Produção de Conteúdos e Redação, Dicas.

PORTUGUÊS – GRAMÁTICA – PRODUÇÃO DE TEXTOS (CONTEÚDOS) – DICAS PARA CONCURSOS – ENEM E VESTIBULARES.

Português Redação - Produção de Conteúdos

GRAMÁTICA: PRODUÇÃO DE TEXTOS.

PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS.

Redação.

 A Redação é um processo de escrita com o objetivo de expressar algo. Ou seja, é a estruturação de um texto, por meio da conexão coesa entre palavras e os demais elementos gramaticais, com o objetivo de transmitir um pensamento a alguém.

Para que uma redação faça sentido e atinja o seu objetivo, você precisa lançar mão de algumas práticas que garantam o encadeamento de ideias de forma lógica e compreensível.

Algumas delas são, por exemplo, a utilização de Conectivos, a realização de uma acentuação adequada das palavras, o entendimento acerca das normas cultas da língua portuguesa, etc.

Essa forma de se expressar existe desde a invenção da escrita, lá por volta de 4.000 a.C, e hoje é a principal ferramenta de trabalho para muita gente: jornalistas, escritores, publicitários, roteiristas, dentre muitas outras profissões.

Mas saber o que é redação e como desenvolvê-la não é essencial apenas para quem escolheu uma profissão em que a produção textual está muito presente. Afinal, a escrita é uma atividade presente no dia a dia de todo mundo. Quer alguns exemplos? 

Orientações para sair- se bem nas provas:

• No dia da sua prova, procure se preparar para ela;
• Reveja a matéria estudada;
• Elabore, com inteligência, as idéias principais;
• Não estude demasiadamente na véspera, para não ficar esgotado no dia da prova;
• Tenha na mente que a prova é uma oportunidade para você mostrar o que aprendeu.

Na hora da prova:

• Concentre-se. Leia toda a prova com atenção;
• Interprete as questões e dê respostas exatamente como foram pedidas; Responda  o que se pede;
• Continue tranqüilo, se seus colegas começarem a entregar a prova antes do final;não se preocupe.
• Releia toda a prova antes de entregá-la.

Concluindo

• Estudar é o seu trabalho. Então como os adultos, você também tem o seu trabalho.
• E olha que estudar todos os dias não é brincadeira.

A arte de estudar:

•Queira estudar (tenha apetite para o estudo!)
 •Não perca tempo em preparar-se para o estudo;
• Comece a trabalhar imediatamente.
Busque motivos para estudar
• Você precisa ser pessoa de visão;
• profissional competente e útil;
• alguém de valor.

Seja atento e curioso

• Preocupe-se apenas com o estudo;
• Afaste tudo o que possa distraí-lo;
• Não se conforme com a dúvida;
• Seja curioso, pesquise;
• Leia mais do que foi indicado;
• Procure outras fontes.

Planeje e Organize

• Fixe um tempo diário de estudo;
• Escolha um bom lugar par estudar;
• Realize as tarefas indicadas;
• Revise os conteúdos do dia;
• Prepare as verificações do dia seguinte;
• Concentre-se antes nas matérias que exigem maior atenção;
• Utilize seu tempo livre para ler obras de valor, alargando seus conhecimentos.

Estude individualmente

• Escrevendo;
• Construindo esquemas;
• Pesquisando Reorganizando apontamentos;
• Fazendo desenhos que ilustrem as idéias;
• Só estude com colegas após ter estudado sozinho e sempre no sentido de complementar os pontos de vista.

Assimile e relacione, sem decorar

• Comece fixando exatamente o que você vai fazer;
• Tire (da mesa e da cabeça) tudo o que possa distraí-lo e coloque o que necessita para o trabalho e estudo;
• Entre no ritmo de estudo: concentre-se numa visão global sobre o assunto. Estude intensamente durante determinado tempo (nunca mais de 1h e 30 minutos);
• Faça um intervalo para começar;
• Relacione os dados aprendidos numa matéria com os aprendidos em outras. Aplique na prática os conhecimentos e habilidades adquiridos.

Aprenda e ler melhor

• Saiba a finalidade dos índices, apêndices, notas ao pé da página, mapas, ilustrações, vocabulários, e faça bom uso deles;
• Treine leitura, resuma mentalmente parágrafos e ligue-os entre si, use o dicionário se preciso;
• Leia depressa quando se trata de determinar os pontos principais da lição ou de ter uma visão do conjunto;
• Leia de modo pausado e crítico os textos dos problemas, instruções, explicações e qualquer material que precise ser dominado e assimilado.

Descubra seu modo pessoal de aprender

• Se é ouvindo (a aula ou a leitura pessoal em voz alta);
• Se é olhando ( o quadro negro, experiência, audiovisuais, figuras);
• Se é resumindo;
• Se é sublinhando;
• Se é comparando;
• Se é escrevendo;
• Se é juntando os pontos…

Aprenda na sala de aula

• A boa aprendizagem começa na sala de aula;
• Não basta olhar e ouvir, é necessário aprender, o que se faz com esforço e atividade;
• Concentre-se nas explicações;
• Empenhe-se nos exercícios práticos Participe dos debates;
• Colabore para uma aula interessante;
• Tome nota do essencial em cadernos próprios mantendo uma seqüência;
• Participe da aula com presença de corpo e espírito.

Faça tranqüilamente suas provas

• Prepare-se para as provas estudando e participando ativamente das aulas;
• Recapitule diária e semanalmente os assuntos estudados;
• Não confie em “Receitas Infalíveis”. A cola é uma deslealdade e se você se acostuma, não se prepara para a vida. Cola é argumento dos fracos.

Antes da Prova

Concentre-se, respire fundo duas ou três vezes para acalmar os nervos, imagine-se muito calmo(a) e tranqüilo (a), não participe de bagunças, conversas, alaridos que possam perturbá-lo(a), ouça atentamente as explicações dadas e aguarde serenamente o início da prova.

Ao Receber a Prova

Leia atentamente todas as questões com calma, responda somente as que têm certeza, as mais fáceis; por fim, aplique as questões mais difíceis.

Durante a Prova

Pense antes de escrever para que sua resposta seja clara, precisa e bem redigida.
Ao Terminar a Prova
Esgote o tempo, mesmo que já tenha tudo pronto. Pode ser que no último minuto possa melhorar a sua prova.

“Ninguém possui tanta beleza, penetra tanto no sentido da criação, como quem descobre a sua vida pessoal dolorosamente plena de sentido.”

“Quanto mais o homem crescer em sabedoria, em todos os sentidos, tanto mais Deus é glorificado por tê- lo criado.”

Emprego de algumas palavras e expressões semelhantes:

1. Que e Quê:

*Que é pronome, conjunção, advérbio ou partícula expletiva.

*Quê é um substantivo (com o sentido de “alguma coisa”), interjeição (indicando surpresa, espanto) ou pronome em final de frase (imediatamente antes de ponto final, de interrogação ou de exclamação)

Ex. Que você pretende, tratando-me dessa maneira?

Você pretende o quê?

Quê!? Quase me esqueço do nosso encontro.

2. Mas e Mais:

* Mas é uma conjunção adversativa, de mesmo valor que “porém, contudo, todavia, no entanto, entretanto”.

* Mais é um advérbio de intensidade, mas também pode dar idéia de adição, acréscimo; tem sentido oposto a menos.

Ex. Eu iria ao cinema, mas(porém) não tenho dinheiro.

Ela é a mais (menos) bonita da escola.

3. Onde, Aonde e Donde:

* Onde significa “em que lugar”.

* Aonde significa “a que lugar”.

* Donde significa “de que lugar”.

Ex. Onde (em que lugar) você colocou minha carteira?

Aonde (a que lugar) você vai, menina?

Donde (de que lugar) tu vieste?

4. Mal e Mau

* Mal é advérbio, antônimo de “bem”.

* Mau é adjetivo, antônimo de “bom”

Ex. Ele é um homem mau (não é bom); só pratica o mal (e não o bem).

* Mal também é substantivo, podendo significar “doença, moléstia, aquilo que é prejudicial ou nocivo”

Ex. O mal da sociedade moderna é a violência urbana.

5. A par e Ao par:

* A par é usado, no sentido de “estar bem informado”, ter conhecimento”.

* Ao par só é usado para indicar equivalência entre valores cambiais.

Ex. Estou a par de todos os acontecimentos.

O real está ao par do dólar.

6. Ao encontro de e De encontro a:

* Ao encontro de indica “ser favorável a”, “ter posição convergente” ou “aproximar-se de”.

* De encontro a indica oposição, choque, colisão.

Ex. Suas idéias vêm ao encontro das minhas, mas suas ações vão de encontro ao nosso acordo. (Suas idéias são tais quais as minhas, mas suas ações são contrárias ao nosso acordo)

7. Há e A na expressão de tempo:

* Há é usado para indicar tempo decorrido.

* A é usado para indicar tempo futuro.

Ex. Ele partiu  duas semanas.

Estamos a dois dias das eleições.

8. Acerca de, A cerca de e Há cerca de:

* Acerca de é locução prepositiva equivalente a “sobre, a respeito de”.

* A cerca de indica aproximação.

* Há cerca de indica tempo decorrido.

Ex. Estávamos falando acerca de política.

Moro a cerca de 2 Km daqui.

Estamos rompidos há cerca de dois meses.

9. Afim e A fim de:

* Afim é adjetivo equivalente a “igual, semelhante”.

* A fim de é locução prepositiva que indica finalidade.

Ex. Nós temos vontades afins.

Ela veio a fim de estudar seriamente.

10. Senão e Se não:

* Senão significa “caso contrário, a não ser”.

* Se não ocorre em orações subordinadas adverbiais condicionais; equivale a “caso não”.

Ex. Nada fazia senão reclamar.

Estude bastante, senão não sairá sábado à noite.

Se não estudar, não sairá sábado à noite.

11. Nós viemos e Nós vimos:

* Nós viemos é o verbo vir no pretérito perfeito do indicativo, ou seja, no passado.

* Nós vimos é o verbo vir no presente do indicativo.

Ex. Ontem, nós viemos procurá-lo, mas você não estava.

Nós vimos aqui, agora, para conversar sobre nossos problemas.

12. Torcer por e Torcer para:

* Torcer por, pois o verbo torcer exige esta preposição.

* Torcer para é usado, quando houver indicação de finalidade, equivalente a “para que”, “a fim de que”.

Ex. Torço pelo Santos.

Torço para que o Santos seja o campeão.

13. Desencargo e Descargo:

* Desencargo significa “desobrigação de um encargo, de um trabalho, de uma responsabilidade”.

* Descargo significa “alívio”.

Ex. Filho que se forma é mais um desencargo de família para o pai.

Devolvi o dinheiro por descargo de consciência.

14. Sentar-se na mesa e Sentar-se à mesa:

* Sentar-se na mesa significa sentar-se sobre a mesa.

* Sentar-se à mesa significa sentar-se defronte à mesa. O mesmo ocorre com “estar ao computador, ao telefone, ao portão, à janela …

Ex. Sentei-me ao computador para trabalhar.

Sentei-me na mesa, pois não encontrei cadeira alguma.

15. Tilintar e tiritar

* Tilintar significa “soar”.

* Tiritar significa “tremer de frio ou de medo”.

Ex. A campainha tilintava sem parar.

O rapaz tiritava de frio.

16. Ao invés de e Em vez de:

* Ao invés de indica “oposição, situação contrária”.

* Em vez de indica “substituição, simples troca”.

Ex. Em vez de ir ao cinema, fui ao teatro.

Descemos, ao invés de subir.

17. Estadia e Estada:

* Estadia é usado para veículos em geral.

* Estada é usado para pessoas.

Ex. Foi curta minha estada na cidade.

Paguei a estadia de meu automóvel.

18. A domicílio e Em domicílio:

* A domicílio só se usa quando dá idéia de movimento.

* Em domicílio se usa sem idéia de movimento.

Ex. Enviarei a domicílio seus documentos.

Fazemos entregas em domicílio

Levaram a domicílio as compras.

Damos aulas particulares em domicílio.

19. Estágio e Estádio

* Estágio é preparação (profissional, escolar ..).

* Estádio significa “época, fase, período”.

Ex. Estou no primeiro ano de estágio na empresa.

Naquela época o país passava por um estádio de euforia.

20. Perca e Perda:

* Perca é verbo.

* Perda é substantivo.

Ex. _ Não perca a paciência, pois essa perda de gols não se repetirá, disse o jogador ao técnico.

21. Despercebido e Desapercebido:

* Despercebido significa “sem atenção”.

* Desapercebido significa “desprovido, desprevenido”.

Ex. O fato passou-me totalmente despercebido.

Ele estava desapercebido de dinheiro.

22. Escutar e Ouvir:

* Escutar significa “estar atento para ouvir”.

* Ouvir significa “perceber pelo sentido da audição”.

Ex. Escutou, a tarde toda, as reclamações da esposa.

Ao ouvir aquele som estranho, saiu em disparada.

23. Olhar e Ver:

* Olhar significa “estar atento para ver”.

* Ver significa “perceber pela visão”.

Ex. Quando olhou para o lado, nada viu, pois ele saíra de lá.

24. Haja vista e Hajam vista

* Haja vista pode-se usar, havendo ou não a preposição à frente, estando o substantivo posterior no singular ou no plural.

* Hajam vista pode-se usar, quando não houver a preposição a à frente e quando o substantivo posterior estiver no plural.

Ex. Haja vista aos problemas.

Haja vista os problemas.

Hajam vista os problemas.

Para te ajudar, a Revista Quero consultou a professora e coordenadora de Português do Grupo Etapa, Simone F. G. Motta, para saber quais termos você não deve usar em sua redação e tirar algumas dúvidas sobre a prova. Confira:

Na redação é avaliada em algumas competências, sendo que a primeira delas exige que o participante deve “demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa”.

1 – Qual tipo de linguagem devo utilizar na redação do Enem?

Já que uma das competências avaliadas é o domínio na modalidade escrita formal, é preciso que o participante utilize a linguagem formal culta, evitando traços de coloquialismo (linguagem informal), gírias ou palavras de baixo calão em sua redação.

2 – Devo escrever a redação em 1º pessoa do singular ou do plural (eu/nós)?

“Alguns tipos de texto, como a Carta e a Narração, por exemplo, aceitam o uso da 1ª pessoa, do singular ou do plural, de acordo com a necessidade. Já a Dissertação Argumentativa (sobretudo) se caracteriza pelo afastamento autor-leitor, motivo pelo qual a 1ª pessoa do singular (eu) não é usada e a 1ª pessoa do plural (nós) deve ser evitada”, explica Simone.

Por isso, é indicado que o participante utilize a 3° pessoa, do singular ou do plural, em seu texto. Lembrando que o tipo de redação do Enem é a Dissertação Argumentativa.

3 – Quais vícios de linguagem evitar?

Já que o texto deve ser escrito seguindo a linguagem formal culta, todos os vícios de linguagem devem ser evitados. Para exemplificar, a coordenadora de Português do Grupo Etapa selecionou quais são os mais recorrentes:

  • subir para cima; ver com os olhos;
  • a boca dela; desde então;
  • comumente, tranquilamente, pacientemente;
  • o policial prendeu o ladrão dentro de sua casa (a casa do ladrão ou do policial?);
  •  

Neologismo: emprego de novas palavras que não foram incorporadas ao idioma – exemplo: “o curso de um rio, seu “discurso-rio” chega raramente a se reatar de vez…” (João Cabral de Melo Neto);

  •  Barbarismo: uso de estrangeirismos, de modo geral – exemplo: hot dog (ao invés de “cachorro-quente”).

4 – Posso usar gírias na redação?

Simone Motta explica que devem ser evitadas já que não se encaixam na linguagem culta formal. Entretanto, caso a gíria seja essencial para o texto, o participante deve colocá-la entre aspas.

5 – Interjeições são permitidas (ah!, ufa!, oba!, por exemplo)?

Apenas se as elas forem necessárias ao sentido do texto. As interjeições servem para enfatizar uma informação ou para demonstrar as emoções que vêm do autor ou narrador do texto.

6 – Quais palavras ou termos não devem ser utilizados de forma alguma em minha redação?

Fica a dica: nunca escreva palavrões ou palavras de baixo calão!

7 – Qual é a melhor estratégia para garantir que meu texto não tenha nenhuma dessas palavras proibidas?

“A melhor estratégia para garantir um texto bem organizado, que alcance uma nota alta, é pensá-lo de forma muito lógica: lembrar que a redação precisa ter rascunho, deve ser corrigida em relação à forma e ao conteúdo (cuidado para não fugir do tema proposto para a redação) e precisa ser passada a limpo (de modo que a leitura seja fluida e linear)”, reforça Simone.  

Seguindo essas dicas, será muito mais fácil conseguir desenvolver um texto que siga a temática e esteja livre de problemas linguísticos que possam prejudicar a sua nota. 

A estrutura de uma redação irá depender do tipo e do gênero textual exigido. A organização do texto de uma carta, por exemplo, é completamente diferente da formação de um editorial. Como os dois gêneros possuem diferentes linguagens e conteúdos, a maneira como são estruturados também não é a mesma.

Como a redação dissertativa-argumentativa é uma das mais exigidas em concursos, vestibulares e demais exames, como é o caso do Enem, é ela que vamos apresentar logo abaixo!

Estrutura de uma redação dissertativa-argumentativa

Uma redação dissertativa-argumentativa é dividida em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. Essas três etapas devem ser respeitadas para que o texto não se torne confuso e consiga transmitir, de forma coesa, a ideia que você está querendo repassar.

Como fazer uma introdução?

A introdução é o momento em que você irá apresentar o que será discutido no texto e a sua tese — o que você está defendendo —. É nesse parágrafo único que você deve ajudar o leitor a ter uma visão geral da sua redação e cativá-lo a continuar a leitura  e é por isso que é muito importante saber como começar uma Redação.

Você pode realizar diferentes modelos de introdução: apresentar uma citação relevante para o tema, definindo o tema, mostrando um exemplo, fazendo uma alusão histórica, dentre diversos outros.

Como fazer o desenvolvimento de uma redação?

No desenvolvimento, que geralmente é dividido em dois parágrafos, você irá trabalhar os argumentos que defendem a sua tese. O ideal é abordar um argumento por parágrafo.

Para embasar melhor a sua defesa, você pode usar diferentes tipos de argumentos, como pontuar dados científicos, apresentar exemplos ou abordar algum aspecto histórico, por exemplo. 

O principal é que você consiga mostrar, de forma coesa e bem estruturada, porque a sua tese faz sentido. Não adianta jogar um monte de argumentos no seu texto e não desenvolvê-los bem! Escolha aqueles que você tem maior domínio e dedique-se a eles.

Confira algumas formas de apresentar a defesa da sua tese no desenvolvimento da redação:

Utilize dados

Quer uma forma melhor de comprovar o seu ponto de vista do que apresentando Dados? Além de fortalecer a sua argumentação, essa é uma estratégia bastante cobrada pelos corretores, já que dá credibilidade à sua defesa.

Nós sabemos que decorar dados não é uma tarefa fácil, ainda mais quando não se sabe qual é o tema de redação que será exigido no Enem. Porém, você pode se contextualizar sobre informações de eixos temáticos que podem ser utilizados para diferentes assuntos, como: meio ambiente, saúde, etc.

Você também pode utilizar os dados apresentados nos textos de apoio, mas com as suas próprias palavras.

O importante é que você esteja em dia com os assuntos da atualidade e procure se contextualizar sobre os possíveis temas. Assim, fica muito mais fácil defender o seu ponto de vista com dados que você realmente conhece.

Use citações

Você já pensou na possibilidade de usar uma citação na redação? Existem dois tipos de citação: a direta e a indireta. Utilizando essa estratégia argumentativa corretamente, você demonstrará o seu conhecimento para o leitor e mostrará que você sabe relacionar bem as ideias.

É claro que você precisa estar seguro sobre o que está dizendo. Afinal, já pensou afirmar que alguém disse algo que, na verdade, foi falado de forma totalmente contrária?

Por isso, a leitura e o seu repertório sociocultural aqui são fundamentais para que você consiga estabelecer boas relações e fundamentar a sua argumentação através da utilização da citação.

Faça alusões históricas

Você também pode fazer alusões históricas para enriquecer a sua argumentação. Nesse caso, você apresentará, durante a argumentação, um acontecimento ou momento histórico relacionado ao tema e que esteja de acordo com o seu ponto de vista.

É óbvio que, para isso, você precisará saber contextualizar bem o momento abordado em sua redação, e aqui entra um aspecto da multidisciplinaridade da redação: o conhecimento acerca de diferentes áreas poderá te ajudar a produzir um texto mais rico e a melhorar a sua argumentação.

Como concluir uma redação?

No caso do Enem, no parágrafo da conclusão você irá apresentar a sua proposta de intyervenção e finalizar a sua redação.

A proposta de intervenção trata-se da sua ideia de ação para amenizar ou solucionar o problema abordado durante a redação. Para isso, é muito importante que você tenha em mente que é fundamental respeitar os direitos humanos nessa etapa!

Até 2017, o desrespeito aos direitos humanos era um dos motivos para zerar a redação no Enem. Porém, no final desse mesmo ano, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região suspendeu esse item do edital do Exame.

Mas isso não quer dizer que você não precisa continuar se preocupando! A competência V avaliada no Enem diz justamente sobre isso: a criação de uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Tenha em mente que ela vale 200 pontos! Você não quer perder tudo isso, né?

Uma dica final para a estruturação do seu texto é: tente manter um número semelhante de linhas em cada parágrafo. Isso ajuda a manter a sua redação esteticamente agradável, o que também irá impactar positivamente em sua nota.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *