueiras. Diploma datado de 22 de Junho de 1982. SÓCIO Correspondente da Academia de Letras “José de Alencar”, de Curitiba –Paraná – Diploma datado de 04 de Outubro de 1985, assinado pelo Presidente Escritor Vasco José Taborda. SÓCIO Correspondente, Cadeira nº 51, Patrono Gabriel Kopke Fróes, da Academia Petropolitana de Letras de Petrópolis – RJ. Diploma datado de 29 de abril de 1987, assinado pelo Presidente Joaquim Eloy Duarte dos Santos. Registro no livro nº 03 sob o nº 87030051, em 29/04/87. Diploma de Titular da Academia Panamericana de Letras e Artes. Diploma datado de 11 de Novembro de 1989, assinado pela Escritora Sônia Vasconcellos- Campos – RJ. Presidente da SOCIEDADE DE CULTURA LATINA DO BRASIL, eleito em São Paulo em 1990, com apoio do Prof. Joaquim Duarte Batista. Permaneceu no cargo até 1994, quando foi eleito Vice- Presidente da SCLB, tendo sido eleita Presidente a Escritora de Mogi das Cruzes – SP, Maria Aparecida de Mello Callandra. É Presidente da Sociedade Cultural Latina do Espirito Santo. ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DOS ESCRITORES DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO – APES – Organizou E Fundou a 06 de Fevereiro de 1987, com o Escritor, José Luiz Pereira Passos, a APES, cuja a reunião da fundação foi convocada por EDITAL PÚBLICO no Diário Oficial do Estado, no dia 04 de Fevereiro de 1987. A APES foi registrada na Delegacia do Ministério do Trabalho do Estado do Espirito Santo, sob o nº 156, no livro 02, fls. 156, no dia 23 de Fevereiro de 1987. José Luiz foi o primeiro Presidente e Clério Borges, Secretário Geral e Vice. Posteriormente em reunião plenária de 19 de março de 1988, no AUDITÓRIO DA REDE GAZETA DE COMUNICAÇÃO, Clério José Borges, assumiu a Presidência da APES. Com a Constituição Brasileira de 1988, a APES, transformou-se em SINDICADO DOS ESCRITORES DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO, em Assembléia Geral realizada no dia 11 de Janeiro de 1990, na Área de Exposições da Galeria Homero Massena, no Centro de Vitória, Permanecendo Clério Borges na Presidência. O Sindicato ficou de Compromissos, não encontra tempo para cuidar do Sindicato. Foram convocadas Assembléias para eleição de nova Diretoria, mas não houve “quorum”. Os Livros de Atas e Livro de Registro de Sócios foram organizados por Clério Borges. SÓCIO DO MPN – Movimento Poético Nacional, com sede em São Paulo. Delegado do Movimento Poético em São Paulo – Certificado datado de 03 de Janeiro de 1996, assinado pelo Presidente Wilson de Oliveira Jasa, nomeando Clério José Borges – Delegado do Movimento Poético em São Paulo em Carapina – Es, para o ano d 1996. O Movimento Poético em São Paulo foi Fundado em 12/09/80. PRESIDENTE E FUNDADOR da CASA DO POETA BRASILEIRO, SEÇÃO DO ESPÍRITO SANTO – Entidade filiada a Casa do Poeta Brasileiro âmbito Naiconal, presidida em PORTO ALEGRE – RS, pelo Escritor Nelson Fachinelli. De 1990 a 1992. PRESIDENTE DE HONRA da Casa do Poeta Brasileiro – ES, em 1992, quando assume a Presidência Executiva a Escritora Sandra Geralda Amorim Borges. Sócio nº 22 do Clube Baiano da Trova, admitido pelo ‘‘Rei’’ da Literatura de Cordel, Rodolfo Coelho Cavalcante, em 28 de Outubro de 1981. Sócio de Honra do Clube da Trova de Cariacica, fundado por Josefa Telles de Olvieira. Diploma datado de 24 de junho de 1984. Sócio Correspondente e Efetivo do Clube da Trova do Vale do Paraíba, admitido em 14 de Julho de 1983, Guaratinguetá – Estado de São Paulo. Diploma assinado pelo Presidente Poeta Francisco José de Castro Fortes. Acadêmico Titular da Academia de Letras Municipais do Brasil e eleito primeiro Presidente no Espírito Santo. Diploma de São Paulo , datado de 25 de Abril de 1985, assinado pelo Presidente Antenor Santos Oliveira e pelo Secretário Geral, Rubens Cintra Damião. Permaneceu no Cargo de Presidente até Julho de 1988. Sócio Delegado e Diretor – Representante do Núcleo Cultural Português, de Vitória – ES. Nomeado por Santa Inèze da Rocha e Antônio Soares, de Porto Alegre – Rio Grande do Sul. Diploma datado de 05 de Dezembro de 1985. Exerceu a atividade até Julho de 1987. Membro Correspondente da Casa de Cultura de Itaberaba – Bahia, Diploma conferido em 24 de Novembro de 1984. Membro Correspondente do Grupo A.L.E.C. de Corumbá – Mato Grosso do Sul. Diploma datado de 11 de Outubro de 1984, assinado por Presidente Benedito C. G. Lima. Membro Correspondente do Centro Cultural ‘‘Prof. Faris Michaele’’. De Ponta Grossa – Paraná. Diploma datado de 20 de Junho de 1989, assinada pela Presidente Leonilda H. Justus e pela Vice-Presidente Sônia M. D. Martelo. Sócio Representante do Clube dos Escritores, Trovadores e Poetas de Conceição da Barra – Espírito Santo. Diploma assinado pela Presidente Vilma de Fátima Araújo, 1986 Sócio Correspondente do Centro Cultural ‘‘José Hernández’’ de Sant’Anna do Livramento, Rio Grande do Sul. Carteira datada de 08/07/83, assinada pelo Presidente Paulo César G. Gugginana. Sócio do Clube de Poetas e Escritores ‘‘Eunice Siqueira Tristão’’, da Casa da Cultura de Afonso Cláudio – ES. Carteira concedida, em 1992, pelo Benemérito da entidade, José Saleme. O Clube é da Fundação Jônice Tristão e o Presidente era o Poeta, Elias Mendes. Sócio de outras Entidades Culturais do Brasil, como Clube da Poesia e da Trova de Governador Valadares – MG ; Clube dos Trovadores da Associação de Imprensa de Pernambuco, presidido por Alba Tavares Correia e outros. ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES DO AMAZONAS Em 22 de Julho de 1996 é admitido, por indicação do Dr. José Paulo de Souza Filho, como SÓCIO INTERESTADUAL da ASSOCIAÇÃO DO ESCRITORES DO AMAZONAS, DA CIDADE DE MANAUS, NO ESTADO DO AMAZONAS, recebendo a Carteira de Sócio nº 58, com validade até Dezembro de 1999, assinada pelo Presidente Gaitano Laertes P. Antonaccio.

HONRARIAS, MEDALHAS E PRÊMIOS LITERÁRIOSCIDADÃO SERRANO TÍTULO DE CIDADÃO SERRANO, CONFERIDO PELA CÂMARA MUNICIPAL DA SERRA de acordo com o Decreto Legislativo nº 05, de 14 de Dezembro de 1994, ‘‘EM RECONHECIMENTO AOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICÍPIO’’ Diploma em Chapa com Gravação Especial, datado de 26 de Dezembro de 1994 e assinado pelo Presidente da Câmara Municipal da Serra, Vereador João Luiz Teixeira Corrêa. A indicação para a Cidadania Serrana Câmara Municipal, foi apresentada pela Vereadora do PSB da Serra, Professora Izolina Márcia Lamas da Silva. PERSONALIDADE DE VILA VELHA – 1973 ELEITO PERSONALIDADE DE VILA VELHA NO SETOR PROMOÇÕES OD DIA 1º DE FEVEREIRO DE 1973. O DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO FOI ENTREGUE EM SOLENIDADE ESPECIAL NA SEDE DO OLÍMPICO ESPORTE CLUBE E ESTÁ ASSINADO PELAS SEGUINTES PERSSOAS: ANTÔNIO GUIMARÃES SILVA, SECRETÁRIO MUNICIPAL DE TURISMO; JAIR VIANA SANTOS, SOCIEDADE, JORNALISTA SOCIAL E MAURO RODRIGUES DA COSTA, IMPRENSA, REPRESENTANDO O JORNAL A GAZETA. NO TEXTO DO DIPLOMA CONSTA: ‘‘ A imprensa e a Sociedade de Vila Vela, tem a honra de conferir o presente Diploma ao Sr. Clério José Borges de Sant’Anna, pelos valiosos serviços prestados à Comunidade durante o ano de 1973, no setor promoçoes.’’ DIPLOMA CULTURAL 1990 Condecorado em Palanque em Praça Pública, no dia 23 de maio de 1990, dia do MUNÍCIPIO DE VILA VELHA, com o diploma cultural de HONRA AO MÉRITO. O Diploma é assinado pelo Prefeito Municipal, Dr. Jorge Anders e pelo Secretário Municipal de Cultura, Turismo e Esporte, Ivan Ramalho. No Diploma consta o seguinte: ‘‘A Prefeitura Municipal de Vila Velha, através de sua Secretaria de Cultura, Turismo, Esporte, concede o Diploma de Honra ao Mérito ao Sr. Clério Borges de Sant’Anna por sua relevante contribuição na área cultural do nosso Município, Vila Velha – ES. 23 de Maio de 1990. CAVALEIRO COMENDADOR da Ordem da Redenção da Casa Soberana Real e Imperial Balta – Theodosiana – Valentiniana, Real do Bósforo, pelo Decreto Real 264/81-A/1, assinado por sua Majestade Rei Pascal I, do Bósforo, DIPLOMA EM INGLÊS E JUNTO O CERTIFICADO DA MEDALHA DE MÉRITO DE ANATÓLIA CONCEDIDA PELO REI PASCAL I (PASCAL BANDEIRA MOREIRA.) SEGUNDO LUGAR, com Prêmio em Dinheiro, no Concurso Literário sobre Humberto de Campos realizado em 1971, pela Academia de Letras ‘‘Humberto de Campos’’, de Vila Velha. MAGNÍFICO TROVADOR – Diploma conferido em 18 de março de 1986, em Salvador Bahia, assinado por Rodolfo Coelho Cavalcante, da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel. Ex-Combatente Benemérito, da Associação dos Ex – Combatentes do Brasil, Secção de Vitória – ES. Título conferido na administração do Ex – Combatente e Poeta, Enéas de Almeida Ferraz. Diploma AMIGO DO SAMBA, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Independente de São Torquato, Tri-Campeã do Carnaval Capixaba, datado de 25 de Agosto de 1989, assinado pelo Presidente Ângelo Borgo Filho. Diploma pela Prestimosa Colaboração e Engrandecimento da Associação Beneficiente e recreativa dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar do Espírito Santo, datado de 18 de Fevereiro de 1977, na Administração do Sub-Tenente, Ondino Ramos de Abreu. Diploma de Sócio Benemérito do Glória Futebol Clube. O Diploma é datado de 11 de março de 1972 e assinado pelo 1º Secretário, Jorge José de Moraes de Presidente Mário Evandro. Membro Benemérito da Juventude Unida do Bairro Ataíde – JUBA, Diploma assinado por Maria Domingas Côvre e Péricles Alves Noronha, em 25 de março de 1973. Diploma pelo ‘‘Alto Espírito de Cooperação em Prol do Desenvolvimento da Cultura Nacional’’, do Centro de Pesquisa Educacional de Vitória, em 1974. Diploma de ‘‘Honra ao Mérito’’ do Boletim Informativo e Cultural ‘‘O Troveiro’’, de Vila Velha – ES. Diploma concedido em 04 de Outubro de 1986. Associado de Honra da Associação Canela Verde de Cultura, de Vila Velha – ES, Diploma concedido em 6 de Julho de 1986, assinado pela Presidente e Escritora Valsema Rodrigues da Costa, de Vila Velha – Espírito Santo. Diploma de Honra pela participação na 1ª Exposição de Literatura de Cordel do Estado do Ceará, realizada de 21 a 31 de agosto de 1987, com a obra ‘‘O Vampiro Lobisomem de Jacaraípe. Diploma datado de 31 de agosto de 1987, assinado pelo Secretário de Cultura, Turismo e Desporto do Ceará, José Maria Barros de Pinho. Diploma de Participação Honrosa, com Trovas, no 1º consteste do PX Grupo Meninos do Rio, de Queimados, Nova Iguaçu, rio de Janeiro, 1985. Menção Honrosa pela criação do Núcleo Cultural Português de Vitória – ES, Diploma datado de, 04/07/86, do Instituto Cultural Português de Porto Alegre – RS. COMENDADOR DA CULTURA POPULAR – Diploma de 28/06/82, da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel. SALVADOR – BAHIA. DIPLOMA Gratidão dos Cordelistas da OPLC – Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, Diploma datado de 20 de Julho de 1985, Salvador – Bahia CAVALEIRO E COMENDADOR da Ordem dos Cantadores da OPLC, de Salvador – Bahia. Diploma datado de 12 de março de 1986. COMENDADOR HONORÁRIO da Ordem Ka Huna do Poder Mental, de Taguatinga – Brasília. Diploma datado de 23/02/85, assinado pelo Grão Mestre Mário Linário Leal e ratificado e reconhecido por Sua Alteza o Príncipe PASCAL I, Bandeira Moreira ( da Magna Gothia e do Bósforo). O Diploma de Clério Borges está registrado na suprema Secretaria nº 0111, p. 10-V, em 23/02/85. CERTIFICATE POR EXCELLENCE IN POETRY INTERNATIONAL – Departamento de Espanhol e Português da UNIVERSIDADE DO COLORADO, em Boulder, Colorado, Estados Unidos da América. Diploma assinado pela professora TEREZINHA PEREIRA, de 25/ maio/ 1983. DIPLOMA DE MAGNÍFICO TROVADOR, ‘‘Propulsor Maior do Neotrovismo’’, conferido pelo Instituto Cultural Português, de PORTO ALEGRE – RIO GRANDE DO SUL, em 06/07/85, assinado por Santa Inéze Domingues da Rocha e Rocha Ramos. MEDALHA DE BRONZE, Medalha e Diploma no VIII Concurso Nacional de Poesias da A Revista Brasília, em 25de maio de 1987, assinado pelo Jornalista Reis de Souza, Diretor da Revista Brasília, de BRASÍLIA – DISTRITO FEDERAL. Poesia de Clério Borges premidada: PODER. Classificado em 5º Lugar, entre mais de 600 concorrentes no Concurso de Trovas realizado pelo UBT – União Brasileira de Trovadores, em 1972. Diploma de 23/05/72, data da Colonização do Solo Espírito-Santense e Dia de Vila Velha. EMBAIXADOR do Gabinete Paraibano de Cultura, Diploma conferido em 06 de Julho de 1989, assinado pelo Presidente ricardo Bezerra. Junto uma MEDALHA DE EMBAIXADOR do Gabinete Paraibano de Cultura, de JOÃO PESSOA – PARAÍBA. DIPLOMA de Conferencista no Seminário de Literatura, realizado de 25 a 26 de Novembro de 1989, pela Associação dos Poetas e Escritores do Município de Timóteo – MG. DIPLOMA de Conferencista e Participante do 1º Congresso Nacional da Trova e da Literatura, do Estado de São Paulo, nas Oficinas Culturais TRÊS RIOS SÃO PAULO, realizado de 18 a 20/08/89. Organização de Inês Catelli e Marília Martins, Escritoras de São Paulo. CENTENÁRIO DE GRACILIANO RAMOS Organizou para o CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA DO ESPÍRITO SANTO, o Concurso Literário de Redação e Trovas, no Centenário do Escritor Gracilliano Ramos, Diploma conferido pelo DEC – Departamento Estadual de Cultura do Espírito Santo, assinado pelo Diretor Geral, Cloves Geraldo do Espírito Santo, em Dezembro de 1992. Diploma de membro de Comissão Julgadora do 1º premio nacional de trovas, tema: Adelmar Tavares, sua vida, sua obra, seu centenário, datado de 10 de outubro de 1988, assinado por Pedro do Amaral Costa. editor do jornal cutural Mandacaru.
Revolta dos Negros Escravos do Queimado
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